Live In The Mess

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Proverbs 14:4: “Where there are no oxen, the stalls are clean, but from the strength of the ox comes an abundant harvest.”

Over the years I have been part of and observed cells that are  content with their clean stalls. They become happy with their group being a place for them to gather with their friends or family, and so become, almost without realizing it, closed to those outside the walls of the church, outside the walls of their close circle of friends.

Sure having a clean stall can be pleasant for a moment, not having any mess to clean up, having time to relax and not worrying about too many issues arising. However, God’s adventure is action, getting our hands dirty, seeing a harvest of souls and enjoying the fruits of that labor. If there is little action, life can get boring really quickly!

Cells were never meant to be kept clean. Rather, they are intended to be messy. The reality is that reaching the lost is “messy.” We will have to get our hands dirty to enjoy the abundant harvest. Engaging in the “messy” lives of the lost and allowing them to engage in ours, brings joy, not only to our hearts but also to the Father’s.

Learn to live in the mess! In the mess is where growth comes, where the abundant harvest is, where relationships are strengthened, and where we learn to continuously seek after the Father and cling to Jesus.

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Portuguese blog:

Viva na Bagunça

 

Por Andrew Kirk, diretor do ministério Generation 2 Generation, site – www.G2gMandate.org, mídias sociais – @G2gMandate

 

Provérbios 14: 4: “Onde não há bois, as baias são limpas, mas da força do boi vem uma colheita abundante.”

 

Ao longo dos anos, observei e participei de células que se contentam em ter suas tendas limpas. Elas ficam felizes com o grupo sendo um lugar para se reunir com seus amigos ou familiares e, assim, quase sem perceber, ficam fechados para aqueles que estão fora dos muros da igreja, fora dos muros de seu círculo íntimo de amigos.

 

Certamente, ter uma tenda limpa pode ser agradável por um momento: não ter bagunça para limpar, ter tempo para relaxar e não se preocupar com muitos problemas que podem surgir. A aventura de Deus é ação, sujar as mãos, ver uma colheita surgir e desfrutar dos frutos desse trabalho. Se houver pouca ação, a vida pode ficar entediante muito rapidamente!

 

As células nunca foram feitas para serem mantidas limpas. Pelo contrário, é esperado que elas sejam confusas. A realidade é que alcançar os perdidos é “confuso”. Teremos que sujar as mãos para aproveitar a colheita abundante. Engajar-se na vida “confusa” dos perdidos e permitir que eles se envolvam com a nossa traz alegria, não apenas aos nossos corações, mas também ao coração do Pai.

 

Aprenda a viver na bagunça! Na bagunça é onde vem o crescimento, onde está a colheita abundante, onde os relacionamentos são fortalecidos e onde aprendemos a buscar continuamente o Pai e a nos apegar a Jesus.

Spanish blog:

Viviendo el desorden

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2 generación, Sitio web – www.G2gMandate.org, Redes sociales – @ G2gMandate

Proverbios 14: 4: “Donde no hay bueyes, los establos están limpios, pero de la fuerza del buey proviene una cosecha abundante”.

A lo largo de los años, he formado parte y observado células que están contentas con sus puestos limpios. Se alegran de que su grupo sea un lugar para reunirse con sus amigos o familiares, y así, casi sin darse cuenta, se cierran a los que están fuera de las paredes de la iglesia, fuera de las paredes de su círculo íntimo de amigos.

Claro que tener un puesto limpio puede ser agradable por un momento, no tener ningún desorden que limpiar, tener tiempo para relajarse y no preocuparse por la aparición de demasiados problemas. La aventura de Dios es acción, ensuciarse las manos, ver una cosecha y disfrutar de los frutos de esa labor. Si hay poca acción, ¡la vida puede volverse aburrida muy rápidamente!

Las células nunca fueron destinadas a mantenerse limpias. Más bien, están destinadas a ser desordenadas. La realidad es que llegar a los perdidos es “desordenado”. Tendremos que ensuciarnos las manos para disfrutar de la abundante cosecha. Involucrarse en las vidas “desordenadas” de los perdidos y permitirles participar en lo nuestros, trae alegría, no solo a nuestros corazones sino también al Padre.

¡Aprende a vivir en el desorden! En el desorden es donde viene el crecimiento, donde está la cosecha abundante, donde se fortalecen las relaciones y donde aprendemos a buscar continuamente al Padre y aferrarnos a Jesús.

Sumate a la Obra Misionera a Pueblos No Alcanzados

The Great ‘Completion’

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Previous generations have talked about ‘Doing’ the Great Commission, but today the talk is of this next generation ‘Completing’ The Great Commission.

Heads of major mission organizations are saying it is possible for this next generation to finish The Great Commission that Jesus left us in Matthew 28:18-20.

If we agree with this, it should raise massive questions about how we are training the next generation and how we are going to mobilize them.

Reaching the remaining unreached people groups could mean going to hostile locations and being willing to pay the ultimate price by putting laying down our lives. It could also mean reaching them in our very own neighborhoods, schools and colleges.

In the western world, it’s quite easy to meet in larger groups, but in many nations it’s nearly impossible. In fact, the only way to reach the unreached to be the church is to meet small “underground” cells or even just one on one. In the west, cells too, can infiltrate cultures and communities where immigration has bought nations across borders.

Cells have been and always will be a great way to train and equip people for completing the great commission. They are easy to mobilize, can go undetected, and can shine Christ’s light in the darkness. They are effective in discipling and developing leaders of any generation and in any nation and culture. Cells are effective in heavily persecuted nations, as well as in the major western cultures, which are shifting fast and becoming more and more hostile to Judeo-Christian values.

Wherever we are, whatever the current spiritual climate, whoever we are reaching and whatever the culture, cells have remained a vital part of church life.

If this next generation is the generation to fulfill the Great ‘Completion’ then Matthew 24:14 needs to spur us on, “And this gospel of the kingdom will be preached throughout the whole inhabited earth as a testimony to all the nations, and then the end will come.”

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Portuguese blog:

A Grande “Conclusão”

Por Andrew Kirk, diretor de Generation 2 Generation, site – www.G2gMandate.org, mídias sociais – @ G2gMandate

Gerações anteriores falaram sobre fazera Grande Comissão, mas hoje a conversa é sobre a próxima geração concluira Grande Comissão.

Os chefes das principais organizações missionárias estão dizendo que é possível que a próxima geração complete a Grande Comissão que Jesus nos deixou em Mateus 28:18-20.

Se concordarmos com isso, isso deve levantar questões maciças sobre como estamos treinando a próxima geração e como vamos mobilizá-la.

Atingir os demais grupos de pessoas não alcançadas pode significar ir a locais hostis e estar disposto a pagar o preço final, entregando nossas vidas. Também poderia significar alcançá-los em nossos próprios bairros, escolas e faculdades.

No mundo ocidental, é muito fácil se encontrar em grupos maiores, mas em muitos países é quase impossível. De fato, a única maneira de alcançar a igreja não alcançada é se reunir em pequenas células “subterrâneas” ou mesmo de um a um.  No ocidente, as células também podem se infiltrar em culturas e comunidades onde a imigração comprou nações através das fronteiras.

As células foram e sempre serão uma ótima maneira de treinar e equipar pessoas para concluir a grande comissão. Elas são fáceis de mobilizar, podem passar despercebidas e podem brilhar a luz de Cristo nas trevas. Elas são eficazes no discipulado e no desenvolvimento de líderes de qualquer geração, nação e cultura.  As células são eficazes em nações fortemente perseguidas, bem como nas principais culturas ocidentais, que estão mudando rapidamente e se tornando cada vez mais hostis aos valores judaico-cristãos.

Onde quer que estejamos, seja qual for o clima espiritual atual, quem quer que estejamos alcançando e qualquer que seja a cultura, as células permanecem como uma parte vital da vida da Igreja.

Se esta próxima geração for a geração para cumprir a Grande ‘Conclusão’, então Mateus 24:14 precisa nos estimular: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim”.

Spanish blog:

La gran “finalización”

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2 generación, Sitio web – www.G2gMandate.org, Redes sociales – @ G2gMandate

Las generaciones anteriores han hablado de “Hacer” la Gran Comisión, pero hoy se habla de esta próxima generación “Completando” La Gran Comisión.

Los jefes de las principales organizaciones misioneras dicen que es posible que esta próxima generación termine La Gran Comisión que Jesús nos dejó en Mateo 28: 18-20.

Si estamos de acuerdo con esto, debería plantear preguntas masivas sobre cómo estamos entrenando a la próxima generación y cómo los vamos a movilizar.

Llegar a los grupos de personas no alcanzadas restantes podría significar ir a lugares hostiles y estar dispuestos a pagar el precio final al sacrificar nuestras vidas. También podría significar llegar a ellos en nuestros propios vecindarios, escuelas y universidades.

En el mundo occidental, es bastante fácil reunirse en grupos más grandes, pero en muchas naciones es casi imposible. De hecho, la única forma de llegar a los no alcanzados para ser la iglesia es reunirse con pequeñas células “subterráneas” o incluso individuo con individuo. En el oeste, las células también pueden infiltrarse en culturas y comunidades donde la inmigración ha comprado naciones a través de las fronteras.

Las células han sido y siempre serán una excelente manera de entrenar y equipar a las personas para completar la gran comisión. Son fáciles de movilizar, pueden pasar desapercibidos y pueden hacer brillar la luz de Cristo en la oscuridad. Son eficaces para discipular y desarrollar líderes de cualquier generación y en cualquier nación y cultura. Las células son efectivas en naciones muy perseguidas, así como en las principales culturas occidentales, que están cambiando rápidamente y se vuelven cada vez más hostiles a los valores judeocristianos.

Dondequiera que estemos, sea cual sea el clima espiritual actual, a quien sea que lleguemos y sea cual sea la cultura, las células han seguido siendo una parte vital de la vida de la iglesia.

Si esta próxima generación es la generación para cumplir la Gran ‘Finalización’, entonces Mateo 24:14 necesita estimularnos, “Y será predicado este evangelio del reino en todo el mundo, para testimonio a todas las naciones; y entonces vendrá el fin “.

Go Small To Thrive, Not Just Survive

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

“Then the eleven disciples went to Galilee… When they saw him, they worshiped him; but some doubted. Then Jesus came to them and said, “All authority in heaven and on earth has been given to me. Therefore go and make disciples of all nations, baptizing them in the name of the Father and of the Son and of the Holy Spirit, and teaching them to obey everything I have commanded you. And surely I am with you always, to the very end of the age” (Matthew 28:16-20). 

This is “The Great Commission”… not “The Great Option”! To see this fulfilled will mean going to some of the most dangerous places where it is not always easy to have larger church gatherings. Rather, the norm is meeting “underground” in small groups – cells, home to home and one on one.

We may consider persecution a bad thing, but throughout history God has used persecution to grow a thriving church through adversity.

As we know, cells are not just for those countries where persecution abounds. Rather they are for everyone.

Today, the pressure is increasing to be molded by society, not wanting to upset members or offend those outside the walls. Yet a compromising church becomes like the world instead of setting itself apart as a place where the lost can find Truth. It becomes a place of irrelevance, where no one can go for help or transformation, as the church simply fits in, accepts and condones lifestyles outside of the Biblical path that it sets out for us.

We must surround ourselves with those who will help hold us accountable, and who stand with us, like Daniel who stood firm with his friends. The best cell groups are places where we can meet for growth, accountability, and discipleship. In this safe place we can seek truth and challenge each other’s perspectives, keep our focus sharp, and not become blurred by the society around us.

Cells are biblical and help us prepare for the end time. As the years roll on we will see an increase in “nations shaking.” For the church to function as the Bride preparing for the Bridegroom, cells will be key, no matter where you are, or what your circumstances, they will only increase in their relevance and important.

We started with, “Therefore go and make disciples of all nations, baptizing them in the name of the Father and of the Son and of the Holy Spirit, and teaching them to obey everything I have commanded you.” Multiplying, life giving, disciple making cells, whether underground, in prison or the local coffee shop can enable us to complete this command until every country and people under any circumstances cry, “Come Lord Jesus”!

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Viva um pequeno grupo para prosperar, não apenas para sobreviver

Por Andrew Kirk, diretor do movimento Generation 2 Generation , site – www.G2gMandate.org, mídias sociais – @G2gMandate

“Os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes indicara. Quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. Então, Jesus aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu ordenei a vocês. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus 28:16-20).

Esta é a “Grande Comissão”… e não a “Grande Opção”! Ver isso cumprido significa ir a alguns dos lugares mais perigosos onde nem sempre é fácil ter reuniões maiores na igreja. Em vez disso, a norma é se encontrar “clandestinamente” em pequenos grupos – nas células, de casa em casa e um a um.

Podemos considerar a perseguição uma coisa ruim, mas ao longo da história Deus usou a perseguição para fazer crescer uma igreja próspera através da adversidade.

Como sabemos, as células não são apenas para os países onde a perseguição é abundante. Pelo contrário, são para todos.

Hoje, a pressão está aumentando para que a célula seja moldada pela sociedade, a fim de não incomodar os membros ou ofender os que estão fora dos muros. No entanto, uma igreja que se compromete se torna como o mundo, em vez de se destacar como um lugar onde os perdidos podem encontrar a Verdade. A igreja torna-se um lugar de irrelevância, onde ninguém pode buscar ajuda ou transformação, pois ela simplesmente se encaixa, aceita e tolera estilos de vida fora do caminho bíblico proposto a nós.

Devemos nos cercar daqueles que ajudarão a nos responsabilizar e que permanecerão conosco, como Daniel, que se manteve firme com seus amigos. As melhores células são locais onde podemos encontrar crescimento, responsabilidade e discipulado. Nesse lugar seguro, podemos buscar a verdade e desafiar a perspectiva uns dos outros, manter nosso foco nítido e não deixá-lo ficar turvo pela sociedade ao nosso redor.

As células são bíblicas e nos ajudam a preparar os tempos do fim. Com o passar dos anos, veremos um aumento de “nações tremendo”. Para que a igreja funcione como a Noiva se preparando para o Noivo, as células serão essenciais, não importa onde você esteja ou quais sejam as suas circunstâncias, elas crescerão em sua relevância e importância.

Começamos com: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu ordenei a vocês”. Células que multiplicam, dão vida e geram discípulos, seja no subterrâneo, na prisão ou na cafeteria local, podem nos permitir concluir esse comando até que todos os países e pessoas, em qualquer circunstância, gritem: “Ora vem, Senhor Jesus”!

Spanish blog: 

Vaya a lo pequeño para prosperar, no solo para sobrevivir

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2 generación, Sitio web – www.G2gMandate.org, Redes sociales – @ G2gMandate

“Pero los once discípulos se fueron a Galilea, al monte donde Jesús les había ordenado. Y cuando le vieron, le adoraron; pero algunos dudaban. Y Jesús se acercó y les habló diciendo: Toda potestad me es dada en el cielo y en la tierra. Por tanto, id, y haced discípulos a todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre, y del Hijo, y del Espíritu Santo; enseñándoles que guarden todas las cosas que os he mandado; y he aquí yo estoy con vosotros todos los días, hasta el fin del mundo. Amén ”(Mateo 28: 16-20).

Esta es “La Gran Comisión” … ¡no “La Gran Opción”! Ver esto cumplido significará ir a algunos de los lugares más peligrosos donde no siempre es fácil tener reuniones de iglesias más grandes. Más bien, la norma es reunirse “bajo tierra” en pequeños grupos: células, hogar a hogar y uno a uno.

Podemos considerar la persecución como algo malo, pero a lo largo de la historia Dios ha usado la persecución para hacer crecer una iglesia próspera a través de la adversidad.

Como sabemos, las células no son solo para aquellos países donde abunda la persecución. Más bien son para todos.

Hoy en día, la presión aumenta para ser moldeados por la sociedad, no queriendo molestar a los miembros u ofender a los que están fuera de los muros. Sin embargo, una iglesia se compromete, y se vuelve como el mundo en lugar de separarse como un lugar donde los perdidos pueden encontrar la Verdad. Se convierte en un lugar de irrelevancia, donde nadie puede buscar ayuda o transformación, ya que la iglesia simplemente encaja, acepta y condona los estilos de vida fuera del camino bíblico que nos propone.

Debemos rodearnos de aquellos que nos ayudarán a responsabilizarnos y que estarán con nosotros, como Daniel, que se mantuvo firme con sus amigos. Los mejores grupos celulares son lugares donde podemos encontrarnos para crecer, rendir cuentas y discipular. En este lugar seguro podemos buscar la verdad y desafiar las perspectivas de los demás, mantener nuestro enfoque preciso y no ser engañados por la sociedad que nos rodea.

Las células son bíblicas y nos ayudan a prepararnos para el tiempo del fin. A medida que pasen los años, veremos un aumento en las “naciones temblando”. Para que la iglesia funcione como la Novia que se prepara para el Novio, las células serán clave, sin importar dónde se encuentre o cuáles sean sus circunstancias, solo aumentarán en Su relevancia e importancia.

Comenzamos con: “Por lo tanto, ve y haz discípulos de todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo, y enseñándoles a obedecer todo lo que te he mandado”. Multiplicar, dar vida, células que hacen discípulos, ya sea bajo tierra, en prisión o en la cafetería local, puede permitirnos completar este mandamiento hasta que cada país y persona, bajo cualquier circunstancia, grite: “¡Ven, Señor Jesús”!

Be Present

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Quality individual care is not possible within the context of larger gatherings, but one on one or very small groups, of about 3 people. 

Today mental health struggles are on the rise due to increasing pressures of society. Extremism to the right and left and “group think” is rampant with battles being raged against identity. 

It is vital we care for each other, support our family, and church body by taking the time to ask how we are emotionally, spiritually, mentally and even physically. We need to show up and enter into others sufferings. Here are some areas in which we need to be present with people:

  1. Empathize with suffering. Everyone faces suffering. While spending time hose suffering, we need to be present, letting them know we are there with them in their pain, often words are not needed to show empathy.
  1. Be listeners. Often people think they must say the right words, or scripture to make others feel better. Words should be very carefully considered, showing empathy in a non-patronizing way, that shows care while not belittling struggles. The most important thing is that people know you are present, not eloquent.
  1. Generational Care. Discipleship is not just about learning, but includes caring for each other. Biblical discipleship is generational, so it is clearly important that we engage on a generational level (e.g older women with younger women, older men with younger men, children with parents)

Adults often overlook children, asking parents how their children are but neglecting to actually ask the child directly or spending time with them and giving them value. Relationships that support the entire family are invaluable, it is vital everyone feels valued, this includes children.

A misconception is that teens do not want to hang out with an adult. The reality is that when they are included in their own right they receive what they crave, to be heard and to be the most important person for that moment in time. When parents have a problem the family has a problem. Too often parents seek to resolve problems in isolation, and there is a place for this, but there is also a place for families to care for families, for others to come alongside.

Psalm 68:6 says, “God puts the solitary in family.” The Biblical answer for singles / the lonely is for them to be cared for within the family context. As leaders, facilitate smaller groups and relationships to care for each other on deeper levels.

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Estar presente

Por Andrew Kirk, diretor da Generation 2 Generation, site – www.G2gMandate.org, mídia social – @G2gMandate

O cuidado individual de qualidade não é possível dentro do contexto de encontros maiores, mas no contexto de um a um ou em grupos bem pequenos, com cerca de 3 pessoas.

Hoje as lutas no campo da saúde mental estão em ascensão devido às crescentes pressões da sociedade. O extremismo para a direita e para a esquerda e o “pensamento de grupo” é desenfreado com batalhas sendo travadas contra a identidade.

É vital que nos importemos uns com os outros, apoiemos nossa família e o corpo da igreja dedicando tempo para perguntar como estão emocional, espiritual, mental e até fisicamente. Precisamos nos mostrar e entrar no sofrimento dos outros. Aqui estão algumas áreas em que precisamos estar presentes com as pessoas.

  1. Seu sofrimento. Todos enfrentam sofrimento, precisamos ser capazes de ter empatia com as pessoas que sofrem. Enquanto estamos com aqueles que sofrem, precisamos estar presentes de verdade, deixando-os saber que estamos lá com eles em sua dor, muitas vezes as palavras não são necessárias para mostrar empatia.
  1. Sejam ouvintes. Muitas vezes as pessoas acham que devem dizer as palavras certas, ou as Escrituras, para fazer com que os outros se sintam melhor e isso dá terrivelmente errado. As palavras devem ser cuidadosamente consideradas, mostrando empatia de uma maneira não paternalista, mas que mostre cuidado sem diminuir as lutas. O mais importante é que as pessoas saibam que você está presente, e não que você é eloquente.
  1. Cuidados Geracionais. O discipulado não é apenas sobre aprender, mas inclui cuidar uns dos outros. O discipulado bíblico é geracional, por isso é claramente importante que nos engajemos em um nível geracional (por exemplo, mulheres mais velhas com mulheres mais jovens, homens mais velhos com homens mais jovens, crianças com pais).

Os adultos muitas vezes negligenciam as crianças, perguntam aos pais como estão seus filhos, mas negligenciam perguntar à criança diretamente ou passar tempo com elas e dar-lhes valor. Relacionamentos que apoiam toda a família são inestimáveis, é vital que todos se sintam valorizados, e isso inclui as crianças.

É um equívoco pensar que os adolescentes não querem sair com um adulto. A realidade é que quando eles são incluídos em seu próprio direito, eles recebem o que desejam e são ouvidos e são a pessoa mais importante daquele momento. Quando os pais têm um problema, a família tem um problema.  Muitas vezes os pais procuram resolver os problemas isoladamente, e há um lugar para isso, mas também há lugar para as famílias cuidarem das famílias e outras virem caminhar ao seu lado.

Salmo 68:6 diz que Deus coloca o solitário na família. A resposta bíblica para solteiros/solitários é que eles sejam cuidados dentro do contexto familiar.

Como líderes, vamos olhar para nossas células e procurar como podemos facilitar grupos menores e relacionamentos para cuidar uns dos outros em níveis mais profundos.

Spanish blog:

Estar presente 
 
Por Andrew Kirk, Director de Generación 2 generación, Sitio web – www.G2gMandate.org, Redes sociales – @ G2gMandate
 
La atención individual de calidad no es posible en el contexto de reuniones más grandes, sino en grupos individuales o muy pequeños, de aproximadamente 3 personas.
 
Hoy las luchas de salud mental están en aumento debido a las crecientes presiones de la sociedad. El extremismo a la derecha y a la izquierda y el “pensamiento grupal” están desenfrenados con las batallas que se libran contra la identidad.
 
Es vital que nos cuidemos unos a otros, que apoyemos a nuestra familia y al cuerpo de la iglesia tomándonos el tiempo para preguntarnos cómo estamos emocional, espiritual, mental e incluso físicamente. Necesitamos estar y entrar en el sufrimiento de otros. Aquí hay algunas áreas en las que debemos estar presentes con las personas.
 
1. Su sufrimiento. Todos enfrentamos sufrimiento, necesitamos ser capaces de ser empaticos con las personas que sufren. Mientras que con los que sufren, debemos estar presentes, haciéndoles saber que estamos allí con ellos en su dolor, a menudo no se necesitan palabras para mostrar empatía.
 
2. Sean oyentes. A menudo, las personas piensan que deben decir las palabras correctas o las escrituras para que los demás se sientan mejor y todo sale terriblemente mal. Las palabras deben considerarse con mucho cuidado, mostrando empatía de una manera no condescendiente, que muestre cuidado sin menospreciar las luchas. Lo más importante es que la gente sepa que estás presente, no elocuente.
 
3. Cuidado generacional. El discipulado no se trata solo de aprender, sino que incluye el cuidado mutuo. El discipulado bíblico es generacional, por lo que es claramente importante que participemos en un nivel generacional (por ejemplo, mujeres mayores con mujeres más jóvenes, hombres mayores con hombres más jóvenes, niños con padres)
 
Los adultos a menudo pasan por alto a los niños, les preguntan a los padres cómo están sus hijos, pero se olvidan de preguntarles directamente a los niños y no pasan tiempo con ellos y les dan valor. Las relaciones que apoyan a toda la familia son invaluables, es vital que todos se sientan valorados, esto incluye a los niños.
 
Una idea errónea es que los adolescentes no quieren salir con un adulto. La realidad es que cuando se incluyen por consciencia propio, reciben lo que anhelan, ser escuchados y ser la persona más importante para ese momento. Cuando los padres tienen un problema, la familia tiene un problema. Con demasiada frecuencia, los padres buscan resolver los problemas de forma aislada, y hay un lugar para esto, pero también hay un lugar para que las familias cuiden de las mismas, y para que otros se unan. 
 
El Salmo 68: 6 dice que Dios pone a los solitarios en familia, la respuesta bíblica para los solteros / solitarios es que sean atendidos dentro del contexto familiar.
 
Como líderes veamos nuestros grupos celulares y cómo, dentro de ellos, podemos facilitar grupos y relaciones más pequeñas para que se cuiden unos a otros en niveles más profundos.

Attack The Gates

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Often we try to keep “safe” by not proactively going to where sin is prevalent. For example, saying we should flee from youthful desires (which is a good thing to do) as an excuse not to engage with the lost. But there is a difference between fleeing immediate temptation and engaging with those in cultures that run counter to Biblical culture.

It’s great for cells to go together, with mutual accountability, to go to where the lost gather, to be a light in their midst. If we don’t take the steps of moving towards them, they may not move towards us.

I love what cells are doing in places like Papua, Indonesia, where they meet by basketball courts engaging with the youth of the nation; in England, where groups meet in pubs; in Thailand, where trafficked women are meeting in McDonalds. These are all where the lost, those in need – those in desperate need – of salvation are.

For many it’s really intimidating to enter a church building. Cells  play a huge role in offering a less intimidating environment for the unchurched.

Jesus was called a friend of sinners (Matthew 11:19), why would they call Him that if He was not hanging around them? Like Jesus, let’s become known as friends of sinners.

When in Caesarea-Philippi, Jesus said “…on this rock I will build my church, and the gates of Hades will not overpower it” (Matthew 16:18). When we read in the Bible about the gates of cities, these are defensive positions helping to slow down an invading army from taking the city.

Jesus was saying that His Church needs to be on the offensive, not in  defensive mode, which is how the church often acts. No, the gates of hell, the defenses of hell, shall not prevail against the attack of the church.

Where did Jesus say these words? In a safe place? A place where only the saved were? No, He said it while standing right in front of one of the most detestable locations – where people were worshiping the Greek god Pan, sacrificing children, engaging in sexual immorality, a place with a deep cave which was called “The Gates of Hell.” He was where the lost were.

Light was created for darkness and we are that light (Matthew 5:14-16), so let’s start to think more about how our small groups can engage those caught in darkness by meeting them at their gates.

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Atacar os Portões

Por Andrew Kirk, diretor do ministério  Generation 2 generation, site: www.G2gMandate.org, mídias sociais: @G2gMandate

Muitas vezes tentamos nos manter “seguros”, não indo proativamente onde o pecado é predominante. Por exemplo, dizer que devemos fugir dos desejos da juventude (o que é uma coisa boa a fazer) como uma desculpa para não se envolver com os perdidos. Mas há uma diferença entre fugir da tentação imediata e se envolver com pessoas de culturas que vão contra a cultura bíblica.

É ótimo que as células andem juntas, com responsabilidade mútua, para ir até onde os perdidos se reúnem, para ser uma luz no meio deles. Se não nos movermos em direção a eles, eles podem não se mover em nossa direção.

Eu amo o que as células estão fazendo em lugares como Papua, na Indonésia, onde elas se encontram em quadras de basquete e se envolvem com a juventude da nação; na Inglaterra, onde células se reúnem em bares; na Tailândia, onde mulheres traficadas se reúnem no McDonalds. Estes são todos os lugares onde os perdidos que necessitam desesperadamente de salvação estão.

Para muitos, é realmente intimidador entrar em um prédio da igreja. As células desempenham um papel enorme na oferta de um ambiente menos intimidante para as pessoas que não têm igreja.

Jesus foi chamado de amigo de pecadores (Mateus 11:19). Por que chamariam Jesus dessa forma se Ele não andasse com os pecadores? Como Jesus, vamos nos tornar conhecidos como amigos dos pecadores.

Quando em Cesaréia de Filipe, Jesus disse: “…sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la” (Mateus 16:18). Quando lemos na Bíblia sobre os portões das cidades, vemos que eles são barreiras defensivas que ajudam a desacelerar um exército invasor de tomar a cidade.

Jesus estava colocando Sua Igreja na ofensiva, e não na defensiva, que é como a igreja age frequentemente. Não, os portões do inferno e suas defesas não prevalecerão contra o ataque da Igreja.

Onde Jesus disse essas palavras? Em um lugar seguro? Um lugar onde apenas os salvos estavam? Não, Ele disse isso enquanto estava de pé em frente a um dos locais mais detestáveis – onde as pessoas estavam adorando o deus grego Pan, sacrificando crianças, praticando a imoralidade sexual, um lugar com uma caverna profunda chamada “As Portas do Inferno”. Ele estava onde os perdidos estavam.

A luz foi criada para a escuridão e nós somos aquela luz (Mateus 5:14-16), então vamos começar a pensar mais sobre como nossos pequenos grupos podem envolver aqueles que são pegos nas trevas ao encontrá-los em seus portões.

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Atacar las puertas

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2, sitio web – www.G2gMandate.org, Social Media – @ G2gMandate

A menudo tratamos de mantenernos “seguros” al no ir proactivamente a donde prevalece el pecado. Por ejemplo, decir que deberíamos huir de los deseos juveniles (que es algo bueno de hacer) como excusa para no comprometernos con los perdidos. Pero hay una diferencia entre huir de la tentación inmediata y comprometerse con aquellos en culturas que van en contra de la cultura bíblica.

Es genial que las células vayan juntas, con responsabilidad mutua, para ir a donde se reúnen los perdidos, para ser una luz en medio de ellos. Si no damos los pasos para avanzar hacia ellos, es posible que no se muevan hacia nosotros.

Me encanta lo que hacen las células en lugares como Papua, Indonesia, donde se reúnen en las canchas de baloncesto que participan con los jóvenes de la nación; en Inglaterra, donde las células se reúnen en pubs; en Tailandia, donde se reúnen en McDonalds mujeres víctimas de trata . Estos son todos donde están los perdidos, los necesitados, los necesitados desesperadamente, de la salvación.

Para muchos es realmente intimidante entrar en un edificio de la iglesia. Las células juegan un papel muy importante al ofrecer un ambiente menos intimidante para los que no asisten a la iglesia.

Jesús fue llamado amigo de los pecadores (Mateo 11:19), ¿por qué lo llamarían a Él si no estuviera rodeado de ellos? Como Jesús, seamos conocidos como amigos de los pecadores.

Cuando en Cesarea de Filipos, Jesús dijo: “… sobre esta roca edificaré mi iglesia, y las puertas del Hades no la vencerán” (Mateo 16:18). Cuando leemos en la Biblia sobre las puertas de las ciudades, estas son posiciones defensivas que ayudan a frenar a un ejército invasor para que no tome la ciudad.

Jesús estaba diciendo a su iglesia a la ofensiva, no a la defensiva, que es como la iglesia a menudo actúa. No, las puertas del infierno, las defensas del infierno, no prevalecerán contra el ataque de la iglesia.

¿Dónde dijo Jesús estas palabras? ¿En un lugar seguro? ¿Un lugar donde solo estaban los salvos? No, lo dijo mientras estaba parado frente a uno de los lugares más detestables, donde la gente adoraba al dios griego Pan, sacrificando niños, practicando la inmoralidad sexual, un lugar con una cueva profunda que se llamaba “Las puertas del infierno”. “Estaba donde estaban los perdidos.

La luz fue creada para la oscuridad y nosotros somos esa luz (Mateo 5: 14-16), entonces comencemos a pensar más acerca de cómo nuestros grupos celulares pueden involucrar a los atrapados en la oscuridad al encontrarlos en sus puertas.