Leadership and Hospitality

By André Schalitt, author and researcher who lives and ministers in Brazil. Andre loves cell ministry and has traveled with Joel Comiskey in Brazil promoting the cell-based church.

“Rather he must be hospitable, one who loves what is good, who is self-controlled, upright, holy and disciplined  (Titus 1: 8 NIV). In this letter to Titus, the apostle Paul talks about necessary qualities of Christian leadership. Hospitality, according to the apostle, is a critical quality.  This means that the practice of hospitality is not a secondary factor, but an inherent part of the leader God uses. Therefore, it is necessary to understand three facts:

First, Christian leadership is first and foremost servant leadership. Larry Kreider, founder of Dove Fellowship, said it well,  “Leaders who are secure in the love of their heavenly Father are free to serve, expecting nothing in return. They do not need their egos caressed to function as leaders. They have a healthy confidence in themselves and do not seek approval or acceptance from others. They are happy to serve because they know they are deeply loved by God.”

The practice of hospitality makes us better servants. It challenges us to overcome pride and hardness of heart, and helps us to be like Jesus and to serve his church.

Second, hospitality is taught emphatically in Scripture: When Paul directed the Romans to “practice hospitality” (Romans 12:13), his desire  was to help Christians cooperate with one another in love. The apostle John taught that hospitality is the duty of those who serve Christ, being “cooperators for the truth” (John 1: 8). The Apostle Peter, however, was very strict in his writing: “Be hospitable to each other without complaint” (1 Pet. 4: 9). The author of Hebrews tells us, “Do not forget the hospitality; (Hebrews 13: 2), letting it be understood that some of those we welcome produce blessings for us. Further on the author directed: “Do not forget to do good and to share with others what you have, for God is pleased with such sacrifices” (Hebrews 13:16), making it clear that the practice of hospitality pleases the Lord . And Jesus Christ himself left a promise to those who practice hospitality: “For I was hungry, and you gave me food; I was thirsty and you gave me a drink; I was a stranger, and you took me in…… I say to you, that you have done it to me one of these my brethren. “(Matthew 25: 35-40).

And finally, hospitality is an effective means of multiplication. Hospitality turns strangers into acquaintances, enemies into friends, acquaintances into comrades, and members into disciples. The benefits are diverse:

  • It makes us more and more like Christ
  • It makes us a stronger, united church
  • We acquire a servant’s heart
  • It makes discipleship more engaging
  • It makes people who come into our homes feel valued and loved
  • Builds new relationships and promotes existing relationships
  • It produces multiplication in our leadership
  • It makes us referential

Always remember that a successful and multiplying cell is the result of hospitable leaders and hosts. The practice of hospitality as well as being biblical is also an efficient means of growth. It is a key that opens many doors.

Andre

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Portuguese blog:

Liderança E Hospitalidade

Por André Schalitt, é escritor e pesquisador na área de Liderança e Crescimento Igrejas. Atua com ênfase na educação cristã, mais especificamente no ensino teológico e na formação de líderes em diversas instituições cristãs no Brasil e no exterior.

“Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante.” (Tito 1.8 NVI). Nesta carta a Tito, a apóstolo Paulo apresenta algumas credenciais necessárias para o exercício da liderança cristã. Em meio há elas, Paulo cita a hospitalidade como sendo parte dessas credenciais. Isso significa que a prática da hospitalidade não é um fator secundário no exercício da liderança, mas é parte inerente do líder que Deus usa. Por isso, se faz necessário a compreensão de três fatos:

Primeiro, a imagem do líder que tem vários subordinados e tem o poder de delegar muitas tarefas pode estar no imaginário de muita gente. A relação é justamente inversa, pois, o líder cristão é, em primeiro lugar, servo. Larry Kreider observou bem: Lideres que estão seguros no amor de seu Pai celestial são livres para servir, não esperando nada em troca. Eles não necessitam que seus egos sejam acariciados para funcionarem no papel de líderes. Eles têm uma confiança saudável em si mesmo e não procuram aprovação ou aceitação de outras pessoas. Eles estão felizes em servir porque sabem que são profundamente amados por Deus.[1]

A prática da hospitalidade faz com que nos tornemos servos melhores. Ela nos desafia a superarmos o orgulho e a dureza do coração, e exercita a nossa vida para a caminhada de servos de Cristo e da igreja a qual congregamos.

Em segundo lugar, a hospitalidade é ensinada com contundência nas Escrituras: Quando Paulo orientou aos Romanos a “praticar a hospitalidade” (Romanos 12:13), sua proposta era fazer com que os cristãos cooperassem uns com os outros em amor. O apóstolo João ensinou que a hospitalidade é dever daqueles que servem a Cristo, sendo “cooperadores em favor da verdade” (João 1.8). Já o apóstolo Pedro foi taxativo ao escrever: “Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação” (1 Pedro 4.9), esta afirmação revela uma tríplice verdade: 1. Ser hospitaleiro é uma benção, por isso não se deve reclamar ao praticar; 2. Ser hospitaleiro é parte de ser cristão; 3. Se trata de uma ordem divina para todo aquele que segue a Cristo. O autor de Hebreus de uma forma muito interessante escreveu: “Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber alguns acolheram anjos.” (Hebreus 13.2), deixando a entender que alguns dos que acolhemos produzem bênçãos para nós. Mais a frente o autor orientou: “Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros o que vocês têm, pois de tais sacrifícios Deus se agrada.” (Hebreus 13.16), deixando claro que a pratica da hospitalidade agrada ao Senhor. E o próprio Jesus Cristo deixou uma promessa para aqueles que praticam a hospitalidade: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes (…) Em verdade vos afirmo que sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. ” (Mateus 25.35-40).

E por último, a hospitalidade é um meio eficaz de multiplicação. Anfitriões bem-sucedidos e líderes multiplicadores reconhecem e investem na hospitalidade, pois sabem que este ato quebra barreiras e constrói pontes para a comunhão e para o discipulado. A hospitalidade transforma estranhos em conhecidos, inimigos em amigos, conhecidos em pessoas íntimas, e membros em discípulos. Os benefícios são diversos:

  • Faz com que sejamos cada vez mais semelhantes a Cristo;
  • Nos torna uma igreja mais forte e unida;
  • Adquirimos um coração de servo;
  • Torna o discipulado mais envolvente;
  • Faz com que as pessoas que entram em nossas casas se sintam valorizadas e amadas;
  • Constrói novos relacionamentos e promove os já existentes;
  • Produz multiplicação em nossa liderança;
  • Nos torna referenciais.

Como ser um bom hospitaleiro?

James C. Hunter, famoso escritor na área de liderança, disse que “pensamentos viram ações, ações viram hábitos, hábitos viram o caráter, e o caráter vira o seu destino”. De fato, tudo começa quando compreendemos a importância de algo, e baseado nisso, começamos a agir, até que aquilo que compreendemos seja parte de nós mesmos. Nos que diz respeito a ser um bom hospitaleiro, é necessário:

  • Buscar um coração amoroso;
  • Decidir servir sem querer nada em troca;
  • Decidir fazer do seu lar um lugar de paz e benção para outras pessoas;
  • Pensar em ideias que proporcionem um alto nível de hospitalidade em sua célula.

Lembre-se sempre que uma célula bem-sucedida e multiplicadora é resultado de líderes e anfitriões hospitaleiros. A prática da hospitalidade além de ser bíblica, é também um meio eficiente de crescimento. É uma chave que abre muitas portas.

No amor de Cristo.

Spanish blog:

Liderazgo y hospitalidad

Por André Schalitt, autor e investigador que vive y ministra en Brasil. A Andre le encanta el ministerio celular y ha viajado con Joel Comiskey en Brasil promocionando la iglesia basada en células.

“Al contrario, debe ser hospitalario, amigo del bien, que es sensato, justo, santo y disciplinado” (Tito 1: 8 NVI). En esta carta a Tito, el apóstol Pablo habla sobre las cualidades necesarias del liderazgo cristiano. La hospitalidad, según el apóstol, es una cualidad crítica. Esto significa que la práctica de la hospitalidad no es un factor secundario, sino una parte inherente del líder que Dios usa. Por lo tanto, es necesario comprender tres hechos:

Primero, el liderazgo cristiano es, ante todo, liderazgo de servicio. Larry Kreider, fundador de Dove Fellowship, lo dijo muy claro: “Los líderes que están seguros en el amor de su Padre celestial son libres de servir, sin esperar nada a cambio. No necesitan que sus egos sean acariciados para funcionar como líderes. Tienen una confianza sana en sí mismos y no buscan la aprobación o la aceptación de los demás. Están felices de servir porque saben que son profundamente amados por Dios “.

La práctica de la hospitalidad nos hace mejores sirvientes. Nos desafía a superar el orgullo y la dureza del corazón, nos ayuda a ser más como Jesús y servir a su iglesia.

En segundo lugar, la hospitalidad se enseña enfáticamente en las Escrituras: cuando Pablo instruyó a los romanos a “practicar la hospitalidad” (Romanos 12:13), su deseo era ayudar a los cristianos a cooperar entre ellos en amor. El apóstol Juan enseñó que la hospitalidad es el deber de aquellos que sirven a Cristo, siendo “colaboradores de la verdad” (Juan 1: 8). El apóstol Pedro, sin embargo, fue muy estricto en sus escritos: “Sean hospitalarios sin quejarse” (1 Pedro 4: 9). El autor de Hebreos nos dice: “No olviden la hospitalidad; (Hebreos 13: 2), dejando que se entienda que algunos de los que recibimos producen bendiciones para nosotros. Más adelante, el autor escribe: “No te olvides de hacer el bien y compartir con los demás lo que tienes, porque Dios se complace con tales sacrificios” (Hebreos 13:16), dejando en claro que la práctica de la hospitalidad agrada al Señor. Y el mismo Jesucristo dejó una promesa a los que practican la hospitalidad: “Porque tuve hambre, y ustedes me dieron de comer, tuve sed y me dieron de beber; fui forastero, y me dieron alojamiento… . Les aseguro que todo lo que hicieron por uno de mis hermanos, aun por el más pequeño, lo hiceron por mí. “(Mateo 25: 35-40).

Y finalmente, la hospitalidad es un medio efectivo de multiplicación. La hospitalidad convierte a extraños en conocidos, enemigos en amigos, conocidos en camaradas y miembros en discípulos. Los beneficios son diversos:

  • Nos hace más y más como Cristo
  • Nos hace una iglesia más fuerte y unida
  • Adquirimos el corazón de un servidor
  • Hace que el discipulado sea más atractivo
  • Hace que las personas que entran a nuestros hogares se sientan valoradas y amadas
  • Crea nuevas relaciones y promueve las relaciones existentes
  • Produce multiplicación en nuestro liderazgo
  • Nos hace referenciales

Recuerda siempre que una célula exitosa y multiplicadora es el resultado de líderes y anfitriones hospitalarios. La práctica de la hospitalidad, además de ser bíblica, también es un medio eficiente de crecimiento. Es una llave que abre muchas puertas.

Andre

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