Don’t Get Too Close to People in the Group

By Joel Comiskey, check out, Groups that Thrive

“Don’t get too close to other members in the group because if you do, stagnation will happen, and the group will eventually die.” This is what I believed and taught for years. But I was wrong! In the past, when I heard people talking about deep community in the group, I figured their groups were not evangelizing and probably going to stagnate. 

The surprising discovery in our book Groups that Thrive is that community stimulates growth and new groups. It naturally leads to outreach, new leaders, and more groups. True community and fervent outreach should not be mutually exclusive. As a group grows in love and unity, there’s also the desire to reach out. Community fosters health, vibrancy, and outreach.

The research shows that newcomers not only come to the group where community is strong but also want to stay. When care and love are abundant in groups, newcomers want to stick around. They feel like they’ve found a family, a home away from home.

Those who attend caring groups invite their friends. They sense there’s something different about the group and about the church. They feel special and wanted. They want to join.

We also noticed a correlation between caring relationships and developing new leaders. Where caring for people was strongest, groups were able to multiply more frequently.

Community strengthens the sending out of new leaders because new, potential leaders need a caring atmosphere in which to try, fail, and try again.

Mistakes are encouraged and love reigns. Each person feels that their contribution is valued and  important. Gift use is high in this environment and members are free to experiment with multiple gifts. Leaders are also developed.

Groups should have a chance to develop community and this takes time. I have to admit that I’ve forced groups to multiply too quickly in the past. I remember one small group, in which we enjoyed sweet fellowship and community. The main couple who attended the group had a lot of non-Christian friends, booming secular business in the city, and loved the group.

Yet, after a certain amount of time, I felt we needed to multiply because that’s what small groups were supposed to do. The problem was that it wasn’t natural. The community was not deep enough, and no one was ready to facilitate the new group. This couple correctly realized that I was forcing the group to multiply before it was ready—something that I only later realized. They eventually left the group and the church.

Yes, new births will be painful, and discomfort is part of the growing experience. But I also think we need to make sure that the pain isn’t self-inflicted through misdirected motivation and forced outcomes. The emphasis should always be on lovingly making disciples who make disciples and never forget that it’s a process that takes time.

I now rejoice in those who are constantly promoting community because I’m one of them! And how exciting to know that community (practicing the one-anothers) is not only biblical but it also produces more growth and multiplication.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Não se Aproxime Demais das Pessoas do Grupo Por Joel Comiskey, confira Groups that Thrive (Grupos que Prosperam, em tradução livre)

“Não se aproxime demais de outros membros do grupo porque, se você o fizer, a estagnação vai ocorrer e o grupo eventualmente irá morrer.” É nisso que acreditei e ensinei por anos. Mas eu estava enganado! No passado, quando eu ouvia as pessoas falarem sobre comunidade profunda no grupo, eu imaginava que seus próprios grupos não estavam evangelizando e que provavelmente estagnariam.

A descoberta surpreendente no nosso livro Grupos que Prosperam é que a comunidade estimula crescimento e novos grupos. Ela naturalmente leva ao alcance, a novos líderes e a mais grupos. Comunidade verdadeira e evangelismo fervoroso não devem ser mutualmente exclusivos. Enquanto um grupo cresce em amor e unidade, também há o desejo de alcançar. A comunidade promove saúde, vitalidade e alcance.

A pesquisa mostra que os recém-chegados não só vêm para o grupo onde a comunidade é forte, mas também querem ficar. Quando o cuidado e o amor são abundantes nos grupos, eles querem permanecer ali. Esses recém-chegados sentem como se tivessem encontrado uma família, um outro lar além dos seus. Aqueles que frequentam grupos atenciosos convidam seus amigos. Eles sentem que há algo diferente nesse grupo e na igreja. Eles se sentem especiais e desejados. Eles querem fazer parte.

Também notamos uma correlação entre relações de cuidado e desenvolvimento de novos líderes. Onde o cuidado de pessoas era mais forte, os grupos eram capazes de se multiplicar mais frequentemente. A comunidade fortalece o envio de novos líderes porque novos líderes em potencial precisam de uma atmosfera de cuidado na qual irão tentar, falhar e tentar novamente.

Erros são encorajados e o amor reina. Cada pessoa sente que sua contribuição é valorizada e importante. O uso de dons é elevado nesse ambiente e os membros são livres para experimentar múltiplos dons. Líderes também são desenvolvidos.

Grupos devem ter a chance de desenvolver comunidade, e isso leva tempo. Tenho que admitir que forcei grupos a se multiplicarem rápido demais no passado .

Lembro-me de um pequeno grupo em que desfrutávamos de uma doce irmandade e comunidade. O casal principal que frequentava o grupo tinha muitos amigos não cristãos, prosperando negócios seculares na cidade, e amavam o grupo.

No entanto, depois de determinado tempo, senti que precisávamos multiplicar porque isso é o que pequenos grupos deveriam fazer. O problema é que não foi natural. A comunidade não estava profunda o suficiente, e ninguém estava pronto para facilitar o novo grupo. Esse casal corretamente percebeu que eu estava forçando o grupo a se multiplicar antes que estivesse pronto- algo que percebi apenas depois. Eventualmente eles deixaram o grupo e a igreja.

Sim, novos nascimentos serão dolorosos, e o desconforto é parte da experiência de crescimento. Mas também creio que precisamos nos certificar de que a dor não é auto-infligida através de motivação mal-direcionada e de resultados forçados. A ênfase deve ser sempre em fazer discípulos pelo amor, que por sua vez farão discípulos, e nunca se esquecer de que é um processo que leva tempo.

Eu agora me regozijo naqueles que estão constantemente promovendo comunidade, porque eu sou um deles! E quão animador é saber que comunidade (praticando o um aos outros) não é apenas bíblica, como também produz mais crescimento e multiplicação.

Spanish blog:

No te acerques demasiado a las personas de la célula

Por Joel Comiskey, echa un vistazo a los grupos que prosperan

“No se acerque demasiado a otros miembros de la célula porque si lo hace, se producirá un estancamiento y la célula morirá eventualmente”. Esto es lo que creí y enseñé durante años. ¡Pero estaba equivocado! En el pasado, cuando escuchaba a las personas hablar sobre el compañerismo profundo en la célula, pensé que sus células no estaban evangelizando y probablemente se iban a estancar.

El sorprendente descubrimiento en nuestro libro Grupos que prosperan es que la comunidad y compañerismo estimula el crecimiento y las nuevas células. Naturalmente, conduce a la divulgación, nuevos líderes y más células. La verdadera comunidad y el ferviente alcance no deben ser mutuamente excluyentes. A medida que una célula crece en amor y unidad, también existe el deseo de llegar. La comunidad fomenta la salud, la vitalidad y la divulgación.

De acuerdo con nestra investigación, los recién llegados no solo llegan al grupo donde la comunidad es fuerte, sino también por qué se quedan allí. Cuando la atención y el amor abundan en las células, los recién llegados quieren quedarse. Sienten que han encontrado una familia, un hogar lejos de casa.

Quienes asisten a células solidarias invitan a sus amigos. Sienten que hay algo diferente en la célula y en la iglesia. Se sienten especiales y queridos. Ellos quieren unirse.

Hay también una correlación entre las relaciones de cuidado y el desarrollo de nuevos líderes. Donde el cuidado de las personas era más fuerte, las células podían multiplicarse con más frecuencia.

La comunidad fortalece el envío de nuevos líderes porque los nuevos líderes potenciales necesitan una atmósfera de cuidado en la cual puedan intentar, fallar e intentar nuevamente.

Se alientan los errores y reina el amor. Cada persona siente que su contribución es valiosa e importante. El uso de regalos es alto en este entorno y los miembros son libres de experimentar con múltiples regalos. Los líderes también se desarrollan.

  Las células deben tener la oportunidad de desarrollar una comunidad y esto requiere tiempo. Debo admitir que he forzado a las células a multiplicarse demasiado rápido en el pasado. Recuerdo un pequeño grupo, en el cual disfrutamos de una dulce comunidad y compañerismo. La pareja principal que asistió al grupo tenía muchos amigos no cristianos, un negocio secular en auge en la ciudad y amaban a la célula. Sin embargo, después de un cierto tiempo, sentí que necesitábamos multiplicarnos porque eso es lo que las células debían hacer. El problema fue que no era natural. La comunidad no era lo suficientemente profunda y nadie estaba listo para facilitar el nuevo grupo. Esta pareja se dio cuenta correctamente de que estaba obligando a la célula a multiplicarse antes de que estuviera lista, algo de lo que me di cuenta más tarde. Eventualmente dejaron la célula y la iglesia.

  Sí, los nuevos nacimientos serán dolorosos y la incomodidad es parte de la creciente experiencia. Pero también creo que debemos asegurarnos de que el dolor no se auto inflija a través de una motivación mal dirigida y resultados forzados. El énfasis debe estar siempre en hacer discípulos con amor, que hagan discípulos y nunca olviden que es un proceso que lleva tiempo.

¡Ahora me regocijo en aquellos que están constantemente promoviendo la comunidad porque soy uno de ellos! Y qué emocionante saber que la comunidad (practicar el uno-a otro) no solo es un acto bíblico sino que también produce más crecimiento y multiplicación.

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