Don’t Get Too Close to People in the Group

By Joel Comiskey, check out, Groups that Thrive

“Don’t get too close to other members in the group because if you do, stagnation will happen, and the group will eventually die.” This is what I believed and taught for years. But I was wrong! In the past, when I heard people talking about deep community in the group, I figured their groups were not evangelizing and probably going to stagnate. 

The surprising discovery in our book Groups that Thrive is that community stimulates growth and new groups. It naturally leads to outreach, new leaders, and more groups. True community and fervent outreach should not be mutually exclusive. As a group grows in love and unity, there’s also the desire to reach out. Community fosters health, vibrancy, and outreach.

The research shows that newcomers not only come to the group where community is strong but also want to stay. When care and love are abundant in groups, newcomers want to stick around. They feel like they’ve found a family, a home away from home.

Those who attend caring groups invite their friends. They sense there’s something different about the group and about the church. They feel special and wanted. They want to join.

We also noticed a correlation between caring relationships and developing new leaders. Where caring for people was strongest, groups were able to multiply more frequently.

Community strengthens the sending out of new leaders because new, potential leaders need a caring atmosphere in which to try, fail, and try again.

Mistakes are encouraged and love reigns. Each person feels that their contribution is valued and  important. Gift use is high in this environment and members are free to experiment with multiple gifts. Leaders are also developed.

Groups should have a chance to develop community and this takes time. I have to admit that I’ve forced groups to multiply too quickly in the past. I remember one small group, in which we enjoyed sweet fellowship and community. The main couple who attended the group had a lot of non-Christian friends, booming secular business in the city, and loved the group.

Yet, after a certain amount of time, I felt we needed to multiply because that’s what small groups were supposed to do. The problem was that it wasn’t natural. The community was not deep enough, and no one was ready to facilitate the new group. This couple correctly realized that I was forcing the group to multiply before it was ready—something that I only later realized. They eventually left the group and the church.

Yes, new births will be painful, and discomfort is part of the growing experience. But I also think we need to make sure that the pain isn’t self-inflicted through misdirected motivation and forced outcomes. The emphasis should always be on lovingly making disciples who make disciples and never forget that it’s a process that takes time.

I now rejoice in those who are constantly promoting community because I’m one of them! And how exciting to know that community (practicing the one-anothers) is not only biblical but it also produces more growth and multiplication.

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Portuguese blog:

Não se Aproxime Demais das Pessoas do Grupo Por Joel Comiskey, confira Groups that Thrive (Grupos que Prosperam, em tradução livre)

“Não se aproxime demais de outros membros do grupo porque, se você o fizer, a estagnação vai ocorrer e o grupo eventualmente irá morrer.” É nisso que acreditei e ensinei por anos. Mas eu estava enganado! No passado, quando eu ouvia as pessoas falarem sobre comunidade profunda no grupo, eu imaginava que seus próprios grupos não estavam evangelizando e que provavelmente estagnariam.

A descoberta surpreendente no nosso livro Grupos que Prosperam é que a comunidade estimula crescimento e novos grupos. Ela naturalmente leva ao alcance, a novos líderes e a mais grupos. Comunidade verdadeira e evangelismo fervoroso não devem ser mutualmente exclusivos. Enquanto um grupo cresce em amor e unidade, também há o desejo de alcançar. A comunidade promove saúde, vitalidade e alcance.

A pesquisa mostra que os recém-chegados não só vêm para o grupo onde a comunidade é forte, mas também querem ficar. Quando o cuidado e o amor são abundantes nos grupos, eles querem permanecer ali. Esses recém-chegados sentem como se tivessem encontrado uma família, um outro lar além dos seus. Aqueles que frequentam grupos atenciosos convidam seus amigos. Eles sentem que há algo diferente nesse grupo e na igreja. Eles se sentem especiais e desejados. Eles querem fazer parte.

Também notamos uma correlação entre relações de cuidado e desenvolvimento de novos líderes. Onde o cuidado de pessoas era mais forte, os grupos eram capazes de se multiplicar mais frequentemente. A comunidade fortalece o envio de novos líderes porque novos líderes em potencial precisam de uma atmosfera de cuidado na qual irão tentar, falhar e tentar novamente.

Erros são encorajados e o amor reina. Cada pessoa sente que sua contribuição é valorizada e importante. O uso de dons é elevado nesse ambiente e os membros são livres para experimentar múltiplos dons. Líderes também são desenvolvidos.

Grupos devem ter a chance de desenvolver comunidade, e isso leva tempo. Tenho que admitir que forcei grupos a se multiplicarem rápido demais no passado .

Lembro-me de um pequeno grupo em que desfrutávamos de uma doce irmandade e comunidade. O casal principal que frequentava o grupo tinha muitos amigos não cristãos, prosperando negócios seculares na cidade, e amavam o grupo.

No entanto, depois de determinado tempo, senti que precisávamos multiplicar porque isso é o que pequenos grupos deveriam fazer. O problema é que não foi natural. A comunidade não estava profunda o suficiente, e ninguém estava pronto para facilitar o novo grupo. Esse casal corretamente percebeu que eu estava forçando o grupo a se multiplicar antes que estivesse pronto- algo que percebi apenas depois. Eventualmente eles deixaram o grupo e a igreja.

Sim, novos nascimentos serão dolorosos, e o desconforto é parte da experiência de crescimento. Mas também creio que precisamos nos certificar de que a dor não é auto-infligida através de motivação mal-direcionada e de resultados forçados. A ênfase deve ser sempre em fazer discípulos pelo amor, que por sua vez farão discípulos, e nunca se esquecer de que é um processo que leva tempo.

Eu agora me regozijo naqueles que estão constantemente promovendo comunidade, porque eu sou um deles! E quão animador é saber que comunidade (praticando o um aos outros) não é apenas bíblica, como também produz mais crescimento e multiplicação.

Spanish blog:

No te acerques demasiado a las personas de la célula

Por Joel Comiskey, echa un vistazo a los grupos que prosperan

“No se acerque demasiado a otros miembros de la célula porque si lo hace, se producirá un estancamiento y la célula morirá eventualmente”. Esto es lo que creí y enseñé durante años. ¡Pero estaba equivocado! En el pasado, cuando escuchaba a las personas hablar sobre el compañerismo profundo en la célula, pensé que sus células no estaban evangelizando y probablemente se iban a estancar.

El sorprendente descubrimiento en nuestro libro Grupos que prosperan es que la comunidad y compañerismo estimula el crecimiento y las nuevas células. Naturalmente, conduce a la divulgación, nuevos líderes y más células. La verdadera comunidad y el ferviente alcance no deben ser mutuamente excluyentes. A medida que una célula crece en amor y unidad, también existe el deseo de llegar. La comunidad fomenta la salud, la vitalidad y la divulgación.

De acuerdo con nestra investigación, los recién llegados no solo llegan al grupo donde la comunidad es fuerte, sino también por qué se quedan allí. Cuando la atención y el amor abundan en las células, los recién llegados quieren quedarse. Sienten que han encontrado una familia, un hogar lejos de casa.

Quienes asisten a células solidarias invitan a sus amigos. Sienten que hay algo diferente en la célula y en la iglesia. Se sienten especiales y queridos. Ellos quieren unirse.

Hay también una correlación entre las relaciones de cuidado y el desarrollo de nuevos líderes. Donde el cuidado de las personas era más fuerte, las células podían multiplicarse con más frecuencia.

La comunidad fortalece el envío de nuevos líderes porque los nuevos líderes potenciales necesitan una atmósfera de cuidado en la cual puedan intentar, fallar e intentar nuevamente.

Se alientan los errores y reina el amor. Cada persona siente que su contribución es valiosa e importante. El uso de regalos es alto en este entorno y los miembros son libres de experimentar con múltiples regalos. Los líderes también se desarrollan.

  Las células deben tener la oportunidad de desarrollar una comunidad y esto requiere tiempo. Debo admitir que he forzado a las células a multiplicarse demasiado rápido en el pasado. Recuerdo un pequeño grupo, en el cual disfrutamos de una dulce comunidad y compañerismo. La pareja principal que asistió al grupo tenía muchos amigos no cristianos, un negocio secular en auge en la ciudad y amaban a la célula. Sin embargo, después de un cierto tiempo, sentí que necesitábamos multiplicarnos porque eso es lo que las células debían hacer. El problema fue que no era natural. La comunidad no era lo suficientemente profunda y nadie estaba listo para facilitar el nuevo grupo. Esta pareja se dio cuenta correctamente de que estaba obligando a la célula a multiplicarse antes de que estuviera lista, algo de lo que me di cuenta más tarde. Eventualmente dejaron la célula y la iglesia.

  Sí, los nuevos nacimientos serán dolorosos y la incomodidad es parte de la creciente experiencia. Pero también creo que debemos asegurarnos de que el dolor no se auto inflija a través de una motivación mal dirigida y resultados forzados. El énfasis debe estar siempre en hacer discípulos con amor, que hagan discípulos y nunca olviden que es un proceso que lleva tiempo.

¡Ahora me regocijo en aquellos que están constantemente promoviendo la comunidad porque soy uno de ellos! Y qué emocionante saber que la comunidad (practicar el uno-a otro) no solo es un acto bíblico sino que también produce más crecimiento y multiplicación.

Avoiding Cell Church Legalism

By Joel Comiskey, check out, Groups that Thrive

Did you know that those who reach the magic number “12” will have a special divine anointing? Wrong. 

Or didn’t you realize that unless you multiply after six months, something is wrong with your cell group? Not true. And that unless you multiply in at least one year, you will need to close your group entirely? Another error. 

Or what about the churches that promote their model as the truly anointed one?  Actually, I feel sorry for churches who network around one truly “anointed” model because they’ve probably already lost their creativity, having to follow what was handed down from the model’s creator. 

One church in North American placed an iron-clad rule over all the groups that unless the group won three people to Jesus within the group, they couldn’t multiply. 

Legalism in general is very subtle and cell church legalism is equally dangerous. And it’s easy to fall into.  I remember being quite dogmatic about the need for all pastors to lead a normal cell group. I still thing this is a good idea, but it’s easy to fall into legalism in this area. Over the years I’ve had to back down because I was becoming legalistic. Lead pastors might lead an open cell for a time and then decide to concentrate on coaching pastors, while staying intimately involved in a cell.  

I wrote a book that exposes many of these legalistic traps called “Myths and Truths of the Cell Church.” The subtitle is even more revealing: Key Principles that Make or Break Cell Ministry. Principles, especially the biblical ones, must guide cell ministry.   

What are some of the myths that you’ve noticed or experience in cell ministry? For the month of March, I’ve asked experienced pastors and leaders to share the myths that stand out to them in their own journey. We will be posting 25 blogs in March about myths and truths of cell church. If you’d like to receive these daily blogs in your email inbox, please click here.

Feel free to share your experiences here. 

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Portuguese blog:

Evitando o Legalismo da Igreja em Células

por Joel Comiskey

Você sabia que aqueles que alcançam o número mágico “12” terão uma unção divina especial? Não é verdade.

Ou você não percebeu que a menos que você se multiplique depois de seis meses, algo está errado com a sua célula? Incorreto. E a menos que você se multiplique no máximo dentro de um ano, você precisará fechar seu grupo completamente? Falso.

E as igrejas que promovem seu modelo como o único verdadeiramente ungido? Eu sinto muito por igrejas que trabalham em torno de um modelo que acreditam ser verdadeiramente “ungido” porque elas provavelmente já perderam sua criatividade, tendo que seguir o que foi passado pelo criador do modelo.

Uma igreja na América do Norte colocou uma regra de ferro sobre todos os grupos que, a menos que o grupo ganhasse três pessoas para Jesus, eles não poderiam se multiplicar.

O legalismo em geral é muito sutil e o legalismo da igreja celular é igualmente perigoso. E é fácil cair. Eu me lembro de ser bastante dogmático sobre a necessidade de todos os pastores liderarem uma célula normal. Ainda acho que é uma boa ideia, mas é fácil cair no legalismo nessa área. Ao longo dos anos tive que recuar porque estava me tornando legalista. Pastores líderes podem liderar uma célula aberta por um tempo e então decidir se concentrar em treinar outros pastores, enquanto permanecem intimamente envolvidos em uma célula.

Eu escrevi um livro que expõe muitas dessas armadilhas legalistas chamado 

Myths and Truths of the Cell Church (“Mitos e Verdades da Igreja em Células”, em tradução livre). O subtítulo é ainda mais revelador: “Princípios-chave que fazem ou quebram o ministério celular” (em tradução livre). Princípios, especialmente os bíblicos, devem guiar o ministério celular.

Quais são alguns dos mitos que você notou ou experimentou no ministério celular? Para o mês de março, pedi a pastores e líderes experientes que compartilhassem os mitos que se destacam para eles em sua própria jornada. Vamos postar 25 blogs em março sobre mitos e verdades da Igreja em Células. Se você gostaria de receber esses blogs diariamente por e-mail, por favor, clique aqui.

Sinta-se à vontade para compartilhar suas próprias experiências aqui.

Spanish blog:

Por Joel Comiskey, el libro más recíen: Células Exitosas

¿Sabías que aquellos que alcanzan el número mágico “12” tendrán una unción divina especial? No es la verdad. 

¿O no te has dado cuenta de que a menos que multipliques la célula después de seis meses, algo está mal con ésta? Incorrecto ¿Y a menos que multipliques la célula en al menos una vez al año, tendrás que cerrar tu grupo celular por completo? Falsa.

¿O qué pasa con las iglesias que promueven su modelo como el verdaderamente ungido? Lo siento por las iglesias que forman parte de un modelo verdaderamente “ungido” porque probablemente ya han perdido su creatividad, debiendo seguir lo que le transmitió el creador del modelo.

Una iglesia en Norte América colocó una regla férrea sobre todas las células, a menos que la célula ganara a tres personas para Jesús dentro del grupo, no podían multiplicarse.

El legalismo en general es muy sutil y el legalismo de la iglesia celular es igualmente peligroso. Y es fácil caer en el. Recuerdo que fui bastante dogmático sobre la necesidad de que todos los pastores lideren un grupo celular normal. Todavía creo que esta es una buena idea, pero es fácil caer en el legalismo en esta área. A lo largo de los años he tenido que retroceder porque me estaba volviendo legalista. Los pastores líderes pueden dirigir una célula abierta por un tiempo y luego decidir concentrarse en entrenar pastores, mientras se mantienen íntimamente involucrados en una célula.

Escribí un libro que expone muchas de estas trampas legalistas llamadas ““Mitos y verdades de la iglesia celular” (Myths and Truths of the Cell Church.) El subtítulo es aún más revelador: Principios clave que hacen o deshacen el ministerio celular. Los principios, especialmente los bíblicos, deben guiar el ministerio celular.

¿Cuáles son algunos de los mitos que has notado o experimentado en el ministerio celular? Para el mes de marzo, les pedí a pastores y líderes experimentados que compartan los mitos que se destacan en su propio viaje. Estaremos publicando 25 blogs en marzo sobre mitos y verdades de la iglesia celular. Si deseas recibir estos blogs diarios en tu correo electrónico, haz clic aquí.

Siéntete libre de compartir tus experiencias aquí.

You Can Be a Better Listener

By Joel Comiskey, check out, Groups that Thrive

Imagine yourself going to a doctor’s office in great physical discomfort. Instead of helping you with your ailments, the doctor begins to complain about his own infirmities, sharing story after story from his own life. You nod your head, trying to act like you’re listening, while inwardly you’re crying out, “You’re suppose to focus on me. I’m paying for your attention!” This scenario is absurd because people expect doctors to focus on their individual problems.  Yet, often we’re filled with ourselves rather others. Two truths can help you do a better job of listening:

Preparation

One of my worst coaching experiences happened when I was unable to focus on the leader. My family lost its family health plan, and I was struggling with feelings of anger with the person who forgot to renew it. The next day, I had a one-on-one appointment with one of my leaders. I wanted to focus on him, but I kept coming back to myself and my needs because I hadn’t untangled my thoughts, cares, and worries. The meeting was a disaster.

Before you can really listen to someone, you must prepare your heart. Since you face the same problems, difficulties, and fears your leaders face, you’ll need a special touch from God in order to focus on the leaders’ needs and not your own. “When you find yourself trapped in self-analysis—defending, judging, feeling annoyed… your job is to get yourself unhooked. You’ve got to push all of that internal confusion out of the way…” 

The only way you can fully separate yourself and focus on your leaders is through prayer and meditation. Only when you untangle yourself through the Spirit of God can you fully listen to the needs your leaders.

Empathy (compassion, understanding)

When someone unburdens his or her soul, it’s the time for you to bear that burden and to communicate sympathy, rather than memorized Bible verses. One of the best healing tools is just to listen. “Joan, I can relate to your fears and doubts brought on by your friend’s cancer. When my brother faced brain cancer, I felt those same fears. I wrestled for days,  wondering why God would allow it. But then God showed me . . .” The scales of past wounds will peel away and the new creature in Christ will appear as the cell group ministers through empathetic listening.

I just finished reading the book Hit Refresh by Satya Nadella, the CEO of Microsoft. He’s turned Microsoft into a growing, vibrant company. Nadella attributes much of his success to having a special needs child who needs full-time care. He and his wife have learned empathy at home, which has translated into empathy with workers and customers. Nadella has learned how to listen with empathy and other companies are more willing to work with Microsoft rather than against them.

Preparation and empathy will really help you become a better listener at home, with your leaders, and your small group.

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Portuguese blog:

Você Pode Ser um Ouvinte Melhor

Por Joel Comiskey

Imagine-se indo ao consultório de um médico com grande desconforto físico. Em vez de ajudá-lo com suas doenças, o médico começa a reclamar de suas próprias enfermidades, compartilhando histórias e mais histórias de sua própria vida. Você balança a cabeça, tentando agir como se estivesse ouvindo, enquanto interiormente está gritando: “Você deveria se concentrar em mim. Estou pagando por sua atenção!”. Esse cenário é absurdo porque as pessoas esperam que os médicos se concentrem em seus problemas. No entanto, muitas vezes estamos cheios de nós mesmos, em vez de prestar atenção nos outros. Duas verdades podem ajudar você a ouvir melhor:

Preparação

Uma das minhas piores experiências de coaching aconteceu quando eu não consegui me concentrar no líder. Minha família perdeu seu plano de saúde e eu estava lutando com sentimentos de raiva com a pessoa que se esqueceu de renová-lo. No dia seguinte, eu tive uma consulta individual com um dos meus líderes. Eu queria me focar nele, mas continuei voltando para mim mesmo e para as minhas necessidades porque não havia desvencilhado meus pensamentos e preocupações. A reunião foi um desastre.

Antes que você possa realmente ouvir alguém, você deve preparar seu coração. Como você enfrenta os mesmos problemas, dificuldades e medos que seus líderes enfrentam, você precisará de um toque especial de Deus para se concentrar nas necessidades dos líderes e não nas suas. “Quando você se encontra preso na autoanálise (defendendo, julgando, sentindo-se aborrecido)… Seu trabalho é se desanimar. Você tem que empurrar toda essa confusão interna para fora do caminho…”

A única maneira pela qual você pode se separar completamente e se concentrar em seus líderes é através da oração e da meditação. Somente quando você conseguir se desembaraçar através do Espírito de Deus, você poderá ouvir totalmente as necessidades de seus líderes.

Empatia (compaixão, compreensão)

Quando alguém desabafa sua alma, é hora de você carregar esse fardo e se comunicar com simpatia, em vez de apenas falar versículos memorizados. Uma das melhores ferramentas de cura é apenas ouvir. “Joan, posso me relacionar com seus medos e dúvidas trazidos pelo câncer de sua amiga. Quando meu irmão enfrentou um câncer no cérebro, senti os mesmos medos. Eu lutei por dias, me perguntando por que Deus permitiria isso. Mas então Deus me mostrou…”. As escamas das feridas do passado serão descascadas e a nova criatura em Cristo aparecerá à medida que a célula ministra através de uma escuta empática.

Acabei de ler o livro Hit Refresh de Satya Nadella, o CEO da Microsoft. Ele transformou a Microsoft em uma empresa crescente e vibrante. Nadella atribui muito do seu sucesso a ter uma criança com necessidades especiais que precisa de cuidados em tempo integral. Ele e sua esposa aprenderam sobre empatia em casa, o que se traduz em empatia com os trabalhadores e clientes. Nadella aprendeu a ouvir com empatia e outras empresas estão mais dispostas a trabalhar com a Microsoft do que contra elas.

A preparação e a empatia vão realmente ajudá-lo a se tornar um melhor ouvinte em casa, com seus líderes e seu pequeno grupo.

Spanish blog:

Puedes ser un mejor oyente

Por Joel Comiskey

Imagínate yendo al consultorio de un médico con gran incomodidad física. En lugar de ayudarlo con sus dolencias, el médico comienza a quejarse de sus propias enfermedades, compartiendo historia tras historia de su propia vida. Asientes con la cabeza, tratando de actuar como si estuvieras escuchando, mientras que por dentro estás gritando: “Se supone que debes concentrarte en mí. ¡Estoy pagando por tu atención! “Este escenario es absurdo porque la gente espera que los médicos se centren en sus problemas individuales. Sin embargo, a menudo nos concentramos en nosotros mismos en lugar de otros. Dos verdades pueden ayudarte a hacer un mejor trabajo al escuchar:

Preparación

Una de mis peores experiencias de entrenamiento ocurrió cuando no podía concentrarme en el líder. Mi familia perdió su plan de salud familiar, y luchaba contra los sentimientos de ira con la persona que olvidó renovarlo. Al día siguiente, tuve una cita personal con uno de mis líderes. Quería concentrarme en él, pero seguí volviendo a mí misma y a mis necesidades porque no había desenredado mis pensamientos y preocupaciones. La reunión fue un desastre.

Antes de que realmente puedas escuchar a alguien, debes preparar tu corazón. Dado que enfrenta los mismos problemas, dificultades y temores que enfrentan tus líderes, necesitará un toque especial de Dios para enfocarte en las necesidades de los líderes y no en las tuyas. “Cuando te encuentras atrapado en el autoanálisis, defendiendo, juzgando, sintiéndote molesto … tu trabajo es desengancharte. Tienes que empujar toda esa confusión interna fuera del camino … “

La única manera de separarte completamente y enfocarte en tus líderes es a través de la oración y la meditación. Solo cuando te desenredes a través del Espíritu de Dios puedes escuchar completamente las necesidades de tus líderes.

Empatía (compasión, comprensión)

Cuando alguien libera su alma, es el momento de que tú lleves esa carga y comuniques simpatía, en lugar de los versículos bíblicos memorizados. Una de las mejores herramientas de curación es simplemente escuchar. “Joan, puedo relacionarme con tus miedos y dudas provocados por el cáncer de tu amigo. Cuando mi hermano se enfrentó a un cáncer cerebral, sentí esos mismos temores. Luché durante días, preguntándome por qué Dios lo permitiría. Pero entonces Dios me mostró. . . ”Las escamas de las heridas pasadas se despegarán y la nueva criatura en Cristo aparecerá como los ministros del grupo celular a través de la escucha empática.

Acabo de terminar de leer el libro Hit Refresh (presiona refrescar) de Satya Nadella, CEO de Microsoft. Ha convertido a Microsoft en una empresa en crecimiento y vibrante. Nadella atribuye gran parte de su éxito a tener un niño con necesidades especiales que necesita atención a tiempo completo. Él y su esposa han aprendido la empatía en el hogar, lo que se ha traducido en empatía con los trabajadores y los clientes. Nadella ha aprendido a escuchar con empatía y otras compañías están más dispuestas a trabajar con Microsoft en lugar de en contra de ellas.

La preparación y la empatía te ayudarán a convertirte en un mejor oyente en casa, con tus líderes y tu célula.

Stop Talking

by Joel Comiskey

When you think of famous Christian leaders with incredible influence, who are those who come to mind? You might name: 

Of course, your list will include other names, depending on your background, location, and values. But why do we look up to such people? A key reason is because you’ve heard them speak or know about their speaking ability. Great content matters but communication is critical. These leaders have a way with words, and we respect them for it. 

Learning how to speak is a priority in universities and seminars. Homiletics or public speaking is a core course. I’ve taken many of them.  

But I don’t remember a course on active listening.  In fact, we don’t immediately equate greatness with listening. 

But listening is a priority in Scripture. The word listen in the Bible occurs 352 times, and the word hear is found 379 times. Jesus said, “Therefore consider carefully how you listen” (Luke 8:18). James tells us, “My dear brothers and sisters, take note of this: Everyone should be quick to listen, slow to speak and slow to become angry (James 1:19). Proverbs 18:13: “He who answers before listening-that is his folly and his shame.” 

Pastors and leaders often struggle with listening. After all, pastors are paid talkers. Week after week they speak. They prepare to preach on Sunday, teach during the week, speak at weddings, funerals, and so forth. 

Listening is usually not the priority, and the listening muscle can atrophy, growing weaker and weaker. My wife and I were taking to a pastoral couple, but he talked most of the time. I had to proactively jump into the conversation to participate. I encouraged my wife to share her journey, but the pastor jumped in again and again, sharing personal stories. “Typical,” I thought.

Small group coaches can also fall into this trap of speaking rather than listening. Cell leaders can follow this poor example and do more talking than listening in the group. But listening is the key to leader effectiveness. Effective small group leaders should only talk 30% of the time and get others to speak 70%. How are you doing in this area? 

People have needs and long to be heard. The best cell leaders are listeners and the best coaches guide through listening. And the best pastors know when to stop talking and to hear what people have to say.  

In February, let’s talk about listening. If you’d like to receive these daily blogs in your email inbox, please click here. We’ll cover:  

Feel free to share your experiences here. 

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Portuguese blog:

PARE DE FALAR

Quando você pensa em líderes Cristãos famosos que sejam extremamente influentes, quais nomes vêm imediatamente à sua mente?

• David Cho
• Joyce Meyer
• Reinhard Bonnke

Obviamente a sua lista específica terá alguns outros nomes, dependendo da sua formação, onde você mora e até mesmo dos seus valores pessoais. Mas por quais motivos nós temos estas pessoas como referências pessoais? Uma das razões principais é porque você já os ouviu falar ou pelo menos soube das suas habilidades como pregadores ou palestrantes. A força do conteúdo é importante, mas a comunicação é algo crucial. Estes líderes sabem utilizar as palavras e nós os respeitamos por essa habilidade.

Aprender a se expressar se tornou uma prioridade nas Universidades e Seminários. A homilética ou a oratória são matérias muito importantes. Eu mesmo já fiz diversos destes cursos.

Entretanto eu não me recordo de ter feito nenhum curso em como ouvir de maneira. Na realidade nós não costumamos relacionar nada de grandioso ao ato de ouvir.

A escuta, o ato de ouvir atentamente é sim uma prioridade na Palavra de Deus. A palavra “escutar” ou “ouvir” aparece na Bíblia 352 vezes. Jesus disse em Lucas 8:18: “Vede, pois, como ouvis“. Tiago nos ensina no verso 19 do capítulo 1: “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.” Em Provérbios 18:13 aprendemos: “Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha.”

Pastores e líderes comumente têm muita dificuldade em ouvir. Afinal de contas, pastores são pagos para falar. Semana após semana eles falam. Eles se preparam para falar no Domingo, ensinam durante a semana, falam em casamentos, funerais e muitas outras ocasiões.

Ouvir normalmente não é uma prioridade e o “músculo da escuta” pode atrofiar, enfraquecendo a cada dia mais. Certa vez minha esposa e eu estávamos conversando com um casal pastoral, mas o esposo falou a maior parte do tempo. Eu tive que me esforçar e pular na conversa para conseguir participar de alguma forma. Pedi para minha esposa compartilhar suas experiências mas o esposo simplesmente voltou a falar e falar, compartilhando suas próprias estórias. “Ah! Isso é bem típico”, eu pensei.

Os Coaches de pequenos grupos também podem facilmente cair nesta armadilha, falando ao invés de escutar. O líderes de células podem aprender pelo exemplo deles e falar mais do que escutar em sua própria célula. Entretanto, escutar é uma das chaves para a efetividade do líder. Os líderes de célula efetivos devem falar apenas 30% do tempo e fazer com que os outros falem os outros 70% do tempo. E você, como está nesta área específica?

As pessoas têm suas próprias necessidades e anseiam por serem ouvidas. Os melhores líderes de células são ouvintes e os melhores Coaches ensinam através da escuta. Além disso, os melhores pastores sabem quando devem parar de falar e começar a ouvir o que as pessoas querem dizer.

Em fevereiro falaremos sobre a escuta, sobre o ato de ouvir. Se você quiser receber estes blogs diários em sua caixa de entrada, basta clicar aqui. Nosso estudo cobrirá as seguintes áreas:

03 a 09 de fevereiro – As bases bíblicas para a escuta ativa
10 a 16 de fevereiro – Por que escutar é tão importante?
17 a 23 de fevereiro – Quais são os principais obstáculos e dificuldades à escuta e como obter sucesso
24 de fevereiro a 02 de setembro – Aconselhamento prático em como escutar de forma efetiva.

Sinta-se à vontade para compartilhar suas próprias experiências aqui.

Spanish blog:

Por Joel Comiskey, el libro más recíen: Células Exitosas

Cuando piensas en líderes cristianos famosos con una influencia increíble, ¿quiénes son los que vienen a tu mente? Podrías nombrar:

Por supuesto, tu lista incluirá otros nombres, dependiendo de su procedencia, ubicación y valores. Pero, ¿por qué admiramos a esas personas? 

Principalmente porque los hemos escuchado hablar o sabemos sobre su capacidad para hablar. El gran contenido importa, pero la comunicación es crítica. Estos líderes tienen un camino con las palabras, y los respetamos por ello.

Aprender a hablar es una prioridad en universidades y seminarios. La homilética o hablar en público es un curso básico;he tomado muchos de ellos.

Pero no recuerdo un curso acerca de escucha activa. De hecho, no equiparamos inmediatamente grandeza con escuchar.

Pero escuchar es una prioridad en las Escrituras. La palabra escuchar en la Biblia aparece 352 veces, y la palabra oír se encuentra 379 veces. Jesús dijo: “Por lo tanto, considera cuidadosamente cómo escuchas” (Lucas 8:18). Santiago nos dice: “Mis queridos hermanos y hermanas, tomen nota de esto: todos deben ser rápidos para escuchar, lentos para hablar y lentos para enojarse (Santiago 1:19). Proverbios 18:13:” Al que responde palabra antes de oír, Le es fatuidad y oprobio”.

Los pastores y líderes a menudo luchan con la escucha. Después de todo, los pastores son oradores pagados. Semana tras semana hablan, se preparan para predicar el domingo, enseñan durante la semana, hablan en bodas, funerales, etc.

Por lo general, escuchar no es la prioridad, y el músculo que escucha puede atrofiarse, cada vez haciendose más débil. Mi esposa y yo nos dirigíamos a una pareja de pastores, pero él hablaba la mayor parte del tiempo. Tuve que saltar proactivamente a la conversación para participar. Animé a mi esposa a compartir acerca de su viaje, pero el pastor saltó una y otra vez, compartiendo historias personales. “Típico”, pensé.

Los entrenadores celulares también pueden caer en esta trampa de hablar en lugar de escuchar. Los líderes celulares pueden seguir este mal ejemplo y hablar más que escuchando en la célula. Pero escuchar es la clave para la efectividad del líder. Los líderes de grupos celulares efectivos solo deben hablar el 30% del tiempo y hacer que otros hablen el 70%. ¿Cómo te va en esta área?

La gente tiene necesidades y anhela ser escuchada. Los mejores líderes celulares son los oyentes y los mejores entrenadores guían a través de la escucha. Y los mejores pastores saben cuándo dejar de hablar y escuchar lo que la gente tiene que decir.

En febrero, hablemos acerca de poder escuchar. Si deseas recibir estos blogs diarios en tu correo electrónico, haz clic aquí. Cubriremos:

  • Febrero 03-09: La base bíblica para escuchar.
  • Febrero 10-16 : ¿Por qué es tan importante escuchar?
  • Febrero 17-23 : ¿Cuáles son algunos obstáculos para escuchar y cómo superarlos?
  • Febrero 24 al 2 de marzo: consejos prácticos para escuchar con mayor eficacia.

Siéntete libre de compartir tus experiencias aquí. Joel

One Thing

By Joel Comiskey, check out, Groups that Thrive

In Tolkien’s famous triology, Lord of the Rings, we learn about a number of important rings. But one ring surpassed them all. One ring stood out above the rest.

The Bible is also full of important truths. Do some passages stand out above the rest? 

As you know, I believe the entire Bible is our guide. In last week’s blog, I clearly stated that God’s inerrant Word should direct all we do and say. Scripture critiques us.  The Bible stands above tradition and church history.  

And there are a lot of great passages. Take the famous verse in Luke 6:31, “Do to others as you would have them do to you.” Or the two great commandments, “Love the Lord your God with all your heart and with all your soul and with all your strength and with all your mind and Love your neighbor as yourself” (Luke 10:27).

Both of these passages are excellent guides for life. But what about ministry?

Christ’s last command to his disciples gives us a clue. Jesus told them what to do before his ascension, “Then Jesus came to them and said, “All authority in heaven and on earth has been given to me. Therefore go and make disciples of all nations, baptizing them in the name of the Father and of the Son and of the Holy Spirit, and teaching them to obey everything I have commanded you. And surely I am with you always, to the very end of the age” (Matthew 28:18-20).

These words are Christ’s marching orders for the church: make disciples of all nations until he comes again.

So how do we do this? What’s the best way to make disciples? Can we primarily make disciples by getting lots of people to sit and hear great preaching? Mega churches abound but disciples are preciously few. More buildings? Certainly not.

Jesus modeled his plan to make disciples in his small group for three years. His group was highly interactive. They learned through their mistakes, were able to ask questions, and practiced the new message to love one another—just the opposite of passive listening.

And when Jesus told his disciples to make new disciples, they knew exactly what he was talking about: follow the Master’s example by making disciples in small groups. And that’s what the early church did after Pentecost. They met from house to house, making and multiplying disciples (Acts 2:42-46; 20:20). After all, Jesus had already sent them into the homes to practice his new strategy (Matthew chapters 9 and 10).

Cell church or house to house ministry has one objective: make disciples who make disciples. We do it primarily through multiplying small groups, but the cell system also plays an essential part (celebration, equipping, and coaching).

So what are your goals for 2019? How many disciples are you planning on making and multiplying? (with the corresponding number of small groups). How many do you hope to graduate form the church-wide equipping? How about new coaches to care for the leaders?

Here at JCG, we would love to help you fulfill those goals. Check out the JCG coaching process and send us an email to ask questions (e.g., pricing, methodology, etc.).

My book Making Disciples in the 21st Century Church explains why discipleship should be the key goal for Christ’s church. Check it out here.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Uma Coisa

Por Joel Comiskey, Grupos que Prosperam

Na famosa triologia de Tolkien, O Senhor dos Anéis, aprendemos sobre vários anéis importantes. Mas um anel superou todos eles. Um anel se destacou acima do resto.

A Bíblia também está cheia de verdades importantes. Algumas passagens se destacam mais do que as outras?

Como você sabe, acredito que a Bíblia inteira é o nosso guia. No blog da semana passada, afirmei claramente que a Palavra inerrante de Deus deveria direcionar tudo o que fazemos e dizemos. As Escrituras nos criticam. A Bíblia está acima da tradição e da história da Igreja.

E há muitas passagens ótimas. Tem o versículo famoso de Lucas 6:31: “Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles” . Ou os dois grandes mandamentos: “Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo” (Lucas 10:27).

Ambas as passagens são guias excelentes para a vida. Mas e o ministério?

O último comando de Cristo para seus discípulos nos dá uma dica. Jesus disse-lhes o que fazer antes de Sua ascensão: “Então, Jesus aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus 28:18-20).

Estas palavras são as ordens de Cristo para a Igreja: fazer discípulos de todas as nações até que Ele volte.

Então, como fazemos isso? Qual é a melhor maneira de fazer discípulos? Podemos fazer discípulos principalmente ao fazer com que muitas pessoas fiquem sentadas e ouçam uma grande pregação? Mega igrejas são abundantes, mas os discípulos são poucos. Mais edifícios? Certamente não.

Jesus modelou seu plano de fazer discípulos em seu pequeno grupo por três anos. Seu grupo era altamente interativo. Eles aprendiam com seus erros, podiam fazer perguntas e praticavam a nova mensagem para amar uns aos outros – exatamente o oposto do que é a escuta passiva.

E quando Jesus disse aos Seus discípulos para fazerem novos discípulos, eles sabiam exatamente do que Ele estava falando: seguir o exemplo do Mestre, fazendo discípulos em pequenos grupos. E é isso que a Igreja Primitiva fez depois do Pentecostes. Eles se encontravam de casa em casa, fazendo e multiplicando discípulos (Atos 2:42-46; 20:20). Afinal, Jesus já os havia enviado para as casas para praticar sua nova estratégia (Mateus capítulos 9 e 10).

A igreja celular ou o ministério de casa em casa tem um objetivo: fazer discípulos que fazem discípulos. Fazemos isso principalmente através da multiplicação de pequenos grupos, mas o sistema de células também desempenha um papel essencial (culto de celebração, ferramentas de equipamento e treinamento).

Então, quais são seus objetivos para 2019? Quantos discípulos você está planejando fazer e multiplicar (com o número correspondente de pequenos grupos)? Quantos você espera formar no equipamento da igreja? E novos treinadores para cuidar dos líderes?

Aqui no Joel Comiskey Group (JCG), gostaríamos de te ajudar a cumprir esses objetivos. Confira o processo de treinamento (coaching) do JCG e envie-nos um e-mail para fazer perguntas (por exemplo: preços, metodologia, etc.).

Meu livro Making Disciples in the 21st Century Church (“Fazendo Discípulos na Igreja do Século 21”, em tradução livre) explica porque o discipulado deve ser o objetivo principal da igreja de Cristo. Confira aqui

Spanish blog:

Una cosa

Por Joel Comiskey, Células Exitosas

En la famosa triología de Tolkien, El señor de los anillos, aprendemos sobre varios anillos de gran importancia. Pero un anillo los superó a todos; ese anillo sobresalía por encima del resto.

La Biblia también está llena de verdades importantes. ¿Algunos pasajes destacan sobre el resto?

Como ustedes saben, creo que toda la Biblia es nuestra guía. En el blog de la semana pasada, declaré claramente que la Palabra inerrante de Dios debe dirigir todo lo que hacemos y decimos. La Escritura nos critica. La Biblia está por encima de la tradición y la historia de la iglesia.

Y hay un montón de grandes pasajes. Toma el famoso versículo en Lucas 6:31: “Haz a los demás lo que quieres que te hagan a ti”. O a los dos grandes mandamientos: “Ama al Señor tu Dios con todo tu corazón y con toda tu alma y con todas tus fuerzas. y con toda tu mente y ama a tu prójimo como a ti mismo ”(Lucas 10:27).

Ambos de estos pasajes son excelentes guías para la vida. Pero ¿qué pasa con el ministerio?

El último mandato de Cristo a sus discípulos nos da una pista. Jesús les dijo qué hacer antes de su ascensión: “Entonces Jesús se acercó a ellos y les dijo:” Se me ha dado toda autoridad en el cielo y en la tierra. Por lo tanto, vayan y hagan discípulos de todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo, y enseñándoles a obedecer todo lo que les he mandado. Y ciertamente estaré con ustedes siempre, hasta el fin de la era ”(Mateo 28: 18-20).

Estas palabras son las órdenes de marcha de Cristo para la iglesia: haga discípulos en todas las naciones hasta que él regrese.

¿Entonces como hacemos esto? ¿Cuál es la mejor manera de hacer discípulos? ¿Podemos principalmente hacer discípulos haciendo que muchas personas se sienten y escuchen una gran predicación? Abundan las mega iglesias pero los discípulos son muy pocos. Más edificios? Ciertamente no.

Jesús modeló su plan para hacer discípulos en su pequeña célula durante tres años. Su célula era altamente interactiva, aprendieron a través de sus errores, pudieron hacer preguntas y practicaron el nuevo mensaje para amarse unos a otros, justo lo contrario a la escucha pasiva.

Y cuando Jesús les dijo a sus discípulos que hicieran nuevos discípulos, ellos sabían exactamente de qué estaba hablando: seguir el ejemplo del Maestro haciendo discípulos en pequeños grupos. Y eso es lo que hizo la iglesia primitiva después de Pentecostés. Se reunían de casa en casa, haciendo y multiplicando discípulos (Hechos 2: 42-46; 20:20). Después de todo, Jesús ya los había enviado a los hogares para practicar su nueva estrategia (Mateo capítulos 9 y 10).

La iglesia celular o el ministerio de casa en casa tiene un objetivo: hacer discípulos que hagan discípulos. Lo hacemos principalmente mediante la multiplicación de células, pero el sistema celular también desempeña un papel esencial (celebración, equipamiento y entrenamiento).

¿Cuáles son tus metas para 2019? ¿Cuántos discípulos planeas hacer y multiplicar? (con el correspondiente número de células). ¿Cuántos esperas graduar del equipamiento de toda la iglesia? ¿Qué hay de los nuevos entrenadores para cuidar a los líderes?

Aquí en JCG, nos encantaría ayudarte a cumplir esos objetivos. Consulta el proceso de entrenamiento (coaching) de JCG y envíanos un correo electrónico para hacer preguntas (por ejemplo, precios, metodología, etc.).

Mi libro Cómo hacer discípulos en la iglesia del siglo XXI explica por qué el discipulado debe ser la meta clave de la iglesia de Cristo. Compruébalo aquí.