Cell and Celebration Go Along

By Joel Comiskey, How to Lead a Great Small Group Meeting

The early church certainly gathered in house churches. Were these individual house churches operating independently from one another? The scriptures suggest a link between the house churches within each city (for example 1 Corinthians 1:2; 14: 23, 16:19). In reality, the early church frequently gathered both in smaller groups and in larger congregations (Acts 2:42-46). Paul and the apostles would preach publicly and visit believers in their homes (Acts 5:42, 20:20). This two-fold approach highlights how the early Christian communities were interconnected and relied on each other, forming a united and integral body of believers.

The cell is the church, and the celebration is the church. Believers need both. J.I. Packer once said, “I go around telling people that if they’re not with the whole congregation on Sunday, and in the small group somewhere during the week, their Christian lives are unbalanced” (Small Groups Network, 1998). This balance ensures that Christians receive comprehensive spiritual nourishment—corporate worship and teaching on Sundays, coupled with intimate fellowship and accountability during the week.

Some strategies only emphasize the cell (e.g., independent house churches) while others focus solely on the celebration wing (program-based churches). The cell church model teaches that believers need both cell and celebration. Outreach is also more effective when using both wings rather than just one or the other. This dual approach facilitates a holistic ministry, allowing for robust evangelism and discipleship, which is crucial for church growth and health.

There are periods in the life of the church when one wing is emphasized over the other. For example, when planting a cell church, the cell is the priority because many cell church plants begin with a single cell. The goal is to multiply the single cell and eventually increase the frequency of the celebration. In a transitioning situation, the celebration is stronger until cells begin to multiply and spread throughout the church. This dynamic approach allows the church to adapt and grow in different contexts and stages of development.

By incorporating small groups into the main church gathering, a culture of actively living out the teachings is nurtured. This approach urges individuals to practice the lessons from the sermons in their daily lives rather than simply listening passively. An effective method involves involving small groups in the weekly announcements, informing members about their ongoing activities while promoting unity and a common purpose. Additionally, having small groups take turns as greeters can enhance the welcoming ambiance of the service, emphasizing the importance of each group within the broader church community.

In the end, a developed cell church functions smoothly when both aspects work together harmoniously. Leaders and members alike understand the importance of both the intimacy of small groups and the inspiration of the main celebration service. This well-rounded strategy supports the development of personal spiritual growth and drives the church’s mission to be a powerful and efficient tool for the Kingdom of God. Integrating small group activities into larger church gatherings promotes unity and encourages each believer to actively practice their faith, contributing to both personal and community advancement.

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Célula e Celebração Vão De Mãos Dadas

por Joel Comiskey, Fundamentos Bíblicos para a Igreja Baseada em Células

A igreja primitiva certamente se reunia em igrejas nos lares. Essas igrejas nos lares individuais operavam independentemente umas das outras? As Escrituras sugerem uma ligação entre as igrejas nos lares dentro de cada cidade (por exemplo 1 Coríntios 1:2; 14:23, 16:19). Na realidade, a igreja primitiva frequentemente reunia-se tanto em grupos menores como em congregações maiores (Atos 2:42-46). Paulo e os apóstolos pregavam publicamente e visitavam os crentes em suas casas (Atos 5:42, 20:20). Esta abordagem dupla destaca como as primeiras comunidades cristãs estavam interligadas e dependiam umas das outras, formando um corpo unido e integral de crentes.

A célula é a igreja, e a celebração é a igreja. Os crentes precisam de ambos. J.I. Packer disse uma vez: “Eu vou por todos lados dizendo às pessoas que se elas não estiverem com toda a congregação no domingo, e no pequeno grupo em algum lugar durante a semana, suas vidas cristãs serão desequilibradas” (Small Groups Network, 1998). Este equilíbrio garante que os cristãos recebam nutrição espiritual abrangente – adoração coletiva e ensino aos domingos, juntamente com comunhão íntima e prestação de contas durante a semana.

Algumas estratégias enfatizam apenas a célula (por exemplo, igrejas nos lars independentes), enquanto outras se concentram apenas na celebração (igrejas baseadas em programas). O modelo de igreja em células ensina que os crentes precisam tanto de célula quanto de celebração. A divulgação também é mais eficaz quando se utiliza ambas as asas em vez de apenas uma ou outra. Esta abordagem dupla facilita um ministério holístico, permitindo um evangelismo e um discipulado robustos, o que é crucial para o crescimento e a saúde da igreja.

Há períodos na vida da igreja em que uma asa é enfatizada em detrimento da outra. Por exemplo, ao plantar uma igreja em células, a célula é a prioridade porque muitas igrejas em células começam com uma única célula. O objetivo é multiplicar a única célula e eventualmente aumentar a frequência da celebração. Numa situação de transição, a celebração é mais forte até que as células comecem a multiplicar-se e a espalhar-se pela igreja. Esta abordagem dinâmica permite que a igreja se adapte e cresça em diferentes contextos e estágios de desenvolvimento.

Ao incorporar pequenos grupos na reunião da igreja, é nutrida uma cultura de viver ativamente os ensinamentos. Esta abordagem incentiva os indivíduos a praticarem as lições dos sermões em suas vidas diárias, em vez de simplesmente ouvirem passivamente. Um método eficaz envolve envolver pequenos grupos nos anúncios semanais, informando os membros sobre as suas atividades em curso, ao mesmo tempo que promove a unidade e um propósito comum. Além disso, fazer com que pequenos grupos se revezem como recepcionistas na entrada da igreja pode melhorar o ambiente acolhedor do culto, enfatizando a importância de cada grupo dentro da comunidade eclesial mais ampla.

No final, uma igreja em células desenvolvida funciona suavemente quando ambas as asas trabalham juntas e harmoniosamente. Tanto os líderes como os membros compreendem a importância da intimidade dos pequenos grupos e da inspiração do serviço de celebração. Esta estratégia abrangente apoia o desenvolvimento do crescimento espiritual pessoal e impulsiona a missão da igreja de ser uma ferramenta poderosa e eficiente para o Reino de Deus. A integração de atividades de pequenos grupos em reuniões maiores da igreja promove a unidade e encoraja cada crente a praticar activamente a sua fé, contribuindo para o avanço pessoal e comunitário.

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La Célula y la Celebración Van Juntas
por Joel Comiskey, Cómo Dirigir un Grupo Celular con Éxito

La iglesia primitiva ciertamente se reunía en iglesias en las casas. ¿Estaban estas iglesias en las casas operando independientemente unas de otras? Las escrituras sugieren un vínculo entre las iglesias en las casas dentro de cada ciudad (por ejemplo 1 Corintios 1:2; 14: 23, 16:19). En realidad, la iglesia primitiva se reunía con frecuencia tanto en grupos más pequeños como en congregaciones más grandes (Hechos 2:42-46). Pablo y los apóstoles predicaban en público y visitaban a los creyentes en sus casas (Hch 5:42, 20:20). Este doble enfoque pone de relieve cómo las primeras comunidades cristianas estaban interconectadas y dependían unas de otras, formando un cuerpo unido e integral de creyentes.

La célula es la iglesia, y la celebración es la iglesia. Los creyentes necesitan ambas. J.I. Packer dijo una vez: “Voy por ahí diciendo a la gente que si no están con toda la congregación el domingo, y en el grupo pequeño en algún lugar durante la semana, sus vidas cristianas están desequilibradas” (Small Groups Network, 1998). Este equilibrio garantiza que los cristianos reciban un alimento espiritual completo: culto y adoración corporativas los domingos, junto con compañerismo íntimo y responsabilidad durante la semana.

Algunas estrategias sólo hacen hincapié en la célula (por ejemplo, las iglesias en casas independientes), mientras que otras se centran únicamente en el ala de celebración (iglesias basadas en programas). El modelo de iglesia celular enseña que los creyentes necesitan tanto la célula como la celebración. El alcance también es más eficaz cuando se utilizan ambas alas en lugar de sólo una o la otra. Este enfoque dual facilita un ministerio holístico, permitiendo un evangelismo y discipulado robustos, lo cual es crucial para el crecimiento y la salud de la iglesia.

Hay períodos en la vida de la iglesia en los que se enfatiza un ala sobre la otra. Por ejemplo, al plantar una iglesia celular, la célula es la prioridad porque muchas iglesias celulares comienzan con una sola célula. La meta es multiplicar la célula única y eventualmente aumentar la frecuencia de la celebración. En una situación de transición, la celebración es más fuerte hasta que las células empiecen a multiplicarse y a extenderse por toda la iglesia. Este enfoque dinámico permite a la iglesia adaptarse y crecer en diferentes contextos y etapas de desarrollo.

Al incorporar pequeños grupos a la reunión principal de la iglesia, se fomenta una cultura de vivencia activa de las enseñanzas. Este enfoque insta a los individuos a poner en práctica las lecciones de los sermones en su vida cotidiana, en lugar de limitarse a escuchar pasivamente. Un método eficaz consiste en implicar a los grupos pequeños en los anuncios semanales, informando a los miembros sobre las actividades que están llevando a cabo y fomentando al mismo tiempo la unidad y un propósito común. Además, hacer que los grupos pequeños se turnen para dar la bienvenida puede mejorar el ambiente acogedor del servicio, destacando la importancia de cada grupo dentro de la comunidad eclesial más amplia.

Al final, una iglesia celular desarrollada funciona sin problemas cuando ambos aspectos trabajan juntos armoniosamente. Tanto los líderes como los miembros comprenden la importancia tanto de la intimidad de los grupos pequeños como de la inspiración del servicio de celebración principal. Esta estrategia integral apoya el desarrollo del crecimiento espiritual personal e impulsa la misión de la iglesia de ser una herramienta poderosa y eficaz para el Reino de Dios. La integración de las actividades de los grupos pequeños en las reuniones más amplias de la iglesia fomenta la unidad y anima a cada creyente a practicar activamente su fe, contribuyendo al avance tanto personal como comunitario.


Embracing the Two-Winged Church

By Joel Comiskey, Myths and Truths of the Cell Church

Within chapter 12 of Myths and Truths of the Cell Church, I delve into the significant role of celebration within the church environment. It’s crucial to recognize that the relationship between Small Groups and the larger Celebration is not about rivalry. Instead, they work in harmony, forming what Bill Beckham aptly refers to as a “Two-Winged Church.” This idea highlights the importance of both components in a vibrant church community, with each element reinforcing and enriching the other.

One myth I dispel is the supposed conflict between Small Groups and the Celebration service. There may be a misconception that prioritizing one devalues the other. However, the reality is that they complement each other. Small Groups offer intimacy and accountability, laying a sturdy groundwork for personal development and spiritual growth. The Celebration service and Small Groups play vital roles in the church community, offering different but essential experiences. Connecting these two components is key to maintaining a thriving and balanced church environment.

Leadership is crucial in ensuring the success of this dual-component model. Small Group leaders serve as more than just facilitators; they also act as shepherds who hold a crucial responsibility for the spiritual well-being of the church. Through their involvement in both Small Groups and larger Celebrations, these leaders can guarantee that pastoral care is comprehensive and that the church’s vision is consistently upheld and followed.

In summary, adopting the Two-Winged Church model promotes a well-rounded and vibrant community where both Small Groups and Celebrations are highly prized and interconnected. By nurturing strong connections between these two components, we establish a church that is deeply relationship-focused and widely inclusive. This comprehensive approach ensures that each member is supported, equipped, and engaged in the church’s mission, ultimately leading to a more dynamic and impactful ministry.

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Abraçando a Igreja de Duas Asas

por Joel Comiskey, Mitos e Verdades a Respeito da Igreja em Células

No capítulo 12 de Mitos e Verdades a Respeito da Igreja em Células, aprofundo o papel significativo da celebração no ambiente da igreja. É crucial reconhecer que a relação entre os Pequenos Grupos e a Celebração não é uma questão de rivalidade. Em vez disso, trabalham em harmonia, formando o que Bill Beckham chama apropriadamente de “Igreja de Duas Asas”. Esta ideia destaca a importância de ambos os componentes numa comunidade eclesial vibrante, com cada elemento reforçando e enriquecendo o outro.

Um mito que dissipo é o suposto conflito entre os Pequenos Grupos e o culto de Celebração. Pode haver um equívoco de que priorizar um desvaloriza o outro. Porém, a realidade é que eles se complementam. Os Pequenos Grupos oferecem intimidade e responsabilidade, estabelecendo uma base sólida para o desenvolvimento pessoal e o crescimento espiritual. O culto de Celebração e os Pequenos Grupos desempenham papéis vitais na comunidade eclesial, oferecendo experiências diferentes, mas essenciais. Conectar esses dois componentes é fundamental para manter um ambiente eclesial próspero e equilibrado.

A liderança é crucial para garantir o sucesso deste modelo de dois componentes. Os líderes de pequenos grupos servem mais do que apenas facilitadores; eles também atuam como pastores que têm uma responsabilidade crucial pelo bem-estar espiritual da igreja. Através do seu envolvimento tanto em Pequenos Grupos como em Celebrações maiores, estes líderes podem garantir que o cuidado pastoral é abrangente e que a visão da igreja é consistentemente defendida e seguida.

Em resumo, a adoção do modelo de Igreja de Duas Asas promove uma comunidade completa e vibrante onde tanto os Pequenos Grupos como as Celebrações são altamente valorizados e interligados. Ao nutrir fortes ligações entre estes dois componentes, estabelecemos uma igreja que é profundamente focada no relacionamento e amplamente inclusiva. Esta abordagem abrangente garante que cada membro seja apoiado, equipado e envolvido na missão da igreja, conduzindo em última análise a um ministério mais dinâmico e impactante.

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Abrazando a la Iglesia de las Dos Alas
por Joel Comiskey, Mitos y Verdades de la Iglesia Celular

Dentro del capítulo 12 de Mitos y Verdades de la Iglesia Celular, profundizo en el papel significativo de la celebración dentro del ambiente de la iglesia. Es crucial reconocer que la relación entre los Grupos Pequeños y la Celebración mayor no es de rivalidad. Por el contrario, trabajan en armonía, formando lo que Bill Beckham denomina acertadamente una “Iglesia de dos alas”. Esta idea subraya la importancia de ambos componentes en una comunidad eclesial vibrante, en la que cada elemento refuerza y enriquece al otro.

Un mito que disipo es el supuesto conflicto entre los Grupos Pequeños y el servicio de Celebración. Puede existir la idea errónea de que dar prioridad a uno devalúa al otro. Sin embargo, la realidad es que se complementan. Los Grupos Pequeños ofrecen intimidad y responsabilidad, sentando una base sólida para el desarrollo personal y el crecimiento espiritual. El servicio de Celebración y los Grupos Pequeños desempeñan papeles vitales en la comunidad de la iglesia, ofreciendo experiencias diferentes pero esenciales. Conectar estos dos componentes es clave para mantener un entorno eclesial próspero y equilibrado.

El liderazgo es crucial para asegurar el éxito de este modelo de doble componente. Los líderes de los Grupos Pequeños sirven como algo más que simples facilitadores; también actúan como pastores que tienen una responsabilidad crucial para el bienestar espiritual de la iglesia. A través de su participación tanto en los Grupos Pequeños como en las Celebraciones más grandes, estos líderes pueden garantizar que la atención pastoral sea integral y que la visión de la iglesia se mantenga y se siga de manera coherente.

En resumen, la adopción del modelo de Iglesia de Dos Alas promueve una comunidad bien formada y vibrante en la que tanto los Grupos Pequeños como las Celebraciones son muy apreciados y están interconectados. Al fomentar fuertes conexiones entre estos dos componentes, establecemos una iglesia profundamente centrada en las relaciones y ampliamente inclusiva. Este enfoque integral asegura que cada miembro es apoyado, equipado y comprometido en la misión de la iglesia, en última instancia conduce a un ministerio más dinámico e impactante.

Coaching Leaders

By Joel Comiskey, Groups that Thrive and From Twelve to Three

I often recommend Jim Egli and Dwight Marble’s book, Small Groups, Big Impact. The authors conducted their research among three thousand small group leaders in twenty countries and concluded that coaching was the key factor.

We know coaching is critical but how does team ministry work when coaching the leaders?

In a larger church, like Elim, many teams exist to coach the cell leaders. I’ve had the joy of attending some of those coaching meetings and they are definitely “team events.” I have mostly attended zone pastor meetings and supervisory meetings. These meetings highlight ministry time, strategic planning, and quality control (analyzing the statistics). In my book Passion and Persistence, I describe in detail the coaching structure at Elim.

But what about in smaller cell churches? Let’s say a church has between 5 to 15 cell groups? What team coaching look like in these scenarios?

In my own church, Nuevo Amanecer, for example, we meet with all of the cell leaders once per month. I recommend this frequency, if it is possible, although some churches will meet with the leaders more frequently and some less frequently.

I recommend that the pastoral team rotates in ministering to the leaders during this coaching time.  Perhaps the lead pastor will give a 15-minute teaching/exhortation. Another team member leads a 15-minute praise time among the members, another team member leads a 15-minute prayer time, and another team member introduces the meeting and concludes. The team could rotate on these ministry spots each month.

But what about individual coaching of cell leaders in a team situation? How does team ministry work out in those situations? At Nuevo Amanecer, we are asking the leaders who multiply cells to coach the new leaders under their care, if possible.

Celyce and I will coach the team of leaders. We will ask them personal questions, find out about any problems they are facing, and especially minister to them. We already know the statistics of the cell groups, since each group turns in a weekly cell report.

Team ministry is the New Testament norm. Jesus had his team and so did Paul the apostle.

Let’s make sure team ministry is part of all we do in cell ministry, including coaching cell leaders.

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Supervisão de Equipes

por Joel Comiskey, Grupos que Prosperam De Doze a Três

Eu costumo recomendar o livro de Jim Egli e Dwight Marble, Small Groups, Big Impact [Pequenos Grupos, Grande Impacto]. Os autores conduziram sua pesquisa entre três mil líderes de pequenos grupos em vinte países e concluíram que a supervisão era o fator chave.

Sabemos que a supervisão é fundamental, mas como funciona o ministério em equipe ao supervisionar os líderes?

Em uma igreja maior, como a Elim, existem muitas equipes para supervisionar os líderes de célula. Tive a alegria de participar de algumas dessas reuniões de supervisão e são definitivamente “eventos de equipe”. Tenho participado principalmente de reuniões de pastor de zona e reuniões de supervisão. Essas reuniões destacam o tempo do ministério, planejamento estratégico e controle de qualidade (análise de estatísticas). Em meu livro Paixão e Persistência, descrevo em detalhes a estrutura de supervisão na Elim.

Porém e nas igrejas em células menores? Digamos que uma igreja tenha entre 5 a 15 grupos de células? Como é a supervisão de equipe nesses cenários?

Na minha própria igreja, Nuevo Amanecer, por exemplo, nos reunimos com todos os líderes de célula uma vez por mês. Recomendo esta frequência, se possível, embora algumas igrejas se reúnam com os líderes com mais frequência e outras com menos frequência.

Recomendo que a equipe pastoral alterne no ministério aos líderes durante este tempo de supervisão. Talvez o pastor principal dê um ensino / exortação de 15 minutos. Outro membro da equipe conduz um tempo de louvor de 15 minutos entre os membros, outro membro da equipe conduz um tempo de oração de 15 minutos e outro membro da equipe apresenta a reunião e conclui. A equipe pode alternar nesses passos ministeriais da reunião a cada mês.

Mas e quanto a supervisão individual de líderes de célula em uma situação de equipe? Como funciona o ministério em equipe nessas situações? Na Nuevo Amanecer, estamos pedindo aos líderes que multiplicam células para treinar os novos líderes sob seus cuidados, se possível.

Celyce e eu vamos supervisionar a equipe de líderes. Faremos perguntas pessoais a eles, descobriremos sobre quaisquer problemas que estejam enfrentando e, especialmente, ministraremos a eles. Já conhecemos as estatísticas dos grupos de células, pois cada grupo gera um relatório de célula semanal.

O ministério em equipe é a norma do Novo Testamento. Jesus tinha sua equipe e o apóstolo Paulo também.

Vamos nos certificar de que o ministério em equipe seja parte de tudo o que fazemos no ministério de células, incluindo supervisionar líderes de células.

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Supervisión de Líderes
por Joel Comiskey, Células Exitosas y De 12 a 3 

A menudo recomiendo el libro de Jim Egli y Dwight Marble, Grupos Celulares, Gran Impacto (Small Groups, Big Impact). Los autores llevaron a cabo su investigación entre tres mil líderes de grupos celulares en veinte países y concluyeron que el supervisar era el factor clave. 

Sabemos que él es fundamental y la semana pasada hablé sobre el supervisar como equipo pastoral. El equipo pastoral tiene la oportunidad única de “supervisar en equipo” a sus subordinados. 

Pero ¿cómo funciona el ministerio en equipo al supervisar a los líderes? 

En una iglesia más grande, como Elim, existen muchos equipos para supervisar a los líderes celulares. He tenido la alegría de asistir a algunas de esas reuniones de supervisión y definitivamente son “eventos de equipo”. Principalmente he asistido a reuniones de pastores de zona y reuniones de supervisión. Estas reuniones destacan el tiempo del ministerio, la planificación estratégica y el control de calidad (análisis de las estadísticas). En mi libro Elim, describo en detalle la estructura de supervisión en Elim. 

Pero ¿qué pasa con las iglesias celulares más pequeñas? Digamos que una iglesia tiene entre 5 y 15 grupos celulares. ¿Cómo se ve la supervisión de las celulas en estos escenarios? 

En mi propia iglesia, Nuevo Amanecer, por ejemplo, nos reunimos con todos los líderes de células una vez al mes. Recomiendo esta frecuencia, si es posible, aunque algunas iglesias se reunirán con los líderes con más frecuencia y otras con menos frecuencia. 

Recomiendo que el equipo pastoral rote en los privilegios a los líderes durante este tiempo de reunión. Quizás el pastor principal dé una enseñanza / exhortación de 15 minutos. Otro miembro del equipo dirige un tiempo de alabanza de 15 minutos entre los miembros, otro miembro dirige un tiempo de oración de 15 minutos y otro miembro presenta la reunión y concluye. El equipo podría rotar en estos privilegios cada mes. 

Pero ¿qué pasa con la supervisión individual de los líderes celulares en una situación de equipo? ¿Cómo funciona el ministerio en equipo en esas situaciones? En Nuevo Amanecer, estamos pidiendo a los líderes que multiplican las células que supervisen a los nuevos líderes a su cargo, si es posible. 

Celyce y yo dirigiremos al equipo de líderes que dejamos atrás. Les haremos preguntas personales, averiguaremos sobre cualquier problema que estén enfrentando y, especialmente, les ministraremos. Ya conocemos las estadísticas de los grupos celulares, ya que cada grupo entrega un informe celular semanal. 

El ministerio en equipo es la norma del Nuevo Testamento. Jesús tenía su equipo y también el apóstol Pablo.            
Asegurémonos de que el ministerio en equipo sea parte de todo lo que hacemos en el ministerio celular, incluido la supervisión de líderes celulares. 

Accountability Is A Key To Success in Small Groups

By Joel Comiskey, How to Lead a Great Small Group Meeting

One of my favorite stories in the Bible is David’s growth in leadership, contrasted with Saul’s decline. God didn’t lift up David overnight. God developed David’s character step by step, one battle at a time. One of David’s first tests was defending his sheep from the lion and the bear. He later grew in his leadership by working with 600 disenfranchised men who were in just as much turmoil as David. But as David remained faithful to God and walked through each new challenge, he eventually became king of Israel and one of the greatest leaders in the Bible.

David’s journey – specifically while shepherding – teaches us valuable lessons about leadership and faithfulness. Similarly, in today’s church context, accountability through weekly reporting serves as a crucial tool for fostering growth and development among leaders and members alike. Just as David faced challenges and trials, leaders in the church must also navigate through various obstacles, both personal and communal. Weekly reporting provides a structured framework for leaders to reflect on their actions, seek guidance from coaches, and address areas of improvement.

Weekly reports help pastors and leaders focus on the one-anothers. It’s not merely about compiling numbers or fulfilling a tedious task; rather, it’s about cultivating a culture of accountability and stewardship. By regularly sharing their progress, challenges, and victories, leaders invite accountability and support from their peers and coaches. This fosters a sense of unity and mutual encouragement within the church community, enabling everyone to grow together in faith and leadership.

In the same way that David’s faithfulness led to his eventual kingship, consistent accountability through weekly reporting can lead to growth and effectiveness in ministry. As leaders remain faithful to stewarding the responsibilities entrusted to them by God, they can experience transformation and fruitfulness in their leadership journey. Ultimately, just as David’s story inspires us to persevere and trust in God’s faithfulness, so too does the practice of accountability through weekly reporting remind us of our dependence on God and each other for growth and success in ministry.

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A Responsabilidade É A Chave Para O Sucesso Em Pequenos Grupos
por Joel Comiskey, Reuniões Atraentes

Uma das minhas histórias favoritas na Bíblia é o crescimento da liderança de Davi, em contraste com o declínio de Saul. Deus não levantou Davi da noite para o dia. Deus desenvolveu o caráter de Davi passo a passo, uma batalha de cada vez. Um dos primeiros testes de David foi defender as suas ovelhas do leão e do urso. Mais tarde, ele cresceu em sua liderança trabalhando com 600 homens marginalizados que estavam tão turbulentos quanto David. Mas à medida que Davi permaneceu fiel a Deus e superou cada novo desafio, ele acabou se tornando rei de Israel e um dos maiores líderes da Bíblia.

A jornada de Davi – especificamente enquanto pastoreava – nos ensina lições valiosas sobre liderança e fidelidade. Da mesma forma, no contexto eclesial de hoje, a prestação de contas através de relatórios semanais serve como uma ferramenta crucial para promover o crescimento e o desenvolvimento entre líderes e membros. Tal como David enfrentou desafios e provações, os líderes da igreja também devem navegar através de vários obstáculos, tanto pessoais como comunitários. Os relatórios semanais fornecem uma estrutura estruturada para os líderes refletirem sobre as suas ações, procurarem orientação de supervisores e abordarem áreas de melhoria.

Os relatórios semanais ajudam os pastores e líderes a concentrarem-se uns nos outros. Não se trata apenas de compilar números ou realizar uma tarefa tediosa; em vez disso, trata-se de cultivar uma cultura de responsabilidade e administração. Ao partilharem regularmente o seu progresso, desafios e vitórias, os líderes convidam à responsabilização e ao apoio dos seus pares e supervisores. Isto promove um sentimento de unidade e encorajamento mútuo dentro da comunidade eclesial, permitindo que todos cresçam juntos na fé e na liderança.

Da mesma forma que a fidelidade de David levou ao seu eventual reinado, a prestação de contas consistente através de relatórios semanais pode levar ao crescimento e à eficácia no ministério. À medida que os líderes permanecem fiéis ao cumprimento das responsabilidades que lhes foram confiadas por Deus, podem experimentar transformação e fecundidade na sua jornada de liderança. Em última análise, tal como a história de David nos inspira a perseverar e a confiar na fidelidade de Deus, também a prática da prestação de contas através de relatórios semanais nos lembra da nossa dependência de Deus e uns dos outros para o crescimento e o sucesso no ministério.

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La Responsabilidad Es La Clave Del Éxito En Grupos Pequeños

por Joel Comiskey, Cómo Dirigir un Grupo Celular con Éxito

Una de mis historias favoritas en la Biblia es el crecimiento de David en liderazgo, contrastado con la decadencia de Saúl. Dios no levantó a David de la noche a la mañana. Dios desarrolló el carácter de David paso a paso, una batalla a la vez. Una de las primeras pruebas de David fue defender a sus ovejas del león y del oso. Más tarde creció en su liderazgo trabajando con 600 hombres sin derechos que estaban en la misma confusión que David. Pero como David permaneció fiel a Dios y superó cada nuevo reto, acabó convirtiéndose en rey de Israel y en uno de los mayores líderes de la Biblia.

El viaje de David -específicamente mientras pastoreaba- nos enseña valiosas lecciones sobre liderazgo y fidelidad. Del mismo modo, en el contexto de la iglesia actual, la rendición de cuentas a través de informes semanales sirve como una herramienta crucial para fomentar el crecimiento y el desarrollo entre los líderes y los miembros por igual. Al igual que David se enfrentó a desafíos y pruebas, los líderes de la iglesia también deben sortear diversos obstáculos, tanto personales como comunitarios. Los informes semanales proporcionan un marco estructurado para que los líderes reflexionen sobre sus acciones, busquen orientación de mentores y aborden áreas de mejora.

Los informes semanales ayudan a pastores y líderes a centrarse en los demás. No se trata simplemente de recopilar cifras o de cumplir con una tarea tediosa, sino de cultivar una cultura de responsabilidad y mayordomía. Al compartir periódicamente sus progresos, retos y victorias, los líderes invitan a sus compañeros y mentores a que les rindan cuentas y les apoyen. Esto fomenta un sentido de unidad y estímulo mutuo dentro de la comunidad de la iglesia, lo que permite a todos crecer juntos en la fe y el liderazgo.

De la misma manera que la fidelidad de David le llevó a la realeza, la rendición de cuentas constante a través de informes semanales puede conducir al crecimiento y la eficacia en el ministerio. A medida que los líderes permanecen fieles en la administración de las responsabilidades que Dios les ha confiado, pueden experimentar la transformación y el fruto en su viaje de liderazgo. En última instancia, así como la historia de David nos inspira a perseverar y confiar en la fidelidad de Dios, también la práctica de la rendición de cuentas a través de informes semanales nos recuerda nuestra dependencia de Dios y de los demás para el crecimiento y el éxito en el ministerio.

Protecting the Cell

By Joel Comiskey, Myths and Truths of the Cell Church

We hear a lot about rogue viruses and the dangers of AI. You most likely have active protection if you have a computer or cell phone.

Have you had someone try to scam you? Hackers and computer thieves are becoming increasingly sophisticated. Celyce and I recently took out an identity theft policy to prevent someone else from taking over our identity. We live in a strange new world where we must take security seriously.  

What about small group ministry? It’s not just a ministry; it’s the backbone of the cell church. What can we do to protect our cell groups? Recently, a pastor bemoaned how rebellious people love to take their cells in a distorted direction, even leaving the church. Last month, we talked about the cell, which is the church. If so, how do we protect individual cells from becoming rebellious?

For May, we’ll explore the topic of cell protection. Click here if you’d like to receive these blogs in your email inbox. Seasoned leaders will write twenty blogs on issues such as: 

  • May 05-11: Concentration: Small groups occur during the week (out-of-site), so they can often become “out-of-mind.” However, as leaders, it’s our responsibility to protect them properly. I recommend discussing cell groups as the first item on the pastoral team agenda. 
  • May 12-18: Accountability through weekly reporting:  Weekly reports help pastors and leaders focus on the one-anothers. Weekly reporting is not a tedious task or a number per se, but rather the goal of being faithful to what God has given us (examples: Jacob being loyal to his unfaithful uncle, David caring for his flock against wild animals, and Jesus mentioning the lost sheep)
  • May 19-25: Supervision and regular cell leader gatherings. The cells must be protected through regular care, and cell leaders should feel free to talk about their cells—good and bad. 
  • May 26 to June 01: Integrating cell with celebration. It’s a great idea to highlight the cell groups in the celebration. Each cell can rotate in giving announcements on Sunday.


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Protegendo a Célula
por Joel Comiskey, Mitos e Verdades A Respeito da Igreja em Células

Ouvimos muito sobre vírus nocivos e os perigos da IA. Provavelmente você terá proteção ativa se tiver um computador ou telefone celular.

Alguém tentou enganá-lo? Hackers e ladrões de computadores estão se tornando cada vez mais sofisticados. Celyce e eu adotamos recentemente uma política de roubo de identidade para evitar que outra pessoa assuma nossa identidade. Vivemos num estranho mundo novo onde devemos levar a segurança a sério.

E quanto ao ministério de pequenos grupos? Não é apenas um ministério; é a espinha dorsal da igreja em células. O que podemos fazer para proteger as nossas células? Recentemente, um pastor lamentou como as pessoas rebeldes adoram levar as suas células numa direção distorcida, até mesmo deixando a igreja. No mês passado falamos sobre a célula, que é a igreja. Se sim, como protegemos as células individuais de se tornarem rebeldes?

Para maio, exploraremos o tema proteção da célula.  Clique aqui  se desejar receber
esses blogs em sua caixa de entrada de e-mail. Líderes experientes escreverão vinte
blogs sobre questões como:

  • 05 a 11 de maio: Concentração: Pequenos grupos ocorrem durante a semana (fora do prédio da igreja), de modo que muitas vezes podem ficar “fora de vista”. No entanto, como líderes, é nossa responsabilidade protegê-los adequadamente. Recomendo discutir as células como o primeiro item da agenda da equipe pastoral.
  • 12 a 18 de maio: Prestação de contas através de relatórios semanais: Os relatórios semanais ajudam os pastores e líderes a concentrarem-se uns nos outros. O relatório semanal não é uma tarefa tediosa ou um número em si, mas sim o objetivo de sermos fiéis ao que Deus nos deu (exemplos: Jacó sendo leal ao seu tio infiel, Davi cuidando de seu rebanho contra animais selvagens, e Jesus mencionando o ovelha perdida)
  • 19 a 25 de maio: Supervisão e reuniões regulares de líderes de célula. As células devem ser protegidas através de cuidados regulares, e os líderes das células devem sentir a liberdade de falar sobre as suas células – boas e más.
  • 26 de maio a 01 de junho: Integrando célula com celebração. É uma ótima ideia destacar as células na celebração. Cada célula pode alternar para fazer anúncios no domingo.


Spanish blog
Protegiendo la Célula
Por Joel Comiskey, Mitos y Verdades de la iglesia celular

Escuchamos mucho sobre virus maliciosos y los peligros de la inteligencia artificial. Lo más probable es que tengas protección activa si tienes una computadora o un teléfono celular.

¿Alguien ha intentado estafarte? Los piratas informáticos y los ladrones de ordenadores son cada vez más sofisticados. También debemos tener cuidado de los que se roban la identidad de alguien. Vivimos en un mundo nuevo y extraño donde debemos tomarnos la seguridad en serio.

¿Qué pasa con el ministerio de células? No es sólo un ministerio; es la columna vertebral de la iglesia celular. ¿Qué podemos hacer para proteger a nuestros grupos celulares? Recientemente, un pastor se lamentó de cómo a la gente rebelde le encanta llevar sus células en una dirección distorsionada, incluso abandonando la iglesia. El mes pasado hablamos de la célula, que es la iglesia. Si es así, ¿cómo protegemos a las células individuales para que no se vuelvan rebeldes?

En mayo, exploraremos el tema de la protección celular. Haga clic aquí si desea recibir
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Mayo sobre temas como:

  • 5 al 11 de mayo: Concentración: Los grupos pequeños ocurren durante la semana (fuera del sitio), por lo que a menudo pueden volverse “fuera de la mente”. Sin embargo, como líderes, es nuestra responsabilidad protegerlos adecuadamente. Recomiendo tocar el asunto de los grupos celulares como el primer punto en la agenda del equipo pastoral.
  • 12-18 de mayo: Rendición de cuentas a través de informes semanales: Los informes semanales ayudan a los pastores y líderes a centrarse en los demás. El reportaje semanal no es una tarea tediosa ni un asunto de “estadísticas”, sino más bien el objetivo de ser fieles a lo que Dios nos ha dado (ejemplos: Jacob siendo leal a su tío infiel, David cuidando su rebaño contra los animales salvajes, y Jesús mencionando el oveja perdida)
  • 19-25 de mayo: Supervisión y reuniones periódicas de líderes celulares. Las células deben protegerse mediante cuidados regulares, y los líderes celulares deben sentirse libres de hablar sobre sus células, buenas y malas.
  • 26 de mayo al 01 de junio: Integrando células y celebración. Es una gran idea resaltar los grupos celulares en la celebración. Cada célula puede rotar para dar anuncios los domingos, por ejemplo