Transparency Killers

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

What kills transparency? Steve Cordle nailed one of the culprits last week when he talked about people hiding behind generalities rather than talking about their own personal lives.

Another transparency assassin is trying to impress others by only sharing positive things.

But perhaps the number one destroyer of transparency is asking questions that are closed-ended and don’t allow people the share.

Closed questions have one correct answer. When a leader uses too many of them, he positions himself as the Bible expert who’s trying to discover the brightest, most Biblically literate students. Open-ended questions, on the other hand, elicit discussion and sharing. There is more than one right answer. Open-ended questions stir small group members to apply the Biblical truths to their own lives.

Open Versus Closed Questions

Open

Closed

  • What are you going to do differently as a result of hearing these verses?
  •  Share your experiences concerning. . .
  • How has God spoken to you?
  • Do you agree with this passage?
  • Who is the main character in this passage?
  • What does this passage say about _____?

Several years ago, I visited a small group that was discussing the parable of the unmerciful servant in Matthew 18:21-35. The small group leader asked question after question about what the text said (closed ended), but not once did he ask the people to apply these verses to their own lives.

He missed a perfect opportunity. He could have said: “Share an experience when you felt bitterness toward another person.” He could have followed with: “Share how you overcame those feelings and were able to forgive that person.” Most likely there were people that very night who needed freedom from pent-up bitterness and who were longing to share with others.

I like sermon-based small group lessons. It makes sense for small group facilitators to get a head-start on the lesson as they hear the pastor’s message, take notes, and prepare their questions. I encourage churches to send the lesson to the leaders in advance of the Sunday preaching to give them plenty of time to prepare. I tell small group facilitators not to mention “what the pastor said” during their lesson, but rather to talk about what the Bible teaches.

But I’ve also noticed that many sermon-based lessons are too complicated and have too many questions. The lesson gets bogged down in closed observation questions that don’t apply God’s Word to daily living. It’s easy for facilitators to forget that the main principle of an effective lesson (Word time) is how the Bible passage applies to daily life and to help members to share transparently.

I’ve been working with a group right now in which we only use three questions:

  1. What does this passage say?
  2. How is God speaking to you right now from this passage?
  3. How can you apply/ obey this passage during the week.

We believe that the simplicity of these three questions will make the sermon-based lessons more transferable and easier for leaders to help their members to become more transparent in the process.

The good news is that we can fight back against the transparency killers and by God’s grace, even overcome them.  

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Portuguese blog:

Assassinos da Transparência

Por Joel Comiskey

O que mata a transparência? Steve Cordle acertou em cheio um dos culpados na semana passada quando falou sobre pessoas se escondendo atrás de generalidades, em vez de falar sobre suas próprias vidas pessoais.

Outro assassino da transparência é tentar impressionar as outras pessoas compartilhando apenas coisas positivas.

Mas talvez o destruidor número um da transparência seja fazer perguntas fechadas e não permitir que as pessoas compartilhem.

Perguntas fechadas têm uma resposta certa. Quando um líder usa muitas delas, ele se posiciona como o especialista bíblico que está tentando descobrir os alunos mais brilhantes e mais alfabetizados. Perguntas abertas, por outro lado, provocam discussão e compartilhamento. Há mais de uma resposta correta. Perguntas abertas estimulam os membros do pequeno grupo a aplicar as verdades bíblicas em suas próprias vidas.

Perguntas Abertas Versus Fechadas

Abertas

Fechadas

  • O que você vai fazer de forma diferente depois de ouvir esses versículos?
  • Compartilhe suas experiências com relação a…
  •  De que forma Deus falou com você?
  • Você concorda com essa passagem?
  • Quem éon personagem principal dessa passagem?
  • O que essa passagem diz sobre _____?

Vários anos atrás, visitei um pequeno grupo que estava discutindo a parábola do servo impiedoso em Mateus 18:21-35.  O líder do pequeno grupo fez uma pergunta após a outra sobre o que o texto dizia (perguntas fechadas), mas nenhuma vez ele pediu às pessoas que aplicassem esses versículos às suas próprias vidas. Ele perdeu uma oportunidade perfeita.  Ele poderia ter dito: “Compartilhe uma experiência de quando você sentiu amargura em relação a outra pessoa”. Ele poderia ter seguido com: “Compartilhe como você superou esses sentimentos e como foi capaz de perdoar essa pessoa”. Provavelmente havia pessoas naquela mesma noite que precisavam ser libertas de amargura reprimida e que ansiavam por compartilhar com os outros.

Eu gosto de quando as palavras nas células são baseadas em sermões. Para os facilitadores de pequenos grupos, faz sentido começar a lição quando ouvem a mensagem do pastor, tomam notas e preparam as perguntas. Eu encorajo as igrejas a enviarem a palavra aos líderes antes da pregação do domingo, para que eles tenham tempo suficiente para se prepararem. Digo aos facilitadores de pequenos grupos que não mencionem “o que o pastor disse” durante a aula, mas que falem sobre o que a Bíblia ensina.

Mas também percebi que muitas lições baseadas em sermões são muito complicadas e têm muitas perguntas. A lição fica atolada de questões de observação fechadas que não aplicam a Palavra de Deus à vida diária. É fácil para os facilitadores esquecer que o maior princípio de uma lição eficaz (tempo de Palavra) é como a passagem da Bíblia se aplica à vida diária e ajudar os membros a compartilhar de forma transparente.

Eu tenho trabalhado com um grupo no momento em que usamos apenas três perguntas:

  1. O que esta passagem diz?
  2. Como Deus está falando com você agora sobre essa passagem?
  3. Como você pode aplicar/obedecer a esta passagem durante a semana?

Acreditamos que a simplicidade dessas três perguntas tornará as lições baseadas no sermão mais transferíveis e mais fáceis para os líderes ajudarem seus membros a se tornarem mais transparentes no processo.

A boa notícia é que podemos lutar contra os assassinos da transparência e pela graça de Deus, até superá-los.

Spanish blog:

Asesinos de la  transparencia 


Por Joel Comiskey 


¿Qué mata la transparencia? Steve Cordle identificó a uno de los culpables la semana pasada cuando habló sobre personas que se esconden detrás de generalidades en lugar de hablar sobre sus propias vidas. 

Otro asesino de la transparencia es, el que trata de impresionar a otros al compartir solo cosas positivas. 

Pero quizás el destructor número uno de la transparencia es hacer preguntas que son cerradas y no permiten que las personas compartan. 

Las preguntas cerradas tienen una respuesta correcta. Cuando un líder usa demasiadas, se posiciona a sí mismo como el experto en la Biblia que está tratando de descubrir a los estudiantes más brillantes y más alfabetizados bíblicamente. Las preguntas abiertas, por otro lado, provocan discusión y  compartir. Hay más de una respuesta correcta. Las preguntas abiertas agitan a los miembros celulares para aplicar las verdades bíblicas a sus propias vidas. 

Preguntas abiertas vs preguntas cerradas

 

Abiertas

Cerradas

  • ¿Qué vas a hacer diferente como resultado de escuchar este versículo?
  • Comparte tu experiencia acerca de…
  • ¿Cómo te ha hablado Dios?
  • ¿Estás de acuerdo con este pasaje?
  • ¿Quién es el personaje principal en el pasaje?
  • ¿Qué dice este pasaje acerca de _____?

Hace varios años, visité una célula que estaba discutiendo la parábola del siervo despiadado en Mateo 18: 21-35. El líder de la célula hizo una pregunta tras otra sobre lo que decía el texto (preguntas cerradas), pero ni una vez le pidió a las personas que aplicara estos versículos a sus propias vidas. 

Perdió una oportunidad perfecta. Podría haber dicho: “Compartamos una experiencia en la que sintió amargura hacia otra persona”. Podría haber seguido: “Compartamos cómo superó esos sentimientos y pudo perdonar a esa persona”. Lo más probable es que esa noche hubiera personas que necesitaban libertad de amargura reprimida y que anhelaban compartir con otros. 

Me gustan las lecciones celulares basadas en sermones. Tiene sentido que los facilitadores de células obtengan una ventaja en la lección al escuchar el mensaje del pastor, tomar notas y preparar sus preguntas. Animo a las iglesias a que envíen la lección a los líderes antes de la predicación del domingo para darles suficiente tiempo para prepararse. Les digo a los facilitadores de los grupos celulares que no mencionen “lo que dijo el pastor” durante la lección, sino que hablen sobre lo que la Biblia enseña. 

Pero también he notado que muchas lecciones basadas en sermones son demasiado complicadas y tienen demasiadas preguntas. La lección se atasca en preguntas de observación cerrada que no aplican la Palabra de Dios a la vida diaria. Es fácil para los facilitadores olvidar que el principio principal de una lección efectiva (tiempo de la palabras) es cómo el pasaje de la Biblia se aplica a la vida cotidiana y para ayudar a los miembros a compartir de manera transparente. 

He estado trabajando con un grupo en este momento en el que solo usamos tres preguntas: 

  1. ¿Qué dice este pasaje? 
  2. ¿Cómo te está hablando Dios ahora mismo desde este pasaje? 
  3. ¿Cómo puedes aplicar / obedecer este pasaje durante la semana? 

Creemos que la simplicidad de estas tres preguntas hará que las lecciones basadas en sermones sean más transferibles y más fáciles para que los líderes ayuden a sus miembros a ser más transparentes en el proceso. 

La buena noticia es que podemos luchar contra los asesinos de la transparencia y por la gracia de Dios, incluso vencerlos.

 

Lead the Way

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

Group transparency will never happen unless the leader shares some of his or her deep struggles. David Hocking says, “Learn to admit your mistakes in the presence of the group and to apologize sincerely when things go wrong or do not turn out the way you expected…admitting failure in the midst of success is a key to good leadership. Learn to be open and honest before others. They’ll love you for it (or at least fall over backwards out of shock!)” [The Seven Laws of Christian Leadership, p. 63]

If the leader always wants to give the best impression, the other small group members will do likewise. Some leaders imagine they’re promoting transparency, but their testimonies don’t resonate with the members. “Pray for me, I’m really struggling. Normally, I spend 4 hours in daily prayer and Bible reading, but recently I’ve only spent 1 hour . . .” How will people react? “Yea, right, like she really needs our prayers. . .” Most likely the majority in the group struggle to spend 15 minutes in daily devotions.

Don’t wait until you have a major problem to share. What about the small, daily difficulties we all face? The breakdown of your computer, the long wait in line, or the demanding schedule at work.

When my computer broke down, for example, I shared my frustration with the group. “This has been a miserable week. I didn’t reach a single objective. I was a slave to trying to get my computer running again.” People could relate, and they saw me as a real person—as opposed to Pastor Comiskey! Ralph Neighbour says:

We have found in Small group life that group members will typically be as transparent and open as the leader is willing to be. In other words, group members will seldom “risk” transparency and openness until they have seen someone else take the same risk. . . . The question is whether God would have all of us be open and vulnerable. Living in community means living in relationship, and living in relationship means vulnerability and transparency [Cell Church magazine]

“I don’t know how to model transparency,” you say. “How do I begin?” Why don’t you ask the members to pray for an area of weakness or struggle in your own life? When asking a question that requires vulnerability, share first, setting the model for others to follow.

Shirley Peddy says, “Tell your story first. So often we make the mistake of asking the other person a question, and putting him on the spot. By disclosing something personal about yourself, you take the initial step toward creating trust” [The Art of Mentoring: Lead, Follow, and Get Out of the Way, p. 46]

You don’t always need to share problems, fears or weaknesses. What about your desires and plans? Transparency means talking about yourself in an honest way, allowing others to know your aspirations, dreams, and hopes.

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Portuguese blog:

Lidere o caminho

De Joel Comiskey

A transparência do grupo nunca acontecerá a menos que o líder compartilhe algumas de suas lutas profundas. David Hocking diz: “Aprenda a admitir seus erros na presença do grupo e a se desculpar sinceramente quando as coisas derem errado ou não acontecer da maneira que você esperava… admitir um fracasso no meio de sucesso é a chave para uma boa liderança. Aprenda a ser aberto e honesto diante dos outros. Eles vão te amar por isso (ou pelo menos cair para trás por choque!)” [The Seven Laws of Christian Leadership– “As Sete Leis da Liderança Cristã”, p. 63].

Se o líder sempre quiser dar a melhor impressão, os outros membros do grupo farão a mesma coisa. Alguns líderes imaginam que estão promovendo transparência, mas seus depoimentos não repercutem nos membros. “Orem por mim, estou lutando muito. Normalmente, passo 4 horas em oração diária e leitura da Bíblia, mas recentemente passei apenas 1 hora”. Como as pessoas reagirão? – “Sim, certo, ela realmente precisa de nossas orações”.  Muito provavelmente, a maioria do grupo luta para conseguir passar 15 minutos em devocionais diárias.

Não espere até que você tenha um grande problema para compartilhar. E quanto às pequenas dificuldades diárias que todos enfrentamos? O colapso do seu computador, a longa espera na fila ou o cronograma exigente no trabalho.

Quando meu computador quebrou, por exemplo, compartilhei minha frustração com o grupo. “Esta tem sido uma semana miserável. Eu não alcancei um único objetivo. Eu fiquei escravo de tentar fazer meu computador funcionar novamente”. As pessoas podiam se relacionar e me ver como uma pessoa real – ao contrário de PastorComiskey! Ralph Neighbor diz:

Descobrimos na vida em pequenos grupos que os membros do grupo serão tipicamente tão transparentes e abertos quanto o líder está disposto a ser. Em outras palavras, os membros do grupo raramente “arriscam” a transparência e a abertura até terem visto alguém assumir o mesmo risco… A questão é se Deus gostaria que todos nós fossemos abertos e vulneráveis. Viver em comunidade significa viver em relacionamento e viver em relacionamento significa vulnerabilidade e transparência [revista Cell Church].

“Eu não sei como ser um modelo de transparência”, você diz. “Por onde eu começo?”. Por que você não pede aos membros que orem por uma área de fraqueza ou dificuldades em sua vida? Ao fazer uma pergunta que exija vulnerabilidade, compartilhe primeiro, definindo o modelo para os outros seguirem.

Shirley Peddy diz: “Conte sua história primeiro. Muitas vezes cometemos o erro de fazer uma pergunta à outra pessoa, encurralando-a. Ao revelar algo pessoal sobre você mesmo, você dá o passo inicial para criar confiança” [The Art of Mentoring: Lead, Follow, and Get Out of the Way – “A Arte da Mentoria: Liderar, Seguir e Sair do Caminho”, p.  46].

Você nem sempre precisa compartilhar problemas, medos ou fraquezas. E quanto aos seus desejos e planos? Transparência significa falar sobre você de maneira honesta, permitindo que os outros saibam suas aspirações, sonhos e esperanças.

Spanish blog:

Liderando el camino

Por Joel Comiskey

La transparencia en la célula nunca sucederá a menos que el líder comparta algunas de sus luchas profundas. David Hocking dice: “Aprende a admitir tus errores en presencia del grupo y a disculparte sinceramente cuando las cosas vayan mal o no salgan como esperabas … admitir el fracaso en medio del éxito es una clave para un buen liderazgo. Aprende a ser abierto y honesto ante los demás. Te amarán por eso (¡o al menos caerán de espaldas por la sorpresa!) “[Las siete leyes del liderazgo cristiano, pág. 63]

Si el líder siempre quiere dar la mejor impresión, los otros miembros de la célula harán lo mismo. Algunos líderes creen que están promoviendo la transparencia, pero sus testimonios no resuenan con los miembros. “Oren por mí, estoy realmente luchando. Normalmente, paso 4 horas en la oración diaria y en la lectura de la Biblia, pero recientemente solo he pasado 1 hora. . . “¿Cómo reaccionará la gente? “Sí, claro, como si realmente necesita nuestras oraciones. . “Lo más probable es que la mayoría en el grupo tenga dificultades para tener 15 minutos en devociones diarias.

No espere hasta que tenga un problema importante para compartir. ¿Qué pasa con las pequeñas dificultades diarias que todos enfrentamos? El desglose de su computadora, la larga espera en la fila o el horario exigente en el trabajo.

Cuando mi computadora se descompuso, por ejemplo, compartí mi frustración con el célula. “Esta ha sido una semana miserable. No alcancé un solo objetivo. Era un esclavo al tratar de hacer que mi computadora volviera a funcionar ”. La gente podía relacionarse, y me vieron como una persona real, ¡a diferencia del Pastor Comiskey! Ralph Neighbor dice:

Hemos encontrado en la vida celular que los miembros del grupo normalmente serán tan transparentes y abiertos como el líder esté dispuesto a ser. En otras palabras, los miembros de la célula rara vez “arriesgarán” la transparencia y la apertura hasta que hayan visto a alguien más correr el mismo riesgo. . . . La pregunta es si Dios quiere que todos seamos abiertos y vulnerables. Vivir en comunidad significa vivir en una relación, y vivir en una relación significa vulnerabilidad y transparencia [revista Cell Church]

“No sé cómo modelar la transparencia”, dices. “¿Cómo empiezo?” ¿Por qué no les pide a los miembros que oren por un área de debilidad o lucha en su propia vida? Cuando hagas una pregunta que requiera vulnerabilidad, comparte primero, establece el modelo para que otros lo sigan.

Shirley Peddy dice: “Cuéntale tu historia primero. Muy a menudo cometemos el error de hacerle una pregunta a la otra persona y ponerlo en el silla del acusado. Al revelar algo personal sobre ti, da el paso inicial hacia la creación de confianza “[El arte de la tutoría: liderar, seguir y salir del camino, pág. 46]

No siempre es necesario compartir problemas, temores o debilidades. ¿Qué hay de tus deseos y planes? La transparencia significa hablar sobre ti de una manera honesta, permitiendo que otros conozcan tus aspiraciones, sueños y esperanzas.

Transparency

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

Many believe that 18th Century Methodism saved England from moral collapse. Participation in a class meeting (identical to modern day cell groups) among those early Methodists was so essential that a person needed a “ticket” verifying he or she was regularly attending a class meeting to even enter the larger society gatherings.

By the beginning of the twentieth century, however, as Methodism spread around the globe, the class meeting was almost extinct, only occasionally referred to by historians.

So what happened? Why did the Methodist small groups practically disappear?

Kevin Watson wrote an excellent 2013 book called The Class Meeting: Reclaiming a Forgotten (and Essential) Small Group Experience. He explains that Wesley’s classes or cell groups focused on transparent sharing and growth in holiness. They emphasized each person’s current relationship with God and how they were living it out.

But according to Watson, one key reason for their decline was the gradual shift to curriculum based Bible studies, rather than life-changing small groups. Methodists began to talk to each other about abstract ideas, rather than applying God’s Word to their lives.

When a person is uncomfortable in talking about his or her relationship with God, a curriculum driven study can be less intimidating. A person can talk about content instead of really talking about a relationship with his or her Creator. In many Methodist churches, the Methodist “classes” literally became Sunday school “classes.”

Transparency is central to life-giving small groups. Open sharing that leads to biblical transformation is the goal, rather than talking about abstract concepts. So what does transparency look like and how do we practice it in the cell church?

For the month of May, we’ll write twenty blogs about the theme of transparency. If you’d like to receive these blogs daily in your email inbox, click here. We’ll cover:

  • Week 1 (May 05-11). Biblical view of transparency. John says, “if we walk in the light as he is in the light, we have fellowship with one another. . .” (1 John 1:7). We’ll talk about what God’s Word says about transparency.
  • Week 2 (May 12-18). Transparency in the cell. One key difference between a Bible study and a cell group is open sharing that leads to transformation. Starting with the leader, each member needs to honesty and transparency.
  • Week 3 (May 19-25). The cell group lesson. It’s easy for the small group lesson to be more intellectually oriented and curriculum based. More and more I’m recommending three questions: 1. What does this passage say (context). 2. How is God speaking to you right now from this passage? 3. How can you apply/ obey this passage during the week.
  • Week 4 (may 26- June 01). Leadership transparency in general. Pastors must not hide behind super-spirituality. They must be willing to share what’s happening to spouses, leadership team, and even in a cell group. In other words, leaders at all levels need to model transparency.

Feel free to share your experiences here. 

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Transparência
 
Por Joel Comiskey

Muitos acreditam que o Metodismo do século dezoito salvou a Inglaterra do colapso moral. A participação em uma reunião de classe (idêntica aos grupos de células modernos) entre os primeiros Metodistas era tão essencial que uma pessoa precisava de um “bilhete”, verificando se estava regularmente participando de uma reunião de classe para poder entrar em reuniões maiores da sociedade.

No início do século XX, no entanto, à medida que o Metodismo se espalhava pelo mundo, a reunião de classe foi quase extinta, apenas ocasionalmente referida pelos historiadores.

Então o que aconteceu? Por que os pequenos grupos metodistas praticamente desapareceram?

Kevin Watson escreveu um excelente livro em 2013 chamado “The Class Meeting: Reclaiming a Forgotten (and Essential) Small Group Experience” {A Reunião de Classe: Recuperando uma Experiência de Pequeno Grupo Esquecida (e Essencial), em tradução livre}. Ele explica que as classes ou grupos de células de Wesley se concentravam no compartilhamento transparente e no crescimento em santidade. Eles enfatizavam o atual relacionamento de cada pessoa com Deus e como elas estavam vivendo isso.
 
Mas de acordo com Watson, uma das principais razões para o seu declínio foi a mudança gradual para estudos bíblicos baseados em currículo, em vez de pequenos grupos transformadores de vida. Metodistas começaram a conversar uns com os outros sobre ideias abstratas, ao invés de aplicar a Palavra de Deus em suas vidas.

Quando uma pessoa se sente desconfortável ao falar sobre seu relacionamento com Deus, um estudo dirigido pelo currículo pode ser menos intimidante. Uma pessoa pode falar sobre o conteúdo em vez de realmente falar sobre um relacionamento com seu Criador. Em muitas igrejas metodistas, as “classes” literalmente se tornaram “aulas” da escola dominical.
 
A transparência é central para pequenos grupos transformadores de vida. O compartilhamento aberto que leva à transformação bíblica é o objetivo, em vez de falar sobre conceitos abstratos. Então, como é a transparência e como a praticamos na igreja em células?
 
 Para o mês de maio, vamos escrever vinte blogs sobre o tema da transparência. Se você desejar receber esses blogs diariamente na sua caixa de entrada, clique aqui. Nós vamos cobrir:

  • Semana 1 (5 a 11 de maio): A visão bíblica da transparência. João diz: “Se, porém, andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros…”. (1 João 1: 7). Vamos conversar sobre o que a Palavra de Deus diz sobre transparência.
  • Semana 2 (12 a 18 de maio): Transparência na célula. Uma diferença fundamental entre um estudo bíblico e um grupo de células é o compartilhamento aberto que leva à transformação. Começando pelo líder, cada membro precisa ser honesto e transparente.
  • Semana 3 (19 a 25 de maio): A palavra do grupo célula. É fácil com que a palavra nos pequenos grupos seja mais orientada intelectualmente e baseada no currículo. Mais e mais eu estou recomendando três perguntas: 1. O que esta passagem diz (contexto). 2. Como Deus está falando com você agora mesmo sobre esta passagem? 3. Como você pode aplicar/obedecer a esta passagem durante a semana?
  • Semana 4 (26 de maio a 1 de junho): Transparência da liderança em geral. Os pastores não devem se esconder atrás da superespiritualidade. Eles devem estar dispostos a compartilhar o que está acontecendo com os cônjuges, a equipe de liderança e até mesmo no grupo de célula. Em outras palavras, os líderes em todos os níveis precisam modelar a transparência.

Sinta-se à vontade para compartilhar suas experiências aqui.

Spanish blog:

Transparencia

Por Joel Comiskey

Muchos creen que el metodismo del siglo XVIII salvó a Inglaterra del colapso moral. La participación en una reunión de clase (idéntica a la de los grupos celulares de hoy en día) entre los primeros metodistas fue tan esencial que una persona necesitaba un “boleto” para verificar que asistía regularmente a una reunión de clase para incluso ingresar a las reuniones de la sociedad en general.

Sin embargo, a comienzos del siglo XX, a medida que el metodismo se extendía por todo el mundo, la reunión de clase estaba casi extinguida, solo a veces mencionada por los historiadores.

¿Entonces qué pasó? ¿Por qué los grupos pequeños metodistas prácticamente desaparecieron?

Kevin Watson escribió un excelente libro de 2013 llamado The Class Meeting: Reclaiming a Forgotten (and Essential), una experiencia en grupos pequeños. Explica que las clases o grupos celulares de Wesley se enfocaron en compartir de manera transparente y el crecimiento en la santidad. Enfatizaron la relación actual de cada persona con Dios y cómo la vivían.

Pero según Watson, una razón clave de su declive fue el cambio gradual a los estudios bíblicos basados ​​en el currículo, en lugar de los pequeños grupos que cambian la vida. Los metodistas empezaron a hablar entre sí sobre ideas abstractas, en lugar de aplicar la Palabra de Dios a sus vidas.

Cuando una persona se siente incómoda al hablar sobre su relación con Dios, un estudio basado en un plan de estudios puede ser menos intimidante. Una persona puede hablar sobre el contenido en lugar de hablar realmente sobre una relación con su Creador. En muchas iglesias metodistas, las “clases” se convirtieron literalmente en “clases” de la escuela dominical.

La transparencia es fundamental para los grupos celulares que dan vida. Compartir abiertamente conduce a la transformación bíblica y ese es el objetivo, en lugar de hablar de conceptos abstractos. Entonces, ¿cómo se ve la transparencia y cómo la practicamos en la iglesia celular?

Para el mes de mayo, escribiremos veinte blogs sobre el tema de la transparencia. Si deseas recibir estos blogs diariamente en tu correo electrónico, haz clic aquí. Cubriremos:

  • Semana 1 (mayo 05-11). Visión bíblica de la transparencia. Juan dice: “si caminamos en la luz como él está en la luz, tenemos comunión unos con otros …” (1 Juan 1: 7). Hablaremos sobre lo que dice la Palabra de Dios sobre la transparencia.
  • Semana 2 (12-18 de mayo). Transparencia en la célula. Una diferencia clave entre un estudio bíblico y un grupo celular es el intercambio abierto que lleva a la transformación. Comenzando con el líder, cada miembro necesita honestidad y transparencia.
  • Semana 3 (mayo 19-25). La lección del grupo celular. Es fácil que la lección para grupos pequeños tenga una orientación más intelectual y esté basada en el currículo. Cada vez más, recomiendo tres preguntas: 1. ¿Qué dice este pasaje (contexto)? 2. ¿Cómo te está hablando Dios ahora mismo desde este pasaje? 3. ¿Cómo puedes aplicar / obedecer este pasaje durante la semana?
  • Semana 4 (mayo 26- junio 01). Liderazgo en la transparencia en general. Los pastores no deben esconderse detrás de la super-espiritualidad. Deben estar dispuestos a compartir lo que está sucediendo con los cónyuges, el equipo de liderazgo e incluso en un grupo celular. En otras palabras, los líderes en todos los niveles necesitan modelar la transparencia.

Siéntete libre de compartir tus experiencias aquí.

How to Get People to Submit

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

I’ve spent many hours trying to discover the principles behind effective leadership. I’ve searched for secret formulas and hidden mysteries. When I finally found what I consider the key, I was embarrassed by its simplicity.

I felt like the famous German theologian who boiled down all his years of research into one phrase: Jesus loves me this I know for the Bible tells me so.

People willingly submit when they know they’re loved and when a relationship exists. Relational authority is a type of authority that a coach can continually improve because it’s based on his or her relationships. It’s an authority based on a relationship with a person rather than the person’s position of authority. It’s the most important type of authority.

Jesus demonstrated this type of authority in Mark 3:13ff.  The Bible says, “Jesus went up on a mountainside and called to him those he wanted, and they came to him. He appointed twelve—designating them apostles—that they might be with him.  Jesus asked these people to spend time with Him and share His life.  Relationships! Leadership authority is all about loving and serving the leaders. It’s all about doing what it takes to fine-tune their lives.

It finally began to dawn on me that people really don’t care how much you know until they know how much you care. People submit to love and friendship. Listen to Christ’s own words to his disciples, “I no longer call you servants, because a servant does not know his master’s business. Instead, I have called you friends, for everything that I learned from my Father I have made known to you” (John 15:15).

How can you increase your relational authority?

  • Take time with people
  • Find common areas of passion and interest (including non-ministry areas)
  • Look to their interests more than your own
  • Seek to meet their needs and agendas before your own

Knowledge, skill training, problem solving, group dynamics, and other techniques can play an important role in a leader’s success. But, what a small group member or leader really needs is someone to bear the burden, to share the journey, to serve as a sounding board. To be a friend. People will submit to you when they know how much you care for them.

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Portuguese blog:

Como Fazer as Pessoas se Submeterem

Por Joel comiskey

Passei muitas horas tentando descobrir os princípios por trás de uma liderança eficaz.  Eu procurei por fórmulas secretas e mistérios ocultos.  Quando finalmente encontrei o que considero a chave, fiquei envergonhado por sua simplicidade.

Eu me senti como o famoso teólogo alemão que resumiu todos os seus anos de pesquisa em uma frase: Jesus me ama, e eu sei porque é o que a Bíblia me diz.

As pessoas se submetem voluntariamente quando sabem que são amadas e quando existe um relacionamento.  A autoridade relacional é um tipo de autoridade que um treinador pode melhorar continuamente porque é baseada em seus relacionamentos.  É uma autoridade baseada em um relacionamento com uma pessoa e não na posição de autoridade da pessoa.  É o tipo mais importante de autoridade.

Jesus demonstrou esse tipo de autoridade em Marcos 3:13. A Bíblia diz: “Jesus subiu a um monte e chamou a si aqueles que ele quis, os quais vieram para junto dele. Escolheu doze, designando-os apóstolos, para que estivessem com ele”. Jesus pediu a essas pessoas que passassem tempo com Ele e compartilhassem Sua vida.  Relacionamentos!  Autoridade de liderança trata-se de amar e servir os líderes.  É tudo sobre fazer o que é preciso para ajustar suas vidas.

Finalmente comecei a perceber que as pessoas realmente não se importam com o quanto você sabe até saberem o quanto você se importa.  As pessoas se submetem ao amor e à amizade.  Ouça as próprias palavras de Cristo aos seus discípulos: “Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu tornei conhecido a vocês” João 15:15 NVI.

Como você pode aumentar sua autoridade relacional?

  • Tire um tempo com as pessoas;
  • Encontre áreas comuns de paixão e interesse (incluindo áreas não-ministeriais);
  • Olhe para os interesses delas mais do que para os seus próprios;
  • Procure satisfazer as necessidades e agendas delas antes das suas próprias.

Conhecimento, treinamento de habilidades, resolução de problemas, dinâmica de grupo e outras técnicas podem desempenhar um papel importante no sucesso de um líder.  Mas, o que um membro ou líder de um pequeno grupo realmente precisa é alguém para carregar o fardo, compartilhar a jornada, servir como um parceiro.  Para ser um amigo.  As pessoas vão se submeter a você quando souberem o quanto você se importa com elas.

Spanish blog:

Cómo hacer que la gente se sujete

Por Joel comiskey

Como investigador, he pasado muchas horas tratando de descubrir los principios detrás del liderazgo efectivo. He buscado fórmulas secretas y misterios ocultos. Cuando finalmente encontré lo que considero la clave, me sentí avergonzado por su simplicidad.

Me sentí como el famoso teólogo alemán que resumió todos sus años de investigación en una frase: Jesús me ama, lo que sé, porque la Biblia me lo dice.

Las personas se someten voluntariamente cuando saben que son amados y cuando existe una relación. La autoridad relacional es un tipo de autoridad que un entrenador puede mejorar continuamente porque se basa en sus relaciones. Es una autoridad basada en una relación con una persona en lugar de la posición de autoridad de la persona. Es el tipo de autoridad más importante.

Jesús demostró este tipo de autoridad en Marcos 3: 13. La Biblia dice: “Después subió al monte, y llamó a sí a los que él quiso; y vinieron a él.” Él nombró a doce, designándolos apóstoles, para que pudieran estar con él. Jesús les pidió a estas personas que pasaran tiempo con Él y compartieran Su vida. Relaciones! La autoridad de liderazgo tiene que ver con amar y servir a los líderes. Se trata de hacer lo que sea necesario para afinar sus vidas.

Finalmente, me di cuenta de que a la gente realmente no le importa cuánto sabes hasta que se dan cuenta cuánto les interesas. La gente se somete al amor y la amistad. Escuche las propias palabras de Cristo a sus discípulos: “Ya no os llamaré siervos, porque el siervo no sabe lo que hace su señor; pero os he llamado amigos, porque todas las cosas que oí de mi Padre, os las he dado a conocer.”(Juan 15:15).

¿Cómo puedes aumentar tu autoridad relacional?

  • Toma tiempo con la gente
  • Encuentra áreas comunes de pasión e interés (incluidas las áreas que no pertenecen al ministerio)
  • Mira sus intereses más que los tuyos.
  • Busca satisfacer sus necesidades y agendas antes que las tuyas.

El conocimiento, el entrenamiento de habilidades, la resolución de problemas, la dinámica de grupo y otras técnicas pueden jugar un papel importante en el éxito de un líder. Pero, lo que realmente necesita un miembro de una célula o un líder es que alguien lleve la carga, que comparta el viaje, que sirva como caja de resonancia. Ser un amigo; las personas se someterán a ti cuando sepan cuánto les importas.

Submission

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

“You must submit to me,” said the pastor. “Why?” said the leader. “Because I’m over you and you are under me.” Or worse yet, “You need to submit to me because you’re my disciple.” Sad. 

The U.S. “shepherding movement” in the 1970s practiced forced “discipleship” submission and hurt a lot of people in the process. Leaders of this movement eventually repented of their errors and the movement dissolved. The cell church witnessed a resurgence of this erring submission mentality in the 1990s through the  G12 model

We are not called to make our own disciples, only disciples of Christ. Jesus never asked us to get people to obey us in the discipleship process. Rather, we’re called to make obedient followers of Jesus. 

Jesus spoke against forced submission when he said, “You know that the rulers of the Gentiles lord it over them, and their high officials exercise authority over them. Not so with you. Instead, whoever wants to become great among you must be your servant” (Mathew 20:25). And if words were not enough, Jesus “. . . got up from the meal, took off his outer clothing, and wrapped a towel around his waist. After that, he poured water into a basin and began to wash his disciples’ feet, drying them with the towel that was wrapped around him” (John 13:4). 

If you have to tell someone to submit, you’re probably not worthy of submission. Or if you have to print name cards telling people you’re an apostle, most likely you’re not. In other words, submission is a response to a reality that is unspoken. That’s why after telling wives to submit to their husbands, Paul told husbands to love their wives as Christ loved the church (Ephesians 5:25).  And Paul begins the narrative by telling both husbands and wives to submit to one another (Ephesians 5:21).  

I do believe in submission! It’s biblical and mutual. Lately, I’ve had the privilege of ministering in two exemplary apostolic cell church networks where I’ve seen loving apostles in action. Dozens and dozens of excited, eager pastors willingly submitting to these apostles. I noticed a mutual submission and loving atmosphere. 

Submission is biblical and should be practiced in a loving way. The writer of Hebrew says, “Have confidence in your leaders and submit to their authority, because they keep watch over you as those who must give an account. Do this so that their work will be a joy, not a burden, for that would be of no benefit to you” (Hebrews 13:17). Every believer needs to part of a local church and submissive to leadership. Cell leaders must be accountable to coaches and coaches to those above them. 

Submission in the cell church is especially important since pastoral care is delegated. A pastor needs to have confidence in those who are helping in the shepherding process. 

So what does submission look like and how do churches instill a spirit of submission in coaches and leaders. For the month of April, we’ll examine the theme of submission. If you’d like to receive these blogs daily in your email inbox, click here. We’ll cover: 

  • April 07-13:  The biblical base for submission.
  • April 14-20:  Building submission into the cell church culture (e.g., equipping track, coaching, and general requirements)
  • April 21-27: How a coach helps a leader to submit. Servanthood is key. Friendship with a purpose guides coaching and mutual submission. Clear guidelines are essential. 
  • April 28-May 04: The responsibility of the leader and member to submit. I’m referring here to submission as a discipline and part of the Christian walk.

Feel free to share your experiences here. 

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Submissão

Por Joel Comiskey

“Você deve se submeter a mim”, disse o pastor. “Por quê?” disse o líder. “Porque eu estou acima de você e você está abaixo de mim.” Ou pior ainda: “Você precisa se submeter a mim porque é meu discípulo”. Triste.

O “movimento de pastoreio” dos EUA na década de 1970 praticou a submissão forçada do “discipulado” e feriu muitas pessoas no processo. Líderes desse movimento acabaram se arrependendo de seus erros e o movimento se dissolveu. A igreja em células testemunhou um ressurgimento desta mentalidade de submissão errônea nos anos 90 através do modelo G12.

Nós não somos chamados a fazer nossos próprios discípulos, apenas discípulos de Cristo. Jesus nunca nos pediu para fazer com que as pessoas nos obedecessem no processo de discipulado. Pelo contrário, somos chamados a fazer seguidores obedientes de Jesus.

Jesus falou contra a submissão forçada quando disse “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo” (Mateus 20:25-26). E se as palavras não bastassem, Jesus “… levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura (João 13:4-5).

Se você tem que dizer a alguém para se submeter, provavelmente você não é digno de submissão. Ou, se você tiver que imprimir cartões de visita dizendo às pessoas que você é um apóstolo, muito provavelmente você não é um. Em outras palavras, a submissão é uma resposta a uma realidade que não é falada. É por isso que, depois de dizer às esposas que se submetessem aos seus maridos, Paulo disse aos maridos que amassem suas esposas como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25). E Paulo começa a narrativa dizendo a ambos os maridos e esposas para se submeterem uns aos outros (Efésios 5:21).

Eu acredito sim em submissão! É bíblico e mútuo. Ultimamente, tive o privilégio de ministrar em duas redes exemplares de igrejas celulares apostólicas onde vi apóstolos amorosos em ação. Dezenas e dezenas de pastores entusiasmados e ávidos se submetem voluntariamente a esses apóstolos. Eu notei uma submissão mútua e uma atmosfera amorosa.

A submissão é bíblica e deve ser praticada de maneira amorosa. O escritor de Hebreus diz: ” Obedeçam aos seus líderes e submetam-se à autoridade deles. Eles cuidam de vocês como quem deve prestar contas. Obedeçam-lhes, para que o trabalho deles seja uma alegria e não um peso, pois isso não seria proveitoso para vocês”(Hebreus 13:17). Todo crente precisa fazer parte de uma igreja local e ser submisso à liderança. Os líderes de célula devem prestar contas aos treinadores e treinadores aos que estão acima deles.

A submissão na igreja em células é especialmente importante, uma vez que o cuidado pastoral é delegado. Um pastor precisa ter confiança naqueles que estão ajudando no processo de pastoreio.

Então, como é a submissão e como as igrejas instilam um espírito de submissão em treinadores e líderes? Para o mês de abril, vamos examinar o tema da submissão. Se você desejar receber esses blogs diariamente na sua caixa de entrada, clique aqui. Nós vamos cobrir: 

  • 07 a 13 de abril: A base bíblica para submissão.
  • 14 a 20 de abril: Construindo a submissão na cultura da igreja em células (por exemplo, trilho de liderança, treinamento e requisitos gerais)
  • 21 a 27 de abril: Como um treinador ajuda um líder a se submeter. A servidão é a chave. A amizade com um propósito orienta o treinamento e a submissão mútua. Diretrizes claras são essenciais.
  • 28 de abril a 04 de maio: A responsabilidade do líder e membro de se submeter. Estou me referindo aqui à submissão como disciplina e parte da caminhada cristã. 

Spanish blog:

Sumisión

Por Joel Comiskey

“Usted debe someterse a mí”, dijo el pastor. “¿Por qué?” dijo el líder. “Porque estoy sobre ti y tú estás debajo de mí”. O peor aún, “Debes someterte porque eres mi discípulo”. Triste.

El “movimiento de pastoreo” de los Estados Unidos en la década de 1970 practicó la sumisión forzada del “discipulado” y lastimó a muchas personas en el proceso. Los líderes de este movimiento finalmente se arrepintieron de sus errores y el movimiento se disolvió. La iglesia celular fue testigo de un resurgimiento de esta mentalidad errónea de sumisión en la década de 1990 a través del modelo G12.

No somos llamados a hacer nuestros propios discípulos, solo discípulos de Cristo. Jesús nunca nos pidió que hiciéramos que las personas nos obedecieran en el proceso de discipulado. Más bien, estamos llamados a hacer seguidores obedientes de Jesús.

 

Jesús habló contra la sumisión forzada cuando dijo: “Entonces Jesús, llamándolos, dijo: Sabéis que los gobernantes de las naciones se enseñorean de ellas, y los que son grandes ejercen sobre ellas potestad. “(Mateo 20:25). Y si las palabras no fueran suficientes, Jesús “. Se levantó de la comida, se quitó su ropa exterior y se envolvió con una toalla en la cintura. Después de eso, echó agua en un recipiente y comenzó a lavar los pies de sus discípulos. secándolos con la toalla que estaba envuelta alrededor de él “(Juan 13: 4).

 

Si tienes que decirle a alguien que envíe, probablemente no sea digno de ser enviado. O si tienes que imprimir tarjetas de nombres que le dicen a las personas que eres es un apóstol, lo más probable es que no lo sea. En otras palabras, la sumisión es una respuesta a una realidad que no se habla. Por eso, después de decirles a las esposas que se sometieran a sus esposos, Pablo les dijo a los esposos que amaran a sus esposas como Cristo amó a la iglesia (Efesios 5:25). Y Pablo comienza la narrativa diciéndoles a los esposos y esposas que se sometan el uno al otro (Efesios 5:21).

 

Yo sí creo en la sumisión! Es bíblico y mutuo. Últimamente, he tenido el privilegio de ministrar en dos redes de iglesias celulares apostólicas muy ejemplares donde he visto a apóstoles cariñosos en acción. Docenas y docenas de pastores entusiasmados y ansiosos se someten voluntariamente a estos apóstoles. Noté una sumisión mutua y un ambiente amoroso.

 

La sumisión es bíblica y debe ser practicada de una manera amorosa. El escritor de hebreo dice: “Obedeced a vuestros pastores, y sujetaos a ellos; porque ellos velan por vuestras almas, como quienes han de dar cuenta; para que lo hagan con alegría, y no quejándose, porque esto no os es provechoso.”(Hebreos 13:17). Cada creyente necesita formar parte de una iglesia local y someterse al liderazgo. Los líderes celulares deben ser responsables ante los entrenadores y los entrenadores ante quienes están por encima de ellos.

 

La sumisión a la iglesia celular es especialmente importante ya que se delega el cuidado pastoral. Un pastor necesita tener confianza en aquellos que están ayudando en el proceso de pastoreo.

Entonces, ¿cómo se ve la sumisión y cómo las iglesias inculcan un espíritu de sumisión en los entrenadores y líderes? Para el mes de abril, examinaremos el tema de la sumisión. Si deseas recibir estos blogs diariamente en tu bandeja de entrada de correo electrónico, haz clic aquí Cubriremos:

  • Abril 07-13: La base bíblica para la sumisión.
  • 14 al 20 de abril: fomento de la sumisión en la cultura de la iglesia celular (por ejemplo, equipamiento, entrenamiento y requisitos generales)
  • 21-27 de abril: Cómo un entrenador ayuda a un líder a someterse. La servidumbre es clave. La amistad con un propósito guía el entretenimiento y la sumisión mutua. Las pautas claras son esenciales.
  • Del 28 de abril al 4 de mayo: la responsabilidad que el líder y el miembro deben presentar. Me refiero aquí a la sumisión como una disciplina y parte del caminar cristiano.