Hospitality in House to House Ministry

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

We’ve lived in Moreno Valley long enough to see myriads of houses constructed. As I’ve passed by the new tracks of homes, I’ve often dreamed of the day when those homes are used for a dual purpose: for normal living and to reach a lost world for Jesus Christ. Traditionally, people leave their home to go to church and then go back to their homes to live. I long for the day when the church is in the home, and the planting of new churches primarily involves the use of existing homes. The early church movement flowed along those lines.

The gospel initially spread through believers who traveled widely and depended on the hospitality of others. The travel of church members and their ministry involvement would not have been possible without the assistance from believers. Paul asked Philemon to prepare quarters for him in his own house because he, like other traveling missionaries, depended on the homes of the early Christian believers (Philemon 22).

Such hospitality was not only practical, but was seen as actually participating in the gospel ministry. John the apostle says, “You are faithful in what you are doing for the brothers, even though they are strangers to you. . . . It was for the sake of the Name that they went out, receiving no help from the pagans. We ought therefore to show hospitality to such men so that we may work together for the truth” (3 John 1:5-8).

Today we have private homes with security fences to keep people out. We often have small group meetings and no one knows about it except for other small group members. So how can we bridge the gap between the house church meetings in the first century and meeting in homes today?

One of the principal ways to imitate the early church success is found in the practice of hospitality. Cell ministry often fails to expand because of the lack of hospitality among church members. Instead of seeing their homes as God’s possessions, people view them as their own castles.

Hospitality begins with leadership. If those with key leadership positions do not open their homes, most likely others will not either. Sharing meals with other leaders, with other group members, and with neighbors will elevate the experience of community throughout the church. It will also redeem the home and provide practical ways of making it a center for ministry.

I just returned from ministry in Salta, Argentina. I ate lunch at the home of Daniel and Anika, the lead pastors, along with Felipe and Ester, the associate pastors.  I felt the power of Christian hospitality during the meal and then discovered that both couples open their own homes to a cell group each week. They are exemplifying the hospitality that they want the other members and leaders to follow.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Hospitalidade no Ministério de Casa em Casa

De Joel Comiskey

Nós vivemos no Vale Moreno por tempo suficiente para ver milhares de casas construídas. À medida que eu passava pelas novas trilhas das casas, muitas vezes sonhei com o dia em que essas casas seriam usadas para um propósito duplo: para a vida normal e para alcançar um mundo perdido para Jesus Cristo. Tradicionalmente, as pessoas saem de casa para ir à igreja e depois voltam para suas casas para morar. Eu anseio pelo dia em que a igreja estará em casa, e o plantio de novas igrejas envolverá principalmente o uso de casas existentes.  O movimento da Igreja Primitiva fluiu ao longo dessas linhas.

O Evangelho inicialmente se espalhou através de crentes que viajavam muito e dependiam da hospitalidade dos outros. A viagem dos membros da igreja e seu envolvimento no ministério não teria sido possível sem a assistência dos crentes. Paulo pediu a Filemon que preparasse aposentos para ele em sua própria casa, porque ele, como outros missionários viajantes, dependia das casas dos primeiros cristãos convertidos (Filemom 22).

Essa hospitalidade não era apenas prática, mas era vista como uma participação efetiva no ministério do evangelho. João, o apóstolo, diz: “Amado, você é fiel no que está fazendo pelos irmãos, apesar de não os conhecer… Pois foi por causa do Nome que eles saíram, sem receber ajuda alguma dos gentios. É, pois, nosso dever receber com hospitalidade irmãos como esses, para que nos tornemos cooperadores em favor da verdade” (3 João 1:5-8).

Hoje temos casas particulares com cercas de segurança para manter as pessoas fora. Frequentemente temos reuniões em pequenos grupos e ninguém sabe disso, exceto outros membros de pequenos grupos. Então, como podemos preencher a lacuna entre as reuniões da igreja doméstica no primeiro século e a reunião nas casas hoje?

Uma das principais maneiras de imitar o sucesso da Igreja Primitiva é encontrada na prática da hospitalidade. O ministério em células muitas vezes não se expande devido à falta de hospitalidade entre os membros da igreja. Em vez de ver suas casas como bens de Deus, as pessoas as vêem como seus próprios castelos.

A hospitalidade começa com a liderança. Se as pessoas com cargos importantes de liderança não abrem suas casas, o mais provável é que outras pessoas também não abram. Compartilhar refeições com outros líderes, com outros membros do grupo e com os vizinhos elevará a experiência da comunidade em toda a igreja. Também irá resgatar a casa e fornecer maneiras práticas de torná-la um centro para o ministério.

Acabei de voltar do ministério em Salta, na Argentina. Eu almocei na casa de Daniel e Anika, os pastores principais, junto com Felipe e Ester, os pastores associados. Senti o poder da hospitalidade cristã durante a refeição e depois descobri que ambos os casais abrem suas próprias casas para uma célula a cada semana. Eles estão exemplificando a hospitalidade que eles querem que os outros membros e líderes sigam.

Spanish blog:

La Hospitalidad en el Ministerio Casa a Casa

Por Joel Comiskey

Hemos vivido en el valle de Moreno el tiempo suficiente para ver miles de casas construidas. A medida que pasé por las nuevas pistas de las casas, a menudo soñaba con el día en que esas casas se usarán con un doble propósito: para la vida normal y para alcanzar un mundo perdido para Jesucristo. Tradicionalmente, las personas dejan su hogar para ir a la iglesia y luego regresar a sus hogares para vivir. Anhelo el día en que la iglesia esté en el hogar, y la plantación de nuevas iglesias implica principalmente el uso de hogares existentes. El movimiento de la iglesia primitiva fluyó a lo largo de esas líneas.

El evangelio se difundió inicialmente a través de creyentes que viajaban mucho y dependían de la hospitalidad de los demás. El viaje de los miembros de la iglesia y su participación en el ministerio no hubiera sido posible sin la ayuda de los creyentes. Pablo le pidió a Filemón que le preparara alojamiento en su propia casa porque él, como otros misioneros que viajaban, dependía de las casas de los primeros creyentes cristianos (Filemón 22).

Dicha hospitalidad no solo era práctica, sino que se consideraba como una participación real en el ministerio del evangelio. Juan el apóstol dice: “Amado, fielmente te conduces cuando prestas algún servicio a los hermanos, especialmente a los desconocidos…  Porque ellos salieron por amor del nombre de El, sin aceptar nada de los gentiles. Nosotros, pues, debemos acoger a tales personas, para que cooperemos con la verdad ”(3 Juan 1: 5-8).

Hoy tenemos casas privadas con cercas de seguridad para mantener a la gente fuera. A menudo tenemos reuniones de grupos celulares y nadie lo sabe, excepto por otros miembros de la célula. Entonces, ¿cómo podemos cerrar la brecha entre las reuniones de la iglesia en casa en el primer siglo y las reuniones en hogares hoy?

Una de las principales formas de imitar el éxito de la iglesia primitiva se encuentra en la práctica de la hospitalidad. El ministerio celular a menudo falla en expandirse debido a la falta de hospitalidad entre los miembros de la iglesia. En lugar de ver sus hogares como posesiones de Dios, las personas los ven como sus propios castillos.

La hospitalidad comienza con el liderazgo. Si aquellos con posiciones de liderazgo clave no abren sus hogares, lo más probable es que otros tampoco lo hagan. Compartir las comidas con otros líderes, con otros miembros del grupo y con vecinos elevará la experiencia de la comunidad en toda la iglesia. También redimirá el hogar y proporcionará formas prácticas de convertirlo en un centro para el ministerio.

Acabo de regresar de ministrar en Salta, Argentina. Almorcé en la casa de Daniel y Anika, los pastores principales, junto con Felipe y Ester, los pastores asociados. Sentí el poder de la hospitalidad cristiana durante la comida y luego descubrí que ambas parejas abren sus propios hogares a un grupo celular cada semana. Están ejemplificando la hospitalidad que desean que los demás miembros y líderes sigan.

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