Are You a Good or Great Leader?

By Joel Comiskey, check out  coaching 

One book that has greatly impacted my life is Jim Collin’s From Good to Great. Collins compared great companies that experienced record sales for long periods of time with “comparison” or “mediocre” companies that existed at the same time period. The “comparison” companies either stagnated or only experienced modest growth, while the great companies continued to break records over long periods of time. Collins and his research team asked the question “why”?  What were the factors behind the success of the record-breaking companies? Why did the  “mediocre” companies fail to keep up?

One of the key reasons was focus. Collins likens great companies to the hedgehog, a spiny porcupine looking animal, that does one thing well: defend itself. The mediocre, comparison companies were like foxes that pursue many goals and interests at the same time. Hedgehogs are slow, steady, and unassuming. But, unlike the fox, they are able to simplify the world and focus on one overarching vision.

Writing about the leaders of the great companies, Collins says, “The good-to-great leaders were able to strip away so much noise and clutter and just focus on the few things that would have the greatest impact” (p. 87). They didn’t listen to the clamor of the crowds but focused their companies on a simple vision. On the other hand, Collins writes, “The comparison companies launched lots of new programs, often with great fanfare and hoopla aimed at motivating the troops” (p. 178). They wanted external, outward events to motivate the troops. The great leaders, on the other hand,  didn’t need the hoopla because they were tightly focused on their vision.

Collins writes about the clarity and simplicity in the great leaders, “They have a piercing insight that allows them to see through complexity and discern underlying patterns. Hedgehogs see what is essential, and ignore the rest” (91). On the other hand, Collins writes, “Comparison companies were scattered, diffused, and inconsistent ”(92).

The cell church is very simple: make disciples. The danger is to complicate this simplicity and to add clutter and hoopla. It might seem right to engage the people with never-ending events and activity, but people’s attention become scattered and discipleship suffers.

Writing about the comparison companies, Collins writes, “They are scattered or diffused moving on many levels, never integrating their thinking into one overall concept or unifying vision.” But then he says, “Hedgehogs  simplify a complex world into a single organizing idea, a basic principle or concept that unifies and guides everything. It doesn’t matter how complex the world, a hedgehog reduces all challenges and dilemmas to simple—indeed almost simplistic—hedgehog ideas” (91).

So what about you? Are you a hedgehog or a fox? Are you clearly focused on making disciples through cell ministry? Or are always looking for new ways to keep people occupied and entertained? Saying no to those things that cause you to stray from the vision is a good thing.  You’ll also need to say yes to all those things that help you make disciples who make disciples. Cell church is very simple. Don’t over-complicate it.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Você é um Bom ou Ótimo Líder?

Por Joel Comiskey

Um livro que impactou a minha vida grandemente é o From Good to Great (Do Bom ao Ótimo, em tradução livre), de Jim Collins. Collins comparou grandes empresas que registraram vendas recordes por longos períodos de tempo com empresas de “comparação” ou “medíocres”, que existiam no mesmo período de tempo. As empresas de “comparação” ou estagnaram ou apenas experimentaram um crescimento modesto, enquanto as grandes empresas continuaram a bater recordes por longos períodos de tempo. Collins e sua equipe de pesquisa fizeram a pergunta “por quê”? Quais foram os fatores por trás do sucesso das empresas recordistas? Por que as empresas “medíocres” não conseguiram acompanhar?

Uma das principais razões foi o foco. Collins compara grandes empresas ao ouriço, um animal com a aparência de um porco espinho, que faz uma coisa bem: defender-se. As empresas medíocres, de comparação, eram como raposas que perseguem muitos objetivos e interesses ao mesmo tempo. Ouriços são lentos, firmes e despretensiosos. Mas, ao contrário da raposa, eles são capazes de simplificar o mundo e se concentrar em uma visão abrangente.

Escrevendo sobre os líderes das grandes empresas, Collins diz: “Os líderes do bom ao ótimo foram capazes de eliminar muito barulho e bagunça e focar apenas nas poucas coisas que teriam o maior impacto” (p. 87). Eles não ouviram o clamor das multidões, mas focaram suas empresas em uma visão simples. Por outro lado, Collins escreve: “As empresas de comparação lançaram muitos novos programas, frequentemente com grande fanfarra e alvoroço para motivar as tropas” (p. 178). Elas queriam eventos externos para motivar as tropas. Os ótimos líderes, por outro lado, não precisavam do alvoroço porque estavam firmemente focados em sua visão.

Collins escreve sobre a clareza e simplicidade nos ótimos líderes: “Eles têm uma percepção penetrante que lhes permite ver através da complexidade e discernir os padrões subjacentes. Ouriços veem o que é essencial e ignoram o resto ”(91). Por outro lado, Collins escreve: “As empresas de comparação eram dispersas, difusas e inconsistentes” (92).

A igreja em células é muito simples: faça discípulos. O perigo é complicar essa simplicidade e adicionar bagunça e alvoroço. Pode parecer certo envolver as pessoas com eventos e atividades sem fim, mas a atenção delas se dispersa e o discipulado sofre.

Ao escrever sobre as empresas de comparação, Collins diz: “Elas são dispersas ou difusas, movendo-se em muitos níveis, nunca integrando seu pensamento em um conceito geral ou visão unificadora.” Mas então ele diz: “Ouriços simplificam um mundo complexo em uma única ideia organizadora, um princípio básico ou conceito que unifica e guia tudo. Não importa o quão complexo seja o mundo, um ouriço reduz todos os desafios e dilemas a simples – de fato, quase simplistas- ideias de ouriço ”(91).

E você? Você é um ouriço ou uma raposa? Você está claramente focado em fazer discípulos através do ministério celular? Ou está sempre procurando novas maneiras de manter as pessoas ocupadas e entretidas? Dizer não àquelas coisas que fazem com que você se desvie da visão é uma coisa boa. Você também precisará dizer sim a todas aquelas coisas que ajudam você a fazer discípulos que fazem discípulos. A igreja em células é muito simples. Não complique demais.

Spanish blog:

¿Eres un buen líder o un gran líder?

Por Joel Comiskey

Un libro que ha tenido un gran impacto en mi vida es “From Good to Great” de Jim Collin. Collins comparó las grandes empresas que experimentaron ventas récord durante largos períodos de tiempo con compañías “menores” o “mediocres” que existían en el mismo período de tiempo. Las compañías de “menores” se estancaron o solo experimentaron un crecimiento modesto, mientras que las grandes compañías continuaron rompiendo récords durante largos períodos de tiempo. Collins y su equipo de investigación se preguntaron “¿por qué? ¿Cuáles fueron los factores detrás del éxito de las compañías récord? ¿Por qué las empresas “mediocres” no pudieron mantener el ritmo?

Una de las razones clave fue el enfoque. Collins compara a las grandes compañías con el erizo, un animal espinoso, un puercoespín, que hace una cosa muy bien: defenderse. Las compañías mediocres eran como zorros que persiguen muchos objetivos e intereses al mismo tiempo. Los erizos son lentos, constantes y sin pretensiones. Pero, a diferencia del zorro, son capaces de simplificar el mundo y enfocarse en una visión global.

Al escribir sobre los líderes de las grandes compañías, Collins dice: “Los líderes que van de buenos a grandes, fueron capaces de eliminar el ruido y desorden y solo enfocarse en las pocas cosas que tendrían el mayor impacto” (p.87). No escucharon el clamor de las multitudes, sino que enfocaron a sus compañías en una visión simple. Por otro lado, Collins escribe: “Las compañías de mediocres lanzaron muchos programas nuevos, a menudo con gran fanfarria y con el objetivo de motivar a las tropas” (p 178). Querían eventos externos para motivar a las tropas. Los grandes líderes, por otro lado, no necesitaban el alboroto, ya que estaban muy concentrados en su visión.

Collins escribe sobre la claridad y simplicidad en los grandes líderes: “Tienen una visión penetrante que les permite ver a través de la complejidad y discernir patrones subyacentes. Los erizos ven lo esencial e ignoran el resto “(91). Por otro lado, Collins escribe: “Las compañías de mediocres estaban dispersas, difusas e inconsistentes” (92).

La iglesia celular es muy simple: hace discípulos. El peligro es complicar esta simplicidad y agregar desorden y ruido. Puede parecer correcto involucrar a las personas con eventos y actividades interminables, pero la atención de las personas se dispersa y el discipulado sufre.

Al escribir sobre las compañías mediocres, Collins escribe: “Están dispersos o difundidos moviéndose en muchos niveles, nunca integrando su pensamiento en un concepto general o una visión unificadora”. Pero luego dice: “Los erizos simplifican un mundo complejo en una sola idea de organización, un principio o concepto básico que unifica y guía todo. No importa cuán complejo sea el mundo, un erizo reduce todos los desafíos y dilemas a ideas simples, de hecho casi simplistas- ideas de erizo “(91).

¿Y qué me dices de ti? ¿Eres un erizo o un zorro? ¿Estás claramente enfocado en hacer discípulos a través del ministerio celular? ¿O siempre estás buscando nuevas formas de mantener a las personas ocupadas y entretenidas? Decir no a esas cosas que hacen que te desvíes de la visión es algo bueno. También necesitarás decir que sí a todas esas cosas que te ayudan a hacer discípulos que hagan discípulos. La iglesia celular es muy simple, no te la compliques demasiado.

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