Jesus’s Team Pattern of Leadership

By Scott Boren, The Center for Community and Mission  (www.scottboren.blogspot.com) , Twitter@mscottboren

Over the years, I’ve seen lots of group leaders driven by an individualistic imagination. Actually, in most cases, most leaders tend to operate this way. Within this mindset, the success (or failure) of the group falls squarely on the shoulders of the leader. And on some levels it’s effective; sometimes it’s just easier to do it “myself.” We honor individual leaders who have started the most groups or

who have led the longest. We give them prizes, parade them on stage, and praise their efforts.

I’m not denigrating these ways of honoring leaders. However, I do want to challenge the notion of the super-hero leader. If we consider the triune nature of God, we will soon find that many of our common leadership practices don’t measure up even if they do produce results. Here’s a basic logic for what I’m talking about:

  1. We are called to imitate God (Ephesians 5:1).
  1. God is triune—Father, Son and Holy Spirit—and lives in eternal unity as three persons in one being. God is a social unity, a community of love, while at the same time each person of the Trinity is unique.
  1. God leads out of this character of love. He does not coerce or force anyone for the sake of results. The life of Jesus illustrates this. Jesus led relationally, out of the communion he shared with the Father by the Spirit. And he led by sharing life with the disciples rather than exerting power to produce results.
  1. Since we are called to imitate God’s way of leading, then collaborative leadership is God’s way of leading.

The triune way of leading modeled by Jesus does not always produce the outcomes that we anticipate. This actually bothered the disciples significantly. If they were following the Messiah, then he was supposed to produce the results they expected of a Jewish Messiah. He was supposed to set up God’s kingdom by driving out the Romans (as modeled by their great leader David) and restore the temple and God’s presence (as modeled by their prototypical leader Moses). But Jesus did not get these things done as any Jewish person in the first century would have expected.

Leading in a way that reflects the triunity of God is not about producing numbers, although numbers may result. It is about subverting the principalities and the powers of the air—the powers, rulers and authorities that control the normal ways of life in our world. The common ways of the world operate according to control, force, and manipulation. These patterns can produce results because people are compelled to line up. This is what some call a “power-over” mentality. It’s the way to make things happen, and many Christian leaders have gotten a lot of good things done this way. Individualistic leaders set up rules and assert their powers to accomplish their goals. And when we import this into the church, we allow worldly powers to creep into our life together, with results that can actually look on the surface deceptively—and dangerously—godly.

God has not called small group leaders to produce results as individuals. God has called his leaders to lead according to the pattern revealed by Christ. We are to walk with people, in humility, washing feet in order to train up a team who also washes feet to wash feet. Leaders who wash feet are inviting others into leadership so that they can work together to lead the group according to the leading of the Spirit.

—Adapted from Leading Small Groups in the Way of Jesus. Please link to:

Please link to https://www.amazon.com/Leading-Small-Groups-Way-Jesus/dp/0830836810/ 

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Portuguese blog:

O Padrão de Liderança em Equipe de Jesus

Por Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

Ao longo dos anos, vi muitos líderes de célula impulsionados por uma imaginação individualista. Na verdade, a maioria dos líderes tende a operar dessa maneira. Dentro dessa mentalidade, o sucesso (ou fracasso) do grupo cai diretamente sobre os ombros do líder. E em alguns níveis isso é eficaz; às vezes é mais fácil fazer isso “eu mesmo”. Honramos líderes individuais que iniciaram a maioria dos grupos ou que lideraram por mais tempo. Lhes damos prêmios, os elogiamos no púlpito e louvamos seus esforços.

Eu não estou denegrindo essas maneiras de honrar os líderes. No entanto, quero desafiar a noção do líder super-herói. Se considerarmos a natureza trina de Deus, logo descobriremos que muitas de nossas práticas comuns de liderança não correspondem, mesmo que produzam resultados. Aqui está uma lógica básica para o que estou falando:

  1. Nós somos chamados para imitar a Deus (Efésios 5:1).
  1. Deus é trino – Pai, Filho e Espírito Santo – e vive em eterna unidade como três pessoas em um ser. Deus é uma unidade social, uma comunidade de amor, enquanto ao mesmo tempo cada pessoa da Trindade é única.
  1. Deus vive e manifesta esse caráter de amor. Ele não coage ou força alguém por causa dos resultados. A vida de Jesus ilustra isso. Jesus conduziu relacionalmente através da comunhão que ele compartilhava com o Pai pelo Espírito. E ele liderou compartilhando a vida com os discípulos em vez de exercer poder para produzir resultados.
  1. Uma vez que somos chamados a imitar a maneira de liderar de Deus, então a liderança colaborativa é o caminho.

A forma trina de liderança modelada por Jesus nem sempre produz os resultados que antecipamos. Isso realmente incomodou os discípulos significativamente. Se eles estavam seguindo o Messias, então ele deveria produzir os resultados esperados de um Messias judeu. Ele deveria estabelecer o reino de Deus expulsando os romanos (conforme o modelo de seu grande líder Davi) e restaurar o templo e a presença de Deus (conforme o modelo de seu líder protótipo Moisés). Mas Jesus não fez essas coisas como qualquer judeu do primeiro século teria esperado.

Liderar de uma maneira que reflita a trindade de Deus não é produzir números, embora isso possa resultar em números. Trata-se de subverter os principados e as potestades do ar – os poderes, governantes e autoridades que controlam os modos normais de vida em nosso mundo. Os caminhos comuns do mundo operam de acordo com o controle, a força e a manipulação. Esses padrões podem produzir resultados porque as pessoas são compelidas a se alinhar. Isso é o que alguns chamam de mentalidade de “poder sobre”. É a maneira de fazer as coisas acontecerem, e muitos líderes cristãos fizeram muitas coisas boas assim. Os líderes individualistas estabelecem regras e afirmam seus poderes para alcançar seus objetivos. E quando importamos isso para a igreja, permitimos que os poderes mundanos se infiltrem em nossa vida juntos, com resultados que podem realmente parecer piedosos enganosamente (e perigosamente) na superfície.

Deus não chamou líderes de pequenos grupos para produzirem resultados como indivíduos. Deus chamou seus líderes para liderarem de acordo com o padrão revelado por Cristo. Devemos caminhar com pessoas, em humildade, lavando os pés a fim de treinar uma equipe que também lava pés. Líderes que lavam os pés estão convidando os outros para a liderança, para que possam trabalhar juntos para liderar o grupo de acordo com a liderança do Espírito.

—Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus (“Liderando Pequenos Grupos na Maneira de Jesus”, em tradução livre)https://www.amazon.com/Leading-Small-Groups-Way-Jesus/dp/0830836810/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=

Spanish blog:

El patrón de liderazgo de equipo de Jesús

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

A lo largo de los años, he visto a muchos líderes celulares impulsados ​​por una imaginación individualista. De hecho, en la mayoría de los casos, la mayoría de los líderes tienden a operar de esta manera; dentro de esta mentalidad, el éxito (o fracaso) del grupo recae directamente sobre los hombros del líder. Y en algunos niveles es efectivo; a veces es simplemente más fácil hacerlo “yo mismo”. Honramos a los líderes individuales que han multiplicado la mayoría de los células o a los que llevan más tiempo le damos premios, los paseamos por el escenario y alabamos sus esfuerzos.

No estoy denigrando estas formas de honrar a los líderes. Sin embargo, quiero desafiar la noción del líder superhéroe. Si consideramos la naturaleza triple de Dios, pronto descubriremos que muchas de nuestras prácticas de liderazgo comunes no están a la altura, incluso si producen resultados. Aquí hay una lógica básica para lo que estoy hablando:

  1. Estamos llamados a imitar a Dios (Efesios 5: 1).
  2. Dios es una Trinidad -Padre, Hijo y Espíritu Santo-y vive en unidad eterna como tres personas en un solo ser. Dios es una unidad social, una comunidad de amor, mientras que al mismo tiempo cada persona de la Trinidad es única.
  3. Dios guía desde un carácter de amor. Él no coacciona ni fuerza a nadie por el bien de los resultados. La vida de Jesús ilustra esto, Jesús dirigió relacionalmente, fuera de la comunión que compartía con el Padre por el Espíritu. Y lideró al compartir la vida con los discípulos en lugar de ejercer el poder para producir resultados.
  4. Ya que estamos llamados a imitar la manera de guiar de Dios, entonces el liderazgo colaborativo es la manera de guiar de Dios.

La manera de liderar modelada por Jesús no siempre produce los resultados que anticipamos. Esto en realidad molestó a los discípulos de manera significativa. Si estaban siguiendo al Mesías, se suponía que debía producir los resultados que esperaban de un Mesías judío. Se suponía que debía establecer el reino de Dios echando a los romanos (como lo modeló su gran líder David) y restaurar el templo y la presencia de Dios (como lo modeló su líder prototípico Moisés). Pero Jesús no hizo estas cosas como lo hubiera esperado cualquier persona judía en el primer siglo.

Dirigir de una manera que refleje la trinidad de Dios no se trata de producir números, aunque pueden resultar en números. Se trata de subvertir los principados y los poderes del aire: los poderes, gobernantes y autoridades que controlan las formas normales de vida en nuestro mundo. Las formas comunes del mundo operan de acuerdo con el control, la fuerza y ​​la manipulación. Estos patrones pueden producir resultados porque las personas se ven obligadas a alinearse. Esto es lo que algunos llaman una mentalidad de “influencia”. Es la manera de hacer que las cosas sucedan, y muchos líderes cristianos han hecho muchas cosas buenas de esta manera. Los líderes individualistas establecen reglas y afirman sus poderes para lograr sus objetivos. Y cuando traemos esto a la iglesia, permitimos que los poderes mundanos entren a nuestra vida en comunidad, con resultados que en realidad pueden parecer engañosa-y peligrosamente-piadosos.

Dios no ha llamado a los líderes de células para producir resultados como individuos. Dios ha llamado a sus líderes a dirigir de acuerdo con el patrón revelado por Cristo. Debemos caminar con la gente, con humildad, lavando los pies para entrenar a un equipo que también se lava los pies para lavar los pies a los demás. Los líderes que lavan los pies invitan a otros a ser líderes para que puedan trabajar juntos y liderar a la célula acuerdo con la dirección del Espíritu.

-Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus. (Liderando células en la manera de Jesús)

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