Finding the Messiah

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org     

Amy and Ben were raised as Orthodox Jews in Pittsburgh. They grew up and went to the same school together. Afterwards, they went their separate ways. After they reconnected and began dating, Amy revealed that she was exploring the Christian faith. After they married Amy chose to follow Christ. For twenty years Amy tried to influence Ben toward Jesus, but no church program they attended could convince him.

Eventually, they started attending a Crossroads Church cell group and started to learn about the basics of the Christian faith. Ben shared his reservations but kept an open mind. He began building relationships with other group members and getting involved in the life of the church. Eventually, Ben had a powerful experience with Jesus Encounter retreat and came back to share with his group that he decided to become a follower of Jesus.

The next week, he was baptized in the worship service and shared with the whole church about his decision. Amy is now being trained as a group leader. Both of them have learned in their group to live on mission. This is inspiring them to make the most of their retirement years, serving both children and the elderly in the community. It is not uncommon for them to share with their small group a story of how they prayed for a cashier or shared the love of Jesus with a friend at the senior community center. Once averse to reading scripture, Ben is now hearing God through the Bible. Their cell group relationships have helped them grow to the point that they are helping others grow in their obedience to God.  

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Portuguese blog:

Encontrando o Messias

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Amy e Ben foram criados como judeus ortodoxos em Pittsburgh. Eles cresceram e foram para a mesma escola juntos. Depois, seguiram caminhos separados. Depois que eles se reconectaram e começaram a namorar, Amy revelou que estava explorando a fé cristã. Depois que se casaram, Amy escolheu seguir a Cristo. Por vinte anos, Amy tentou influenciar Ben em relação a Jesus, mas nenhum programa da igreja que eles frequentaram conseguiu convencê-lo.

Eventualmente, eles começaram a frequentar uma célula da Crossroads Church e começaram a aprender sobre o básico da fé cristã. Ben compartilhou estar apreensivo, mas manteve a mente aberta. Ele começou a construir relacionamentos com outros membros do grupo e a se envolver na vida da igreja. Eventualmente, Ben teve uma experiência poderosa com o retiro do Jesus Encounter (“Encontro com Jesus”, em tradução livre) e voltou para compartilhar com seu grupo que ele decidiu se tornar um seguidor de Jesus.

Na semana seguinte, ele foi batizado no culto e compartilhou sua decisão com toda a igreja. Amy agora está sendo treinada como líder de grupo. Ambos aprenderam em seu grupo a viver em missões. Isso os inspira a aproveitar ao máximo seus anos de aposentadoria, atendendo crianças e idosos da comunidade. Não é incomum que eles compartilhem com seu pequeno grupo uma história de como oraram por um atendente de caixa ou compartilharam o amor de Jesus com um amigo no centro comunitário sênior. Antes avesso a ler as escrituras, Ben agora está ouvindo Deus através da Bíblia. Os relacionamentos de sua célula os ajudaram a crescer a tal ponto que agora estão ajudando outras pessoas a crescerem em sua obediência a Deus.

Spanish blog:

Encontrando al Mesías

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Amy y Ben fueron criados como judíos ortodoxos en Pittsburgh. Crecieron y fueron juntos a la misma escuela. Luego, tomaron caminos separados. Después de que se volvieron a conectar y comenzaron a salir, Amy reveló que estaba explorando la fe cristiana. Después de casarse, Amy decidió seguir a Cristo y durante veinte años, Amy intentó influir en Ben hacia Jesús, pero ningún programa de la iglesia al que asistieron pudo convencerlo.

Eventualmente, comenzaron a asistir a un grupo celular de la iglesia Crossroads y comenzaron a aprender sobre los conceptos básicos de la fe cristiana. Ben compartió sus reservas pero mantuvo una mente abierta. Comenzó a construir relaciones con otros miembros del grupo y a involucrarse en la vida de la iglesia. Finalmente, Ben tuvo una experiencia poderosa con el retiro, Encuentro con Jesús y regresó para compartir con su grupo que decidió convertirse en seguidor de Jesús.

La semana siguiente, fue bautizado en el servicio de adoración y compartió con toda la iglesia sobre su decisión. Amy ahora está siendo entrenada como líder celular. Ambos han aprendido en su grupo celular a vivir en misión. Esto los inspira a aprovechar al máximo sus años de jubilación, sirviendo tanto a niños como a ancianos en la comunidad. No es raro que compartan con su pequeño grupo una historia de cómo oraron por un cajero o compartieron el amor de Jesús con un amigo en el centro comunitario para personas mayores. Una vez contrario a la lectura de las Escrituras, Ben ahora está escuchando a Dios a través de la Biblia. Sus relaciones con el grupo celular los han ayudado a crecer hasta el punto de que están ayudando a otros a crecer en su obediencia a Dios.

Careful Hand offs

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org     

When our church transitioned to a cell-based ministry, I understood that, as senior pastor, I needed to be the primary champion of the cell strategy.

So, for our first ten years as a cell church, I personally led the cell ministry. I wrote the weekly group agenda, designed the Equipping Track, developed the reporting format, set up the coaching structure, and led monthly leaders’ gatherings. All this while I was preaching weekly and filling all the other roles of a senior pastor. As our church grew, started new campuses, and the number of cells multiplied, I needed to hand off some of the responsibility for running the group ministry.

When we hired our first groups director (from within our church) I was confident that she had our ministry DNA. When she moved away, we hired another person. I didn’t want to be a “micro-manager.” I wanted to make sure each leader had the freedom to go about the ministry in the way they felt best. The problem was that with each successive hire, the in-coming staffer had less of a grip on the values and details that make up the culture of our group ministry. Eventually, I had to step back in with more direction.

If I had to do it over again, I would stay in closer touch with how the cells were being led. I would take more time to make sure the staff person was thoroughly immersed in the principles, values and procedures of the ministry. When they made changes or dropped a ministry piece, I would make sure that the piece’s function was being carried out effectively in the new format.

For example, if they were going to drop the monthly leader gatherings, I would ask how the leaders were going to get regular infusions of vision, celebrate victories, get equipped and hear about the church’s emerging priorities. The staff person wouldn’t need to use the same form I did, but the function still needs to occur. 

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Delegação Cuidadosa

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Quando nossa igreja fez a transição para o ministério baseado em células, eu entendi que, como pastor sênior, eu precisava ser o principal defensor da estratégia celular.

Assim, nos primeiros dez anos como igreja celular, eu liderei pessoalmente o ministério celular. Eu escrevi a agenda semanal do grupo, projetei o Trilho de Treinamento, desenvolvi o formato dos relatórios, estabeleci a estrutura de treinamento e conduzi reuniões mensais de líderes. Tudo isso enquanto eu pregava semanalmente e preenchia todos os outros papéis de pastor sênior. À medida que nossa igreja crescia, iniciava novos campus e o número de células se multiplicava, eu precisava entregar parte da responsabilidade de administrar o ministério de grupos.

Quando contratamos nosso primeiro diretor de grupos (de dentro de nossa igreja), eu estava confiante de que ela tinha o DNA do nosso ministério. Quando ela se afastou, contratamos outra pessoa. Eu não queria ser um “microgerenciador”. Queria garantir que cada líder tivesse a liberdade de realizar o ministério da maneira que se sentisse melhor. O problema era que, a cada contratação sucessiva, o funcionário que chegava tinha menos controle sobre os valores e detalhes que compõem a cultura do ministério de nossos grupos. Eventualmente, eu tive que voltar e colocar as mãos na massa e trazer mais direção.

Se eu tivesse que fazer tudo de novo, ficaria mais próximo de como as células estavam sendo conduzidas. Eu levaria mais tempo para garantir que a pessoa da equipe estivesse completamente imersa nos princípios, valores e procedimentos do ministério. Quando eles fizessem alterações ou descartassem uma peça do ministério, eu me certificaria de que a função da peça estivesse sendo executada efetivamente no novo formato.

Por exemplo, se eles abandonassem as reuniões mensais de líderes, eu perguntaria como os líderes receberiam infusões regulares da visão, celebrariam vitórias, se equipariam e ouviriam sobre as prioridades emergentes da igreja. A pessoa da equipe não precisaria usar o mesmo formato que eu, mas a função ainda precisa ocorrer.

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Traslados cuidadosos

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Cuando nuestra iglesia hizo la transición a un ministerio basado en células, entendí que, como pastor principal, necesitaba ser el principal defensor de la estrategia celular.

Entonces, durante nuestros primeros diez años como iglesia celular, yo personalmente dirigí el ministerio celular. Escribí la agenda semanal del grupo, diseñé el Ruta de Equipamiento, desarrollé el formato de informes, establecí la estructura de entrenamiento y dirigí reuniones mensuales de líderes. Todo esto mientras predicaba semanalmente y desempeñaba todas las demás funciones de un pastor principal. A medida que nuestra iglesia creció, abrió nuevas filiales y se multiplicó la cantidad de células, necesitaba entregar parte de la responsabilidad de dirigir el ministerio celular.

Cuando contratamos a la directora de nuestro primer grupo (dentro de nuestra iglesia) estaba seguro de que ella tenía el ADN de nuestro ministerio. Cuando ella se mudó, contratamos a otra persona. No quería ser un “microgerente”. Quería asegurarme de que cada líder tuviera la libertad de dedicarse al ministerio de la manera que se sintiera mejor. El problema era que con cada contratación sucesiva, el personal entrante tenía menos control sobre los valores y detalles que conforman la cultura de nuestro ministerio grupal. Finalmente, tuve que retroceder con más dirección.

Si tuviera que hacerlo de nuevo, me mantendría en contacto más cercano con cómo se conducían las células. Me tomaría más tiempo asegurarme de que la persona del personal estén completamente inmersa en los principios, valores y procedimientos del ministerio. Cuando realizaban cambios o dejaban caer una pieza del ministerio, me aseguraba de que la función de la pieza se llevara a cabo de manera efectiva en el nuevo formato.

Por ejemplo, si iban a abandonar las reuniones mensuales de líderes, preguntaría cómo los líderes obtendrían infusiones de visión regulares, celebrarían victorias, se equiparían y escucharían sobre las prioridades emergentes de la iglesia. El miembro del personal no necesitaría usar el mismo formulario que yo, pero la función aún debe ocurrir.

On Second Thought…

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

When our church transitioned to a cell-based ministry 18 years ago, I was filled with passionate idealism. That passion helped us in some ways and hurt us in others.

For example, in my idealism, I told our people, “Eventually, everyone should become a group leader.”

Theoretically that could be true. Research that showed that cell leaders with all kinds of spiritual gifts multiplied groups; there is no specific gift mix that allows one to lead a thriving group. It is the leader’s love, prayer, and training that are most important, and anyone can have those if they are spiritually mature. So, I said that anyone could grow to the point that they could lead a group (and probably should.) However, not everyone received that exhortation with gladness. In fact, it made some angry. They felt that I was expecting something from them that they did not feel able or inclined to do.

Now, I still believe that more people can lead groups than think they can. However, experience has shown me that some believers are just not going to be suited to be effective solo leaders. Even as they grow spiritually, groups under their care will not thrive… UNLESS — they team with others. 

Today, I still start with the assumption that anyone in my group can grow to the point they can lead a group (until demonstrated otherwise.) However, I have changed my exhortation and now say that many people can lead a group individually, while some others will serve best as part of a leadership team. As they complement the abilities of others they will experience the joy of seeing the kingdom advance and know they have played a part. 

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Portuguese blog:

Esta é uma tradução do Google. Assim que a tradução normal for recebida, ela será publicada no site do JCG.

Pensando melhor…

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Quando nossa igreja fez a transição para um ministério baseado em células, há 18 anos, fiquei cheio de idealismo apaixonado. Essa paixão nos ajudou de algumas maneiras e nos machucou em outras.

Por exemplo, no meu idealismo, eu disse ao nosso pessoal: “Eventualmente, todos devem se tornar um líder de grupo”.

Teoricamente, isso poderia ser verdade. Pesquisa que mostrou que os líderes de células com todos os tipos de dons espirituais multiplicaram grupos; não há mix de presentes específico que permita liderar um grupo próspero. É o amor, a oração e o treinamento do líder que são os mais importantes, e qualquer um pode tê-los se estiver espiritualmente maduro. Então, eu disse que qualquer um poderia crescer a ponto de liderar um grupo (e provavelmente deveria). No entanto, nem todos receberam essa exortação com alegria. De fato, isso causou raiva. Eles achavam que eu esperava algo deles que eles não se sentiam capazes ou inclinados a fazer.
Agora, ainda acredito que mais pessoas podem liderar grupos do que pensam que podem. No entanto, a experiência me mostrou que alguns crentes simplesmente não serão adequados para serem líderes individuais eficazes. Mesmo que cresçam espiritualmente, os grupos sob seus cuidados não prosperarão … A MENOS – eles se unem a outros.

Hoje, ainda começo com a suposição de que qualquer pessoa do meu grupo pode crescer a ponto de liderar um grupo (até que seja demonstrado o contrário). No entanto, mudei minha exortação e agora digo que muitas pessoas podem liderar um grupo individualmente, enquanto algumas outros servirão melhor como parte de uma equipe de liderança. Ao complementarem as habilidades dos outros, eles experimentarão a alegria de ver o reino avançar e saberão que eles desempenharam um papel.

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Pensándolo bien…

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Cuando nuestra iglesia hizo la transición a un ministerio basado en células hace 18 años, estaba lleno de un idealismo apasionado. Esa pasión nos ayudó en algunos aspectos y nos hirió en otros.

Por ejemplo, en mi idealismo, le dije a nuestra gente: “Eventualmente, todos deberían convertirse en líderes de grupo”.

Teóricamente eso podría ser cierto. Investigaciones mostraron que los líderes celulares con todo tipo de dones espirituales multiplicaban los grupos; no existe una combinación de dones específica que le permita a uno liderar un grupo próspero. Lo más importante es el amor, la oración y el entrenamiento del líder, y cualquiera puede tenerlos si son maduros espiritualmente. Entonces, dije que cualquiera podría crecer hasta el punto de que podría liderar un grupo (y probablemente debería hacerlo). Sin embargo, no todos recibieron esa exhortación con alegría. De hecho, hizo enojar un poco. Sentían que esperaba algo de ellos que no se sentían capaces o dispuestos a hacer.

Ahora, sigo creyendo que más personas pueden liderar grupos de lo que piensan que pueden. Sin embargo, la experiencia me ha demostrado que algunos creyentes simplemente no serán adecuados para ser líderes solistas efectivos. Incluso a medida que crecen espiritualmente, los grupos bajo su cuidado no prosperarán … A MENOS QUE formen un equipo con otros.

Hoy, todavía comienzo con la suposición de que cualquier persona en mi grupo puede crecer hasta el punto de poder liderar un grupo (hasta que se demuestre lo contrario). Sin embargo, he cambiado mi exhortación y ahora digo que muchas personas pueden liderar un grupo individualmente, mientras que algunos otros servirán mejor como parte de un equipo de liderazgo. A medida que complementan las habilidades de los demás, experimentarán la alegría de ver avanzar el reino y sabrán que han tenido un papel.

Sumate a la Obra Misionera a Pueblos No Alcanzados

Cell-made missionaries

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

In Acts 1:6 the disciples ask the risen Jesus “Are you at this time going to restore the kingdom to Israel?” They wanted to know. Jesus redirected them toward the what they were to do. He said, “Don’t worry about that — instead, be my witnesses everywhere.” The disciples were focused on gaining knowledge, but Jesus refocused them on his mission instead.

A healthy cell group is focused on the mission of Jesus. They will be witnesses locally, regionally and even internationally.

Most mission agencies offer basic ways for believers to become involved in global missions:

* pray for a missionary

* support a missionary

* send a missionary

A cell group can do all three of those activities. They can pick a missionary (perhaps one that has a relationship with the church) and make it a point to pray each week for that missionary. The group could make a financial commitment to a missionary. And, perhaps someone in the group will go to the international mission field. It has been said that it is not a plane ride that makes a missionary, it is a missional mindset, habits, and gifting. Leading a cell is a great training ground for missions because a group leader will enable members to disciple one another and reach out to their communities. Group leaders also learn to develop another leader and to multiply another group. Do that in another country and you are called a missionary. 

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Missionários Gerados Pelas Células

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Em Atos 1:6, os discípulos perguntam a Jesus ressuscitado: “Senhor, é neste tempo que vais restaurar o reino a Israel?” Eles queriam saber. Jesus os redirecionou para o que eles deveriam fazer. Ele disse: “Não se preocupem com isso – em vez disso, sejam minhas testemunhas em todos os lugares”. Os discípulos estavam concentrados em adquirir conhecimento, mas Jesus os reorientou em sua missão.

Uma célula saudável está focada na missão de Jesus. Seus membros serão testemunhas locais, regionais e até internacionais.

A maioria das agências missionárias oferece maneiras básicas para os crentes se envolverem em missões globais:

  • Ore por um missionário
  • Apoie um missionário
  • Envie um missionário

Uma célula pode realizar todas as três atividades. Eles podem escolher um missionário (talvez alguém que tenha um relacionamento com a igreja) e fazer questão de orar a cada semana por esse missionário. O grupo pode assumir um compromisso financeiro com um missionário. E talvez alguém do grupo vá ao campo missionário internacional. Já foi dito que não é uma viagem de avião que faz um missionário, mas uma mentalidade, hábitos e talentos missionários. Liderar uma célula é um ótimo campo de treinamento para missões, porque um líder de grupo permitirá que os membros discipulem e alcancem suas comunidades. Os líderes de grupo também aprendem a desenvolver outro líder e a multiplicar outro grupo. Faça isso em outro país e você será chamado de missionário

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Misioneros hechos en las células

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

En Hechos 1: 6, los discípulos le preguntan al Jesús resucitado “¿Vas a restaurar el reino a Israel ahora?” ellos querían saber. Jesús los redirigió hacia lo que debían hacer. Él dijo: “No se preocupen por eso — en cambio, sean mis testigos en todas partes”. Los discípulos se enfocaron en obtener conocimiento, pero Jesús los reorientó en su misión.

Un grupo celular saludable se enfoca en la misión de Jesús. Serán testigos a nivel local, regional e incluso internacional.

La mayoría de las agencias misioneras ofrecen formas básicas para que los creyentes se involucren en misiones globales:

* orar por un misionero

* apoyar a un misionero

* enviar un misionero

Un grupo celular puede hacer las tres actividades. Pueden elegir un misionero (tal vez uno que tenga una relación con la iglesia) y hacer un punto para orar cada semana por ese misionero. El grupo podría hacer un compromiso financiero con un misionero. Y, tal vez alguien en el grupo irá al campo de la misión internacional. Se ha dicho que no es un viaje en avión lo que hace a un misionero, es una mentalidad misional, hábitos y dones. Liderar una célula es un excelente campo de entrenamiento para las misiones porque un líder de grupo permitirá a los miembros discipularse entre ellos y llegar a sus comunidades. Los líderes de grupo también aprenden a desarrollar otro líder y a multiplicar otro grupo. Haz eso en otro país y te llaman misionero.

Missionary cells

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

The risen Jesus’ Great Commission to his disciples was “Go and make disciples of all nations.” Those marching orders could not be more clear.

That is why the Lausanne Covenant says, “A church that is not a missionary church is contradicting itself and quenching the Spirit.”

Since the cell is the basic expression of the church, we can also say that a cell group that is not a missionary cell is contradicting itself and quenching the Spirit.

When is cell group is functioning with a missionary spirit, it will produce missionaries (whether they be local or international.) As I think about the missionaries and church planters sent out by our church, I realize that they have all been parts of cells, and most of them were group leaders. That was their first training ground. In a cell they join together with others to pray for the lost and to reach out to the unreached. They also become equipped to follow and serve Jesus, and to develop another leader. These are all the actions of a missionary.

Years ago a group leader approached me at a training event and said, “I just thought you’d like to know that our group just got back from a mission trip to Honduras. We helped with a construction project and ran a Vacation Bible School for children.” I was amazed. I had not challenged the groups to do an international missions trip.  Had not prayed for that. I like to think that the DNA of the cell made their trip an obvious choice. They were a missionary group.

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Células missionárias

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

A Grande Comissão de Jesus ressuscitado para seus discípulos foi “Vão e façam discípulos de todas as nações”. Essas ordens de marchar não podiam ser mais claras.

É por isso que o Pacto de Lausanne diz: “Uma igreja que não é uma igreja missionária está se contradizendo e extinguindo o Espírito”.

Como a célula é a expressão básica da igreja, também podemos dizer que uma célula que não é missionária está se contradizendo e extinguindo o Espírito.

Quando uma célula está funcionando com um espírito missionário, ela produz missionários (sejam eles locais ou internacionais). Ao pensar nos missionários e plantadores de igrejas enviados por nossa igreja, percebo que todos eles fizeram parte das células, e a maioria deles eram líderes de grupo. Esse foi o primeiro campo de treinamento deles. Em uma célula, eles se unem a outros para orar pelos perdidos e alcançar os não alcançados. Eles também se preparam para seguir e servir a Jesus e desenvolver outro líder. Essas são todas as ações de um missionário.

Anos atrás, um líder de grupo se aproximou de mim em um evento de treinamento e disse: “Eu pensei que você gostaria de saber que nosso grupo acabou de voltar de uma viagem missionária a Honduras. Ajudamos em um projeto de construção e administramos uma Escola Bíblica de Férias para crianças”. Eu fiquei espantado. Não desafiei os grupos a fazer uma viagem missionária internacional. Não tinha orado por isso. Gosto de pensar que o DNA da célula fez da viagem uma escolha óbvia. Eles eram um grupo missionário.

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Células misioneras

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

La Gran Comisión de Jesús resucitado a sus discípulos fue “Vayan y hagan discípulos a todas las naciones”. Esas órdenes de marcha no podrían ser más claras.

Es por eso que el Pacto de Lausana dice: “Una iglesia que no es una iglesia misionera se contradice y apaga el Espíritu”.

Dado que la célula es la expresión básica de la iglesia, también podemos decir que un grupo celular que no es una célula misionera se contradice y apaga el Espíritu.

Cuando este grupo celular funciona con un espíritu misionero, producirá misioneros (ya sean locales o internacionales). Al pensar en los misioneros y plantadores de iglesias enviados por nuestra iglesia, me doy cuenta de que todos ellos han sido parte de las células, y la mayoría de ellos eran líderes de grupo. Ese fue su primer campo de entrenamiento. En una célula se unen con otros para orar por los perdidos y alcanzar a los no alcanzados. También se equipan para seguir y servir a Jesús, y para desarrollar otro líder. Estas son todas las acciones de un misionero.

Hace años, un líder celular se me acercó en un evento de capacitación y me dijo: “Simplemente pensé que te gustaría saber que nuestro grupo acaba de regresar de un viaje misionero a Honduras. Ayudamos con un proyecto de construcción y dirigimos una escuela bíblica de vacaciones para niños ”. Me sorprendió. No había desafiado a los grupos a hacer un viaje misionero internacional; no había orado por eso. Me gusta pensar que el ADN de la célula hizo de su viaje una elección obvia. Eran un grupo misionero.