“Why Cells?” (Part Two)

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesus demonstrated to his disciples the power of partnership.  He dissolved personal agendas and prepared the disciples to act as a unit.  This is the essence of a cell: a group of people who have laid down their personal agendas to work together as a team.  One must ask: Can we pastor the church more effectively as disconnected individual units or as a ministry team?

Two decades ago, I listened to Pastor Larry Stockstill teach on the five principles of partnership through cells.  This week, I will highlight the first two.  Next week, look for the final three principles.

Last week, I listed the first two principles: service and encouragement.  Here are the final three.

FIVE PRINCIPLES OF PARTNERSHIP THROUGH CELLS

Based on John 13-17

  1. Productivity (John 15)

Partnerships do not add the work of one with the work of another.  Instead, the work increases at an exponential rate.  “You do not choose me, but I chose you and appointed you to go bear fruit– fruit that will last” (John 15:16).

The production of two people is not equal to their efforts together.  Instead, their efforts cause a multiplication.  This multiplication phenomenon is called synergy (the sum of the parts is greater than the whole).

  1. Protecting (John 16)

Spiritual partnerships afford protection.  “All this I have told you so that you will not go astray [or be `offended,’ scandalon– a trap stick] John 16:1.

Cell groups form a protective wall for all believers which is grounded in preventive maintenance, not damage control.

  1. Praying (John 17)

We cannot effectively pray for everyone in all the world.  We can, however, pray for a small band of people with whom we are vitally concerned.  “May they be brought to complete unity to let the world know that you sent me and have loved them even as you have loved me” (John 17:23)

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“Por que as células?” Parte Dois

 Por pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesus demonstrou aos seus discípulos o poder da parceria. Ele dissolveu agendas pessoais e preparou os discípulos para agirem como uma unidade. Essa é a essência de uma célula: um grupo de pessoas que abriram mão de suas agendas pessoais para trabalharem juntas como uma equipe. É preciso perguntar: podemos pastorear a igreja mais de forma mais efetiva como unidades individuais desconectadas ou como uma equipe ministerial?

Duas décadas atrás, eu escutei o Pastor Larry Stockstill ensinar sobre os cinco princípios da parceria através das células. Na semana passada, listei os dois primeiros princípios: serviço e encorajamento. Aqui estão os três finais.

 CINCO PRINCÍPIOS DE PARCERIA ATRAVÉS DAS CÉLULAS

Baseado em João 13-17

3- Produtividade (João 15)

Parcerias não acrescentam o trabalho de um ao trabalho do outro. Em vez disso, a obra aumenta a uma taxa exponencial. “Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai conceda a vocês o que pedirem em meu nome”

João 15:16 .

A produção de duas pessoas não é igual aos seus esforços juntos. Em vez disso, seus esforços causam uma multiplicação. Este fenômeno de multiplicação é chamado de sinergia (a soma das partes é maior que o todo).

  1. Proteção (João 16)

 Parcerias espirituais oferecem proteção. “Eu tenho dito tudo isso para que vocês não venham a tropeçar [ou sejam ofendidos,escândalo – uma armadilha]” João 16: 1.

As células formam uma parede protetora para todos os crentes, que é baseada na manutenção preventiva, não no controle de danos.

  1. Oração (João 17)

Nós não podemos orar efetivamente por todos em todo o mundo. Podemos, no entanto, orar por um pequeno grupo de pessoas com quem nos preocupamos imensamente. “Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste” João 17:23.

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“¿Por qué células?” (Segunda parte)

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesús demostró a sus discípulos el poder de la asociación. Disolvió las agendas personales y preparó a los discípulos para actuar como una unidad. Esta es la esencia de una célula: un grupo de personas que han establecido sus agendas personales para trabajar en equipo. Uno debe preguntar: ¿Podemos pastorear la iglesia más efectivamente como unidades individuales desconectadas o como un equipo ministerial?

Hace dos décadas, escuché al pastor Larry Stockstill enseñar sobre los cinco principios de la asociación a través de células. Esta semana, voy a destacar los dos primeros. La próxima semana, busque los tres principios finales.

La semana pasada, enumeré los dos primeros principios: servicio y ánimo. Aquí están los tres últimos.

CINCO PRINCIPIOS DE ASOCIACIÓN A TRAVÉS DE CÉLULAS

Basado en Juan 13-17

  1. Productividad (Juan 15)

Las asociaciones no agregan el trabajo de uno con el trabajo de otro. En cambio, el trabajo aumenta a un ritmo exponencial. “No me eliges a mí, pero te elegí y te designé para que fueras a dar fruto, un fruto que durará” (Juan 15:16).

La producción de dos personas no es igual a sus esfuerzos juntos. En cambio, sus esfuerzos causan una multiplicación. Este fenómeno de multiplicación se llama sinergia (la suma de las partes es mayor que la totalidad).

  1. Protección (Juan 16)

Las asociaciones espirituales brindan protección. “Todo esto te lo he dicho para que no te extravíes [o te sientas ofendido ‘, escandalizado, o en una trampa], Juan 16: 1.

Los grupos celulares forman una pared protectora para todos los creyentes que se basa en el mantenimiento preventivo, no en el control de daños.

  1. Oración (Juan 17)

No podemos orar efectivamente por todos en todo el mundo. Sin embargo, podemos orar por un pequeño grupo de personas con las que estamos sumamente interesados. “para que sean perfectos en unidad, para que el mundo conozca que tú me enviaste, y que los has amado a ellos como también a mí me has amado” (Juan 17:23)

Why Cells?  (Part one)

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesus demonstrated to his disciples the power of partnership.  He dissolved personal agendas and prepared the disciples to act as a unit.  This is the essence of a cell: a group of people who have laid down their personal agendas to work together as a team.  One must ask: Can we pastor the church more effectively as disconnected individual units or as a ministry team?

Two decades ago, I listened to Pastor Larry Stockstill teach on the five principles of partnership through cells.  This week, I will highlight the first two.

FIVE PRINCIPLES OF PARTNERSHIP THROUGH CELLS

                                                                         Based on John 13-17 

  1. Serving (John 13)

A willingness to surrender personal promotion and rights and to look seriously at the needs of others.  “Unless I wash you, you have no part [`meros’, a division or share] with me” (John 13:8).

The moment I serve you, our relationship moves to a different level: we are no longer just acquaintances, we are now partners.

  1. Encouragement (John 14)

How many Christians do you know with heart trouble?  “Do not let your hearts be troubled…” (John 14:1).

Christ shifts our focus toward “heaven” (v. 2), “answered prayer” (vv. 13-14), and the Holy Spirit’s heart (v. 26).

Next week, look for the final three principles.

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Portuguese blog:

Por que Células? (Parte um)

Por pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesus demonstrou aos seus discípulos o poder da parceria. Ele dissolveu agendas pessoais e preparou os discípulos para agirem como uma unidade. Essa é a essência de uma célula: um grupo de pessoas que abriram mão de suas agendas pessoais para trabalharem juntas como uma equipe. É preciso perguntar: podemos pastorear a igreja mais de forma mais efetiva como unidades individuais desconectadas ou como uma equipe ministerial?

Duas décadas atrás, eu escutei o Pastor Larry Stockstill ensinar sobre os cinco princípios da parceria através das células.  Nesta semana, vou destacar os dois primeiros.

CINCO PRINCÍPIOS DE PARCERIA ATRAVÉS DAS CÉLULAS

Baseado em João 13-17

  1. Servir (João 13)

O desejo de renunciar a promoção e direitos pessoais e olhar seriamente para as necessidades dos outros. “Se eu não os lavar, você não terá parte [“meros”, uma divisão ou compartilhamento] comigo” (João 13:8).

No momento em que lhe sirvo, nosso relacionamento se move para um nível diferente: não somos mais apenas conhecidos, somos agora parceiros.

  1. Encorajamento (João 14)

Quantos cristãos você conhece com problemas cardíacos? “Não se perturbe o coração de vocês…” (João 14:1).

Cristo muda nosso foco para o “céu” (v. 2), para a “oração respondida” (v. 13-14) e o coração do Espírito Santo (v. 26).

Na próxima semana, vou compartilhar os três princípios finais.

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¿Por qué las células? (Parte uno)

Por el pastor Rob Campbell www.cypresscreekchurch.com

Jesús demostró a sus discípulos el poder de la asociación. Disolvió las agendas personales y preparó a los discípulos para actuar como una unidad. Esta es la esencia de una célula: un grupo de personas que han establecido sus agendas personales para trabajar en equipo. Uno debe preguntar: ¿Podemos pastorear la iglesia en una manera más efectiva como unidades individuales desconectadas o como un equipo de ministerio?

Hace dos décadas, escuché al pastor Larry Stockstill enseñar sobre los cinco principios de la asociación a través de las células. Esta semana, voy a destacar los dos primeros.

CINCO PRINCIPIOS DE ASOCIACIÓN A TRAVÉS DE CÉLULAS

Basado en Juan 13-17

  1. Sirviendo (Juan 13)

La disposición a renunciar a la promoción y los derechos personales y a considerar seriamente las necesidades de los demás. “Si no te lavare, no tendrás parte [meros, una división o parte] conmigo “(Juan 13: 8).

En el momento en que te sirvo, nuestra relación se mueve a un nivel diferente: ya no somos solo conocidos, ahora somos socios.

  1. Aliento (Juan 14)

¿Cuántos cristianos conoces con problemas en sus corazón? “No se turben vuestros corazones …” (Juan 14: 1).

Cristo cambia nuestro enfoque hacia el “cielo” (v. 2), “oración contestada” (vv. 13-14), y el ser del Espíritu Santo (v. 26).

La próxima semana, busca los tres principios finales.

Bringing LIFE to Your Small Group

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

In his excellent work, The Silence of Adam, Larry Crabb reminds us that man, like God, was meant to speak forth stories to display the wonders of God.  Crabb writes, “Throughout Genesis and the Old Testament, man is the mediator.  He is the connection between the past and the future.  He remembers the stories of old, the stories of his fathers and grandfathers.  And he lives to transfer the story of God to the next generation, to his children and grandchildren.”  Genesis 1:27 explains that “God created man in his own image, in the image of God he created him; male [zakar] and female he created them.”  ‘Zakar’ means “the remembering one.”  Man is literally named by God to remember and to pass on to future generations his memories.  Elie Wiesel wrote, “God made man because he loves stories.”

The telling of one’s life story is a part of every new small group that I launch.  As the facilitator, I give fifteen minutes to an individual each gathering.  After this allotted time, the group members share reflections, express care and comfort, and ask questions.  This simple technique will grant new LIFE to your group.  By the way, no one is forced to participate in this exercise.

Many years ago, I asked Joe (not his real name) to share his life story.  For fifteen minutes, he read scriptures.  At the end of Joe’s time, the group members heard some neat scriptures, but they didn’t know Joe.  This is not transparency but hiding behind the Bible.

After you hear one’s life story in a small group setting, your judgment quotient is lowered.  You will experience an “A-ha” moment.  Empathy towards your group members will increase.  Love will invade.

As I stated last week, remember that transparency says, “here’s what is true about me.”  Vulnerability says, “here’s what is true about me AND will you come alongside me?”

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Levando VIDA ao seu pequeno grupo

Por Pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

 Em seu excelente trabalho The Silence of Adam(“O Silêncio de Adão”, em tradução livre), Larry Crabb nos lembra que o homem, como Deus, deveria contar histórias para mostrar as maravilhas de Deus. Crabb escreve: “Em todo o livro de Gênesis e no Antigo Testamento, o homem é o mediador. Ele é a conexão entre o passado e o futuro. Ele se lembra das histórias antigas, as histórias de seus pais e avós. E ele vive para transferir a história de Deus para a próxima geração, para seus filhos e netos. “Gênesis 1:27 explica que “Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou;  macho [zakar] e fêmea ele os criou”.  Zakar significa “o que se lembra”. O homem é literalmente chamado por Deus para lembrar e passar para as futuras gerações suas memórias. Elie Wiesel escreveu: “Deus fez o homem porque ama histórias”.

A narração da história de vida de uma pessoa faz parte de cada novo pequeno grupo que eu inicio. Como facilitador, dou quinze minutos a cada um dos participantes. Após este tempo previsto, os membros do grupo compartilham reflexões, expressam cuidado e conforto, e fazem perguntas. Essa técnica simples concederá nova VIDA ao seu grupo. A propósito, ninguém é forçado a participar neste exercício.

Muitos anos atrás, pedi a Joe (não é o nome verdadeiro) para compartilhar sua história de vida. Por quinze minutos, ele leu as Escrituras. No final do tempo de Joe, os membros do grupo ouviram algumas passagens claras da Palavra, mas não conheciam Joe. Isso não é transparência, e sim se esconder atrás da Bíblia.

Depois de ouvir a história de vida das pessoas de um grupo pequeno, seu quociente de julgamento é reduzido. Você experimentará um momento “Ahá!”.  A empatia para com os membros do seu grupo aumentará. O amor vai invadir.

Como declarei na semana passada, lembre-se de que a transparência diz: “aqui está o que é verdade sobre mim”. A vulnerabilidadediz: “aqui está o que é verdade sobre mim E você virá comigo mesmo assim?”

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Llevando vida a tu célula

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

En su excelente obra, El silencio de Adán, Larry Crabb nos recuerda que el hombre, como Dios, estaba destinado a contar historias para mostrar las maravillas de Dios. Crabb escribe: “A lo largo de Génesis y el Antiguo Testamento, el hombre es el mediador. Él es la conexión entre el pasado y el futuro. Recuerda las historias de antaño, las historias de sus padres y abuelos. Y vive para transferir la historia de Dios a la siguiente generación, a sus hijos y nietos ”. Génesis 1:27 explica que“ Dios creó al hombre a su imagen, a imagen de Dios lo creó; hombre [zakar] y mujer los creó ”.“ Zakar ”significa“ el que recuerda ”. El hombre es literalmente nombrado por Dios para recordar y transmitir a las generaciones futuras sus recuerdos. Elie Wiesel escribió: “Dios hizo al hombre porque ama las historias”.

La narración de la historia de vida de uno es parte de cada nueva célula que lanzo. Como facilitador, le doy quince minutos a un individuo en cada reunión. Después de este tiempo asignado, los miembros del grupo comparten reflexiones, expresan atención y consuelo, y hacen preguntas. Esta técnica simple otorgará nueva vida a tu célula. Por cierto, nadie está obligado a participar en este ejercicio.

Hace muchos años, le pedí a Joe (no es su nombre real) que compartiera la historia de su vida. Durante quince minutos, leyó las escrituras. Al final del momento de Joe, los miembros de la célula escucharon algunas escrituras ordenadas, pero no conocían a Joe. Esto no es transparencia sino que se esconde detrás de la Biblia.

Después de escuchar la historia de vida de uno en la célula, su coeficiente de juicio se reduce. Experimentarás un momento “d de hallazgo “. La empatía hacia los miembros de tu célula aumentará. El amor invadirá.

Como dije la semana pasada, recuerde que la transparencia dice: “esto es lo que es verdad acerca de mí”. La vulnerabilidad dice: “esto es lo que es verdad acerca de mí Y aún así, ¿vendrás conmigo?”

Biblical Traits of Transparency

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

In Paul’s second letter to the Corinthian church, he addressed the church’s displeasure.  They were not happy that Paul failed to visit them.  Eventually, we come to 2 Corinthians 1:12-14:

We can say with confidence and a clear conscience that we have lived with a God-given holiness and sincerity in all our dealings. We have depended on God’s grace, not on our own human wisdom. That is how we have conducted ourselves before the world, and especially toward you. 13 Our letters have been straightforward, and there is nothing written between the lines and nothing you can’t understand. I hope someday you will fully understand us, 14 even if you don’t understand us now. Then on the day when the Lord Jesus returns, you will be proud of us in the same way we are proud of you.

In these words, Paul is demonstrating transparency.  Notice some characteristics of transparency:

  • Holiness (some translations use the word “honesty”)
  • Sincerity
  • God’s grace versus man’s wisdom
  • Straightforward
  • No deceit

Consider the context of this passage.  Paul could have exhibited a defensive posture.  Instead, he writes about his transparency.

A closing thought:  Many people confuse transparency and vulnerabilityTransparency says, “here’s what is true about me.”  Vulnerability says, “here’s what is true about me AND will you come alongside me?”

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“Traços Bíblicos de Transparência”

Por Pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Na segunda carta de Paulo à igreja de Corinto, ele se dirigiu ao descontentamento da igreja. Eles não gostaram de Paulo não tê-los visitado.  Finalmente, chegamos a 2 Coríntios 1:12-14:

“Este é o nosso orgulho: A nossa consciência dá testemunho de que nos temos conduzido no mundo, especialmente em nosso relacionamento com vocês, com santidade e sinceridade provenientes de Deus, não de acordo com a sabedoria do mundo, mas de acordo com a graça de Deus. Pois nada escrevemos que vocês não sejam capazes de ler ou entender. E espero que, assim como vocês nos entenderam em parte, venham a entender plenamente que podem orgulhar-se de nós, assim como nos orgulharemos de vocês no dia do Senhor Jesus.”

Com estas palavras, Paulo está demonstrando transparência. Observe algumas características da transparência:

  • Santidade (algumas traduções usam a palavra “honestidade”)
  • Sinceridade
  • A graça de Deus versus a sabedoria do homem
  • Ser direto
  • Sem engano

Considere o contexto dessa passagem.  Paulo poderia ter exibido uma postura defensiva. Em vez disso, ele escreve sobre sua transparência.

Um pensamento final: muitas pessoas confundem transparênciavulnerabilidade. A transparência diz: “Veja o que é verdade sobre mim”. A vulnerabilidade diz: “Veja o que é verdade sobre mim E você virá comigo?”

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Rasgos bíblicos de la transparencia

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

En la segunda carta de Pablo a la iglesia de Corinto, él trató acerca del disgusto de la iglesia. No estaban contentos de que Pablo no los visitara. Finalmente, llegamos a 2 Corintios 1: 12-14:

Porque nuestra gloria es esta: el testimonio de nuestra conciencia, que con sencillez y sinceridad de Dios, no con sabiduría humana, sino con la gracia de Dios, nos hemos conducido en el mundo, y mucho más con vosotros. Porque no os escribimos otras cosas de las que leéis, o también entendéis; y espero que hasta el fin las entenderéis; como también en parte habéis entendido que somos vuestra gloria, así como también vosotros la nuestra, para el día del Señor Jesús.

En estas palabras, Pablo está demostrando transparencia. Nota algunas características de la transparencia:

  • Santidad (algunas traducciones usan la palabra “honestidad”)
  • Sinceridad
  • La gracia de Dios contra la sabiduría del hombre.
  • Sencillez
  • No hay mentira

Considera el contexto de este pasaje. Pablo pudo haber exhibido una postura defensiva. En cambio, escribe sobre su transparencia.

Reflexión final: muchas personas confunden transparencia y vulnerabilidad. La transparencia dice: “esto es lo que es verdad acerca de mí”. La vulnerabilidad dice: “esto es lo que es verdad acerca de mí, Y ¿aún así vendrás conmigo?”

Submit to One Another

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

As Christ followers, we are taught to submit to one another (see Ephesians 5:21).  It’s a command, not a suggestion.

Submission is one of the most misunderstood and mishandled concepts in the church today. Let’s first discuss what submission is not. Submission does not mean that an individual loses his/her identity and becomes a non-person. Submission does not mean blind obedience. Submission does not mean that a violation of the law or abuse is tolerated.

So, what is submission? Literally, submission means “to yield oneself to some power or authority; give up, surrender.”  In a spiritual community, it means diverting one’s independent will insistent on flying solo and choosing to live interdependently.  Have you noticed that when the scriptures speak of submission, the command is articulated in the context of relationships? You will also note that the command is reciprocal (mutual submission). Future, please understand that submission is not simply a course of action, but an attitude one possesses when filled with the Holy Spirit.

Submission is also different than obedience. Obedience is doing what you are told. A friend once said to me, “Any old bird dog can be obedient.”  I believe he’s right with proper training and the desire to obey his master. Submission, however, is anticipating what is wanted or needed and doing it before being told.

Authors Harold and Bette Gillogly write, “Submission simply means to defer or yield to the wishes of another. There’s no thought in it of one person being better or smarter than another. It is, rather, a non-rebellious attitude of life. Day-by-day living with nothing to prove. We don’t have to make sure we get what’s coming to us. We don’t have to make sure other people treat us the way we deserve to be treated.  It’s learning to walk in the steps of Jesus. It’s letting God the Father make us like His Son as we submit to Him and to one another with the heart of a servant.”

May I underscore one thing from the ideas presented to you above? One who is submissive is also a servant. They go hand in hand.

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Submeter-se um ao outro

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Como seguidores de Cristo, somos ensinados a nos submeter uns aos outros (veja Efésios 5:21). É um comando, não uma sugestão.

A submissão é um dos conceitos mais mal-compreendidos e mal interpretados na igreja hoje. Primeiro, vamos discutir o que a submissão não é. Submissão não significa que um indivíduo perde sua identidade e deixa de ser uma pessoa. Submissão não significa obediência cega. Submissão não significa que uma violação da lei ou abuso sejam tolerados.

Então, o que é submissão? Literalmente, submissão significa “entregar-se a algum poder ou autoridade; desistir, render-se”. Em uma comunidade espiritual, isso significa desviar a vontade independente de alguém insistente em voar sozinho e escolher viver de maneira interdependente. Você já reparou que quando as escrituras falam de submissão, o comando é articulado no contexto dos relacionamentos? Você também notará que o comando é recíproco (submissão mútua). Além disso, por favor entenda que a submissão não é simplesmente uma linha de ação, mas uma atitude que alguém possui quando está cheio do Espírito Santo.

A submissão também é diferente da obediência. Obediência é fazer o que lhe é pedido. Um amigo me disse uma vez: “Qualquer cão de caça velho pode ser obediente”. Acredito que ele está certo, com o treinamento adequado e com o desejo de obedecer ao seu dono. Submissão, no entanto, é antecipar o que é desejado ou necessário e fazê-lo antes que peçam.

Os autores Harold e Bette Gillogly escrevem: “Submissão significa simplesmente adiar ou ceder aos desejos de outro. Não há o pensamento de uma pessoa ser melhor ou mais inteligente do que a outra. É, antes, uma atitude não-rebelde de vida. Dia a dia vivendo sem nada para provar. Não precisamos nos certificar de que recebemos o que está vindo para nós. Não precisamos garantir que outras pessoas nos tratem da maneira como merecemos ser tratados. É aprender a andar nos passos de Jesus. É deixar que Deus, o Pai, nos torne como o Seu Filho quando nos submetemos a Ele e uns aos outros com o coração de um servo”.

Posso ressaltar uma coisa das ideias apresentadas a você acima? Aquele que é submisso é também um servo. Eles andam de mãos dadas.

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Someterse unos a otros

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Como seguidores de Cristo, se nos enseña a someternos unos a otros (véase Efesios 5:21). Es un mandamiento, no una sugerencia.

La sumisión es uno de los conceptos más incomprendidos y mal manejados en la iglesia actual. Primero discutamos lo que la sumisión no es. La sumisión no significa que un individuo pierde su identidad y se convierte en una no-persona. Sumisión no significa obediencia ciega; la sumisión no significa que se tolere una violación de la ley o el abuso.

Entonces, ¿qué es la sumisión? Literalmente, la sumisión significa “rendirse a algún poder o autoridad; ceder, rendirte ”. En una comunidad espiritual, significa desviar la voluntad independiente insistiendo en volar solo y elegir vivir interdependientemente. ¿Has notado que cuando las Escrituras hablan de sumisión, el mandato se articula en el contexto de las relaciones? También notarás que el mandamiento es recíproco (envío mutuo). En el futuro, por favor, comprende que la sumisión no es simplemente un curso de acción, sino una actitud que uno posee cuando está lleno del Espíritu Santo.

La sumisión también es diferente a la obediencia. La obediencia es hacer lo que se te dice. Un amigo me dijo una vez: “Cualquier perro viejo puede ser obediente”. Creo que tiene razón con el entrenamiento adecuado y el deseo de obedecer a su amo. La sumisión, sin embargo, es anticipar lo que se quiere o se necesita y hacerlo antes de que te lo digan.

Los autores Harold y Bette Gillogly escriben, “Sumisión simplemente significa diferir o ceder a los deseos de otro. No se piensa en que una persona sea mejor o más inteligente que otra. Es, más bien, una actitud de vida no rebelde; día a día viviendo sin nada que demostrar. No tenemos que asegurarnos de que recibimos lo que nos espera. No tenemos que asegurarnos de que otras personas nos traten como merecemos ser tratados. Estás aprendiendo a caminar en los pasos de Jesús. Es permitir que Dios el Padre nos haga como su Hijo cuando nos sometemos a Él y unos a otros con el corazón de un siervo “.

¿Puedo subrayar una cosa de las ideas presentadas anteriormente? El que es sumiso es también un sirviente. Van de la mano.