Rethinking Evangelism: A Model for Your Small Group

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

I applaud George C. Hunter’s work laid out in his book, The Celtic Way of Evangelism.  Essentially, this book explains Patrick’s methods of integrating his life into the Celtic culture (the “barbarians”) during the 5th century.  The sub-title of this book is “How Christianity Can Reach the West…Again.”  Hunter writes:

In significant contrast to contemporary Christianity’s well known evangelism approaches of “Lone Ranger” one to one evangelism, or confrontational evangelism, or the public preaching crusade, (and in stark contrast to contemporary Christianity’s more dominant approach of not reaching out at all!), we have [already] seen how the Celtic Christians usually evangelized as a team– by relating to the people of a settlement; identifying with the people; engaging in friendship, conversation, ministry, and witness– with the goal of raising up a church in measurable time.

Notice the vast difference from the “Roman” model I wrote about last week and this evangelism methodology.   The first goal of the Celtic Christians was to establish a “common-union” with others.  This meant bringing the “barbarians” or pagans into the community of faith.  Next, in the context of this small group or church fellowship, conversations would evolve.  These conversations were dialogical in nature.  The not-yet believing individual witnessed how believers would pray and worship and see for himself the love of the Christian community and the vivacious, life-giving flow of ministry to and with one another.  He would experience “God showing up” through actual miracles.  As Hunter states, “in time, as they [not-yet believers] discover what they now believe, you invite them to commit.”

Now, don’t miss this Celtic model’s progression of evangelism.  Fellowship occurs followed by ministry and conversations.  In due time, an individual was invited to commit her life to Christ.  Look again at Hunter’s quote above.  Do you see the words, “in time?”  I love these words.  Winning a soul to Christ is all about God’s timing in a person’s life.  We have the privilege of participating in this event, but only through God’s power and love in and through us.  Can we trust God’s timing in the lives of our friends?

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Repensando o evangelismo: um modelo para seu pequeno grupo

Por Pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Eu aplaudo o trabalho de George C. Hunter apresentado em seu livro The Celtic Way of Evangelism (“O Método Celta de Evangelismo”, em tradução livre). Essencialmente, este livro explica os métodos de Patrick de integrar sua vida à cultura celta (os “bárbaros”) durante o século V. O subtítulo deste livro é “Como o cristianismo pode alcançar o Ocidente… novamente”. Hunter escreve:

“Em contraste significativo com as abordagens de evangelismo conhecidas do Cristianismo contemporâneo como ‘guerreiro solitário’, evangelismo individual, ou evangelismo de confronto, ou a cruzada de pregação pública (e em flagrante contraste com a abordagem mais dominante do Cristianismo contemporâneo de não alcançar nada!), já vimos como os cristãos celtas costumavam evangelizar em equipe – relacionando-se com as pessoas de um determinado local; identificando-se com as pessoas; envolvendo-se em amizade, conversa, ministério e testemunho – com o objetivo de erguer uma igreja em um tempo mensurável”.


Observe a grande diferença do modelo “romano” sobre o qual escrevi na semana passada e dessa metodologia de evangelismo. O primeiro objetivo dos cristãos celtas era estabelecer uma “união comum” com os outros. Isso significava trazer os “bárbaros” ou pagãos para a comunidade de fé. Em seguida, no contexto desse pequeno grupo ou igreja, as conversas evoluíam. Essas conversas eram de natureza dialógica. O indivíduo ainda não convertido testemunhava como os crentes oravam e adoravam e veria por si mesmo o amor da comunidade cristã e o fluxo vivaz e vivificante do ministério para um com o outro. Ele experimentaria “Deus aparecendo” através de milagres reais. Como Hunter declara, “com o tempo, à medida que eles [ainda não crentes] descobrem o que agora eles acreditam, você os convida a se comprometerem”.

Agora, não perca a progressão do evangelismo deste modelo celta. A comunhão ocorre seguida de ministério e conversas. No tempo oportuno, um indivíduo é convidado a dedicar sua vida a Cristo. Veja novamente a citação de Hunter acima. Você vê as palavras “com o tempo”? Eu amo essas palavras. Ganhar uma alma para Cristo é tudo sobre o tempo de Deus na vida de uma pessoa. Temos o privilégio de participar deste evento, mas apenas através do poder e do amor de Deus em nós e através de nós. Podemos confiar no tempo de Deus na vida de nossos amigos?

Spanish blog:

Repensar el evangelismo: un modelo para tu pequeño grupo

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Aplaudo el trabajo de George C. Hunter presentado en su libro, La manera Celta del Evangelismo (The Celtic Way of Evangelism). Esencialmente, este libro explica los métodos de Patrick para integrar su vida en la cultura celta (los “bárbaros”) durante el siglo quinto. El subtítulo de este libro es “Cómo el cristianismo puede llegar a Occidente … otra vez”. Hunter escribe:

En contraste significativo con los conocidos enfoques de evangelismo del cristianismo contemporáneo de “Llanero Solitario”, evangelismo uno a uno, o evangelismo de confrontación, o la cruzada de predicación pública, (¡y en marcado contraste con el enfoque más dominante del cristianismo contemporáneo de no llegar a nada!), ya hemos visto cómo los cristianos celtas generalmente evangelizaban en equipo al relacionarse con la gente de un asentamiento; identificarse con la gente; participar en la amistad, la conversación, el ministerio y el testimonio, con el objetivo de levantar una iglesia en un tiempo mensurable.

Observe la gran diferencia con el modelo “romano” sobre el que escribí la semana pasada y esta metodología de evangelismo. El primer objetivo de los cristianos celtas era establecer una “unión común” con los demás. Esto significaba traer a los “bárbaros” o paganos a la comunidad de fe. Luego, en el contexto de este pequeño grupo o comunidad de la iglesia, las conversaciones evolucionarían. Estas conversaciones fueron de naturaleza dialógica. El individuo aún no creyente fue testigo de cómo los creyentes oraban y adoraban y veían por sí mismos el amor de la comunidad cristiana y el flujo vivaz y vivificante del ministerio entre ellos. Experimentaron a “Dios apareciendo” a través de milagros reales. Como Hunter afirma, “con el tiempo, a medida que ellos [aún no creyentes] descubren lo que ahora creen, los invitamos a comprometerse”.

Ahora, no te pierdas la progresión de evangelismo de este modelo celta. El compañerismo ocurre seguido por el ministerio y las conversaciones. A su debido tiempo, un individuo fue invitado a comprometer su vida a Cristo. Mira nuevamente la cita de Hunter arriba. ¿Ves las palabras “a tiempo”? Me encantan estas palabras. Ganar un alma para Cristo tiene que ver con el momento de Dios en la vida de una persona. Tenemos el privilegio de participar en este evento, pero solo a través del poder y el amor de Dios en y a través de nosotros. ¿Podemos confiar en el tiempo de Dios en la vida de nuestros amigos?

The Race and Your Eyes

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

This month, the blog contributors are answering this question:

What are key Biblical passages you have as your focus in mobilizing and growing cells and why?  Which passages /verses inspire you personally to stay focused and bring passion as you pass on to cells.

Last week I discussed 2 Timothy 2:2 and Isaiah 54:1-2.

This week, I’d like to remind you of Hebrews 12:1-3.

Therefore, since we are surrounded by such a great cloud of witnesses, let us throw off every encumbrance and the sin that so easily entangles, and let us run with endurance the race set out for us. Let us fix our eyes on Jesus, the author and perfecter of our faith, who for the joy set before Him endured the cross, scorning its shame, and sat down at the right hand of the throne of God. Consider Him who endured such hostility from sinners, so that you will not grow weary and lose heart.

Take a brief look at the three underlined portions of these scriptures.

We run the race as we fix our eyes on Jesus which allows us not to grow weary and lose heart.

You see the key, don’t you?  Yes.  Keeping our eyes on Jesus—not the numbers (for they ebb and flow), not the system, not ourselves—but Jesus– where we find fulfillment and life.

Comments?

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

A Corrida e Seus Olhos

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Neste mês, os colaboradores do blog estão respondendo a esta pergunta:

Quais são as principais passagens bíblicas que você tem como foco na mobilização e crescimento de células e por quê? Quais passagens/versos o inspiram pessoalmente a manter o foco e trazer paixão ao passar para as células.

Na semana passada, discuti 2 Timóteo 2:2 e Isaías 54:1-2.

Nesta semana, gostaria de lembrá-lo de Hebreus 12:1-3.

“Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo, para que vocês não se cansem nem desanimem“.

Dê uma breve olhada nas três partes sublinhadas dessas escrituras.

Corremos a corrida ao passo que fixamos nossos olhos em Jesus, o que nos permite não nos cansarmos e desanimarmos.

Você vê a chave, não vê? Sim. Manter nossos olhos em Jesus, não nos números (pois eles fluem e refluem), não no sistema, não em nós mesmos, mas em Jesus: onde encontramos satisfação e vida.

Comentários?

Spanish blog:

La carrera y tus ojos

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Este mes, los colaboradores del blog están respondiendo esta pregunta:

¿Cuáles son los pasajes bíblicos clave que tiene como foco en la movilización y el crecimiento de las células y por qué? Qué pasajes / versos lo inspiran personalmente para mantenerse enfocado y atraer pasión a medida que pasa a las células.

La semana pasada discutí 2 Timoteo 2: 2 e Isaías 54: 1-2.

Esta semana, me gustaría recordarles Hebreos 12: 1-3.

 Por tanto, nosotros también, teniendo en derredor nuestro tan grande nube de testigos, despojémonos de todo peso y del pecado que nos asedia, y corramos con paciencia la carrera que tenemos por delante, puestos los ojos en Jesús, el autor y consumador de la fe, el cual por el gozo puesto delante de él sufrió la cruz, menospreciando el oprobio, y se sentó a la diestra del trono de Dios. Considerad a aquel que sufrió tal contradicción de pecadores contra sí mismo, para que vuestro ánimo no se canse hasta desmayar.

Mira brevemente las tres partes subrayadas de estas escrituras.

Corremos la carrera mientras fijamos nuestros ojos en Jesús, lo que nos permite no cansarnos y desanimarnos.

Ves la clave, ¿no? Sí. Manteniendo nuestros ojos en Jesús, no en los números (porque ellos van y vienen), no en el sistema, no en nosotros mismos, sino en Jesús, donde encontramos satisfacción y vida.

Comentarios?

Rob

Timothy and Isaiah: Walking Together?

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

This month, the blog contributors will be answering this question:

What are key Biblical passages you have as your focus in mobilizing and growing cells and why?

First, Paul writes to his protégé and true son in the faith, “ and what you have heard from me in the presence of many witnesses entrust to faithful men [and women], who will be able to teach others also” (2 Timothy 2:2 English Standard Version, ESV). While discipleship is not the only vital essential of cell life, it ranks quite high. We must disciples the emerging generation.

Second, centuries ago the Lord encourages the people of God in Isaiah 54:1-2:“Enlarge the place of your tent, stretch your tent curtains wide, do not hold back; lengthen your cords, strengthen your stakes.  For you will spread out to the right and to the left; your descendants will dispossess nations and settle in their desolate cities.” Advance the gospel by multiplying cells into new neighborhoods, cities, and nations.  Look at some of the commands in these two verses: Do not hold back, lengthen your cords, strengthen your stakes. 

By the way, these two scriptural choices from 2 Timothy and Isaiah are not on separate ends of the continuum but should walk in tandem with each other.  Consider such power if this were true.

Comments?

Rob

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Timóteo e Isaías: Caminhando Juntos?

Por Pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Este mês, os colaboradores do blog responderão a esta pergunta:

Quais são as principais passagens bíblicas que você tem como foco na mobilização e crescimento das células e por quê?

Primeiro, Paulo escreve a seu protegido e verdadeiro filho na fé: “E as palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens e mulheres fiéis que sejam também capazes de ensiná-las a outros” (2 Timóteo 2:2 NVI). Embora o discipulado não seja o único fator essencial vital da vida celular, ele é bastante importante. Nós devemos discipular a geração emergente.

Segundo, séculos atrás, o Senhor incentivava o povo de Deus em Isaías 54:1-2: “Alargue o lugar de sua tenda, estenda bem as cortinas de sua tenda, não o impeça; estique suas cordas, firme suas estacas. Pois você se estenderá para a direita e para a esquerda; seus descendentes desapossarão nações e se instalarão em suas cidades abandonadas”. Avance o evangelho multiplicando células em novos bairros, cidades e nações. Veja alguns dos comandos destes dois versículos: Não impeça, estique suas cordas, firme suas estacas.

A propósito, essas duas escolhas bíblicas de 2 Timóteo e Isaías não estão em extremidades separadas da nossa caminhada cristã, mas devem andar juntas. Imagine o poder de ver isso em prática.

Comentários?

Rob

Spanish blog:

Timoteo e Isaías: ¿Caminando juntos?

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Este mes, los colaboradores del blog responderán esta pregunta:

¿Cuáles son los pasajes bíblicos clave que tiene como foco la movilización y el crecimiento de las células y por qué?

Primero, Pablo escribe a su protegido e hijo verdadero en la fe, “Lo que has oído de mí ante muchos testigos, esto encarga a hombres fieles que sean idóneos para enseñar también a otros.” (2 Timoteo 2 : 2 Reina Valera 1960). Si bien el discipulado no es el único elemento vital de la vida celular, ocupa un lugar bastante alto. Debemos discipular a la generación emergente.

En segundo lugar, hace siglos, el Señor alienta al pueblo de Dios en Isaías 54: 1-2: “Ensancha el sitio de tu tienda, y las cortinas de tus habitaciones sean extendidas; no seas escasa; alarga tus cuerdas, y refuerza tus estacas. Porque te extenderás a la mano derecha y a la mano izquierda; y tu descendencia heredará naciones, y habitará las ciudades asoladas”. Avanza el evangelio multiplicando células en nuevos barrios, ciudades y naciones. Mira algunos de los comandos en estos dos versículos: no seas escasa alarga tus cuerdas, refuerza tus estacas.

Por cierto, estas dos elecciones bíblicas de 2 Timoteo e Isaías no están en extremos separados de la progresión sino que deben caminar juntas. Considera tal poder si esto fuera cierto.

Comentarios?

Rob

John Wesley’s Bands

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

In John Wesley’s day, a class meeting was composed of seven to twelve people; they were co-ed, and geographical in location. The key question asked in a class meeting is “How does your soul prosper?”  The main question in a band meeting is “What sins have you committed that you need to confess?”  The foundational verse for a band meeting is “Confess your sins to each other and pray for each other so that you may be healed.  The earnest prayer of a righteous person has great power and wonderful results” (James 5:16, New Living Translation).  Band meetings incorporated an affective mode of learning (Malony, 2010).  “It could be said metaphorically that the society aimed for the head, the class meeting for the hands, and the band for the heart” (as cited in Malony, 2010, p. 54).

Band participants met at least once a week and arrived in a punctual manner.  This gathering (composed of approximately five people, divided by gender and marital status) was not mandatory, but optional.  Wesley, however, encouraged all to attend.  The gathering was a place of transparency and vulnerability.  Honest communication filled the room as each participant discussed their short-comings as a Christ-follower.  The gathering began with singing or prayer.  The following four questions were asked at every meeting:

  1. What known sins have you committed since our last meeting?
  2. What temptations have you met?
  3. How were you delivered?
  4. What have you thought, said, or done, of which you doubt whether it be sin or not?

Each person would speak regarding the state of their souls, the sins committed via thought, word, or deed, and the temptations sensed.  The meeting ended with prayer (Wesley, 1738).

Band meetings were not shame-based fueled by condemnation.  Rather, God’s healing grace flowed without restraint allowing the participants to experience freedom from all that hindered them from a holistic surrender to Jesus Christ.  Here, Wesley placed his understanding of sanctification into everyday life (Watson, 2015). Fellow band members were not called to “straighten other participants out,” but be a conduit of God’s grace.  The band assembled to contemplate the conditions of the soul.

Wesley believed that the band most vividly conveyed the aspiration of increasing scriptural holiness throughout the land (Malony, 2010).  Author and Professor, Dr. Kevin Watson, concurs with Wesley believing that church renewal will come through social holiness.  One should not confuse social holiness with social justice or isolation from others.  Rather, social holiness is the “watching over one another in love through community.”  Watson believes that a church can express social holiness, and thereby enjoy renewal, through expressions akin to Wesley’s class meeting and band (Watson, 2014).

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Grupos de John Wesley

Por Pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Nos dias de John Wesley, uma reunião de classe era composta de sete a doze pessoas;  eles eram colegas de classe e também próximos geograficamente. A pergunta principal que é feita em uma reunião de grupo é “Como a sua alma prospera?”. A principal questão em uma reunião de grupo é “Que pecados você cometeu que precisa confessar?”. E o verso fundamental para uma reunião de grupo é “Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” Tiago 5:16. As reuniões de grupo incorporaram um modo afetivo de aprender, (Malony, 2010). “Pode-se dizer metaforicamente que a sociedade visava a cabeça, a reunião de classe as mãos e o grupo visava o coração” (como citado em Malony, 2010, p. 54).

Os participantes do grupo se reuniam pelo menos uma vez por semana e chegavam de maneira pontual.  Este encontro (composto por aproximadamente cinco pessoas, divididas por sexo e estado civil) não era obrigatório, mas opcional. Wesley, no entanto, encorajava todos a comparecer.  O encontro era um lugar de transparência e vulnerabilidade. Uma comunicação honesta enchia a sala enquanto cada participante discutia suas deficiências como um seguidor de Cristo. A reunião começava com canto ou oração.  As quatro perguntas seguintes eram feitas em todas as reuniões:

  1. Quais pecados conhecidos você cometeu desde o nosso último encontro?
  2. Que tentações você enfrentou?
  3. Como você foi libertado?
  4. O que você pensou, disse ou fez, que você duvida se é pecado ou não?

Cada pessoa falava sobre o estado de suas almas, os pecados cometidos via pensamento, palavra ou ação, e as tentações sentidas. A reunião terminava com uma oração (Wesley, 1738).

Reuniões de grupos não foram baseadas na vergonha alimentada por condenação. Pelo contrário, a graça curadora de Deus fluía sem restrição, permitindo que os participantes experimentassem a liberdade de tudo o que os impedia de uma entrega holística a Jesus Cristo. Aqui, Wesley colocou sua compreensão da santificação na vida cotidiana (Watson, 2015). Os membros do grupo não eram chamados para “endireitar outros participantes”, mas para ser um condutor da graça de Deus. O grupo se reunia para contemplar as condições da alma.

Wesley acreditava que o grupo transmitia de forma mais vívida a aspiração de aumentar a santidade bíblica em toda a terra (Malony, 2010). O autor e professor Dr. Kevin Watson concorda com Wesley, acreditando que a renovação da igreja virá através da santidade social. Não se deve confundir santidade social com justiça social ou isolamento dos outros.  Em vez disso, a santidade social é a “vigilância mútua no amor através da comunidade”. Watson acredita que uma igreja pode expressar santidade social e, assim, desfrutar de renovação através de expressões semelhantes à reunião de classe e de grupo de Wesley (Watson, 2014).

Spanish blog:

Las Bandas de John Wesley

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

En los días de John Wesley, una reunión de clase estaba compuesta por siete a doce personas; eran mixtos y de ubicación geográfica. La pregunta clave que se hace en una reunión de clase es “¿Cómo prospera tu alma?”. La pregunta principal en una reunión de banda es “¿Qué pecados has cometido que necesitas confesar?” El versículo fundamental para una reunión de banda es “Confiesa tus pecados el uno al otro y oren los unos por los otros para que puedan ser sanados. La oración sincera de una persona justa tiene un gran poder y resultados maravillosos “(Santiago 5:16, Nueva Traducción Viviente). Las reuniones de la banda incorporaron un modo de aprendizaje afectivo (Malony , 2010). “Podría decirse metafóricamente que la sociedad apuntaba a la cabeza, la reunión a las manos y la banda a el corazón” (como se cita en Malony, 2010, p. 54).

Los participantes de la banda se reunieron al menos una vez a la semana y llegaron puntualmente. Esta reunión (compuesta por aproximadamente cinco personas, dividida por género y estado civil) no fue obligatoria, sino opcional. Wesley, sin embargo, animó a todos a asistir. La reunión fue un lugar de transparencia y vulnerabilidad. La comunicación honesta llenó la sala mientras cada participante discutía sus defectos como seguidor de Cristo. La reunión comenzó con alabanzas u oración. Se hicieron las siguientes cuatro preguntas en cada reunión:

  1. ¿Qué pecados conocidos has cometido desde nuestra última reunión?
  2. ¿Qué tentaciones has encontrado?
  3. ¿Cómo te liberaste de ellas?
  4. ¿Qué has pensado, dicho o hecho, y dudas si es pecado o no?

Cada persona hablaría sobre el estado de sus almas, los pecados cometidos por pensamiento, palabra u obra, y las tentaciones percibidas. La reunión terminaba con una oración (Wesley, 1738).

Las reuniones de la banda no estaban basadas en la vergüenza alimentadas por la condena. Más bien, la gracia sanadora de Dios fluyó sin restricciones permitiendo a los participantes experimentar la libertad de todo lo que les impedía una rendición holística a Jesucristo. Aquí, Wesley colocó su comprensión de la santificación en la vida cotidiana (Watson, 2015). Los miembros de la banda no fueron llamados a “enderezar a otros participantes”, sino a ser un conducto de la gracia de Dios. La banda se reunió para contemplar las condiciones del alma.

Wesley creía que la banda transmitía más intensamente la aspiración de aumentar la santidad de las Escrituras en toda la tierra (Malony, 2010). El autor y profesor, el Dr. Kevin Watson, está de acuerdo con Wesley creyendo que la renovación de la iglesia vendrá a través de la santidad social. No se debe confundir la santidad social con la justicia social o el aislamiento de los demás. Más bien, la santidad social es “velar por el amor mutuo a través de la comunidad”. Watson cree que una iglesia puede expresar la santidad social y, por lo tanto, disfrutar de la renovación, a través de expresiones similares a la reunión y banda de Wesley (Watson, 2014).

John Wesley…The Snatching of Souls & Community

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

In the mid-eighteenth century, John Wesley organized five interlocking groups for those who desired to walk with Jesus.  They were:  1.  Society—an assembly of all interested persons, 2.  Class Meeting—a small group of ten to twelve members trying to follow Christ in their day-to-day behavior, 3.  Band—an even smaller group of people desiring to deepen their spirituality, 4.  Select Society—an elite corps of those training to be leaders, and 5.  Penitent Band—a group for those trying to overcome all their sinful habits and go on to perfection (Malony, 2010).

In Wesley’s view, sanctification is best experienced in the context of community.  Wesley stated, “Never encourage the devil by snatching souls from him that you cannot nurture” (Collins & Tyson, 2001, p. 213).  Wesley believed that participation in the various groups (specifically, the band) led to a sanctified life.  He believed that sanctification was growth in love, and it involved one’s entire life.

Dr. Gregory Clapper, Professor of Religion and Philosophy at the University of Indianapolis, describes Wesley’s beliefs concerning sanctification through three components: right beliefs (orthodoxy), right action (orthopraxis), and right heart (orthokardia).  Orthopraxis is a life-long process of growing in holiness, pious actions, and acts of love.  Orthopraxis, however, will never come to fruition without an accurate understanding of who God is and what He has done through the sacrificial death of his Son, Jesus Christ.  Wesley believed that one could have right actions and right beliefs but still lack heart change.  If conversion and spiritual formation were to take place, then the orthokardia must take place to produce disciples of Jesus Christ.  He would oppose the preaching of the gospel of grace that failed to emphasize bonding and living faithfully in community (Collins & Tyson, 2001).

Now, I have a question for you to ponder.  Do you see any similarities in Wesley’s groups and the church where you serve?

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Esta é uma tradução do google. A tradução normal será publicada no site da JCG quando for recebida.

John Wesley … A explosão de almas e comunidade

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Em meados do século XVIII, John Wesley organizou cinco grupos interligados para aqueles que queriam andar com Jesus. Eles eram:
1. Sociedade: uma assembleia de todas as pessoas interessadas.
2. Reunião de classe: um pequeno grupo de dez a doze membros que tentam seguir a Cristo em seu comportamento diário.
3. Banda: um grupo ainda menor de pessoas que querem aprofundar sua espiritualidade.
4. Selecione a sociedade: um corpo de elite daqueles que treinam para serem líderes
5. Bandas Penitentes: um grupo para aqueles que tentam superar todos os seus hábitos pecaminosos e alcançar a perfeição (Malony, 2010).

Na opinião de Wesley, a santificação é melhor experimentada no contexto da comunidade. Wesley declarou: “Nunca encoraje o diabo arrebatando almas daqueles que não podem nutrir” (Collins e Tyson, 2001, p. 213). Wesley acreditava que a participação nos vários grupos (especificamente, a banda) levou a uma vida santificada. Ele acreditava que a santificação era crescer em amor e envolvia toda a vida.

Dr. Gregory Clapper, Professor de Religião e Filosofia da Universidade de Indianápolis, descreve as crenças de Wesley sobre a santificação através de três componentes: crenças corretas (ortodoxia), ação correta (ortopraxis) e coração direito (ortokardia). A ortopraxia é um processo de crescimento de santidade, ações piedosas e atos de amor por toda a vida. Entretanto, a ortopraxia nunca se materializará sem uma compreensão precisa de quem é Deus e o que ele fez através da morte sacrificial de seu Filho, Jesus Cristo. Wesley acreditava que alguém poderia ter as ações corretas e as crenças corretas, mas ainda assim não mudaria de idéia. Se a conversão e a formação espiritual ocorrem, então a ortodoxia deve acontecer para produzir discípulos de Jesus Cristo.

Ele se oporia à pregação do evangelho da graça que não enfatizava o vínculo e a vida fiel em comunidade (Collins e Tyson, 2001).

Agora, tenho uma pergunta para você pensar. Você vê semelhanças nos grupos de Wesley e na igreja onde ele serve?

Spanish blog:

John Wesley … El arrebato de almas y comunidad

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

A mediados del siglo XVIII, John Wesley organizó cinco grupos entrelazados para aquellos que deseaban caminar con Jesús. Esos eran: 1. Sociedad: una asamblea de todas las personas interesadas, 2. Reunión de clase: un pequeño grupo de diez a doce miembros que intentan seguir a Cristo en su comportamiento cotidiano, 3. Banda: un grupo de personas aún más pequeño deseando profundizar su espiritualidad, 4. Sociedad seleccionada: un cuerpo de élite de aquellos que se entrenan para ser líderes, y 5. Banda Penitente, un grupo para aquellos que intentan superar todos sus hábitos pecaminosos y llegar a la perfección (Malony, 2010).

En opinión de Wesley, la santificación se experimenta mejor en el contexto de comunidad. Wesley declaró: “Nunca aliente al diablo arrebatando almas de él que no puede nutrir” (Collins y Tyson, 2001, p. 213). Wesley creía que la participación en los diversos grupos (específicamente, la banda) conducía a una vida santificada. Él creía que la santificación era crecer en el amor, e involucraba la vida entera.

El Dr. Gregory Clapper, profesor de Religión y Filosofía de la Universidad de Indianápolis, describe las creencias de Wesley sobre la santificación a través de tres componentes: creencias correctas (ortodoxia), acción correcta (ortopraxis) y corazón derecho (ortocardia). La ortopraxis es un proceso de crecimiento de santidad, acciones piadosas y actos de amor para toda la vida. Sin embargo, la ortopraxis nunca se concretará sin una comprensión precisa de quién es Dios y lo que ha hecho a través de la muerte sacrificial de su Hijo, Jesucristo. Wesley creía que uno podía tener las acciones correctas y las creencias correctas, pero aún así no tener un cambio de corazón. Si la conversión y la formación espiritual tuvieran lugar, entonces la ortocardia debe tener lugar para producir discípulos de Jesucristo. Él se opondría a la predicación del evangelio de la gracia que no enfatizó el vínculo y la vida fiel en comunidad (Collins y Tyson, 2001).

Ahora, tengo una pregunta para que pienses. ¿Ve similitudes en los grupos de Wesley y en la iglesia donde sirves?