A Small Group Church or a Church with Small Groups?

By Rob Campbell, Founding Pastor, www.cypresscreekchurch.com

Joel Comiskey writes, “A church with small groups allows people to pick and choose between ministry and small groups, OR they redefine their small groups, eventually leading to the groups becoming one of the programs.  Granted, a church with small groups is better than one without small groups, but it’s still not ideal.”

I concur with Joel’s thought.  If God is leading you to lead or become a small group church, here are some questions to ponder.

Is the church intentional regarding the members being in a small group?

  • Do you have a process of integrating new people/believers into a small group?
  • Is the lead pastor completely supportive?  Do they lead or participate in a group?
  • Do you have a clearly defined process of raising up small group leaders?
  • Who is responsible for discipling and/or mentoring the small group leaders?
  • Is there a well-defined and easy-to-understand process of discipleship?  How do the small groups participate in the discipleship process?
  • How do you track small group attendance, guests, salvations, baptisms, and more?
  • Do your groups pray for and provide a welcoming atmosphere for not-yet believers?
  • Do the small group members pray and care for each other throughout the week?

This list of questions is intended to be partial rather than exhaustive. I encourage you to contemplate these questions and discover what God is teaching you.

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Portuguese blog:

Uma Igreja de Pequenos Grupos ou uma Igreja com Pequenos Grupos?
por Rob Campbell, pastor fundador, www.cypresscreekchurch.com

Joel Comiskey escreve: “Uma igreja com pequenos grupos permite que as pessoas escolham entre ministério e pequenos grupos, OU redefinam seus pequenos grupos, eventualmente fazendo com que os grupos se tornem um dos programas. É verdade que uma igreja com pequenos grupos é melhor do que uma sem pequenos grupos, mas ainda não é o ideal.”

Concordo com o pensamento de Joel. Se Deus está guiando você para liderar ou se tornar uma igreja de pequenos grupos, aqui estão algumas questões para ponderar.

  • A igreja é intencional em relação aos membros estarem em um pequeno grupo?
  • Você tem um processo de integração de novas pessoas/crentes em um pequeno grupo?
  • O pastor principal apoia totalmente? Eles lideram ou participam de um grupo?
  • Você tem um processo claramente definido para formar líderes de pequenos grupos?
  • Quem é responsável por discipular e/ou orientar os líderes de pequenos grupos?
  • Existe um processo de discipulado bem definido e fácil de entender? Como os pequenos grupos participam do processo de discipulado?
  • Como você monitora a frequência de pequenos grupos, convidados, salvações, batismos e muito mais?
  • Seus grupos oram e proporcionam uma atmosfera acolhedora para os que ainda não são crentes?
  • Os membros do pequeno grupo oram e cuidam uns dos outros durante a semana?

Esta lista de perguntas pretende ser parcial e não exaustiva. Encorajo você a contemplar essas questões e descobrir o que Deus está lhe ensinando.

Spanish blog:

¿Una Iglesia Celular o una Iglesia con Células?
Por Rob Campbell, Pastor Fundador, www.cypresscreekchurch.com

Joel Comiskey escribe, “Una iglesia com grupos celulares permite que la gente escoja entre el ministerio y los grupos pequeños, O redefinen sus grupos pequeños, eventualmente llevando a que los grupos se conviertan en uno de los programas.  Aun así, una iglesia con grupos pequeños es mejor que una sin grupos pequeños, pero todavía no es ideal.”

Estoy de acuerdo con el pensamiento de Joel.  Si Dios lo está guiando a liderar o convertirse en una iglesia celular, aquí hay algunas preguntas para reflexionar.

¿Es la iglesia intencional con respecto a que los miembros estén en un grupo celular?

  • ¿Tiene un proceso de integración de nuevas personas/creyentes en una célula?
  • ¿El pastor principal apoya completamente?  ¿Lidera o participa en un grupo?
  • ¿Tiene un proceso claramente definido para formar líderes celulares?
  • ¿Quién es responsable de discipular y/o guiar a los líderes celulares?
  • ¿Existe un proceso de discipulado bien definido y fácil de entender?  ¿Cómo participan los grupos celulares en el proceso de discipulado?
  • ¿Cómo se registra la asistencia a los grupos celulares, los invitados, las conversiones, los bautismos, etc.?
  • ¿Sus grupos oran y ofrecen un ambiente acogedor a los que aún no son creyentes?
  • ¿Los miembros de los grupos celulares oran y se cuidan unos a otros durante la semana?

Esta lista de preguntas pretende ser parcial y no exhaustiva. Le animo a que contemple estas preguntas y descubra lo que Dios le está enseñando.

Why Small Group Integration Shouldn’t be an Afterthought

By Rob Campbell, Founding Pastor, www.cypresscreekchurch.com

Here’s why you don’t want small group integration to be an afterthought.  You want every church family member to experience a healthy small group.

Years ago, ten pastors from my church family wrestled with the following question: “What is a healthy small group?”  Here are some responses:

  • Service (Others Centered)
  • Fellowship
  • Accountability
  • Leadership Development
  • Word-centered
  • Christ’s Presence in the small group
  • Individual prayer voiced for each other in the gathering
  • Living life with each other outside of the gathering
  • Inviting others consistently
  • the small group leader prayers consistently for the members of the small group
  • Weekly contact by small group leader with the members
  • Multiplication
  • Seeing new people in the small group consistently
  • Changed lives, Shared leadership
  • Consistency (in meetings and vision casting)
  • Spiritual growth of members
  • Experience the `awe’ of God together
  • Welcoming of change
  • Relationship development
  • Actively seek those not connected to Jesus or a small group
  • Missional (service to others)
  • Bless (relationships that bless)
  • Belong (people feel they belong)
  • Belief (beliefs are visible in the lives of people)
  • Birth (new people becoming Christ followers)
  • Gifts of the Spirit are operative
  • Passionate Worship.

Granted, this list can feel overwhelming, but my point is not to accomplish all of these by next week.  Instead, and as stated earlier, consider the benefits of every church family member experiencing a healthy small group.

Final thought: As you encourage individuals to find a small group, remember a few things.  First, emphasize the “why.”  Next, be reminded that negative motivation is not motivation.  Finally, embrace love, patience, and encouragement—not force or manipulation.

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Portuguese blog:

Porque a Integração aos pequenos grupos não deve ser deixada para depois

Rob Campbell, Pastor Fundador, www.cypresscreekchurch.com

Este é o motivo pelo qual você não quer que a integração aos pequenos grupos seja deixada para depois. Você deve querer que cada membro da igreja tenha a experiencia de participar de um pequeno grupo saudável.

Há alguns anos, dez pastores da minha igreja ponderaram sobre a seguinte pergunta: “O que configura um pequeno grupo saudável?” Estas foram algumas das respostas:

  • Serviço ( foco no outro )
  • Comunhão
  • Responsabilidade e compromisso
  • Desenvolvimento da liderança
  • Centralidade da Palavra de Deus
  • Presença de Cristo
  • Intercessão mútua durante a reunião
  • Vida e atividades em comum além da reunião
  • Convite frequente a outras pessoas
  • Oração constante do líder do pequeno grupo pelos membros do grupo
  • Contato semanal do líder com cada um dos membros do grupo
  • Multiplicação
  • Novas pessoas frequentemente visitando a reunião
  • Vidas transformadas, liderança compartilhada
  • Consistência (tanto na frequência às reuniões como na disseminação da visão)
  • Crescimento espiritual dos membros do grupo
  • Experiência de maravilhar-se com Deus em grupo
  • Acolhimento de mudanças
  • Desenvolvimento dos relacionamentos
  • Busca ativa de pessoas que não estão conectadas a Cristo e não pertencem a um pequeno grupo
  • Sentimento Missionário (serviço aos outros)
  • Vida abençoadora (relacionamentos que abençoam)
  • Pertencimento (as pessoas sentem que pertencem ao grupo)
  • Fé (crenças que são visíveis nas vidas das pessoas)
  • Nascimento (novas pessoas tornando-se seguidores de Cristo)
  • Dons do Espírito em operação
  • Louvor apaixonado

Eu sei você pode se sentir intimidado por esta lista, mas minha intenção não é conseguir tudo isso em uma semana. Ao invés disso, como já dissemos antes, pense sobre os benefícios de cada membro da família de Cristo experimentar um pequeno grupo saudável.

PENSAMENTO FINAL: Quando você encorajar pessoas a se integrarem a um pequeno grupo, lembre-se de alguns detalhes. Em primeiro lugar, enfatize o “porque”. Depois disso, lembre-se que uma motivação negativa não é uma motivação verdadeira. Finalmente, abrace o Amor, a paciência e o encorajamento e não a força ou a manipulação.

Spanish blog:

Por qué la integración de los grupos pequeños no debe ser una ocurrencia tardía
Por Rob Campbell, Pastor Fundador, www.cypresscreekchurch.com

He aquí por qué usted no quiere que la integración de grupos pequeños sea una ocurrencia tardía.  Usted quiere que cada miembro de la familia de la iglesia experimente un grupo pequeño saludable.

Hace años, diez pastores de la familia de mi iglesia lucharon con la siguiente pregunta: «¿Qué es un grupo pequeño saludable?»  He aquí algunas respuestas:

  • Servicio (Centrado en otros)
  • Compañerismo
  • Responsabilidad
  • Desarrollo de liderazgo
  • Centrado en la Palabra
  • Con la presencia de Cristo en el grupo pequeño
  • Oración individual por los demás en la reunión
  • Vivir la vida con los demás fuera de la reunión
  • Invitar a otros consistentemente
  • El líder del grupo pequeño debe orar constantemente por los miembros del grupo pequeño
  • Contacto semanal del líder del grupo pequeño con los miembros
  • Multiplicación
  • Ver nuevas personas en el grupo pequeño consistentemente
  • Vidas cambiadas, Liderazgo compartido
  • Consistencia (en las reuniones y en el establecimiento de la visión)
  • Crecimiento espiritual de los miembros
  • Experimentar juntos el «temor» de Dios
  • Acogida del cambio
  • Desarrollo de relaciones
  • Buscar activamente a aquellos que no están conectados con Jesús o con un grupo pequeño
  • Misional (servicio a los demás)
  • Bendecir (relaciones que bendicen)
  • Pertenencia (la gente siente que pertenece)
  • Creer (las creencias son visibles en las vidas de las personas)
  • Nacimiento (nuevas personas se convierten en seguidores de Cristo)
  • Los dones del Espíritu son operativos
  • Adoración apasionada.

Por supuesto, esta lista puede parecer abrumadora, pero mi punto no es lograr todo esto para la próxima semana.  En su lugar, y como se dijo anteriormente, considere los beneficios de que cada miembro de la familia de la iglesia experimente un grupo pequeño saludable.

Pensamiento final: Cuando anime a individuos a encontrar un grupo pequeño, recuerde algunas cosas.  Primero, enfatice el «por qué».  Luego, recuerde que la motivación negativa no es motivación.  Por último, adopte el amor, la paciencia y el estímulo, no la fuerza ni la manipulación.

Prioritizing What Happens Outside the Meeting

By Rob Campbell, Founding Pastor, www.cypresscreekchurch.com

Leading a small group is not just a commitment; it’s a vital role in the church.  A wise, healthy small group leader is not alone but has a team—preferably a host/hostess, a prayer leader, and other group members who can facilitate. Your role as a leader is crucial in ensuring that care and support extend beyond the group gatherings.

A small group gathering is like a huddle during a football game–the action happens after the huddle.  What happens outside a gathering is as important (if not more critical) as during a meeting. Your prayers, care, counsel, and encouragement to a member during the week can make a significant difference in their life. Your role is not just about leading a group but about impacting lives.

The people who make a difference in your life are not those with the most credentials, money, or awards. They are people who offer you care and a listening ear. They are the ones who genuinely display their love for you.

As a matter of perspective, answer the following:

-Name the five wealthiest people in the world.

-Name the last five Heisman trophy winners.

-Name the last half dozen Academy Award winners for best actor and actress.

I trust that very few of us remember yesterday’s headlines. The individuals above can be considered the best in their respective fields. Yet, one day, the applause dies. Awards will tarnish. Achievements will be forgotten. Faces and names will disappear from our memory.

To clarify your perspective, answer the following:

-Name three teachers who aided your journey through school.

-Name three friends who helped you through a difficult time.

-Name five people you enjoy spending time with.

Chances are high that you have been reminded of important people in your life who have displayed their love for you. Love is a verb. Love is action-oriented. Love never fails. Perfect love casts out fear. Those who love and care for you– show up. They are present in your times of sorrow, discouragement, and despair. They also rejoice in your victories, successes, and triumphs.

I hope you are experiencing small group LIFE and not just a huddle once a week.

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Portuguese blog:

Priorizando O Que Acontece Fora da Reunião
por Rob Campbell, pastor fundador, www.cypresscreekchurch.com

Liderar um pequeno grupo não é apenas um compromisso; é um papel vital na igreja. Um líder de pequeno grupo sábio e saudável não está sozinho, mas tem uma equipe – de preferência um anfitrião/anfitriã, um líder de oração e outros membros do grupo que podem facilitar. Seu papel como líder é crucial para garantir que o cuidado e o apoio se estendam além das reuniões do grupo.

Uma reunião de pequenos grupos é como aquele ajuntamento dos jogadores de futebol americano antes de uma jogada – a ação acontece depois da reunião. O que acontece fora de uma reunião é tão importante (se não mais importante) quanto o que acontece durante uma reunião. Suas orações, cuidado, conselho e incentivo a um membro durante a semana podem fazer uma diferença significativa em sua vida. Seu papel não é apenas liderar um grupo, mas impactar vidas.

As pessoas que fazem a diferença na sua vida não são aquelas com mais credenciais, dinheiro ou prêmios. São pessoas que oferecem carinho e um ouvido atento. São eles que demonstram genuinamente seu amor por você.

Por uma questão de perspectiva, responda o seguinte:

Cite as cinco pessoas mais ricas do mundo.

Cite os últimos cinco vencedores do troféu Heisman.

Cite os últimos seis vencedores do Oscar de melhor ator e atriz.

Acredito que poucos de nós se lembram das manchetes de ontem. Os indivíduos acima podem ser considerados os melhores em suas respectivas áreas. No entanto, um dia, os aplausos morrem. Os prêmios ficarão manchados. As conquistas serão esquecidas. Rostos e nomes desaparecerão da nossa memória.

Para esclarecer sua perspectiva, responda o seguinte:

Cite três professores que ajudaram em sua jornada na escola.

Cite três amigos que ajudaram você em um momento difícil.

Cite cinco pessoas com quem você gosta de passar tempo.

Há grandes chances de você ter se lembrado de pessoas importantes em sua vida que demonstraram amor por você. Amor é um verbo. O amor é orientado para a ação. Amor nunca falha. Amor perfeito inibe o medo. Aqueles que amam e cuidam de você – apareçam. Eles estão presentes em seus momentos de tristeza, desânimo e desespero. Eles também se alegram com suas vitórias, sucessos e triunfos.

Espero que você esteja vivenciando a VIDA em pequenos grupos e não apenas uma reunião uma vez por semana.

Spanish blog:

Dar prioridad a lo que ocurre fuera de la reunión
Por Rob Campbell, Pastor Fundador, www.cypresscreekchurch.com

Dirigir un grupo pequeño no es sólo un compromiso; es un papel vital en la iglesia.  Un líder de grupo pequeño sabio y saludable no está solo sino que tiene un equipo-preferiblemente un anfitrión/anfitriona, un líder de oración y otros miembros del grupo que pueden facilitar. Su papel como líder es crucial para asegurar que el cuidado y el apoyo se extiendan más allá de las reuniones del grupo.

Una reunión de un grupo pequeño es como un apiñamiento durante un partido de fútbol: la acción ocurre después del apiñamiento.  Lo que sucede fuera de una reunión es tan importante (si no más importante) como lo que sucede durante una reunión. Sus oraciones, cuidado, consejo y aliento a un miembro durante la semana puede hacer una diferencia significativa en su vida. Su papel no consiste sólo en dirigir un grupo, sino en influir en la vida de las personas.

Las personas que marcan la diferencia en tu vida no son las que tienen más credenciales, dinero o premios. Son las personas que te ofrecen atención y un oído atento. Son las que demuestran genuinamente su amor por ti.

-A modo de perspectiva, responde a lo siguiente:

-Nombra a las cinco personas más ricas del mundo.

-Nombra a los cinco últimos ganadores del trofeo Heisman.

-Nombra a la última media docena de ganadores del Oscar al mejor actor y actriz.

Confío en que muy pocos de nosotros recordemos los titulares de ayer. Las personas mencionadas pueden considerarse las mejores en sus respectivos campos. Sin embargo, un día, los aplausos mueren. Los premios se empañarán, los logros se olvidarán, los rostros y los nombres desaparecerán de nuestra memoria.

-Para aclarar su perspectiva, responda a lo siguiente:

-Nombra a tres profesores que te ayudaron en tu paso por la escuela.

-Nombra a tres amigos que te ayudaron en un momento difícil.

-Nombra a cinco personas con las que disfrutes pasando el tiempo.

Es muy probable que hayas recordado a personas importantes en tu vida que te han demostrado su amor. El amor es un verbo, el amor es acción, el amor nunca falla. El amor perfecto echa fuera el miedo. Aquellos que te aman y se preocupan por ti- aparecen. Están presentes en tus momentos de tristeza, desánimo y desesperación. También se regocijan en tus victorias, éxitos y triunfos.

Espero que estés experimentando la VIDA de un grupo pequeño y no sólo una reunión una vez a la semana.

The House Church and Community

By Rob Campbell, Founding Pastor, www.cypresscreekchurch.com

The house church was a central factor in the church’s development, providing the context in which the early believers could express their faith in the risen Christ, nurture each other, and expand the gospel to the Jews and Gentiles throughout the empire. The house church provided added value in reaching entire households with the message of Christ. It reached the ordinary, influential, dispossessed, and wealthy.   It was effective in developing leaders to succeed the apostles. This model of church life has existed throughout the centuries and is an authentic expression today.

An apparent cry bellows forth in this distrustful age of broken families, fallen Christian leaders, and gated neighborhoods. It is the community appeal. Believing that loneliness is rampant in the lands, William Sadler articulates the following four types of loneliness:

  • Interpersonal (the experience of losing significant relationships)
  • Cosmic (the absence of a sense of ultimate relationship and meaning)
  • Cultural (experienced by those who have left behind a style of life to which they have become accustomed and entered a new way of living)
  • Social (experienced as rejection by other people and groups)

Sadler believes that one who experiences two or more types of loneliness may grapple with psychological depression.

In most cases, the institutional church model no longer provides the basis for genuine community and, therefore, has difficulty addressing the real needs of individuals. The house church has great potential to fulfill its mission by accommodating society’s thirst for true communion.

What does the church need today to experience this type of community? Could it be reformation? Reformation is restoring and returning to the pure doctrine of truth. It focuses on orthodoxy, which conforms to the true faith that arises from the Word of God. Could it be revival? Revival is the restoration of and return to authentic living. It focuses on orthopraxy, or how one lives because of revealed truth. It concerns the believer’s vital relationship with the Holy Spirit.

Indeed, reformation and revival together form a dynamic partnership, for there is no true revival unless there has been reformation, and reformation is not achieved without revival. There exists an intriguing tension between reformation and revival as well. Del Birkey writes, “Concentration on reformation without revival leads to skins without wine…concentration on revival without reformation soon loses the wine for want of skins.”

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Portuguese blog:

A Igreja No Lar e a Comunidade
por Rob Campbell (pastor fundador), www.cypresscreekchurch.com

A igreja no lar foi um fator central no desenvolvimento da igreja, proporcionando o contexto no qual os primeiros crentes podiam expressar a sua fé no Cristo ressuscitado, nutrir-se uns aos outros e expandir o evangelho aos judeus e gentios em todo o império. A igreja nos lares proporcionou valor acrescentado ao alcançar famílias inteiras com a mensagem de Cristo. Atingiu as pessoas comuns, influentes, despossuídas e ricas. Foi eficaz no desenvolvimento de líderes para suceder aos apóstolos. Este modelo de vida eclesial existiu ao longo dos séculos e é hoje uma expressão autêntica.

Um aparente clamor ecoa nesta época de desconfiança de famílias desfeitas, líderes cristãos caídos e bairros fechados. É o apelo da comunidade. Acreditando que a solidão é galopante nas terras, William Sadler articula os seguintes quatro tipos de solidão:

  • Interpessoal (a experiência de perder relacionamentos significativos)
  • Cósmico (a ausência de um senso de relacionamento e significado definitivo)
  • Cultural (vivenciado por quem deixou para trás um estilo de vida ao qual se habituou e ingressou em uma nova forma de viver)
  • Social (experimentado como rejeição por outras pessoas e grupos)

 Sadler acredita que quem experimenta dois ou mais tipos de solidão pode enfrentar depressão psicológica.

Na maioria dos casos, o modelo institucional da igreja já não fornece a base para uma comunidade genuína e, portanto, tem dificuldade em responder às necessidades reais dos indivíduos. A igreja doméstica tem um grande potencial para cumprir a sua missão, acomodando a sede da sociedade pela verdadeira comunhão.

O que a igreja precisa hoje para vivenciar esse tipo de comunidade? Poderia ser reforma? A Reforma está restaurando e retornando à doutrina pura da verdade. Centra-se na ortodoxia, que está em conformidade com a verdadeira fé que surge da Palavra de Deus. Poderia ser um avivamento? O avivamento é a restauração e o retorno a uma vida autêntica. Centra-se na ortopraxia, ou como alguém vive por causa da verdade revelada. Diz respeito ao relacionamento vital do crente com o Espírito Santo.

Na verdade, a reforma e o reavivamento formam juntos uma parceria dinâmica, pois não há verdadeiro reavivamento a menos que tenha havido reforma, e a reforma não é alcançada sem reavivamento. Existe também uma tensão intrigante entre reforma e reavivamento. Del Birkey escreve: “A concentração na reforma sem avivamento leva a odres sem vinho… a concentração no avivamento sem reforma logo perde o vinho por falta de odres”.

Spanish blog:

La iglesia doméstica y la Comunidad
Por Rob Campbell (pastor fundador), www.cypresscreekchurch.com

La iglesia en la casa fue un factor central en el desarrollo de la iglesia, proporcionando el contexto en el que los primeros creyentes podían expresar su fe en Cristo resucitado, nutrirse unos a otros, y expandir el evangelio a los judíos y gentiles en todo el imperio. La iglesia doméstica proporcionaba un valor añadido al llegar a hogares enteros con el mensaje de Cristo. Llegaba a los comunes, a los influyentes, a los desposeídos y a los ricos.   Fue eficaz en el desarrollo de líderes para suceder a los apóstoles. Este modelo de vida eclesiástica ha existido a lo largo de los siglos y es una expresión auténtica en la actualidad.

Un grito aparente brota en esta época desconfiada de familias rotas, líderes cristianos caídos y barrios cerrados. Es el llamamiento a la comunidad. Creyendo que la soledad es rampante en las tierras, William Sadler articula los siguientes cuatro tipos de soledad:

  • Interpersonal (la experiencia de perder relaciones significativas)
  • Cósmica (la ausencia de un sentido de relación y significado últimos)
  • Cultural (experimentada por quienes han dejado atrás un estilo de vida al que se habían acostumbrado para entrar en una nueva forma de vida)
  • Social (experimentado como rechazo por parte de otras personas y grupos)

Sadler cree que quien experimenta dos o más tipos de soledad puede lidiar con una depresión psicológica.

En la mayoría de los casos, el modelo de iglesia institucional ya no proporciona la base para una auténtica comunidad y, por lo tanto, tiene dificultades para atender las necesidades reales de las personas. La iglesia doméstica tiene un gran potencial para cumplir su misión dando cabida a la sed de verdadera comunión de la sociedad.

¿Qué necesita hoy la Iglesia para experimentar este tipo de comunidad? ¿Podría ser la reforma? La reforma es restaurar y volver a la doctrina pura de la verdad. Se centra en la ortodoxia, que se ajusta a la verdadera fe que surge de la Palabra de Dios. ¿Podría ser reavivamiento? El renacimiento es la restauración y el retorno a la vida auténtica. Se centra en la ortopraxis, o cómo se vive a causa de la verdad revelada. Se refiere a la relación vital del creyente con el Espíritu Santo.

De hecho, la reforma y el avivamiento forman juntos una asociación dinámica, porque no hay verdadero avivamiento a menos que haya habido reforma, y la reforma no se consigue sin avivamiento. También existe una intrigante tensión entre la reforma y el avivamiento. Del Birkey escribe: “La concentración en la reforma sin avivamiento conduce a odres sin vino… la concentración en el avivamiento sin reforma pronto pierde el vino por falta de odres”.

Multiplication and HEALTH

By Rob Campbell, Founding Pastor, www.cypresscreekchurch.com

Multiplication

This week, the JCG bloggers discuss keeping the group small and penetrating a lost world by meeting outside the church building.  I want to concentrate on multiplication and health.

Recently, a small group in my home church grew to approximately 75+ people (adults and children).  You may argue that this group is not a small group but a church.  Understandable.  So, how did the leaders of the group respond?  They multiplied the group into three other groups, and since the group multiplied into triplets, the group multiplied into two additional groups.

You see, the multiplication of small groups is woven into the DNA of the church family.  I also believe that multiplication is an indicator of health—in the present and future.  Let’s conclude with some thoughts on a healthy small group.

Characteristics of a Healthy Small Group

  • An atmosphere of edification and encouragement.

Is this group consistently edifying and encouraging each other? How?

  • Accountability because of transparency and vulnerability.

Is this group regularly transparent and vulnerable? Does that transparency lead to increased accountability?

  • Increased personal growth is evident in growing relationships among members and deepening relationships with Jesus. 

Has most of this group experienced personal growth over the last six months? If so, what does that look like?

  • Willingness on the part of cell members to teach each other from personal life experience and a desire to be led by others

Is this group teachable? Do they regularly learn from each other? How?

  • Everyone feels welcome.

How is this group welcoming people?

  • A mindset of serving the community among members.

What specific way is this group serving the community?

  • Leaders who are active listeners, careful facilitators, and authentic people lovers. 

Do you see this leader talking less than the group, asking probing questions, and loving people unconditionally? How is this love demonstrated?

I encourage you to discuss the components of a healthy cell listed above. I’m sure you can add to and build upon the ideas presented.

Korean blog (Click here)

Portuguese blog:

Multiplicação e SAÚDE
por Rob Campbell, pastor fundador, www.cypresscreekchurch.com

Multiplicação

Esta semana, os blogs do JCG estão discutindo como manter o grupo pequeno e penetrar em um mundo perdido reunindo-se fora do prédio da igreja. Quero me concentrar na multiplicação e na saúde.

Recentemente, um pequeno grupo na minha igreja local cresceu para aproximadamente mais de 75 pessoas (adultos e crianças). Você pode argumentar que este grupo não é um grupo pequeno, mas uma igreja. Compreensível. Então, como os líderes do grupo responderam? Eles multiplicaram o grupo em três outros grupos e, como o grupo se multiplicou em trigêmeos, o grupo se multiplicou em dois grupos adicionais.

Veja, a multiplicação de pequenos grupos está inserida no DNA da família da igreja. Acredito também que a multiplicação é um indicador de saúde – no presente e no futuro. Vamos concluir com algumas reflexões sobre um pequeno grupo saudável.

Características de um pequeno grupo saudável

  • Uma atmosfera de edificação e encorajamento.
    Este grupo está consistentemente edificando e encorajando uns aos outros? Como?
  • Responsabilidade devido à transparência e vulnerabilidade.
    Este grupo é regularmente transparente e vulnerável? Essa transparência leva a uma maior responsabilização?
  • O aumento do crescimento pessoal é evidente no crescimento dos relacionamentos entre os membros e no aprofundamento dos relacionamentos com Jesus.
    A maioria deste grupo experimentou crescimento pessoal nos últimos seis meses? Se sim, como é isso?
  • Disposição por parte dos membros da célula para ensinar uns aos outros a partir da experiência de vida pessoal e desejo de serem liderados por outros
    Este grupo é ensinável? Eles aprendem regularmente um com o outro? Como?
  • Todos se sentem bem-vindos.
    Como esse grupo está acolhendo as pessoas?
  • Uma mentalidade de servir a comunidade entre os membros.
    De que forma específica este grupo está servindo a comunidade?
  • Líderes que são ouvintes ativos, facilitadores cuidadosos e amam autenticamente as pessoas.
    Você vê esse líder falando menos do que o grupo, fazendo perguntas investigativas e amando as pessoas incondicionalmente? Como esse amor é demonstrado?

Encorajo você a discutir os componentes de uma célula saudável listados acima. Tenho certeza de que você pode acrescentar e desenvolver as ideias apresentadas.

Spanish blog:

Multiplicación y SALUD
Por Rob Campbell, Pastor Fundador, www.cypresscreekchurch.com

Multiplicación

Esta semana, los escritores de JCG están discutiendo mantener el grupo pequeño y penetrar un mundo perdido reuniéndose fuera del edificio de la iglesia. Yo quiero concentrarme en la multiplicación y la salud.

Recientemente, un grupo pequeño en mi iglesia creció a aproximadamente 75+ personas (adultos y niños). Usted puede argumentar que este grupo no es un grupo pequeño sino una iglesia. Es comprensible. Entonces, ¿cómo respondieron los líderes del grupo? Ellos multiplicaron el grupo en otros tres grupos, y como el grupo se multiplico en trillizos, el grupo se multiplico en dos grupos adicionales.

Como ven, la multiplicación de grupos pequeños está entretejida en el ADN de la familia de la iglesia. También creo que la multiplicación es un indicador de salud, en el presente y en el futuro. Concluyamos con algunas reflexiones sobre un grupo pequeño saludable.

Características de un grupo pequeño saludable

  • Una atmósfera de edificación y ánimo.
    ¿Edifica y anima este grupo consistentemente a los demás? ¿Cómo?
  • Responsabilidad por transparencia y vulnerabilidad.
    ¿Es este grupo regularmente transparente y vulnerable? ¿Lleva esa transparencia a una mayor responsabilidad?
  • El crecimiento personal es evidente en el crecimiento de las relaciones entre los miembros y en la profundización de las relaciones con Jesús.
    ¿Ha experimentado la mayoría de este grupo crecimiento personal en los últimos seis meses? En caso afirmativo, ¿qué aspecto tiene?
  • Voluntad por parte de los miembros de la célula de enseñarse unos a otros a partir de su experiencia personal de vida y deseo de ser guiados por otros.
    ¿Este grupo es enseñable? ¿Aprenden regularmente unos de otros? ¿De qué manera?
  • Todos se sienten bienvenidos.
    ¿Cómo acoge este grupo a la gente?
  • Existe entre los miembros una mentalidad de servicio a la comunidad.
    ¿De qué manera concreta sirve este grupo a la comunidad?
  • Líderes que escuchan activamente, facilitadores cuidadosos y auténticos amantes de las personas.
    ¿Ves a este líder hablar menos que el grupo, hacer preguntas inquisitivas y amar a las personas incondicionalmente? ¿Cómo demuestra este amor?

Le animo a que analice los componentes de una célula sana enumerados anteriormente. Estoy seguro de que puede añadir y ampliar las ideas presentadas.