The church has left the building

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

We have had many opportunities to experience new things during this crisis. We all had to adapt to the limitations of the quarantine, thus obliging us to question and change basically everything regarding to church life. I loved it. It has been a great time to shake many unquestionable and unchangeable “truths” that, as many found out the hard way, were only traditions, church culture or ordinary habits.

What really matters and will definitely change the church was one fact: the church had to leave the building. And finally we all had to actually live what we believed: the church is not a building. And I think most churches realised, in practical terms, that it is all about people. Many communities are more alive now in the quarantine than before. There has been more interaction, with members connecting to each other on a daily basis, living real and practical caring and serving as a loving community. But, unfortunately, this is not happening with all communities. There is a huge difference according the existing structures (or church model): 

1) The cell churches (outward focused) were quite ready for the crisis and had little difficulties to adapt since almost 100% of the members were in a cell group. Everybody was already under the radar and could be looked after and well taken care of by his own small community. And with the mission at hand, they continue to seize the opportunities to reach out to people and make more disciples. 

2) The churches that had a small groups structure (inward focused) were also better off, although their problem was that usually they did not get more than 50% onboard in those groups. So what to do with the other 50%?  For many it was frustrating to see that the failure of enrolling all members was now taking its toll. 

3) Now, when you think of churches that were based only on Sunday services and activities promoted by church ministries (youth, worship, couples, etc)… what a challenge they are facing. Where is everybody? How are people handling the crisis? Does anybody need help? How can a centralised structure handle this?And even when the pandemic is over, we might sill have to face long term gathering limitations. Life may never return to what once was normal. How are these churches going to handle this? 

Well, the other day I heard a senior pastor of a great church calling his members to engage in the new small group environment that was being developed and would be implemented in the following weeks. Therefore, I believe everybody will come to the same conclusion as they did: the church can no longer depend solely on large gatherings and centralised activities. That is definitely not how the early church rocked the world in their days. And, definitely, it will not be how we impact ours. Let’s welcome the small communities of believers with a clear mission of making disciples!

Buckle up. Changes ahead.

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Portuguese blog:

A igreja deixou o prédio

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Nós temos tido muitas oportunidades de experimentar coisas novas durante essa crise. Todos nós tivemos que nos adaptar as limitações dessa quarentena, assim nos obrigando a questionar e mudar basicamente tudo acerca da vida da igreja. Eu amei isso. Tem sido um bom tempo de sacudir algumas “verdades” inquestionáveis e imutáveis que, para muitos foram descobertas da maneira mais difícil, eram apenas tradições, cultura da igreja ou hábitos comuns.

O que realmente importa e definitivamente mudará a igreja era um fato: a igreja teve de deixar o prédio. E finalmente nós todos tivemos que realmente viver o que cremos: a igreja não é um prédio. E eu acho que a maioria das igrejas percebeu, em termos práticos, que é tudo sobre as pessoas. Muitas comunidades estão mais vivas agora na quarentena do que antes. Tem tido muito mais interação, com membros conectando uns com os outros diariamente, vivendo cuidado real e prático e servindo como uma comunidade amorosa. Mas, infelizmente, isso não está acontecendo com todas as comunidades. Existe uma grande diferença de acordo com as estruturas existentes (ou modelo de igreja):

1) As igrejas em células (focada para for a) estavam bem prontas para a crise e tiveram poucas dificuldades para adaptar desde que quase 100% de seus membros estavam em um grupo de célula. Todos já estavam sob um radar e poderiam ser protegidos e muito bem cuidados pelas suas comunidades. E com a missão em mãos, eles continuaram a pegar as oportunidades para alcançar as pessoas e fazer mais discípulos.

2) As igrejas uma estrutura de pequenos grupos (focada para dentro) também estavam melhores, embora seus problemas eram que geralmente elas não tinham mais do que 50% dentro desses grupos. Então o que fazer com os outros 50%? Para muitos foi frustrante ver que o fracasso de arrolar todos os membros agora se tornava um fardo.

3) Agora, quando você pensa nas igrejas que eram embasadas somente nos cultos de domingo e nas atividades promovidas pelos ministérios da igreja (jovens, adoração, casados, etc)… que desafio elas estão enfrentando. Onde estão todos? Como as pessoas estão lidando com a crise? Alguém precisa de ajuda? Como pode um estrutura centralizada lidar com isso? E mesmo quando a pandemia acabar, nós talvez tenhamos que encarar limitações de encontros por um longo tempo. Talvez a vida nunca volte para o que antes era normal. Como essas igrejas vão lidar com isso?

Bem, outro dia eu ouvi um pastor senior de uma grande igreja chamando seus membros para engajarem no novo ambiente de pequenos grupos que estava sendo desenvolvido e seria implantado nas semanas seguintes. Portanto, eu acredito que todo mundo chegará à mesma conclusão que eles chegaram: a igreja não pode mais depender exclusivamente das grandes reuniões e atividades centralizadas. Essa definitivamente não é como a igreja primitiva abalava o mundo em seu tempo. E, definitivamente, não será como nós impactaremos o nosso. Vamos abraçar as pequenas comunidades de crentes com a clara missão de fazer discípulos!

Apertem os cintos. Mudanças vem aí.

Spanish blog:

La iglesia ha salido del edificio

Por Roberto Bottrel, [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Hemos tenido muchas oportunidades de experimentar cosas nuevas durante esta crisis. Todos tuvimos que adaptarnos a las limitaciones de la cuarentena, obligándonos a cuestionar y cambiar básicamente todo lo relacionado con la vida de la iglesia. Me encantó, ha sido un buen momento para sacudir muchas “verdades” incuestionables e inmutables que, como muchos descubrieron por las malas, eran solo tradiciones, cultura de la iglesia o hábitos ordinarios.

Lo que realmente importa y definitivamente cambiará la iglesia ha sido este hecho: la iglesia tuvo que abandonar el edificio. Y finalmente todos tuvimos que vivir lo que creíamos: la iglesia no es un edificio. Y creo que la mayoría de las iglesias se dieron cuenta, en términos prácticos, que se trata de las personas. Muchas comunidades están más vivas ahora en la cuarentena que antes. Ha habido más interacción, con miembros que se conectan entre sí a diario, viviendo un cuidado real y práctico y sirviendo como una comunidad amorosa. Pero, desafortunadamente, esto no está sucediendo con todas las comunidades. Hay una gran diferencia según las estructuras existentes (o modelo de iglesia):

1) Las iglesias celulares (enfocadas hacia afuera) estaban bastante listas para la crisis y tenían pocas dificultades para adaptarse, ya que casi el 100% de los miembros estaban en un grupo celular. Todos estaban ya fuera del radar y su pequeña comunidad podía atenderlos y cuidarlos bien. Y con la misión en mente, continúan aprovechando las oportunidades para llegar a las personas y hacer más discípulos.

2) Las iglesias que tenían una estructura de grupos celulares (enfocadas hacia adentro) también estaban mejor, aunque su problema era que generalmente no recibían más del 50% a bordo en esos grupos. Entonces, ¿qué hacer con el otro 50%? Para muchos fue frustrante ver que la falta de inscripción de todos los miembros y ahora estaba pasando factura.

3) Ahora, cuando piensas en iglesias que se basaban solo en los servicios y actividades dominicales promovidas por los ministerios de la iglesia (jóvenes, adoración, parejas, etc.) … qué desafío enfrentan. ¿Donde está todo el mundo? ¿Cómo manejan las personas la crisis? ¿Alguien necesita ayuda? ¿Cómo puede manejar esto una estructura centralizada? E incluso cuando la pandemia haya terminado, es posible que tengamos que enfrentar limitaciones de reunión a largo plazo. La vida nunca puede volver a lo que una vez fue normal. ¿Cómo van a manejar eso estas iglesias?

Bueno, el otro día escuché al pastor general de una gran iglesia llamando a sus miembros a participar en el nuevo entorno de grupos celulares, que se estaba desarrollando y que se implementaría en las siguientes semanas. Por lo tanto, creo que todos llegarán a la misma conclusión que ellos: la iglesia ya no puede depender únicamente de grandes reuniones y actividades centralizadas. Definitivamente no es así como la iglesia primitiva sacudió al mundo en sus días. Y, definitivamente, no será cómo impactaremos el nuestro. ¡Demos la bienvenida a las pequeñas comunidades de creyentes con una misión clara de hacer discípulos!

Asegura tu cinturón. Hay cambios por delante.

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Corona times, a time of opportunity

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

Many church leaders are trying to keep church members safe and comfortable in the midst of the pandemia. But let me challenge this: If believers may feel troubled or fearful about the future, imagine those who do not have a Saviour, an Anchor to hold them steady through this storm. If we think about the difficult times a non-believer is facing, we surely need to be compassionate and do something about it! We have to offer them what we have found! But what can we do in a time of quarantine? We feel so limited…

The last verses of the book of Acts (28:30,31) show us a similar reality as the lockdown that we are living today:  For two whole years Paul stayed there in his own rented house… Imagine that! (And we are complaining for staying at home for 2 months!) We know that Paul had a very clear purpose in life: to fulfil the task Jesus had given him. So what did he do during those two years? …and welcomed all who came to see him.He proclaimed the kingdom of God and taught about the Lord Jesus Christ. He did exactly the same things he used to do before he went to prison. For him it didn’t really matter the circumstances. He just pressed on doing what he was called to do. Please, pay attention to how the book ends: … with all boldness and without hindrance! Paul is definitely my hero! Not even prison was a hindrance for him!

So if we look at our reality today we are much better off than Paul, since we are not even imprisoned. Although there are some limitations in our social interactions, we have technology on our side. And if we have the right perspective and the same fire in our hearts as Paul did, this will be an amazingly fruitful time.

Just to inspire you, look at what our church in Brazil is doing. We started a 3 week outreach effort called “Vaccination Campaign” against the global virus known as Sin which has been destroying so many lives for centuries, unparalleled to any other virus. All cells organised themselves in smaller “vaccination units” (3-5 people) and intensively set out to reach relatives, neighbours, coworkers and friends. It started this week as I write and one cell leader already shared what happened with his group: a big cell (about to multiply) organised 5 small units and they managed to connect online with 54 non-believers in small gatherings to share the good news and invite them to surrender to the one that can heal and free us from this deadly virus. Eighteen of them responded positively to Jesus!  And this is only one of our more than 1.600 cells! Praise the Lord! People are rethinking their lives, hearts are open. Let’s do like Paul: Proclaim the kingdom of God… with all boldness and without hindrance!

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Tempos de Corona, um tempo de oportunidades

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Muitos líderes de igrejas estão tentando manter os membros da igreja seguros e confortáveis em meio da pandemia. Mas permita-me desafiar isso: se crentes podem se sentir confusos ou amedrontados sobre o futuro, imagine aqueles que não tem um Salvador, uma Âncora para os segurar firmes através dessa tempestade. Se nós pensarmos nos tempos difíceis que um não crente está encarando, nós certamente precisamos ser compassivos e fazer alguma coisa sobre isso! Nós temos que ofertá-los o que temos encontrado! Mas o que nós podemos fazer em tempo de quarentena? Nós nos sétimos tão limitados…

Os últimos versos do livro de atos (28:30,31) nos mostra uma realidade similar a deu lockdown que estamos vivendo hoje: por dois anos inteiros Paulo ficou em sua casa alugada… Imagine isso! (E nós estamos reclamando de ficar em casa por dois meses!). Nós sabemos que Paulo tinha um propósito muito claro na vida: completar a tarefa que Jesus tinha lhe dado. Então o que ele fez durante esses dois anos? … e recebia a todos os que iam vê-lo. Pregava o Reino de Deus e ensinava a respeito do Senhor Jesus Cristo. Ele fez exatamente as mesmas coisas que costumava fazer antes dele ser enviado para prisão. Para ele não importavam as circunstâncias de fato. Ele apenas continuou fazendo o que ele foi chamado para fazer. Por favor, preste atenção em como o livro termina: … corajosamente e sem restrição alguma! Paulo é definitivamente meu herói Nem mesmo a prisão era um impedimento para ele!

Então se nós olharmos nossa realidade hoje nós estamos muito melhor do que Paulo, já que nós nem estamos presos. Embora haja algumas limitações em nossa interação social, nós temos tecnologia do nosso lado. E se nós tivermos a perspectiva correta e o mesmo fogo em nossos corações que Paulo teve, esse será um tempo frutífero incrível.

Apenas para inspirar você, veja o que nossa igreja no Brasil está fazendo. Nós começamos um esforço de alcance de 3 semanas chamado “Campanha de Vacinação” contra o vírus global conhecido como Pecado cujo qual tem destruído muitas vidas por séculos, sem paralelo com qualquer outro vírus. Todas as células se organizaram em pequenas “unidades de vacinação” (3-5 pessoas) e intensamente saíram para alcançar seus parentes, vizinhos, colegas de trabalho e amigos. Começou essa semana enquanto eu escrevo e um líder de célula já compartilhou o que aconteceu com seu grupo: uma célula grande (perto de multiplicar) organizou 5 unidades pequenas e eles conseguiram conectar online com 54 não crentes em pequenos encontros para compartilhar as boas novas e convidá-los a se render ao único que pode curar e nos libertar desse vírus mortal. Dezoito deles responderam positivamente a Jesus! E esse é apenas uma das nossas mais de 1.600 células! Louvado seja o Senhor! As pessoas estão repensando suas vidas, corações estão abertos. Façamos com Paulo: Proclamemos o Reino de Deus… corajosamente e sem restrição alguma!

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Tiempo de Coronavirus, un tiempo de oportunidad

Por Roberto Bottrel, [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Muchos líderes están tratando de mantener a los miembros de la iglesia seguros y cómodos en medio de la pandemia. Pero permítanme cuestionar esto: si los creyentes pueden sentirse preocupados o temerosos por el futuro, imagine a aquellos que no tienen un Salvador, un Ancla para mantenerlos firmes durante esta tormenta. Si pensamos en los tiempos difíciles que enfrenta un no creyente, seguramente debemos ser compasivos y hacer algo al respecto. ¡Tenemos que ofrecerles lo que hemos encontrado! Pero, ¿qué podemos hacer en tiempos de cuarentena? Nos sentimos tan limitados …

Los últimos versículos del libro de los Hechos (28: 30,31) nos muestran una realidad similar al bloqueo que estamos viviendo hoy: durante dos años enteros, Pablo se quedó allí, en su propia casa alquilada … ¡Imagínese eso! (¡Y nos estamos quejando por quedarnos en casa por 2 meses!) Sabemos que Pablo tenía un propósito muy claro en la vida: cumplir la tarea que Jesús le había encomendado. Entonces, ¿qué hizo durante esos dos años? … y dio la bienvenida a todos los que vinieron a verlo. Él proclamó el reino de Dios y enseñó acerca del Señor Jesucristo. Hizo exactamente lo mismo que solía hacer antes de ir a prisión. Para él, en realidad no importaban las circunstancias. Simplemente continuó haciendo lo que fue llamado a hacer. Por favor, preste atención a cómo termina el libro: … ¡con toda audacia y sin obstáculos! ¡Pablo es definitivamente mi héroe! ¡Ni siquiera la prisión fue un obstáculo para él!

Entonces, si miramos nuestra realidad hoy, estamos mucho mejor que Pablo, ya que ni siquiera estamos encarcelados. Aunque existen algunas limitaciones en nuestras interacciones sociales, tenemos la tecnología de nuestro lado. Y si tenemos la perspectiva correcta y el mismo fuego en nuestros corazones que Pablo, este será un tiempo increíblemente fructífero.

Solo para inspirarte, mira lo que está haciendo nuestra iglesia en Brasil. Comenzamos un esfuerzo de evangelización de 3 semanas llamado “Campaña de vacunación” contra el virus global conocido como Pecado, que ha estado destruyendo tantas vidas durante siglos, sin paralelo a ningún otro virus. Todas las células se organizaron en “unidades de vacunación” más pequeñas (3-5 personas) y se dispusieron intensamente para llegar a familiares, vecinos, compañeros de trabajo y amigos. Comenzó esta semana mientras escribía y un líder celular ya compartió lo que sucedió con su grupo: una gran célula (a punto de multiplicarse) organizó 5 unidades pequeñas y lograron conectarse en línea con 54 no creyentes en pequeñas reuniones para compartir las buenas noticias e invítelos a rendirse ante Aquel que puede sanarnos y liberarnos de este virus mortal. ¡Dieciocho de ellos respondieron positivamente a Jesús! ¡Y esta es solo una de nuestras más de 1,600 células! ¡Alabado sea el Señor! La gente está repensando sus vidas, los corazones están abiertos. Hagamos como Pablo: ¡Proclamen el reino de Dios … con todo valor y sin obstáculos!

The Importance of a Coaching Structure

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

One of the pillars of a healthy cell church is the coaching structure. Many invest so much energy in the training track, in opening cells, in raising leaders, but don’t realize how important the overseeing of the cells and cell leaders is. I would even say that if you, for any reason, cannot have proper coaching, better not even start the cells. It will bring more harm than good. Eventually it will all collapse, leaving the sensation that “cells just don’t work”. 

Why is it so important? 

Authority should not be delegated without accountability. If you are the pastor of a church, as you develop the cells, your are putting the congregation under the responsibility of several leaders. So the church members will not be in your sight as often anymore. Conflicts will be solved, counselling will be given, discipleship will be done, all without your physical presence. Without your coaching over the cell leaders, you will not know what is happening. We consider it as just another level of discipleship – it is the discipleship of leaders. Although these leaders will already be discipling others, that does not mean that they do not need to be discipled themselves. This should be the pastor’s main responsibility. It is essential to have a strong relationship with the cell leaders and to meet them regularly. By doing this, the church will stick together as one.

Somebody might say: so, if a pastor oversees the cell leaders, the problem is solved. Yes, but only for a certain time. As the cells multiply and the church grows – and all churches are supposed to grow – new cell leaders are raised. How will the pastor be able to oversee more and more leaders? If everything stays concentrated on him, the growth will be limited to his capacity. They are some that have great leadership skills which will allow him to grow more than others, but even so, the growth will still be limited. When the number of leaders reach this limit, there are only two options: stop the growth or create a coaching system. If we develop a solid, healthy and growing coaching structure in the church, there will be no limit to growth. The pastor will only have to take good care of few coaches and disciple them well – which can be done without an overwhelming effort! Likewise, each coach will only have to disciple a few leaders. And you can multiply this over and over again. There is literally no limit. Thus, exponential multiplication of cells will never be chaotic.

How do you get new coaches? Disciple the first cell leaders well and you will have all the coaches you need in the future. To raise new cell coaches is just another step in the pastor’s challenge to develop fully committed followers of Jesus. And that is what the cell church is all about. 

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A importância de uma estrutura de supervisão

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Um dos pilares de uma igreja celular saudável é a estrutura de supervisão. Muitos investem tanta energia no trilho de treinamento, na abertura de células, em levantar líderes, mas não percebem quão importante é a supervisão de células e de líderes de célula. Eu até diria que se você, por qualquer razão, não pode ter uma supervisão apropriada, melhor nem começar com células. Irá fazer mais mal do que bem. Eventualmente tudo colidirá, deixando uma sensação de “células simplesmente não funcionam”.

Por que isso é tão importante?

Autoridade não deve ser delegada sem responsabilidade. Se você é o pastor da igreja, enquanto você desenvolve as células, você está colocando a congregação sob a responsabilidade de vários líderes. Então os membros da igreja não estarão mais debaixo dos seus olhos com tanta frequência. Conflitos serão resolvidos, conselhos serão dados, discipulado será feito. Tudo sem sua presença física. Sem sua supervisão sobre os líderes de célula, você não saberá o que está acontecendo. Consideramos isso apenas como outro nível de discipulado – é o discipulado de líderes. Embora esses líderes já estão discipulando outros, isto não quer dizer que eles mesmos não precisam de ser discipulados. Essa deve ser a responsabilidade principal do pastor. É essencial ter um forte relacionamento com seus líderes de célula e encontrar com eles regularmente. Fazendo isso, a igreja será fortemente unida.

Alguém poderia dizer: então, se um pastor supervisionar os líderes de célula, o problema está resolvido. Sim, mas somente por um certo tempo. Como as células multiplicam e a igreja cresce – e se espera que todas as igrejas cresçam – novos líderes de célula são levantados. Como o pastor será capaz de supervisionar mais e mais líderes? Se tudo ficar concentrado nele, o crescimento será limitado a capacidade do pastor. Existem aqueles que tem uma grande habilidade de liderança, e tal habilidade o permitirá crescer mais do que outros, porém mesmo assim, o crescimento continuará a ser limitado. Quando o número de líderes alcançam seu limite, existem apenas duas opções: parar o crescimento ou criar um sistema de supervisão. Se nós desenvolvemos uma estrutura de supervisão sólida, saudável e crescente na igreja, não existirá limite para o nosso crescimento. O pastor apenas terá que cuidar bem dos novos supervisores e discipulá-los bem – que pode ser feito sem um esforço demasiado! Da mesma forma, cada supervisor terá apenas que discipular poucos líderes. E você pode multiplicar isso vez após vez. Literalmente não há limites. Assim, multiplicação exponencial de células nunca será caótico.

Como você consegue novos supervisores? Discipule bem os primeiros líderes de células e você terá todos os supervisores que você precisa no futuro. Levantar novos supervisores de célula é apenas outro passo no desafio do pastor de desenvolver verdadeiros seguidores de Jesus. E isso é o que uma igreja em célula faz.

A importância de uma estrutura de treinamento

Spanish blog:

La importancia de una estructura de supervisores. 

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Uno de los pilares de una iglesia celular saludable es la estructura de los supervisores. Muchos invierten tanta energía en la ruta de capacitación, en la apertura de células, en la formación de líderes, pero no se dan cuenta de lo importante que es la supervisión de las células y los líderes de las células. Incluso diría que si, por alguna razón, no puede tener una supervision adecuada, mejor ni siquiera comience las células. Traerá más daño que bien. Eventualmente, todo colapsará, dejando la sensación de que “las células simplemente no funcionan”.

Por que es tan importante?

La autoridad no debe delegarse sin responsabilidad. Si usted es el pastor de una iglesia, a medida que desarrolla las células, está poniendo a la congregación bajo la responsabilidad de varios líderes. Entonces los miembros de la iglesia ya no estarán a la vista tan a menudo. Se resolverán los conflictos, se brindará asesoramiento, se hará el discipulado, todo sin su presencia física. Sin su supervision sobre los líderes celulares, no sabrá lo que está sucediendo. Lo consideramos simplemente como otro nivel de discipulado: es el discipulado de los líderes. Aunque estos líderes ya estarán discipulando a otros, eso no significa que ellos mismos no necesitan ser discipulados. Esta debería ser la principal responsabilidad del pastor. Es esencial tener una relación fuerte con los líderes celulares y conocerlos regularmente. Al hacer esto, la iglesia se mantendrá unida.

Alguien podría decir: entonces, si un pastor supervisa a los líderes celulares, el problema está resuelto. Sí, pero solo por un tiempo determinado. A medida que las células se multiplican y la iglesia crece, y se supone que todas las iglesias deben crecer, se levantan nuevos líderes celulares. ¿Cómo podrá el pastor supervisar a más y más líderes? Si todo se concentra en él, el crecimiento se limitará a su capacidad. Son algunos que tienen grandes habilidades de liderazgo que le permitirán crecer más que otros, pero aun así, el crecimiento seguirá siendo limitado. Cuando el número de líderes alcanza este límite, solo hay dos opciones: detener el crecimiento o crear un sistema de supervision. Si desarrollamos una estructura de entrenamiento sólida, saludable y creciente en la iglesia, no habrá límite para el crecimiento. El pastor solo tendrá que cuidar bien a algunos supervisores y discipularlos bien, ¡lo cual se puede hacer sin un esfuerzo abrumador! Del mismo modo, cada supervisor solo tendrá que discipular a algunos líderes. Y puedes multiplicar esto una y otra vez, literalmente no hay límite. Por lo tanto, la multiplicación exponencial de las células nunca será un proceso caótico.

¿Cómo se obtienen nuevos supervisores? Discipula bien a los líderes de la primera célula y tendrás todos a los supervisores que necesites en el futuro. Levantar nuevos supervisores celulares es solo otro paso en el desafío del pastor para desarrollar seguidores totalmente comprometidos con Jesús. Y de eso se trata la iglesia celular.

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What is good coaching?

By Roberto Bottrel  [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

As a cell network pastor, I was always worried about how the cell leaders were growing in the Lord and how their cells were developing. At first, I would meet directly with the cell leaders. As we grew in number of cells, we had to raise coaches to oversee the growing numbers of cell leaders. When we passed 100 cells, we had to create a new level in the coaching structure. Then, I would oversee coordinators, who would oversee coaches, who would oversee cell leaders. By doing that we grew up to more than 500 cells in a very easy and peaceful way. Jethro, Moses’ father-in-law, really had a great idea!

But the main concern remained – how are the cell leaders doing? After all, they are the ones who pastor the church. So, our coaching structure became an essential element of our discipleship effort. Build great leaders and you will have great cells. I believe it is one of the pillars of a healthy and growing cell church. We need good coaching!

The two main goals of a good coach is to develop the leader – intimacy with God, spiritual maturity, relationships with friends and family, character and leadership abilities – and to develop the cell – vision, setting goals, guaranteeing health, growth in numbers and in quality, solving conflicts. Both objectives, when well worked on, will lead to multiplication.

If the focus is only on the development of the leader, you might get great Christians, well fed, with all the aspects in their lives in the right place. But you won’t get multiplication. No growth in the cells. We go back to the maintenance mode. Only developing the Christians, once again. We are always running away from that, but it seems like those movies where the bad guy never dies, no matter how hard you try. I have been there.

On the other hand, if the focus is only on the development of the cells, the leaders will feel as they are being used by a lifeless system. It is always about people, but other only people. He is not important. Just a piece in the machine. Nobody really cares what is happening in his life as long as his cells growing. You may get some cells multiplying, but it won’t last long. People will eventually dry out and the whole thing will collapse. I have also been there.

Thank God he has given us the wisdom to learn from our own mistakes (as well as from other peoples’ mistakes) which has allowed us to live the big dream so many times, over and over again: to see good coaches discipling their cell leaders in a loving atmosphere, giving the right inputs needed for them to grow spiritually and fulfill the Lord’s calling for their lives as disciple-makers, while developing the cells in quality and quantity. The result is multiplication. Healthy multiplication, by the way.

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Portuguese blog:

O que é mesmo uma boa Supervisão?

Roberto Bottrell

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Em meu ministério, servindo como Pastor de Rede em uma Igreja em Células, eu sempre me preocupei com o crescimento dos líderes de células em sua vida pessoal com o Senhor e também com o desenvolvimento de suas células. No início eu me encontrava pessoalmente com os líderes de células. À medida que crescemos em número de células, nós tivemos que preparar Supervisores para cuidar deste número crescente de líderes de células. Quando passamos de 100 células, foi preciso criar um novo nível na estrutura de supervisão. A partir daquele ponto, eu ministrava e assumia a responsabilidade pelos Coordenadores, que por sua vez se responsabilizavam pelo cuidado dos Supervisores, que por fim tomavam para si a responsabilidade de cuidar dos líderes das células. Através desta estratégia, crescemos para mais de 500 células de uma forma simples e em paz. O conselho de Jetro, sogro de Moisés, realmente foi excelente!

Mas a principal preocupação continuava lá. Como estão os líderes de células? Afinal de contas, são eles que estão efetivamente pastoreando a Igreja. Desta forma, nossa estrutura de supervisão veio a se tornar um elemento essencial em nosso esforço de discipulado. Forme grandes líderes e você terá células maravilhosas. Eu creio que este é um dos pilares de uma igreja em células saudável e em crescimento. Nós precisamos de bons supervisores!

Os dois objetivos principais de um bom supervisor são: desenvolver o líder – intimidade com Deus, maturidade espiritual, relacionamentos com amigos e família, caráter e habilidades de liderança; e desenvolver a célula – visão, objetivos, crescimento saudável, crescimento em número e em qualidade, resolução de conflitos. Ambos objetivos, quando trabalhados adequadamente, resultarão em multiplicação.

Se o foco estiver somente no desenvolvimento do líder, você pode até formar excelente Cristãos, bem alimentados, com todos os aspectos de suas vidas bem resolvidos. Mas você não terá multiplicação. Não terá crescimento nas células. Nós estaremos voltando à igreja de manutenção, mais uma vez apenas desenvolvendo os cristãos. Apesar de estar sempre tentando fugir desta condição, parece que estamos naqueles filmes onde o bandido nunca morre, não importa o que se faça. Eu já estive lá.

Por outro lado, se o foco estiver somente no desenvolvimento das células, os líderes se sentirão usados por um sistema sem vida. Tudo é sobre pessoas, mas somente para outras pessoas. Eles não se sentirão valorizados, terão a sensação clara de serem peças de uma engrenagem. Ninguém realmente se importa com o que está acontecendo em sua vida, contanto que sua célula esteja crescendo. Nesta estratégia, você pode até ter a multiplicação de algumas células, mas isso não se prolongará por muito tempo. Mais cedo ou mais tarde as pessoas se secarão e tudo vai desmoronar. Eu também já estive lá.

Graças a Deus, Ele tem nos dado a sabedoria de aprender com nossos erros (assim com os erros de outras pessoas) e isso permitiu vivermos o grande sonho várias vezes: poder ver bons supervisores discipularem líderes de células em uma atmosfera de amor, ministrando o que de fato é necessário para que eles cresçam espiritualmente e atendam ao chamado de Deus de servirem como fazedores de discípulos, ao mesmo tempo em que desenvolvem suas células em qualidade e quantidade. O resultado disso é a multiplicação. À propósito, uma multiplicação saudável.

Spanish blog:

¿Qué es una buena supervisión?

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Como pastor de la red celular, siempre me preocupaba cómo crecían los líderes celulares en el Señor y cómo se desarrollaban sus células. Al principio me reuniría directamente con los líderes celulares. A medida que crecíamos en el número de células, tuvimos que levantar hermanos para supervisar el creciente número de líderes celulares. Cuando pasamos las 100 células, tuvimos que crear un nuevo nivel en la estructura de supervision. Luego, supervisaría a los coordinadores, quienes supervisarian a los supervisores, quienes supervisarían a los líderes celulares. Al hacerlo, crecimos hasta más de 500 células de una manera muy fácil y pacífica. Jetro, el suegro de Moisés, ¡realmente tuvo una gran idea!

Pero la principal preocupación permaneció: ¿cómo están los líderes celulares? Después de todo, ellos son los que pastorean la iglesia. Entonces nuestra estructura de entrenamiento se convirtió en un elemento esencial de nuestro esfuerzo de discipulado. Construye grandes líderes y tendrás grandes células. Creo que es uno de los pilares de una iglesia celular saludable y en crecimiento. ¡Necesitamos una buena supervision!

Los dos objetivos principales de un buen supervisor es desarrollar al líder: intimidad con Dios – – madurez espiritual, relaciones con amigos y familiares, habilidades de carácter y liderazgo. Y desarrollar la visión celular – – establecer metas, garantizar la salud, el crecimiento en números y en calidad, resolviendo conflictos. Ambos objetivos, cuando están bien trabajados, conducirán a la multiplicación.

Si la atención se centra únicamente en el desarrollo del líder, puedes obtener grandes cristianos, bien alimentados, con todos los aspectos de sus vidas en el lugar correcto. Pero no obtendrás multiplicación, no hay crecimiento en las células. Volvemos al modo de mantenimiento. Solo desarrollando a los cristianos, una vez más. Siempre estamos huyendo de eso, pero parece ser que estamos en esas películas en las que el malo nunca muere, no importa cuánto lo intentes. He estado ahí.

Por otro lado, si la atención se centra únicamente en el desarrollo de las células, los líderes sentirán que están siendo utilizados por un sistema sin vida. Siempre se trata de personas, pero de otras personas. El líder no es importante, solo una pieza en la máquina. A nadie le importa realmente lo que está sucediendo en su vida mientras sus células crezcan. Es posible que algunas células se multipliquen, pero no durará mucho. La gente eventualmente se secará y todo colapsará. Yo también he estado allí.

Gracias a Dios, nos ha dado la sabiduría para aprender de nuestros propios errores (así como de los errores de otras personas), lo que nos ha permitido vivir el gran sueño muchas veces, una y otra vez: ver buenos supervisores discipulando a sus líderes celulares. en una atmósfera amorosa, brindando los insumos necesarios para que crezcan espiritualmente y cumplan con el llamado del Señor para sus vidas como discípulos. Mientras desarrollan las células en calidad y cantidad. El resultado es la multiplicación. Multiplicación saludable, por cierto.

To Make MORE Disciples Share Your Life (Not Only Your Faith).

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

Many people complain they don’t have time to make disciples. If it is difficult to make even one, what about “more”? Nowadays, people say that there is no time for anything besides working and doing the survival tasks like sleeping and eating. 

Well, that is not totally true. Tv/Netflix series have never been so popular and with such a huge variety of titles to choose from. Social networks have never had so many followers. Gyms and shopping malls are always so crowded. People still have time. We “still” have 24 hours every day. And the wise king Solomon and the apostle Paul advert us: 

“There is a time for everything, and a season for every activity under the heavens:” Ecclesiastes 3:1 NIV

“Be very careful, then, how you live—not as unwise but as wise, making the most of every opportunity, because the days are evil. Therefore do not be foolish, but understand what the Lord’s will is.” Ephesians 5:15-17 NIV

This is the main point: making the most of every opportunity. It is about being intentional in every activity. Purposeful. Just don’t be foolish! Understand what the Lord’s will is! And among what he wants us to do, making disciples is surely one of the most important. Maybe not spending so much time with tv series or working out, maybe not even working so many hours… Anyhow, let’s be very careful how we live! 

We also have to understand that to make disciples is not an activity apart from normal life. Since it should be based on relationships, discipleship should occur throughout the time we spend with people. Not necessarily a classroom environment with a teacher+pupil+lesson. Discipleship is sharing life. And if your life is full of God, if you live a godly life, if you make the most of every opportunity, anybody that is just “being” with you (in normal daily activities) will be discipled. Even while watching tv series, working out, strolling at the mall or having dinner with friends. 

To show what I mean, let me tell you a story. Because of my ministry, I have been traveling basically every weekend since 2017. Going back and forth to the airport I developed a nice relationship with a specific taxi driver. In our 30 minutes trips we would simply share our stories, challenges, struggles and dreams. Through this sharing he saw I had something more than the “normal” religious relationship with God. After some months, he started visiting our cell meetings and became a regular. A little later, he got saved. We connected him to the Bible and he is growing so much in faith. Now he is a regular at church services. No classes, no extra time, just normal life discipleship. And my friend will be in heaven for all eternity. 

Being filled by the Holy Spirit + mission oriented heart + intentionality + willing to sacrifice = people being discipled. 

Living this on a daily basis = making more disciples! 

Korean blog (Click here)

Portuguese blog:

Para fazer MAIS discípulos, compartilhe sua vida (não apenas sua fé).  

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Muitas pessoas reclamam que não têm tempo para fazer discípulos. Se é difícil gerar um, o que dizer de “mais um”? Atualmente, as pessoas dizem que não há tempo para nada além de trabalhar e sobreviver, como dormir e comer.  

Bem, isso não é totalmente verdade. As séries de TV / Netflix nunca foram tão populares e com uma variedade tão grande de títulos para escolher. As redes sociais nunca tiveram tantos seguidores. Academias e shoppings estão sempre lotados. As pessoas ainda têm tempo. “Ainda” temos 24 horas por dia. E o sábio rei Salomão e o apóstolo Paulo nos anunciam:
 
“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu” Eclesiastes 3: 1 NVI
 
“Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.” Efésios 5: 15-17 NVI  

Este é o ponto principal: aproveitar ao máximo todas as oportunidades. É sobre ser intencional em todas as atividades. Com propósito. Só não seja tolo! Entenda qual é a vontade do Senhor! E entre as coisas que Ele quer que façamos, fazer discípulos é certamente uma das mais importantes. Talvez não devemos gastar tanto tempo com séries de TV ou malhando na academia, talvez nem trabalhando tantas horas … De qualquer forma, tenhamos muito cuidado com a forma como vivemos! 

Também temos que entender que fazer discípulos não é uma atividade separada da vida normal. Como deve ser baseado em relacionamentos, o discipulado deve ocorrer durante todo o tempo que passamos com as pessoas. Não é necessariamente um ambiente de sala de aula com professor + aluno + lição. Discipulado é compartilhar a vida. E se sua vida é cheia de Deus, se você vive uma vida no padrão bíblico e se você aproveitar ao máximo todas as oportunidades, qualquer um que esteja apenas “convivendo” com você (em atividades diárias normais) será discipulado. Mesmo assistindo a séries de TV, malhando, passeando no shopping ou jantando com os amigos.  

Para mostrar o que quero dizer, deixe-me contar uma história. Por causa do meu ministério, viajo basicamente todo fim de semana desde 2017. Indo e voltando para o aeroporto, desenvolvi um bom relacionamento com um motorista de táxi. Em nossas viagens de 30 minutos, simplesmente compartilharíamos nossas histórias, desafios, lutas e sonhos. Através desse compartilhamento, ele viu que eu tinha algo mais do que o relacionamento religioso “normal” com Deus. Depois de alguns meses, ele começou a visitar nossas reuniões de célula e se tornou um participante regular. Um pouco depois, ele entregou sua vida a Jesus. Nós o conectamos à Bíblia e ele está crescendo muito na fé. Agora ele participa também nos cultos da igreja. Sem aulas, sem tempo extra, apenas um discipulado na vida cotidiana. E o meu amigo estará no céu por toda a eternidade.  

Ser cheio do Espírito Santo + ter um coração orientado para a missão + agir intencionalmente + estar disposto a sacrificar-se = pessoas sendo discipuladas. 

Viver isso diariamente = fazer mais discípulos!

Spanish blog:

Para hacer MÁS discípulos, comparte tu vida (no solo tu fe).

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Muchas personas se quejan de que no tienen tiempo para hacer discípulos. Si es difícil hacer incluso uno, ¿qué pasa si son “más”? Hoy en día, la gente dice que no hay tiempo para nada más que trabajar y realizar tareas de supervivencia como dormir y comer.

Bueno, eso no es totalmente cierto. Las series de TV / Netflix nunca han sido tan populares y con una gran variedad de títulos para elegir. Las redes sociales nunca han tenido tantos seguidores. Los gimnasios y centros comerciales siempre están tan llenos de gente. La gente todavía tiene tiempo. “Todavía” tenemos 24 horas todos los días. Y el sabio rey Salomón y el apóstol Pablo nos anuncian:

“Todo tiene su momento oportuno; hay un tiempo para todo lo que se hace bajo el cielo.” (Eclesiastés 3: 1 NVI)

” Así que tengan cuidado de su manera de vivir. No vivan como necios, sino como sabios, 16 aprovechando al máximo cada momento oportuno, porque los días son malos. 17 Por tanto, no sean insensatos, sino entiendan cuál es la voluntad del Señor. ” (Efesios 5: 15-17 NVI)

Este es el punto principal: aprovechar al máximo cada oportunidad. Se trata de ser intencional en cada actividad. Se útil, no seas insensato! ¡Comprende cuál es la voluntad del Señor! Y entre las cosas que quiere que hagamos, hacer discípulos es seguramente uno de las más importantes. Quizás no pasar tanto tiempo con series de televisión o haciendo ejercicio, tal vez ni siquiera trabajando tantas horas … De todos modos, ¡tengamos mucho cuidado con cómo vivimos!

También tenemos que entender que hacer discípulos no es una actividad aparte de la vida normal. Como debe basarse en las relaciones, el discipulado debe ocurrir a lo largo del tiempo que pasamos con las personas. No necesariamente un ambiente de clase con un maestro + alumno + lección. El discipulado es compartir la vida y si tu vida está llena de Dios, si vives una vida piadosa, si aprovechas al máximo cada oportunidad, cualquier persona que simplemente esté “contigo” (en las actividades diarias normales) será discipulada. Incluso mientras miras series de televisión, haces ejercicio, paseas por el centro comercial o cenas con amigos.

Para mostrar lo que quiero decir, déjame contarte una historia. Debido a mi ministerio, he estado viajando básicamente todos los fines de semana desde 2017. Yendo y viniendo al aeropuerto desarrollé una buena relación con un taxista específico. En nuestros viajes de 30 minutos, simplemente compartiríamos nuestras historias, desafíos, luchas y sueños. Al compartir esto, vio que tenía algo más que la relación religiosa “normal” con Dios. Después de algunos meses, comenzó a visitar nuestras reuniones celulares y se convirtió en un habitual. Un poco más tarde, él fue salvó. Lo conectamos con la Biblia y él está creciendo mucho en la fe. Ahora él es un habitual en los servicios de la iglesia. Sin clases, sin tiempo extra, solo el discipulado de la vida normal. Y mi amigo estará en el cielo por toda la eternidad.

Ser lleno por el Espíritu Santo + un corazón orientado a la misión + intencionalidad + estar dispuesto a sacrificarse = personas que están siendo discipuladas.

Vivir esto a diario = ¡hace más discípulos!

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