Coaching groups should press on toward the goal

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish, Italian and German)]

Never think that we have already reached the final goal, which is nothing less than perfection. We should always press on, as Paul clearly points out:

“Not that I have already obtained all this, or have already arrived at my goal, but I press on to take hold of that for which Christ Jesus took hold of me. Brothers and sisters, I do not consider myself yet to have taken hold of it. But one thing I do: Forgetting what is behind and straining toward what is ahead, I press on toward the goal to win the prize for which God has called me heavenward in Christ Jesus.” Philippians 3:12-14 NIV

God is working on all of us. While God is using people to perfect his work on us, he is also using us to work on others. That is what the church is all about: building up on each other. And that should happen in community.

A cell leader promotes this interaction in the cell life, challenging participants (believers and non-believers alike) and coordinating efforts to make all grow in Christ. But should he be alone in this? Definitely, not. That is why the coaching structure is so important. We create teams of leaders that will challenge, inspire and build up on each other.

In our individualistic mindset, we sometimes think it is all about the coach. But he is just a coordinator promoting growth to all leaders on his team. Just like in the cell, it is about the community, not the leader. The Bible is always focusing on community and team work; not so much emphasis on one-to-one discipleship. A Coaching team is an appropriate environment where leaders can effectively build each other up.

Never allow the coaching groups to only focus on cell management aspects (numbers, reports, goals). Although essential, they cannot be the unique purpose of these groups. Other emphasis should be: keeping the vision clear; praying and fasting for each other; creating sense of community and promoting team work; sharing best practices, victories and struggles; challenging all to grow in knowledge, maturity, leadership and intimacy with God. The coach needs to understand the great potential of his group and promote the continuous development of his leaders.

Churches that do not have a strong and consistent coaching structure (with good coaches) will struggle to keep leaders in the long run. And, remember that it is not only about “keeping them”, but inspiring them to “press on toward the goal to win the prize for which God has called them heavenward in Christ Jesus.”

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Portuguese blog:

Os grupos de supervisão devem prosseguir para o alvo

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online no Brasil e em @amazon.com em Português, Inglês, Espanhol, Italiano, Francês e Alemão)]

Nunca pense que já alcançamos o alvo final, que é na prática a perfeição. Nós devemos sempre prosseguir, como Paulo claramente nos orienta:

“Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Filipenses 3:12-14

Deus está trabalhando em cada um de nós. Ao mesmo tempo que Deus utiliza pessoas para aperfeiçoar sua obra em nós, Ele nos usa para agir em outras pessoas. Igreja é exatamente isso: construir uns aos outros. E isso deve acontecer em comunidade.

O líder de célula promove esta interação na vida da célula, desafiando os participantes (crentes e não crentes) e coordenando os esforços para que todos cresçam em Cristo. E será que o líder de célula deveria estar sozinho nesta tarefa? Certamente não. É por esta razão que a estrutura de supervisão é tão importante. Criamos times de líderes que atuarão desafiando, inspirando e construindo uns aos outros.

O nosso “mindset” individualista nos faz pensar que tudo depende do supervisor. Mas ele é apenas um coordenador que promove o crescimento de todos os líderes sob sua supervisão. Assim como acontece na célula, o importante é o grupo, não o líder. A Bíblia está constantemente trazendo o foco para a comunidade e para o trabalho em grupo, não dando muita ênfase no discipulado um-a-um. Um time de supervisão é um ambiente apropriado para que os líderes efetivamente ajudem na construção uns dos outros.

Nunca permita que os grupos de supervisão tenha como único foco as questões de gerenciamento das células (números, relatórios, objetivos). Apesar de essenciais, estas questões não podem ser o único propósito dos grupos de supervisão. Deve haver outras ênfases como: manter a clareza da visão; jejum e oração uns pelos outros; criação de um senso de comunidade e promoção de trabalho em grupo; compartilhar de melhores práticas, vitórias e dificuldades; desafios ao crescimento em sabedoria, maturidade, liderança e intimidade com Deus. O supervisor precisa compreender o enorme potencial de seu grupo e promover o desenvolvimento contínuo dos seus líderes. 

As igrejas que não possuem uma estrutura de supervisão forte e consistente (com bons supervisores), no longo prazo terão dificuldade em manter seus líderes. Lembre-se que também não se trata apenas de manter os líderes, mas também de inspirá-los e “prosseguir para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.

Spanish blog:

Los grupos de entrenamiento deben avanzar hacia la meta.

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @ amazon.com en español, inglés, italiano, portugués, francés y alemán)]

Nunca pienses que ya hemos alcanzado la meta final, que es nada menos que la perfección. Siempre debemos seguir adelante, como Pablo claramente señala:

“No es que ya lo haya obtenido todo, o que ya haya llegado a mi meta, pero sigo adelante para aferrarme a aquello para lo cual Cristo Jesús me tomo. Hermanos y hermanas, no me considero aún para haberlo tomado. Pero una cosa hago: olvidándome de lo que queda atrás y esforzándome por alcanzar lo que está por delante, sigo adelante hacia la meta para ganar el premio por el cual Dios me ha llamado al cielo en Cristo Jesús ”.
Filipenses 3: 12-14 NVI

Dios está trabajando en todos nosotros. Mientras Dios usa a las personas para perfeccionar su trabajo en nosotros, también nos usa para trabajar en otros. De eso se trata la iglesia: construir unos sobre otros. Y eso debería suceder en comunidad.

Un líder celular promueve esta interacción en la vida celular, desafiando a los participantes (creyentes y no creyentes por igual) y coordinando esfuerzos para hacer que todos crezcan en Cristo. ¿Pero debería estar solo en esto? Definitivamente no. Por eso la estructura del entrenamiento es tan importante. Creamos equipos de líderes que se desafiarán, inspirarán y fortalecerán unos a otros.

En nuestra mentalidad individualista, a veces pensamos que todo se trata del entrenador. Pero es solo un coordinador que promueve el crecimiento de todos los líderes de su equipo. Al igual que en la célula, se trata de la comunidad, no del líder. La Biblia siempre se enfoca en la comunidad y el trabajo en equipo; no tanto énfasis en el discipulado uno a uno. Un equipo de entrenamiento es un entorno apropiado donde los líderes pueden fortalecerse mutuamente de manera efectiva.

Nunca permita que los grupos de entrenamiento se centren únicamente en aspectos de gestión celular (números, informes, metas). Aunque esenciales, no pueden ser el propósito exclusivo de estos grupos. Otro énfasis debería ser: mantener clara la visión; orando y ayunando el uno por el otro; crear sentido de comunidad y promover el trabajo en equipo; compartir mejores prácticas, victorias y luchas; desafiando a todos a crecer en conocimiento, madurez, liderazgo e intimidad con Dios. El entrenador necesita comprender el gran potencial de su grupo y promover el desarrollo continuo de sus líderes.

Las iglesias que no tienen una estructura de entrenamiento sólida y consistente (con buenos entrenadores) tendrán dificultades para mantener líderes a largo plazo. Y recuerde que no se trata solo de “guardarlos”, sino de inspirarlos a “seguir adelante hacia la meta para ganar el premio por el cual Dios los ha llamado al cielo en Cristo Jesús”.

Why is coaching leaders so essential?

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available @amazon.com in English, Portuguese, Spanish, Italian and German)]

I have seen pastors transitioning to the cell church model, while still holding on to old paradigms. One of them is that if someone becomes leader it is because he has reached maturity in faith, so he doesn’t need much overseeing. In a Cell church that is definitely not the case. Becoming a cell leader is only one of the steps in the process of becoming a fully committed follower of Jesus. 

In our experience, some non-believers came to faith and became leaders in less than one year – which is quite scary, isn’t it? Obviously it is rare, but it showed us very clearly that leaders are not the “finished work”. In these specific cases they were very dedicated, willing to sacrifice everything, responding positively to all challenges and really open to the work of God in their lives. Nevertheless, maturity cannot be injected in concentrated doses. It is the fruit of developing intimacy with Jesus, which implies time. In other words these leaders (and all others) are in an on-going process.

We have seen over and over that becoming a leader puts one in a position of high challenges and demands, and the consequence is a faster growth in faith. One reads more of the Bible and also of other books on various subjects as needed, and gets involved in more seminars and lectures on all themes available. A leader normally spends more quiet time with God, prays and fasts more – what else can he count on? But we cannot leave them to themselves and hope for the best. 

Raising people to leadership in a cell church is like putting them in “green-houses” for growing mature Christians. I would say that the coaching groups are like green-houses in a very organised and productive farm. There he will be part of a team of other cell leaders, learning from one another and supporting each other in their challenges. Each team will be led by a coach who will supervise them in this process, and promote their growth. The leaders are in a safe environment to grow quicker and more intensely.

Without the coaching structure, when leaders are pressed by cell leadership challenges, they will have no support, no guidance nor alignment with the church. Each one will do his best, but the results will be quite random and the whole church will be at risk. A farm that abandons its green houses to mere luck, is hardly going to be a thriving one. Neither will a cell church with poor coaching. Never, never underestimate the importance of coaching in cell churches. 

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Portuguese blog:

Por quê a supervisão é tão importante?

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online no Brasil e em @amazon.com em Português, Inglês, Espanhol, Italiano, Francês e Alemão)]

Eu tenho observado pastores fazerem a transição para o modelo de igreja em células e ao mesmo tempo tentarem manter antigos paradigmas. Um deles é que se alguém se tornou líder é porque atingiu maturidade em sua fé e, portanto, não precisa de muita supervisão. Isto realmente não é verdade em uma igreja em células. Tornar-se um líder é somente um dos passos no processo de tornar-se um seguidor de Jesus absolutamente comprometido.

Em nossa experiência, algumas pessoas não-crentes se entregam a Jesus e tornam-se líderes em menos de um ano – o que é um pouco assustador, não é mesmo? Obviamente são casos raros, mas isto nos mostra claramente que os líderes não são “um projeto concluído”. Estas pessoas eram muito dedicadas, e estavam dispostas a sacrificar qualquer coisa, respondendo positivamente a todos os desafios e permanecendo abertas ao agir de Deus em suas vidas. Entretanto, a maturidade não pode simplesmente ser injetada em doses concentradas. Ela é o fruto do desenvolvimento da intimidade com Jesus, o que requer tempo. Em outras palavras, estes líderes (e todos os outros) estão em um projeto em andamento.

Já vimos diversas vezes e comprovamos que tornar-se um líder coloca a pessoa em uma posição de grandes desafios e demandas, e a consequência disso é um crescimento rápido na fé. O líder lê mais a Bíblia e também outros livros, sobre vários assuntos à medida que sente a necessidade para isso, além de envolver-se em seminários e palestras em todos os temas disponíveis. Um líder normalmente passa mais tempo a sós com Deus, ora e jejua mais, afinal de contas, é com Ele que o líder precisa contar. Mesmo assim, não podemos deixá-los sozinhos e esperar pelos melhores resultados. 

Levantar pessoas para a liderança na igreja em células é como colocá-los em “estufas”, para seu crescimento como cristãos maduros. Eu diria que os grupos de supervisão são como “estufas” em fazendas bem organizadas e produtivas. Lá as pessoas fazem parte de um time de líderes de células, aprendendo e apoiando uns aos outros em seus desafios. Cada time é liderado neste processo pelo seu supervisor, promovendo seu crescimento. Os líderes estão assim em um ambiente seguro para crescer mais rapidamente e mais intensamente.

Sem a estrutura de supervisão, os líderes não terão o apoio, a orientação ou mesmo o alinhamento com a igreja, e precisarão de tudo isso quando forem pressionados pelos desafios próprios da liderança. Sem a supervisão, cada um faz o seu melhor, mas os resultados serão os mais diversos e a igreja como um todo estará em risco. Uma fazenda que abandona suas estufas à sua própria sorte dificilmente será uma fazenda forte e impactante. Assim também acontecerá com uma igreja em células com uma fraca supervisão. Nunca, nunca subestime a importância da supervisão nas igrejas em células.

Spanish blog:

¿Por qué es tan esencial entrenar a los líderes?

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @ amazon.com en español, inglés, italiano, portugués, francés y alemán)]

He visto pastores en transición al modelo de iglesia celular, mientras todavía se aferran a viejos paradigmas. Uno de ellos es que si alguien se convierte en líder es porque ha alcanzado la madurez en la fe, por lo que no necesita mucha supervisión. En una iglesia celular definitivamente ese no es el caso. Convertirse en un líder celular es solo uno de los pasos en el proceso de convertirse en un seguidor de Jesús totalmente comprometido.

En nuestra experiencia, algunos no creyentes llegaron a la fe y se convirtieron en líderes en menos de un año, lo cual da bastante miedo, ¿no es así? Obviamente es raro, pero nos mostró muy claramente que los líderes no son el “trabajo terminado”. En estos casos concretos se mostraron muy dedicados, dispuestos a sacrificarlo todo, respondiendo positivamente a todos los desafíos y realmente abiertos a la obra de Dios en sus vidas. Sin embargo, la madurez no se puede inyectar en dosis concentradas. Es el fruto del desarrollo de la intimidad con Jesús, lo que implica tiempo. En otras palabras, estos líderes (y todos los demás) están en un proceso continuo.

Hemos visto una y otra vez que convertirse en líder lo coloca a uno en una posición de grandes desafíos y demandas, y la consecuencia es un crecimiento más rápido en la fe. Uno lee más de la Biblia y también de otros libros sobre varios temas según sea necesario, y se involucra en más seminarios y conferencias sobre todos los temas disponibles. Un líder normalmente pasa más tiempo en silencio con Dios, ora y ayuna más, ¿con qué más puede contar? Pero no podemos dejarlos solos y esperar lo mejor.

Elevar a las personas al liderazgo en una iglesia celular es como ponerlas en “invernaderos” para cristianos maduros en crecimiento. Yo diría que los grupos de entrenamiento son como invernaderos en una finca muy organizada y productiva. Allí será parte de un equipo de otros líderes celulares, aprendiendo unos de otros y apoyándose mutuamente en sus desafíos. Cada equipo estará dirigido por un entrenador que los supervisará en este proceso y promoverá su crecimiento. Los líderes se encuentran en un entorno seguro para crecer más rápido e intensamente.

Sin la estructura de entrenamiento, cuando los líderes se ven presionados por los desafíos del liderazgo celular, no tendrán apoyo, guía ni alineación con la iglesia. Cada uno hará su mejor esfuerzo, pero los resultados serán bastante aleatorios y toda la iglesia estará en riesgo. Una finca que abandona sus invernaderos a la mera suerte, difícilmente será próspera. Tampoco lo hará una iglesia celular con un entrenamiento deficiente. Nunca, nunca subestimes la importancia del entrenamiento en las iglesias celulares.

Called for what?

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available @amazon.com in English, Portuguese, Spanish, Italian and German)]

If we all agree with the “priesthood of all believers”, it is common ground that all that come to faith have a calling from God. Sure. But what does that really mean? Does your church structure show that? Does it promote this concept? Are the church members living out their calling?

As Christians we have become used to “believing” a lot of things, but not practicing everything we believe. Jesus calls us fools if we hear his words and do not put them into practice. I don’t want to be a fool and I am sure that neither do your church members. So it is up to us, church leaders, to guarantee that every believer may live out his calling. 

I suggest three basic changes to make this a reality:

  1. Change your own mentality. Start looking at your members as Jesus did to his disciples: he saw potential, greatness, miracle workers, powerful witnesses, and that God would be glorified through them. Look at them as Paul did: they were his precious children, faithful servants, bearers of the good message, new converts entrusted to lead the new communities. Look at them as Peter did: living stones, spiritual house, chosen people, royal priesthood, a holy nation, a people for God’s own possession. After calling the believers all these beautiful things, Peter declares so clearly what this is all for, that we might never doubt it: 

…so that you may proclaim the excellencies of Him who has called you out of darkness into His marvellous light; for you once were not a people, but now you are the people of God;

  1. Change the mentality of the church members. Start preaching this principle. Challenge people to go deeper in understanding the implications of it. Draw people closer to God so they can receive revelation from above. Promote prayer and fasting. Invite the Holy Spirit to come and change the hearts. And, please give him the freedom to do so. May we all understand that we were saved “so that we may proclaim…”
  1. Change the church structures and programs. Whatever we are doing as a church that does not comply with this is wrong. And we could even push it further – anything that does not promote the main purpose of our life is also wrong. It has become obvious for many leaders that the church became an end to itself, since most of the energy, time and resources are spent to keep it alive. That is not our calling. We are called to multiply ourselves and fill the earth with his image (see my last blog). So, the church needs to be changed. Structures, programs, traditions, rituals, teachings, doctrines. Whatever is in the way, must go or be radically changed. The church must be free to focus on what God has called us to be and do: challenge, train & equip, support, empower and send out all believers to fulfil their calling as royal priests of an amazing God. 

And blessed be His glorious name forever; And may the whole earth be filled with His glory. Amen and Amen (Psalm 72:19).

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Portuguese blog:

Chamado para quê?

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online no Brasil e em @amazon.com  em Português, Inglês, Espanhol, Italiano e Alemão)]

Se todos concordamos com o “sacerdócio de todos os crentes”, é ponto comum que todos os que chegam à fé têm um chamado de Deus. Certo. Mas o que isso realmente significa? A estrutura da sua igreja mostra isso? Promove este conceito? Os membros da igreja estão cumprindo seu chamado?

Como cristãos, nos acostumamos a “acreditar” em muitas coisas, mas não a praticar tudo em que acreditamos. Jesus nos chama de tolos se ouvimos suas palavras e não as colocamos em prática. Não quero ser tolo e tenho certeza de que nem os membros de sua igreja. Portanto, cabe a nós, líderes da igreja, garantir que cada crente possa viver o seu chamado.

Eu sugiro três mudanças básicas para tornar isso uma realidade:

  1. Mude sua própria mentalidade. Comece a olhar para seus membros como Jesus fez com seus discípulos: ele viu potencial, grandeza, operadores de milagres, testemunhas poderosas e que Deus seria glorificado por meio deles. Olhe para eles como Paulo: eles eram seus filhos preciosos, servos fiéis, portadores da boa mensagem, novos convertidos confiados para liderar as novas comunidades. Olhe para eles como Pedro: pedras vivas, casa espiritual, povo escolhido, sacerdócio real, uma nação santa, um povo que pertence a Deus. Depois de chamar os crentes de todas essas coisas belas, Pedro declara tão claramente para que serve tudo isso, que nunca devemos duvidar:

(…) Para que vocês possam proclamar as excelências dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz; pois antes vocês não era um povo, mas agora vocês são o povo de Deus;

  1. Mude a mentalidade dos membros da igreja. Comece a pregar este princípio. Desafie as pessoas a se aprofundarem na compreensão das implicações disso. Aproxime as pessoas de Deus para que possam receber revelação do alto. Promova a oração e o jejum. Convide o Espírito Santo para vir e mudar os corações. E, por favor, dê a ele a liberdade para fazer isso. Que todos nós entendamos que fomos salvos “para que anunciemos …”.  
  2. Mude as estruturas e programas da igreja. Tudo o que estamos fazendo como igreja que não cumpre com isso é errado. E poderíamos até ir mais longe – qualquer coisa que não promova o propósito principal de nossa vida também está errado. Tornou-se óbvio para muitos líderes que a igreja se tornou um fim para si mesma, uma vez que a maior parte da energia, tempo e recursos são gastos para mantê-la viva. Essa não é a nossa vocação. Somos chamados a nos multiplicar e encher a terra com sua imagem (veja meu último blog). Então, a igreja precisa ser mudada. Estruturas, programas, tradições, rituais, ensinamentos, doutrinas. O que quer que esteja no caminho, deve ser abandonado ou radicalmente mudado. A igreja deve ser livre para focar no que Deus nos chamou para ser e fazer: desafiar, treinar e equipar, apoiar, capacitar e enviar todos os crentes para cumprirem seu chamado como sacerdotes reais de um Deus maravilhoso.

Bendito seja o seu glorioso nome para sempre; encha-se toda a terra da sua glória. Amém e amém (Salmo 72:19).

Spanish blog:

¿Llamados para qué?

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en español, inglés, italiano, portugués, y alemán)]

Si, todos estamos de acuerdo con el “sacerdocio de todos los creyentes”, es un terreno común que todos los que vienen a la fe tienen un llamado de Dios. Seguro. Pero, ¿qué significa esto realmente? ¿Muestra eso la estructura de su iglesia? ¿Promueve este concepto? ¿Están viviendo los miembros de la iglesia su llamado?

Como cristianos nos hemos acostumbrado a “creer” muchas cosas, pero no a practicar todo lo que creemos. Jesús nos llama tontos si escuchamos sus palabras y no las ponemos en práctica. No quiero ser tonto y estoy seguro de que tampoco los miembros de su iglesia. Así que depende de nosotros, los líderes de la iglesia, garantizar que cada creyente pueda vivir su llamado.

Sugiero tres cambios básicos para que esto sea una realidad:

  1. Cambia tu propia mentalidad. Comience a mirar a sus miembros como Jesús lo hizo con sus discípulos: vio potencial, grandeza, hacedores de milagros, testigos poderosos, y que Dios sería glorificado a través de ellos. Míralos como lo hizo Pablo: eran sus preciosos hijos, fieles servidores, portadores del buen mensaje, nuevos conversos encargados de liderar las nuevas comunidades. Mírelos como lo hizo Pedro: piedras vivas, casa espiritual, pueblo escogido, sacerdocio real, una nación santa, un pueblo para la posesión de Dios. Después de llamar a los creyentes todas estas cosas hermosas, Pedro declara tan claramente para qué es todo esto, y así tal vez nunca lo dudemos:… Para que proclames las excelencias de Aquel que te llamó de las tinieblas a su luz maravillosa; porque antes no eras pueblo, pero ahora eres pueblo de Dios
  2. Cambie la mentalidad de los miembros de la iglesia. Empiece a predicar este principio. Desafíe a las personas a profundizar en la comprensión de las implicaciones. Acerque a las personas a Dios para que puedan recibir revelación de arriba. Promueva la oración y el ayuno. Invite al Espíritu Santo a que venga y cambie los corazones. Y, por favor, dale la libertad de hacerlo. Que todos entendamos que fuimos salvos “para que proclamemos…”.
  3.  Cambiar las estructuras y programas de la iglesia. Cualquier cosa que estemos haciendo como iglesia que no cumpla con esto está mal. E incluso podríamos ir más allá: cualquier cosa que no promueva el propósito principal de nuestra vida también está mal. Para muchos líderes se ha vuelto obvio que la iglesia se convirtió en un fin en sí misma, ya que la mayor parte de la energía, el tiempo y los recursos se gastan para mantenerla viva. Ese no es nuestro llamado. Estamos llamados a multiplicarnos y llenar la tierra con su imagen (ver mi último blog). Entonces, la iglesia necesita ser cambiada. Estructuras, programas, tradiciones, rituales, enseñanzas, doctrinas. Lo que sea que se interponga en el camino, debe desaparecer o cambiar radicalmente. La iglesia debe tener la libertad de enfocarse en lo que Dios nos ha llamado a ser y hacer: desafiar, capacitar y equipar, apoyar, empoderar y enviar a todos los creyentes a cumplir su llamado como sacerdotes reales de un Dios asombroso.

Y bendito sea su glorioso nombre para siempre; Y que toda la tierra se llene de su gloria. Amén y amén (Salmo 72:19). 

Saved and Called

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available @amazon.com in English, Portuguese, Spanish, Italian and German)]

join with me in suffering for the gospel according to the power of God, who saved us and called us with a holy calling, not according to our works, but according to His own purpose and grace…(2 Timothy 1:8-9).

I believe that all who are saved are also called by God to live a life that has one main objective. It is exactly why we were created by him in the first place:

So God created man in His own image, in the image of God He created him; male and female He created them. God blessed them; and God said to them, “Be fruitful and multiply, and fill the earth, and subdue it; (Genesis 1:27-28 NASB)

We were created in His own image and we are called to multiply yourself into others, who will also be his own image. We are called to fill the earth with his glory. 

Because of sin, we need to be redeemed, born again and restored to be able to reflect his glory once more. Therefore, all those who are saved are brought back to the original purpose of creation. 

So it doesn’t make any sense to consider that only some of the believers have a calling, or even that some have a higher calling than others. We have different tasks, spiritual gifts, talents, capacities and responsibilities, but the same calling. And this calling doesn’t depend on us or on our works, “but according to His own purpose and grace…”

So, let’s stop thinking that any of us are of a special breed. And that others could never do what we do. That looks more like the Pharisees than like Jesus. Remember that Jesus looked at his disciples – all common people – and saw that they could do what he was doing – and even greater. After Jesus had passed on his mission to his disciples, they still didn’t look that nice. What did the leaders of Israel think about Simon and John, while they were inquiring about them?

Now as they observed the confidence of Peter and John and understood that they were uneducated and untrained men, they were amazed and began to recognize them as having been with Jesus (Acts 4:13 NASB).

They were not much. Not at all. But, they had been with Jesus. And it is the same for all believers. We are all just jars of clay carrying an amazing treasure, all redeemed children of God called to multiply his own image to this world in need. 

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Salvo e Chamado

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam  (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online no Brasil e em @amazon.com.com em Português, Inglês, Espanhol, Italiano e Alemão)]

.”..mas suporte comigo os sofrimentos pelo evangelho, segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com uma santa vocação, não em virtude das nossas obras, mas por causa da sua própria determinação e graça… Esta graça nos foi dada em Cristo Jesus desde os tempos eternos” (2 Timóteo 1:8-9).

Eu acredito que todos os que são salvos também são chamados por Deus para viver uma vida que tem um objetivo principal. É exatamente por isso que nós fomos criados por ele em primeiro lugar:

Então Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Deus os abençoou; e Deus disse-lhes: “Sejam fecundos e multipliquem-se, encham a terra e subjugem-na; (Gênesis 1:27-28)

Fomos criados à Sua imagem e somos chamados a nos multiplicarmos nos outros, que também serão a sua própria imagem. Somos chamados para encher a terra com sua glória.

Por causa do pecado, nós precisamos ser redimidos, nascidos de novo e restaurados para podermos refletir sua glória mais uma vez. Portanto, todos aqueles que são salvos são trazidos de volta ao propósito original da criação.

Portanto, não faz sentido considerar que apenas alguns dos crentes têm um chamado, ou mesmo que alguns têm um chamado mais elevado do que outros. Temos diferentes tarefas, dons espirituais, talentos, capacidades e responsabilidades, mas a mesma vocação. E este chamado não depende de nós ou de nossas obras, “mas de acordo com Seu próprio propósito e graça…”

Então, vamos parar de pensar que qualquer um de nós pertence a uma raça especial. E que outros nunca poderiam fazer o que fazemos. Isso se parece mais com os fariseus do que com Jesus. Lembre-se de que Jesus olhou para seus discípulos – todos pessoas comuns – e viu que eles podiam fazer o que ele estava fazendo – e ainda maior. Depois que Jesus passou sua missão para seus discípulos, eles ainda não pareciam tão bem assim. O que os líderes de Israel pensaram sobre Simão e João, enquanto perguntavam sobre eles?

Vendo a coragem de Pedro e de João, e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus (Atos 4:13)

Eles não eram muita coisa. De jeito nenhum! Mas, eles tinham estado com Jesus. E é o mesmo para todos os crentes. Somos todos apenas potes de barro carregando um tesouro incrível, todos os filhos redimidos de Deus chamados a multiplicar sua própria imagem a este mundo necessitado.

Spanish blog:

Salvos y llamados

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @ amazon.com en español, inglés, italiano, portugués, y alemán)]

“… únete a mí en el sufrimiento por el evangelio según el poder de Dios, quien nos salvó y nos llamó con un llamamiento santo, no según nuestras obras, sino según su propio propósito y gracia …” (2 Timoteo 1 : 8-9).

Creo que todos los que son salvos también son llamados por Dios a vivir una vida que tiene un objetivo principal. Es exactamente por eso que fuimos creados por él en primer lugar:

Y creó Dios al hombre a su imagen, a imagen de Dios lo creó; varón y hembra los creó. Dios los bendijo; y Dios les dijo: “Sean fructíferos y multiplíquense, llenen la tierra y sométanla; (Génesis 1: 27-28 NASB)

Fuimos creados a su propia imagen y estamos llamados a multiplicarnos en otros, que también serán su propia imagen. Estamos llamados a llenar la tierra con su gloria.

Debido al pecado, necesitamos ser redimidos, nacer de nuevo y ser restaurados para poder reflejar su gloria una vez más. Por lo tanto, todos los que son salvos son devueltos al propósito original de la creación.

Así que no tiene ningún sentido considerar que solo algunos de los creyentes tienen un llamado, o incluso que algunos tienen un llamado más alto que otros. Tenemos diferentes tareas, dones espirituales, talentos, capacidades y responsabilidades, pero la misma vocación. Y este llamado no depende de nosotros ni de nuestras obras, “sino de acuerdo con su propio propósito y gracia …”

Entonces, dejemos de pensar que cualquiera de nosotros pertenece a una raza especial. Y que otros nunca podrían hacer lo que hacemos. Eso se parece más a los fariseos que a Jesús. Recuerde que Jesús miró a sus discípulos, toda la gente común, y vio que podían hacer lo que él estaba haciendo, y aún más. Después de que Jesús pasó su misión a sus discípulos, todavía no se veían tan bien. ¿Qué pensaron los líderes de Israel acerca de Simón y Juan, mientras preguntaban acerca de ellos?

Ahora, al observar la confianza de Pedro y Juan y comprender que eran hombres sin educación ni formación, se asombraron y empezaron a reconocer que habían estado con Jesús (Hechos 4:13 LBLA).

No fueron mucho. Para nada. Pero, habían estado con Jesús. Y es lo mismo para todos los creyentes. Todos somos solo tinajas de barro que llevan un tesoro asombroso, todos hijos redimidos de Dios llamados a multiplicar su propia imagen en este mundo necesitado. 

Cherish the Past and Then… Let It Go

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish, Italian and German)]

The last blogs posted here called our attention to what has been done in the past by common men greatly used by God. And sometimes we feel a bit nostalgic about those small beginnings that turned out to build huge movements that shaped countries. I have wished more than once to have lived in great times like those. But…

“Forget the former things; do not dwell on the past. See, I am doing a new thing! Now it springs up; do you not perceive it? I am making a way in the wilderness and streams in the wasteland.” (Isaiah 43:18,19 ). I used to think that God was telling us to forget the bad stuff and the hard circumstances and was trying to cheer us up saying that the future will be better. But look at the verses that come immediately before those: “This is what the Lord says—he who made a way through the sea, a path through the mighty waters, who drew out the chariots and horses, the army and reinforcements together, and they lay there, never to rise again, extinguished, snuffed out like a wick: Forget the former things…”. Nothing to do with what I had thought: “You know the amazing things I did in the past? Well, forget that. The past is not where you should live. Neither it is about the future. I am doing something new. Now. Can’t you see?”

What should we do then? How can we engage in what God is doing today? Here are some hints that have helped me keep on track:

  1. Look at your past: If it was great, cherish it. Keep the fond memories. Give to everyone what you owe them: if honor, then honor. And thank the Lord. If it was bad, forgive and seek forgiveness. And thank the Lord. Good or bad, let it all go. Learn your lesson and keep them safe. Now close that book.
  2. Look to the future: put all you expectations and desires in what will last forever. Invest your life only in them. Let go of the rest for it will disappear like a vapor. Dream big and fail miserably, knowing that you haven’t even come close to what God has prepared for us. So dream bigger!
  3. Open your eyes to the present. He is doing a new thing: do you not perceive it? Seek the Lord to find out what it is. Always say yes as he challenges you – in big or small ways. And follow his lead. Trust in the Lord with all your heart, lean not on your own understanding. In all your ways submit to him and he will make your paths straight

Experience the new: follow the cloud, cross the river, conquer the Land. It is our turn to shape our world. You won’t ever wish to have lived in any other time than today! 

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Aprecie o passado e então … deixe-o ir

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a fazerem discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol, Italiano e Alemão]

Os últimos blogs postados aqui chamam nossa atenção para o que já foi feito no passado por homens comuns muito usados por Deus. E às vezes nós nos sentimos um pouco nostálgicos com aqueles pequenos começos que acabaram por construir grandes movimentos que moldaram países. Mais de uma vez, eu desejei ter vivido em grandes momentos como aquele. Mas…

Esqueçam o que se foi; não vivam no passado. Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não o percebem? Até no deserto vou abrir um caminho e riachos no ermo.” (Isaías 43:18,19). Eu costumava pensar que Deus estava nos dizendo para esquecer as coisas ruins e as circunstâncias difíceis e estava tentando nos animar dizendo que o futuro será melhor. Mas olhe para os versículos que vêm imediatamente antes daqueles: “Assim diz o Senhor, aquele que fez um caminho pelo mar, uma vereda pelas águas violentas, que fez saírem juntos os carros e cavalos, o exército e seus reforços, e eles jazem ali, para nunca mais se levantarem, exterminados, apagados como um pavio: “Esqueçam o que se foi… ”. Nada a ver com o que eu pensava: “Você sabe as coisas incríveis que fiz no passado? Bem, esqueça isso. O passado não é onde você deveria viver. Nem é sobre o futuro. Eu estou fazendo algo novo. Agora. Você não consegue ver?”

O que nós devemos fazer então? Como nós podemos nos envolver no que Deus está fazendo hoje? Aqui estão algumas dicas que me ajudaram a manter o controle:

  1. Olhe para o seu passado: se foi ótimo, valorize-o. Guarde as boas lembranças. Dê a todos o que você deve a eles: se honra, honra. E agradeça ao Senhor. Se foi ruim, perdoe e peça perdão. E agradeça ao Senhor. Bom ou ruim, deixe tudo para trás. Aprenda sua lição e mantenha-os seguros. Agora feche esse livro.
  2. Olhe para o futuro: coloque todas as suas expectativas e desejos no que vai durar para sempre. Invista sua vida apenas neles. Largue o resto, pois ele desaparecerá como um vapor. Sonhe grande e fracasse miseravelmente, sabendo que você nem chegou perto do que Deus preparou para nós. Então sonhe mais alto!
  3. Abra seus olhos para o presente. Ele está fazendo uma coisa nova: você não percebe? Busque o Senhor para descobrir o que é. Sempre diga sim quando ele o desafiar – de maneiras pequenas ou grandes. E siga sua liderança. Confie no Senhor de todo o seu coração, não se apóie no seu próprio entendimento. Em todos os seus caminhos, submeta-se a ele e ele endireitará seus caminhos.

Experimente o novo: siga a nuvem, atravesse o rio, conquiste a Terra. É nossa vez de moldar nosso mundo. Você nunca desejará ter vivido em qualquer outra época do que hoje!

Spanish blog:

Aprecia el pasado y luego … déjalo ir

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @ amazon.com en inglés, portugués, español, italiano y alemán)]

Los últimos blogs publicados aquí llamaron nuestra atención sobre lo que se ha hecho en el pasado por hombres comunes y usados ​​en gran medida por Dios. Y a veces sentimos un poco de nostalgia por esos pequeños comienzos que resultaron en la construcción de grandes movimientos que dieron forma a los países. Más de una vez he deseado haber vivido grandes momentos como esos. Pero…

“Olviden las cosas de antaño; ya no vivan en el pasado. ¡Voy a hacer algo nuevo! Ya está sucediendo, ¿no se dan cuenta?

Estoy abriendo un camino en el desierto, y ríos en lugares desolados.”. (Isaías 43: 18,19). Solía ​​pensar que Dios nos estaba diciendo que olvidemos las cosas malas y las circunstancias difíciles y estaba tratando de animarnos diciendo que el futuro sería mejor. Pero mire los versículos que vienen inmediatamente antes de esos: “Esto es lo que dice el Señor: el que abrió un camino a través del mar, un sendero a través de las aguas impetuosas, que sacó los carros y los caballos, el ejército y los refuerzos juntos, y yacían allí, para no volver a levantarse, extinguidos, apagados como una mecha: Olvídense de las cosas anteriores… ”. Nada que ver con lo que había pensado: “¿Conoces las cosas maravillosas que hice en el pasado? Bueno, olvídalas. El pasado no es donde deberías vivir. Tampoco se trata del futuro. Estoy haciendo algo nuevo. Ahora. ¿No puedes verlo?”

¿Qué debemos hacer entonces? ¿Cómo podemos participar en lo que Dios está haciendo hoy? Aquí hay algunos consejos que me han ayudado a mantener el rumbo:

  1. Mire su pasado: si fue grandioso, valóralo. Guarda los buenos recuerdos. Dale a todos lo que les debes: si honor, honor. Y gracias al Señor. Si fue malo, perdona y busca el perdón y da gracias al Señor. Bueno o malo, déjalo ir todo. Aprende su lección y manténgalos a salvo. Ahora cierra ese libro.
  2. Mira hacia el futuro: pon todas tus expectativas y deseos en lo que durará para siempre. Invierte tu vida solo en ellos. Suelta el resto porque desaparecerá como el vapor. Sueña en grande y fracasa miserablemente, sabiendo que ni siquiera te has acercado a lo que Dios ha preparado para nosotros. ¡Así que sueña en grande!
  3. Abre tus ojos al presente. Estás haciendo algo nuevo: ¿no lo percibes? Busca al Señor para averiguar qué es. Siempre di que sí cuando te desafíe, en grande o en pequeñas formas. Y sigue su ejemplo. Confía en el Señor con todo tu corazón, no te apoyes en tu propio entendimiento. Sométete a él en todos tus caminos y él enderezará tus sendas.

Experimenta lo nuevo: sigue la nube, cruza el río, conquiste la tierra. Es nuestro turno de dar forma a nuestro mundo. ¡Nunca desearás haber vivido en otro momento que no sea hoy!