We have tried it in the past and it didn’t work!

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

Some years ago, my wife and I were guest speakers at an annual denomination pastoral gathering. After giving a seminar on the principles of the vision of compassion and multiplication through cells, we were answering questions from the public. One of the leaders of that denomination told us about their previous experience with cells more than a decade before. Then he said: “All of this you are teaching is common ground for us. No debate about it. We lived this vision in the past and we experienced the results. What I want to know is why did it die out?” While I was searching for some explanation to give him, just for fun I told my wife, Simone, that it was a good question for her to answer. Well, she took the microphone, gave some steps in the direction of the leader and said: “I am the one that has a question for you: if you agree with the principles, if you were experiencing the results, how did you let it die?” There was an awkward silence in the room. Nobody knew what to say. And the question is still ringing in my ears. 

How many churches have tried to transition to the cells only to find frustration? I have talked to countless pastors that simply give up. Then I remember the tough question: “How did you let it die?” Obviously, I do not always have the courage to verbalize it, but it always comes to my mind. So many promises of God were aborted, some killed at birth and many that actually grew were left to die by starvation. 

I am thankful to God, that our senior pastor (central.online) was not bluffing when he started the transition. Neither was he just following the world trend of cell church in the turn of the Century. He was pursuing a clear vision God had given him and he was determined to succeed. In a very wise and patient manner he pressed on day by day, month by month.  Many years later we had become a full cell church, multiplying salvation, baptisms, leaders and cells. Twenty years later we are still growing, still multiplying, still pursuing God’s calling for our church. Starting from 400 members, today there are more than 13.000 in cells. How many other churches could be living the same, if their leaders had not given up?

Maybe, as we were forced to stop our crazy rhythm these days, it could be a great time to evaluate our current situation and assess the opportunities God gave us throughout the years that we might have missed. Maybe it is time to confess our lack of faith. Or was it fear? Love of tradition or comfort? Did we get distracted? Did something else seduce us, taking us off track? What happened? Maybe it is time to return to the place where we got lost, confess and repent, receive his forgiveness and start anew. 

Now is the time of new beginnings. 

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Portuguese blog:

Nós já tentamos isso, mas não funcionou!

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a fazerem discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Alguns anos atrás, minha esposa e eu participamos como palestrantes em um encontro de pastores  de uma determinada denominação religiosa. Depois de ministrarmos um seminário sobre os princípios da visão de compaixão e multiplicação através das células, estávamos respondendo a perguntas formuladas pelos participantes. Um dos líderes daquela denominação nos contou sobre sua experiência anterior com células, mais de uma década antes daquele encontro. Depois ele declarou: “Tudo isso que vocês estão ensinando é do conhecimento de todos nós aqui. Não há nenhum debate sobre isso. Vivemos esta visão no passado e experimentamos os resultados. O que eu gostaria de saber é a razão de termos morrido nesta visão. Enquanto eu procurava por uma resposta, tentando quebrar a tensão do momento, eu disse à minha esposa que aquela era uma boa pergunta para ela responder. Bem, ela tomou o microfone das minhas mãos, caminhou em direção àquele líder e disse: “Sou eu quem tem uma pergunta para você. Se você concorda com os princípios, se você experimentou os resultados, por que você deixou a visão morrer?” Um silêncio muito desconfortável encheu aquele lugar. Ninguém sabia o que dizer. E aquela pergunta ainda está soando em meus ouvidos até hoje.

Quantas igrejas tentaram fazer a transição e encontraram apenas frustração? Eu já falei com inúmeros pastores que simplesmente desistiram. É aí que eu lembro daquela pergunta: “Por que você deixou a visão morrer?” É claro que nem sempre eu tenho coragem de verbalizar a pergunta, mas ela sempre vem à minha mente. Muitas promessas de Deus simplesmente foram abortadas, algumas morreram ao nascer e muitas outras chegaram a crescer e foram abandonadas para morrer por inanição.

Eu agradeço a Deus porque o nosso Pastor Presidente (central.online) não estava blefando quando ele iniciou a transição. Ele também não estava simplesmente seguindo o modismo da igreja em células da virada do século. Ele estava perseguindo uma visão muito clara que Deus havia concedido, e ele estava determinado a ser bem sucedido. Ele insistiu de uma maneira muito sábia e paciente, dia a dia, mês a mês. Muitos anos mais tarde, nós tínhamos nos tornado uma igreja completamente celular, multiplicando a salvação, batismos, líderes e células. Vinte anos depois, nós ainda estamos crescendo, ainda estamos nos multiplicando, ainda perseguimos o chamado que Deus entregou para nossa igreja. Começamos com 400 membros e hoje há mais de 13.000 nas células. Ah, quantas outras igrejas poderiam estar vivendo o mesmo que nós, se seus líderes não tivessem desistido?

Já que nestes últimos dias fomos forçados a parar nosso ritmo alucinante, é possível que seja um momento perfeito para observar nossa situação atual e avaliar as oportunidades que Deus nos entregou através dos anos e possivelmente perdemos. Talvez seja o momento de confessar nossa falta de fé. Ou terá sido medo? Amor à tradição ou conforto? Terá sido simples distração? Será que algo diferente nos seduziu e nos tirou do caminho? O que terá acontecido? Talvez este seja o momento de retornar para o local onde nos perdemos, confessar e nos arrependermos, recebendo perdão e começando novamente.

Agora é o tempo dos novos recomeços.

Spanish blog:

¡Lo hemos intentado en el pasado y no funcionó!

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiando a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, Cada Líder y la Iglesia (disponible en @ amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Hace algunos años, mi esposa y yo éramos oradores invitados en una reunión anual de pastores de denominación. Después de dar un seminario sobre los principios de la visión de la compasión y la multiplicación a través de las células, estábamos respondiendo las preguntas del público. Uno de los líderes de esa denominación nos contó sobre su experiencia previa con las células más de una década antes. Luego dijo: “Todo esto que estás enseñando es un terreno común para nosotros. No hay debate al respecto. Vivimos esta visión en el pasado y experimentamos los resultados. Lo que quiero saber es por qué se extinguió. Mientras buscaba alguna explicación para darle, solo por diversión le dije a mi esposa, Simone, que era una buena pregunta para ella. Bueno, ella tomó el micrófono, dio algunos pasos en la dirección del líder y dijo: “Yo soy la que tiene una pregunta para usted: si está de acuerdo con los principios, si estaba experimentando los resultados, ¿cómo lo dejó morir?” Hubo un silencio incómodo en la habitación. Nadie sabía que decir. Y la pregunta sigue sonando en mis oídos.

¿Cuántas iglesias han tratado de hacer la transición a las células solo para encontrar frustración? He hablado con innumerables pastores que simplemente se rinden. Entonces recuerdo la pregunta difícil: “¿Cómo lo dejaste morir?” Obviamente, no siempre tengo el coraje de verbalizarlo, pero siempre me viene a la mente. Se abortaron tantas promesas de Dios, algunas murieron al nacer y muchas de las que realmente crecieron fueron dejadas morir de hambre.

Estoy agradecido con Dios, que nuestro pastor principal (central.online) no estaba mintiendo cuando comenzó la transición. Tampoco estaba siguiendo la tendencia mundial de la iglesia celular en el cambio de siglo. Estaba persiguiendo una visión clara que Dios le había dado y estaba decidido a tener éxito. De una manera muy sabia y paciente, presionó día a día, mes a mes. Muchos años después nos habíamos convertido en una iglesia celular completa, multiplicando la salvación, los bautismos, los líderes y las células. Veinte años después, seguimos creciendo, multiplicándonos, persiguiendo el llamado de Dios para nuestra iglesia. Partiendo con 400 miembros, hoy hay más de 13,000 en células. ¿Cuántas otras iglesias podrían vivir lo mismo si sus líderes no se hubieran rendido?

Tal vez, como nos vimos obligados a detener nuestro ritmo loco en estos días, podría ser un buen momento para evaluar nuestra situación actual y evaluar las oportunidades que Dios nos dio a lo largo de los años que podríamos haber perdido. Quizás es hora de confesar nuestra falta de fe ¿O nuestro miedo? ¿Amor por la tradición o la comodidad? ¿Nos distrajimos? ¿Algo más nos sedujo y nos desvió? ¿Que pasó? Tal vez sea hora de regresar al lugar donde nos perdimos, confesar y arrepentirnos, recibir su perdón y comenzar de nuevo.

Ahora es el momento de nuevos comienzos.

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God is still opening new doors today!

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

When my wife, my daughter and I arrived in Europe three and a half years ago, we had no idea how our ministry would work. Our objective was to help churches with the cell strategy, but we only had a handful of contacts. Our church from Brazil was completely unknown in this continent and our very successful Central DNA program had not yet crossed Brazilian frontiers. While we were renting our apartment and furnishing it, I remember feeling completely helpless not knowing what to do. It was just before Christmas of 2016, when God spoke to me very clearly, remembering the verse of our calling: 

“I will go before you and make the rough places smooth; I will shatter the doors of bronze and cut through their iron bars. I will give you the treasures of darkness and hidden wealth of secret places, so that you may know that it is I, The Lord, the God of Israel, who calls you by your name.” (Isaiah 45:2,3)

What a promise! From that point on, I never had to worry again. He was in control. We surrendered our lives once again and rested in his promise. On the following day, a pastor in Spain invited me to a leadership retreat of his small church. Then a pastor from Portugal invited me to be the guest speaker at the annual conference of his denomination. A couple of days later, a pastor from Germany invited me to make a seven day tour through many cities in Germany speaking at conferences, pastors meetings, retreats… To make this story short, in the last 3 years we have done more than 90 trips, visited more than 80 cities in 18 countries and have spoken to almost 30k people. When he is the one that opens doors, nobody can close. 

With the pandemia, things came to a halt. But our God will neither slumber nor sleep. He kept on opening doors. During these days of crisis we have started here in Europe several discipleship groups with pastors, have given many online seminars, had uncountable zoom meetings and established many new contacts with pastors from different countries. Many churches have started their transition, training their members and opening cells. And our church in Brazil has never experienced such growth in one single month. Our God is amazing!

I do not know what is your current situation, but this I know: God is God. God is Almighty. God is sovereign. God is unstoppable. God is good. He is still in charge and he is listening to your prayers. So, pray boldly. Just tell what you need. If you need him to open new doors, just let him know – that is his specialty! It is exactly what he is doing most these days: opening new doors!

Definitely, God did not take a nap during the lockdown. No, he is a way maker, miracle worker, promise keeper, light in the darkness and why not, a door opener! Yes, my God, that is who you are.

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Portuguese blog:

Deus ainda abre novas portas hoje!

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a fazerem discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Quando chegamos à Europa, três anos e meio atrás, minha esposa, minha filha e eu não fazíamos ideia de como seria exatamente nosso ministério. Nosso objetivo era ajudar igrejas na implementação da estratégia celular, mas tínhamos apenas alguns contatos. A nossa igreja mãe no Brasil era completamente desconhecida neste continente e mesmo nosso bem-sucedido programa DNA Central não tinha ainda ultrapassado as fronteiras do nosso Brasil. Durante o processo de alugar e mobiliar nosso apartamento, eu lembro de sentir-me completamente desanimado por não saber exatamente o que fazer. Foi então que pouco antes do Natal de 2016 Deus me falou claramente, trazendo à minha memória o versículo do nosso chamado ministerial:

“Eu irei adiante de ti, endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro; dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome”. (Isaías 45:2-3)

Que promessa! Daquele ponto em diante, eu nunca mais me preocupei. Ele estava no controle. Nós submetemos nossas vidas mais uma vez e descansamos em Sua promessa. No dia seguinte, um pastor na Espanha me convidou para um retiro de sua pequena igreja. Depois, um pastor de Portugal me convidou para falar na conferência anual de sua denominação. Dois dias mais tarde, um pastor da Alemanha me convidou para uma viagem de sete dias, visitando diversas igrejas naquele país, ministrando em conferências, encontro de pastores, retiros… Para encurtar a estória, nos últimos 3 anos fizemos mais de 90 viagens, visitamos mais de 80 cidades em 18 países e falamos para quase 30 mil pessoas. Quando Ele é quem abre as portas, ninguém pode fechá-las.

Com a pandemia, as coisas simplesmente pararam. Mas o nosso Deus não “dormita nem dorme”. Ele continuou abrindo portas. Durante estes dias de crise, iniciamos diversos grupos de discipulados com pastores aqui na Europa, fizemos muitos seminários online, participamos de incontáveis encontros via Zoom e estabelecemos novos contatos com pastores de diferentes países. Muitas igrejas iniciaram sua transição, treinando membros e abrindo células. A nossa Igreja no Brasil nunca experimentou tanto crescimento em um mês. Nosso Deus é maravilhoso!

Não sei qual é a sua situação atualmente, mas eu sei disto: Deus é Deus. Deus é Todo Poderoso. Deus é Soberano. Ninguém pode parar o agir de Deus. Deus é Bom. Ele continua no controle e Ele tem ouvido as suas orações. Então, ore com coragem! Simplesmente diga o que você precisa. Se você precisa que Ele abra novas portas, diga isso a Ele – Esta é a especialidade do nosso Deus. É exatamente isso que Ele mais tem feito nesses dias: abrir novas portas!

Deus definitivamente não cochilou durante o período do lockdown. Não. Ele é quem abre caminhos, Ele opera milagres, Ele é fiel em suas promessas, Ele é luz na escuridão, e porque não… é quem abre portas! Sim, meu Deus, este é quem Tu és!

Spanish blog:

¡Dios todavía está abriendo nuevas puertas hoy!

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Cuando mi esposa, mi hija y yo llegamos a Europa hace tres años y medio, no teníamos idea de cómo funcionaría nuestro ministerio. Nuestro objetivo era ayudar a las iglesias con la estrategia celular, pero solo teníamos un puñado de contactos. Nuestra iglesia de Brasil era completamente desconocida en este continente y nuestro exitoso programa de ADN Central aún no había cruzado las fronteras brasileñas. Mientras alquilamos nuestro departamento y lo amueblamos, recuerdo que me sentí completamente indefenso sin saber qué hacer. Fue justo antes de la Navidad de 2016, cuando Dios me habló muy claramente, recordando el versículo de nuestro llamado:

“Iré delante de ti y suavizaré los lugares difíciles; Romperé las puertas de bronce y cortaré sus barras de hierro. Te daré los tesoros de la oscuridad y la riqueza oculta de los lugares secretos, para que sepas que soy Yo, el Señor, el Dios de Israel, quien te llama por tu nombre. (Isaías 45: 2,3)

¡Qué promesa! A partir de ese momento, nunca más tuve que preocuparme; El estaba en control. Rendimos nuestras vidas una vez más y descansamos en su promesa. Al día siguiente, un pastor en España me invitó a un retiro de liderazgo de su pequeña iglesia. Luego, un pastor de Portugal me invitó a ser el orador invitado en la conferencia anual de su denominación. Un par de días después, un pastor de Alemania me invitó a hacer un recorrido de siete días por muchas ciudades de su país, hablando en conferencias, reuniones de pastores, retiros … Para resumir esta historia, en los últimos 3 años hemos realizado más de 90 viajes. , visité más de 80 ciudades en 18 países y he hablado con casi 30 mil personas. Cuando Él abre las puertas, nadie las puede cerrar.

Con la pandemia, las cosas se detuvieron. Pero nuestro Dios no descansará ni dormirá, continuará abriendo puertas. Durante estos días de crisis, hemos comenzado aquí en Europa, varios grupos de discipulado con pastores, hemos dado muchos seminarios en línea, hemos tenido innumerables reuniones de acercamiento y establecimos muchos nuevos contactos con pastores de diferentes países. Muchas iglesias han comenzado su transición, capacitando a sus miembros y abriendo células. Y nuestra iglesia en Brasil nunca ha experimentado tal crecimiento en un solo mes. ¡Nuestro Dios es asombroso!

No sé cuál es su situación actual, pero esto sí lo sé: Dios es Dios. Dios es todopoderoso, Dios es soberano, Dios es imparable, Dios es bueno. Él todavía está en control y está escuchando sus oraciones. Entonces, ora con valentía, solo di lo que necesitas. Si necesitas que abra nuevas puertas, hazle saber que esa es tu petición específica. Es exactamente lo que está haciendo más en estos días: ¡abrir nuevas puertas!

Definitivamente, Dios no tomó una siesta durante el encierro. No, Él es un hacedor de caminos, hacedor de milagros, hacedor de promesas, ilumina la oscuridad y, por qué no, abre las puertas. Sí, Dios mío, así eres tú.

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The church has left the building

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

We have had many opportunities to experience new things during this crisis. We all had to adapt to the limitations of the quarantine, thus obliging us to question and change basically everything regarding to church life. I loved it. It has been a great time to shake many unquestionable and unchangeable “truths” that, as many found out the hard way, were only traditions, church culture or ordinary habits.

What really matters and will definitely change the church was one fact: the church had to leave the building. And finally we all had to actually live what we believed: the church is not a building. And I think most churches realised, in practical terms, that it is all about people. Many communities are more alive now in the quarantine than before. There has been more interaction, with members connecting to each other on a daily basis, living real and practical caring and serving as a loving community. But, unfortunately, this is not happening with all communities. There is a huge difference according the existing structures (or church model): 

1) The cell churches (outward focused) were quite ready for the crisis and had little difficulties to adapt since almost 100% of the members were in a cell group. Everybody was already under the radar and could be looked after and well taken care of by his own small community. And with the mission at hand, they continue to seize the opportunities to reach out to people and make more disciples. 

2) The churches that had a small groups structure (inward focused) were also better off, although their problem was that usually they did not get more than 50% onboard in those groups. So what to do with the other 50%?  For many it was frustrating to see that the failure of enrolling all members was now taking its toll. 

3) Now, when you think of churches that were based only on Sunday services and activities promoted by church ministries (youth, worship, couples, etc)… what a challenge they are facing. Where is everybody? How are people handling the crisis? Does anybody need help? How can a centralised structure handle this?And even when the pandemic is over, we might sill have to face long term gathering limitations. Life may never return to what once was normal. How are these churches going to handle this? 

Well, the other day I heard a senior pastor of a great church calling his members to engage in the new small group environment that was being developed and would be implemented in the following weeks. Therefore, I believe everybody will come to the same conclusion as they did: the church can no longer depend solely on large gatherings and centralised activities. That is definitely not how the early church rocked the world in their days. And, definitely, it will not be how we impact ours. Let’s welcome the small communities of believers with a clear mission of making disciples!

Buckle up. Changes ahead.

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Portuguese blog:

A igreja deixou o prédio

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Nós temos tido muitas oportunidades de experimentar coisas novas durante essa crise. Todos nós tivemos que nos adaptar as limitações dessa quarentena, assim nos obrigando a questionar e mudar basicamente tudo acerca da vida da igreja. Eu amei isso. Tem sido um bom tempo de sacudir algumas “verdades” inquestionáveis e imutáveis que, para muitos foram descobertas da maneira mais difícil, eram apenas tradições, cultura da igreja ou hábitos comuns.

O que realmente importa e definitivamente mudará a igreja era um fato: a igreja teve de deixar o prédio. E finalmente nós todos tivemos que realmente viver o que cremos: a igreja não é um prédio. E eu acho que a maioria das igrejas percebeu, em termos práticos, que é tudo sobre as pessoas. Muitas comunidades estão mais vivas agora na quarentena do que antes. Tem tido muito mais interação, com membros conectando uns com os outros diariamente, vivendo cuidado real e prático e servindo como uma comunidade amorosa. Mas, infelizmente, isso não está acontecendo com todas as comunidades. Existe uma grande diferença de acordo com as estruturas existentes (ou modelo de igreja):

1) As igrejas em células (focada para for a) estavam bem prontas para a crise e tiveram poucas dificuldades para adaptar desde que quase 100% de seus membros estavam em um grupo de célula. Todos já estavam sob um radar e poderiam ser protegidos e muito bem cuidados pelas suas comunidades. E com a missão em mãos, eles continuaram a pegar as oportunidades para alcançar as pessoas e fazer mais discípulos.

2) As igrejas uma estrutura de pequenos grupos (focada para dentro) também estavam melhores, embora seus problemas eram que geralmente elas não tinham mais do que 50% dentro desses grupos. Então o que fazer com os outros 50%? Para muitos foi frustrante ver que o fracasso de arrolar todos os membros agora se tornava um fardo.

3) Agora, quando você pensa nas igrejas que eram embasadas somente nos cultos de domingo e nas atividades promovidas pelos ministérios da igreja (jovens, adoração, casados, etc)… que desafio elas estão enfrentando. Onde estão todos? Como as pessoas estão lidando com a crise? Alguém precisa de ajuda? Como pode um estrutura centralizada lidar com isso? E mesmo quando a pandemia acabar, nós talvez tenhamos que encarar limitações de encontros por um longo tempo. Talvez a vida nunca volte para o que antes era normal. Como essas igrejas vão lidar com isso?

Bem, outro dia eu ouvi um pastor senior de uma grande igreja chamando seus membros para engajarem no novo ambiente de pequenos grupos que estava sendo desenvolvido e seria implantado nas semanas seguintes. Portanto, eu acredito que todo mundo chegará à mesma conclusão que eles chegaram: a igreja não pode mais depender exclusivamente das grandes reuniões e atividades centralizadas. Essa definitivamente não é como a igreja primitiva abalava o mundo em seu tempo. E, definitivamente, não será como nós impactaremos o nosso. Vamos abraçar as pequenas comunidades de crentes com a clara missão de fazer discípulos!

Apertem os cintos. Mudanças vem aí.

Spanish blog:

La iglesia ha salido del edificio

Por Roberto Bottrel, [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Hemos tenido muchas oportunidades de experimentar cosas nuevas durante esta crisis. Todos tuvimos que adaptarnos a las limitaciones de la cuarentena, obligándonos a cuestionar y cambiar básicamente todo lo relacionado con la vida de la iglesia. Me encantó, ha sido un buen momento para sacudir muchas “verdades” incuestionables e inmutables que, como muchos descubrieron por las malas, eran solo tradiciones, cultura de la iglesia o hábitos ordinarios.

Lo que realmente importa y definitivamente cambiará la iglesia ha sido este hecho: la iglesia tuvo que abandonar el edificio. Y finalmente todos tuvimos que vivir lo que creíamos: la iglesia no es un edificio. Y creo que la mayoría de las iglesias se dieron cuenta, en términos prácticos, que se trata de las personas. Muchas comunidades están más vivas ahora en la cuarentena que antes. Ha habido más interacción, con miembros que se conectan entre sí a diario, viviendo un cuidado real y práctico y sirviendo como una comunidad amorosa. Pero, desafortunadamente, esto no está sucediendo con todas las comunidades. Hay una gran diferencia según las estructuras existentes (o modelo de iglesia):

1) Las iglesias celulares (enfocadas hacia afuera) estaban bastante listas para la crisis y tenían pocas dificultades para adaptarse, ya que casi el 100% de los miembros estaban en un grupo celular. Todos estaban ya fuera del radar y su pequeña comunidad podía atenderlos y cuidarlos bien. Y con la misión en mente, continúan aprovechando las oportunidades para llegar a las personas y hacer más discípulos.

2) Las iglesias que tenían una estructura de grupos celulares (enfocadas hacia adentro) también estaban mejor, aunque su problema era que generalmente no recibían más del 50% a bordo en esos grupos. Entonces, ¿qué hacer con el otro 50%? Para muchos fue frustrante ver que la falta de inscripción de todos los miembros y ahora estaba pasando factura.

3) Ahora, cuando piensas en iglesias que se basaban solo en los servicios y actividades dominicales promovidas por los ministerios de la iglesia (jóvenes, adoración, parejas, etc.) … qué desafío enfrentan. ¿Donde está todo el mundo? ¿Cómo manejan las personas la crisis? ¿Alguien necesita ayuda? ¿Cómo puede manejar esto una estructura centralizada? E incluso cuando la pandemia haya terminado, es posible que tengamos que enfrentar limitaciones de reunión a largo plazo. La vida nunca puede volver a lo que una vez fue normal. ¿Cómo van a manejar eso estas iglesias?

Bueno, el otro día escuché al pastor general de una gran iglesia llamando a sus miembros a participar en el nuevo entorno de grupos celulares, que se estaba desarrollando y que se implementaría en las siguientes semanas. Por lo tanto, creo que todos llegarán a la misma conclusión que ellos: la iglesia ya no puede depender únicamente de grandes reuniones y actividades centralizadas. Definitivamente no es así como la iglesia primitiva sacudió al mundo en sus días. Y, definitivamente, no será cómo impactaremos el nuestro. ¡Demos la bienvenida a las pequeñas comunidades de creyentes con una misión clara de hacer discípulos!

Asegura tu cinturón. Hay cambios por delante.

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Corona times, a time of opportunity

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

Many church leaders are trying to keep church members safe and comfortable in the midst of the pandemia. But let me challenge this: If believers may feel troubled or fearful about the future, imagine those who do not have a Saviour, an Anchor to hold them steady through this storm. If we think about the difficult times a non-believer is facing, we surely need to be compassionate and do something about it! We have to offer them what we have found! But what can we do in a time of quarantine? We feel so limited…

The last verses of the book of Acts (28:30,31) show us a similar reality as the lockdown that we are living today:  For two whole years Paul stayed there in his own rented house… Imagine that! (And we are complaining for staying at home for 2 months!) We know that Paul had a very clear purpose in life: to fulfil the task Jesus had given him. So what did he do during those two years? …and welcomed all who came to see him.He proclaimed the kingdom of God and taught about the Lord Jesus Christ. He did exactly the same things he used to do before he went to prison. For him it didn’t really matter the circumstances. He just pressed on doing what he was called to do. Please, pay attention to how the book ends: … with all boldness and without hindrance! Paul is definitely my hero! Not even prison was a hindrance for him!

So if we look at our reality today we are much better off than Paul, since we are not even imprisoned. Although there are some limitations in our social interactions, we have technology on our side. And if we have the right perspective and the same fire in our hearts as Paul did, this will be an amazingly fruitful time.

Just to inspire you, look at what our church in Brazil is doing. We started a 3 week outreach effort called “Vaccination Campaign” against the global virus known as Sin which has been destroying so many lives for centuries, unparalleled to any other virus. All cells organised themselves in smaller “vaccination units” (3-5 people) and intensively set out to reach relatives, neighbours, coworkers and friends. It started this week as I write and one cell leader already shared what happened with his group: a big cell (about to multiply) organised 5 small units and they managed to connect online with 54 non-believers in small gatherings to share the good news and invite them to surrender to the one that can heal and free us from this deadly virus. Eighteen of them responded positively to Jesus!  And this is only one of our more than 1.600 cells! Praise the Lord! People are rethinking their lives, hearts are open. Let’s do like Paul: Proclaim the kingdom of God… with all boldness and without hindrance!

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Tempos de Corona, um tempo de oportunidades

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Muitos líderes de igrejas estão tentando manter os membros da igreja seguros e confortáveis em meio da pandemia. Mas permita-me desafiar isso: se crentes podem se sentir confusos ou amedrontados sobre o futuro, imagine aqueles que não tem um Salvador, uma Âncora para os segurar firmes através dessa tempestade. Se nós pensarmos nos tempos difíceis que um não crente está encarando, nós certamente precisamos ser compassivos e fazer alguma coisa sobre isso! Nós temos que ofertá-los o que temos encontrado! Mas o que nós podemos fazer em tempo de quarentena? Nós nos sétimos tão limitados…

Os últimos versos do livro de atos (28:30,31) nos mostra uma realidade similar a deu lockdown que estamos vivendo hoje: por dois anos inteiros Paulo ficou em sua casa alugada… Imagine isso! (E nós estamos reclamando de ficar em casa por dois meses!). Nós sabemos que Paulo tinha um propósito muito claro na vida: completar a tarefa que Jesus tinha lhe dado. Então o que ele fez durante esses dois anos? … e recebia a todos os que iam vê-lo. Pregava o Reino de Deus e ensinava a respeito do Senhor Jesus Cristo. Ele fez exatamente as mesmas coisas que costumava fazer antes dele ser enviado para prisão. Para ele não importavam as circunstâncias de fato. Ele apenas continuou fazendo o que ele foi chamado para fazer. Por favor, preste atenção em como o livro termina: … corajosamente e sem restrição alguma! Paulo é definitivamente meu herói Nem mesmo a prisão era um impedimento para ele!

Então se nós olharmos nossa realidade hoje nós estamos muito melhor do que Paulo, já que nós nem estamos presos. Embora haja algumas limitações em nossa interação social, nós temos tecnologia do nosso lado. E se nós tivermos a perspectiva correta e o mesmo fogo em nossos corações que Paulo teve, esse será um tempo frutífero incrível.

Apenas para inspirar você, veja o que nossa igreja no Brasil está fazendo. Nós começamos um esforço de alcance de 3 semanas chamado “Campanha de Vacinação” contra o vírus global conhecido como Pecado cujo qual tem destruído muitas vidas por séculos, sem paralelo com qualquer outro vírus. Todas as células se organizaram em pequenas “unidades de vacinação” (3-5 pessoas) e intensamente saíram para alcançar seus parentes, vizinhos, colegas de trabalho e amigos. Começou essa semana enquanto eu escrevo e um líder de célula já compartilhou o que aconteceu com seu grupo: uma célula grande (perto de multiplicar) organizou 5 unidades pequenas e eles conseguiram conectar online com 54 não crentes em pequenos encontros para compartilhar as boas novas e convidá-los a se render ao único que pode curar e nos libertar desse vírus mortal. Dezoito deles responderam positivamente a Jesus! E esse é apenas uma das nossas mais de 1.600 células! Louvado seja o Senhor! As pessoas estão repensando suas vidas, corações estão abertos. Façamos com Paulo: Proclamemos o Reino de Deus… corajosamente e sem restrição alguma!

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Tiempo de Coronavirus, un tiempo de oportunidad

Por Roberto Bottrel, [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Muchos líderes están tratando de mantener a los miembros de la iglesia seguros y cómodos en medio de la pandemia. Pero permítanme cuestionar esto: si los creyentes pueden sentirse preocupados o temerosos por el futuro, imagine a aquellos que no tienen un Salvador, un Ancla para mantenerlos firmes durante esta tormenta. Si pensamos en los tiempos difíciles que enfrenta un no creyente, seguramente debemos ser compasivos y hacer algo al respecto. ¡Tenemos que ofrecerles lo que hemos encontrado! Pero, ¿qué podemos hacer en tiempos de cuarentena? Nos sentimos tan limitados …

Los últimos versículos del libro de los Hechos (28: 30,31) nos muestran una realidad similar al bloqueo que estamos viviendo hoy: durante dos años enteros, Pablo se quedó allí, en su propia casa alquilada … ¡Imagínese eso! (¡Y nos estamos quejando por quedarnos en casa por 2 meses!) Sabemos que Pablo tenía un propósito muy claro en la vida: cumplir la tarea que Jesús le había encomendado. Entonces, ¿qué hizo durante esos dos años? … y dio la bienvenida a todos los que vinieron a verlo. Él proclamó el reino de Dios y enseñó acerca del Señor Jesucristo. Hizo exactamente lo mismo que solía hacer antes de ir a prisión. Para él, en realidad no importaban las circunstancias. Simplemente continuó haciendo lo que fue llamado a hacer. Por favor, preste atención a cómo termina el libro: … ¡con toda audacia y sin obstáculos! ¡Pablo es definitivamente mi héroe! ¡Ni siquiera la prisión fue un obstáculo para él!

Entonces, si miramos nuestra realidad hoy, estamos mucho mejor que Pablo, ya que ni siquiera estamos encarcelados. Aunque existen algunas limitaciones en nuestras interacciones sociales, tenemos la tecnología de nuestro lado. Y si tenemos la perspectiva correcta y el mismo fuego en nuestros corazones que Pablo, este será un tiempo increíblemente fructífero.

Solo para inspirarte, mira lo que está haciendo nuestra iglesia en Brasil. Comenzamos un esfuerzo de evangelización de 3 semanas llamado “Campaña de vacunación” contra el virus global conocido como Pecado, que ha estado destruyendo tantas vidas durante siglos, sin paralelo a ningún otro virus. Todas las células se organizaron en “unidades de vacunación” más pequeñas (3-5 personas) y se dispusieron intensamente para llegar a familiares, vecinos, compañeros de trabajo y amigos. Comenzó esta semana mientras escribía y un líder celular ya compartió lo que sucedió con su grupo: una gran célula (a punto de multiplicarse) organizó 5 unidades pequeñas y lograron conectarse en línea con 54 no creyentes en pequeñas reuniones para compartir las buenas noticias e invítelos a rendirse ante Aquel que puede sanarnos y liberarnos de este virus mortal. ¡Dieciocho de ellos respondieron positivamente a Jesús! ¡Y esta es solo una de nuestras más de 1,600 células! ¡Alabado sea el Señor! La gente está repensando sus vidas, los corazones están abiertos. Hagamos como Pablo: ¡Proclamen el reino de Dios … con todo valor y sin obstáculos!

The Importance of a Coaching Structure

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

One of the pillars of a healthy cell church is the coaching structure. Many invest so much energy in the training track, in opening cells, in raising leaders, but don’t realize how important the overseeing of the cells and cell leaders is. I would even say that if you, for any reason, cannot have proper coaching, better not even start the cells. It will bring more harm than good. Eventually it will all collapse, leaving the sensation that “cells just don’t work”. 

Why is it so important? 

Authority should not be delegated without accountability. If you are the pastor of a church, as you develop the cells, your are putting the congregation under the responsibility of several leaders. So the church members will not be in your sight as often anymore. Conflicts will be solved, counselling will be given, discipleship will be done, all without your physical presence. Without your coaching over the cell leaders, you will not know what is happening. We consider it as just another level of discipleship – it is the discipleship of leaders. Although these leaders will already be discipling others, that does not mean that they do not need to be discipled themselves. This should be the pastor’s main responsibility. It is essential to have a strong relationship with the cell leaders and to meet them regularly. By doing this, the church will stick together as one.

Somebody might say: so, if a pastor oversees the cell leaders, the problem is solved. Yes, but only for a certain time. As the cells multiply and the church grows – and all churches are supposed to grow – new cell leaders are raised. How will the pastor be able to oversee more and more leaders? If everything stays concentrated on him, the growth will be limited to his capacity. They are some that have great leadership skills which will allow him to grow more than others, but even so, the growth will still be limited. When the number of leaders reach this limit, there are only two options: stop the growth or create a coaching system. If we develop a solid, healthy and growing coaching structure in the church, there will be no limit to growth. The pastor will only have to take good care of few coaches and disciple them well – which can be done without an overwhelming effort! Likewise, each coach will only have to disciple a few leaders. And you can multiply this over and over again. There is literally no limit. Thus, exponential multiplication of cells will never be chaotic.

How do you get new coaches? Disciple the first cell leaders well and you will have all the coaches you need in the future. To raise new cell coaches is just another step in the pastor’s challenge to develop fully committed followers of Jesus. And that is what the cell church is all about. 

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A importância de uma estrutura de supervisão

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Um dos pilares de uma igreja celular saudável é a estrutura de supervisão. Muitos investem tanta energia no trilho de treinamento, na abertura de células, em levantar líderes, mas não percebem quão importante é a supervisão de células e de líderes de célula. Eu até diria que se você, por qualquer razão, não pode ter uma supervisão apropriada, melhor nem começar com células. Irá fazer mais mal do que bem. Eventualmente tudo colidirá, deixando uma sensação de “células simplesmente não funcionam”.

Por que isso é tão importante?

Autoridade não deve ser delegada sem responsabilidade. Se você é o pastor da igreja, enquanto você desenvolve as células, você está colocando a congregação sob a responsabilidade de vários líderes. Então os membros da igreja não estarão mais debaixo dos seus olhos com tanta frequência. Conflitos serão resolvidos, conselhos serão dados, discipulado será feito. Tudo sem sua presença física. Sem sua supervisão sobre os líderes de célula, você não saberá o que está acontecendo. Consideramos isso apenas como outro nível de discipulado – é o discipulado de líderes. Embora esses líderes já estão discipulando outros, isto não quer dizer que eles mesmos não precisam de ser discipulados. Essa deve ser a responsabilidade principal do pastor. É essencial ter um forte relacionamento com seus líderes de célula e encontrar com eles regularmente. Fazendo isso, a igreja será fortemente unida.

Alguém poderia dizer: então, se um pastor supervisionar os líderes de célula, o problema está resolvido. Sim, mas somente por um certo tempo. Como as células multiplicam e a igreja cresce – e se espera que todas as igrejas cresçam – novos líderes de célula são levantados. Como o pastor será capaz de supervisionar mais e mais líderes? Se tudo ficar concentrado nele, o crescimento será limitado a capacidade do pastor. Existem aqueles que tem uma grande habilidade de liderança, e tal habilidade o permitirá crescer mais do que outros, porém mesmo assim, o crescimento continuará a ser limitado. Quando o número de líderes alcançam seu limite, existem apenas duas opções: parar o crescimento ou criar um sistema de supervisão. Se nós desenvolvemos uma estrutura de supervisão sólida, saudável e crescente na igreja, não existirá limite para o nosso crescimento. O pastor apenas terá que cuidar bem dos novos supervisores e discipulá-los bem – que pode ser feito sem um esforço demasiado! Da mesma forma, cada supervisor terá apenas que discipular poucos líderes. E você pode multiplicar isso vez após vez. Literalmente não há limites. Assim, multiplicação exponencial de células nunca será caótico.

Como você consegue novos supervisores? Discipule bem os primeiros líderes de células e você terá todos os supervisores que você precisa no futuro. Levantar novos supervisores de célula é apenas outro passo no desafio do pastor de desenvolver verdadeiros seguidores de Jesus. E isso é o que uma igreja em célula faz.

A importância de uma estrutura de treinamento

Spanish blog:

La importancia de una estructura de supervisores. 

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Uno de los pilares de una iglesia celular saludable es la estructura de los supervisores. Muchos invierten tanta energía en la ruta de capacitación, en la apertura de células, en la formación de líderes, pero no se dan cuenta de lo importante que es la supervisión de las células y los líderes de las células. Incluso diría que si, por alguna razón, no puede tener una supervision adecuada, mejor ni siquiera comience las células. Traerá más daño que bien. Eventualmente, todo colapsará, dejando la sensación de que “las células simplemente no funcionan”.

Por que es tan importante?

La autoridad no debe delegarse sin responsabilidad. Si usted es el pastor de una iglesia, a medida que desarrolla las células, está poniendo a la congregación bajo la responsabilidad de varios líderes. Entonces los miembros de la iglesia ya no estarán a la vista tan a menudo. Se resolverán los conflictos, se brindará asesoramiento, se hará el discipulado, todo sin su presencia física. Sin su supervision sobre los líderes celulares, no sabrá lo que está sucediendo. Lo consideramos simplemente como otro nivel de discipulado: es el discipulado de los líderes. Aunque estos líderes ya estarán discipulando a otros, eso no significa que ellos mismos no necesitan ser discipulados. Esta debería ser la principal responsabilidad del pastor. Es esencial tener una relación fuerte con los líderes celulares y conocerlos regularmente. Al hacer esto, la iglesia se mantendrá unida.

Alguien podría decir: entonces, si un pastor supervisa a los líderes celulares, el problema está resuelto. Sí, pero solo por un tiempo determinado. A medida que las células se multiplican y la iglesia crece, y se supone que todas las iglesias deben crecer, se levantan nuevos líderes celulares. ¿Cómo podrá el pastor supervisar a más y más líderes? Si todo se concentra en él, el crecimiento se limitará a su capacidad. Son algunos que tienen grandes habilidades de liderazgo que le permitirán crecer más que otros, pero aun así, el crecimiento seguirá siendo limitado. Cuando el número de líderes alcanza este límite, solo hay dos opciones: detener el crecimiento o crear un sistema de supervision. Si desarrollamos una estructura de entrenamiento sólida, saludable y creciente en la iglesia, no habrá límite para el crecimiento. El pastor solo tendrá que cuidar bien a algunos supervisores y discipularlos bien, ¡lo cual se puede hacer sin un esfuerzo abrumador! Del mismo modo, cada supervisor solo tendrá que discipular a algunos líderes. Y puedes multiplicar esto una y otra vez, literalmente no hay límite. Por lo tanto, la multiplicación exponencial de las células nunca será un proceso caótico.

¿Cómo se obtienen nuevos supervisores? Discipula bien a los líderes de la primera célula y tendrás todos a los supervisores que necesites en el futuro. Levantar nuevos supervisores celulares es solo otro paso en el desafío del pastor para desarrollar seguidores totalmente comprometidos con Jesús. Y de eso se trata la iglesia celular.

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