What if God answers our prayers and sends out more workers?

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

In my last blog, “How can we raise more leaders?” we were talking about Luke 10:2-3. The only way we can reap the plentiful harvest that is before us is to have more workers. And Jesus tells us that all we have to do is to “ask the Lord of the harvest, therefore, to send out workers!” It is not an idea nor a suggestion. Jesus is giving us is an order. ASK!

Sounds easy, right? Let’s say we start teaching this to our congregations. Not only teaching but also promoting it in our cell group meetings and services. And people then get the idea and start obeying the Lord. “Send out workers! Send out workers for your harvest, Lord!”. Then God starts answering our prayers. Are we ready for this?

Imagine people coming up to the leaders of the church by the dozens saying: “God has called me! What do I do now?” or “God touched my heart for reaching the lost! We have to do something about it”. Now what? The truth is that many are not prepared for something like this, and deep inside they don’t really believe God would answer our prayers to that extent. Well, he would.

The harvest is not necessarily abroad or in the poor parts of our city. No! The harvest is here, it is all around us, wherever we go, study, live and work. And the workers are not a special breed of Christians with a special calling, like the traditional missionaries that we would send them away out of our sights hoping for the best. No! The workers are all the devoted Christians, the real followers of Jesus. If we are his disciples, we are the workers for the harvest, near and far!

“All this is from God, who reconciled us to himself through Christ and gave us the ministry of reconciliation: that God was reconciling the world to himself in Christ, not counting people’s sins against them. And he has committed to us the message of reconciliation.” (II Corinthians 5: 18.19)

In order to prepare our communities for a move of God like this, we need basically three things: 

  1. An efficient and concise equipping track to prepare for service all those who are called; 
  2. A church environment where making disciples is the main focus and the opportunities to do so are endless 
  3. A support structure for these workers to encourage and coach them in the ministry.

It seems a lot to do! But if you are in the cell church model, nothing new: (1) is our school of leaders; (2) is our cell groups that multiply; (3) is our coaching system to support leaders. If you are a cell church with these structures and still you lack leaders, what might be missing then? Maybe all we have to do is obey what Jesus said and ask God for the workers. Pray hard as if the harvest depended on it. And you know what? It does!

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Portuguese blog:

E se Deus responder nossas orações e enviar mais trabalhadores?

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol, Italiano e Alemão]

Na minha última postagem do meu blog: “Como podemos ter mais líderes?”, conversamos sobre o texto de Lucas 10:2-3. A única forma de fazermos a colheita dos campos que estão prontos diante de nós é termos mais trabalhadores. Jesus nos diz que tudo que precisamos fazer é “pedir ao Senhor da seara, por mais trabalhadores”. Não é uma sugestão ou uma ideia. Jesus está nos dando uma ordem. PEÇA!

Parece fácil, não é mesmo? Suponha que começamos a ensinar isso em nossas Igrejas. Não apenas ensinar, mas também viver isso em nossas células e cultos. As pessoas passam a entender o conceito e obedecem ao Senhor: “Mande trabalhadores! Mande mais trabalhadores para a Tua seara, Senhor!”. O Senhor então começa a responder nossas orações. Você está pronto para isso?

Imagine dúzias de pessoas buscando os líderes da igreja e dizendo: “Deus me chamou! O que eu faço agora?” ou ainda “Deus tocou meu coração para alcançar os perdidos! Precisamos fazer algo!” E agora? A verdade é que muitos não estão prontos para algo deste tipo, e na realidade nem acreditam que Deus responderia a nossas orações de tal maneira. Bem, Ele responderia sim.

A colheita não será necessariamente em outro país ou nas partes mais pobres da nossa cidade. Não! A colheita é aqui, ela acontece ao nosso redor, em qualquer lugar que formos, onde estudamos, trabalhamos e vivemos. E os trabalhadores não são um tipo especial de Cristãos, com um chamado específico, como o de missionários que enviamos para longe, carregados com nossa esperança. Não! Os trabalhadores são todos os cristãos sinceros, os verdadeiros seguidores de Jesus. Se nós somos seus discípulos, somos trabalhadores da seara, seja perto ou longe!

“Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação.” 2 Coríntios 5:18-19

Precisamos basicamente de 3 coisas para preparar nossas comunidades para o agir de Deus neste sentido:

  1. Um programa de treinamento conciso e eficiente que prepare para o serviço todos que se sentirem chamados;
  2. Um ambiente em que “fazer discípulos” seja o foco principal e haja inúmeras oportunidades para isso;
  3. Uma estrutura de apoio que encoraje e supervisione estes trabalhadores em seu ministério.

Certamente parece que há muito a fazer! Mas se você já está em uma igreja no modelo celular, não há nenhuma novidade: (1) é a nossa escola de líderes; (2) são as células que se multiplicam; (3) é o sistema de supervisão que apoia os líderes. Se você está em uma igreja celular que tem estas estruturas, o que pode estar faltando? Talvez tudo o que precise fazer é obedecer ao que Jesus mandou e pedir a Deus por trabalhadores. Ore com determinação, como se a colheita dependesse exatamente disso. Sabe de uma coisa? Ela depende sim.

Spanish blog:

¿Qué ocurre si Dios contesta nuestra oración y envía más obreros? 

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español, italiano y alemán)]

En mi último blog, “¿Cómo podemos formar más líderes? Hablamos de Lucas 10: 2-3. La única forma en que podemos recoger la abundante cosecha que tenemos ante nosotros es teniendo más trabajadores. Y Jesús nos dice que todo lo que tenemos que hacer es “pedir al Señor de la mies, por tanto, que envíe obreros”. No es una idea ni una sugerencia, Jesús nos está diciendo que es una orden. ¡PEDIR!

Suena fácil, ¿verdad? Digamos que comenzamos a enseñar esto a nuestras congregaciones. No solo enseñando sino también promocionándolo en nuestras reuniones y servicios de grupos celulares. Y la gente entonces entiende la idea y comienza a obedecer al Señor. “¡Envíen trabajadores! ¡Envía obreros a tu mies, Señor! ”. Entonces Dios comienza a responder nuestras oraciones. ¿Estamos listos para esto?

Imagínate personas que se acercan a los líderes de la iglesia por docenas y dicen: “¡Dios me ha llamado! ¿Qué hago ahora?” o “¡Dios tocó mi corazón para alcanzar a los perdidos! Tenemos que hacer algo al respecto ”. ¿Ahora que? La verdad es que muchos no están preparados para algo como esto, y en el fondo no creen realmente que Dios responderá nuestras oraciones hasta ese punto. Pero, lo haría.

La cosecha no es necesariamente en el extranjero o en las zonas pobres de nuestra ciudad. ¡No! La cosecha está aquí, está a nuestro alrededor, dondequiera que vayamos, estudiemos, vivamos y trabajemos. Y los trabajadores no son una raza especial de cristianos con un llamado especial, como los misioneros tradicionales a los que enviamos fuera de nuestra vista esperando lo mejor. ¡No! Los trabajadores son todos los cristianos devotos, los verdaderos seguidores de Jesús. Si somos sus discípulos, ¡somos los obreros de la cosecha, dentro y afuera!

“Todo esto es de Dios, quien nos reconcilió consigo mismo por medio de Cristo y nos dio el ministerio de la reconciliación: que Dios estaba reconciliando al mundo consigo mismo en Cristo, sin contar los pecados de las personas contra ellos. Y nos ha encomendado el mensaje de reconciliación ”. (II Corintios 5: 18.19)

Para preparar a nuestras comunidades para un mover de Dios como este, necesitamos básicamente tres cosas:

  1. Una pista de equipamiento eficiente y concisa para preparar para el servicio a todos los llamados;
  2. Un entorno de iglesia donde hacer discípulos es el enfoque principal y las oportunidades para hacerlo son infinitas.
  3.  Una estructura de apoyo para estos trabajadores para animarlos y entrenarlos en el ministerio.

¡Parece mucho por hacer! Pero si ya estás en el modelo de iglesia celular, no es nada nuevo: (1) es nuestra escuela de líderes; (2) son nuestros grupos celulares los que se multiplican; (3) es nuestro sistema de entrenamiento para apoyar a los líderes. Si tu estas en una iglesia celular con estas estructuras y aún careces de líderes, ¿qué podría faltar? Quizás todo lo que tenemos que hacer es obedecer lo que dijo Jesús y pedirle a Dios por los trabajadores. Orá intensamente como si la cosecha dependiera de ello. ¿Y sabes qué? ¡Si depende de ello! 

How can we raise more leaders?

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

If our goal is to raise leaders, to raise more workers for the harvest, what is the best method? 

In Luke 10:2-3, Jesus sends his disciples out to the wolves and tells them something very important: “The harvest is plentiful, but the workers are few. Ask the Lord of the harvest, therefore, to send out workers into his harvest field. Go! I am sending you out like lambs among wolves.” As he sends out the seventy-two he talks about the reality of the harvest, or in other words, he is talking about our mission. 

First, he says that the harvest is plentiful. Well, if it is plentiful why aren’t we reaping it? We are not being very successful, are we? I see many growing churches in the western world that are basically attracting other Christians. It seems more like shuffling an existing pack of cards, doesn’t it? If we keep on like this, the Kingdom of God will not really grow. A pastor in Portugal, once said to me: “real church growth is under water!” Yes, we are on the way to fulfil our calling when people get baptised! That is real growth!

Obviously, there is a problem here. Even Jesus reckoned it: “The harvest is plentiful, BUT…” The interesting thing is that in his response, Jesus does not put the blame on the harvest. He does not say “BUT people are not interested in God.” The problem is elsewhere: “…BUT the workers are few”. That is where the problem is! The reason for not reaping a great harvest is not out there. It is in here. With us. Within the church. 

So what is the solution for more workers? “Ask the Lord of the harvest, therefore, to send out workers into his harvest field”. This is what we should be focusing on in order to reap the harvest. The solution is not a new method or strategy, nor having the perfect people on board. As a church leader, you should invest all you can on promoting prayer in your community. But not prayer for any of the million reasons we can pray for. Let us focus on what Jesus specifically told us to pray for:  Pray so that God calls people and sends them out! And as people pray this prayer, they open themselves to be sent out by God. They will be part of the answer to their own prayer. God will send us out. We will not lack workers. If the harvest is ready and plentiful, and we have all these workers, we will definitely reap this harvest for the glory of God.

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Portuguese blog:

Como nós podemos levantar mais líderes?

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol, Italiano e Alemão]

Se nosso objetivo é levantar líderes, levantar mais trabalhadores para a seara, qual é o melhor método?

Em Lucas 10:2-3, Jesus envia seus discípulos entre lobos e diz a eles algo muito importante: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita. Vão! Eu os estou enviando como cordeiros entre lobos.” Quando ele envia os setenta e dois ele fala sobre a realidade da seara, ou em outras palavras, ele está falando sobre nossa missão.

Primeiro, ele diz que a seara é grande. Bem, se ela é grande por que não estamos ceifando-a? Nós não estamos tendo muito êxito, não é? Eu vejo muitas igrejas crescendo no mundo ocidental que estão basicamente atraindo outros cristãos. Parece muito mais como um embaralhar de cartas de um mesmo baralho, não é? Se nós mantivermos como está, o Reino de Deus não irá de fato crescer. Um pastor em Portugal, uma vez me disse: “crescimento real da igreja está embaixo d’água!” Sim, nós estamos no caminho para cumprir nosso chamado quando pessoas são batizadas! Isso é crescimento real!

Obviamente há um problema aqui. Mesmo Jesus reconheceu isso: “a seara é grande, MAS…” O interessante aqui é que em sua resposta, Jesus não põe a culpa na seara. Ele não diz “MAS as pessoas não estão interessadas em Deus.” O problema está em outro lugar: “…MAS os trabalhadores são poucos”. Esse é onde está o problema! A razão por não termos uma grande ceifa não está lá fora. Está aqui dentro. Conosco. Dentro da igreja.

Então qual é a solução para mais trabalhadores? “Peça ao Senhor da seara, portanto, que envie trabalhadores para sua seara”. Isso é o que nós devemos focar para que possamos ceifar a seara. A solução não é um novo método ou estratégia, não é sobre ter a equipe perfeita na direção. Como um líder da igreja você deveria investir tudo que você puder na promoção de oração pela sua comunidade. Mas não oração por qualquer milhão de razões que nós oramos. Vamos focar no que Jesus especificamente nos disse para orar: Ore para que Deus chame pessoas e envie-os! E enquanto as pessoas oram essa oração, elas se abrem para serem enviadas por Deus. Elas serão parte da resposta das próprias orações delas. Deus nos enviará. Nós não teremos falta de trabalhadores. Se a seara está pronta e é grande, e nós temos todos esses trabalhadores, nós definitivamente iremos ceifar essa seara para a glória de Deus

Spanish blog:

¿Como podemos formar más líderes? 

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español, italiano y alemán)]

Si nuestro objetivo es formar líderes, conseguir más obreros para la cosecha, ¿cuál es el mejor método?

En Lucas 10: 2-3, Jesús envía a sus discípulos a los lobos y les dice algo muy importante: “y les decía: La mies a la verdad es mucha, mas los obreros pocos; por tanto, rogad al Señor de la mies que envíe obreros a su mies. Id; he aquí yo os envío como corderos en medio de lobos”. Al enviar los setenta y dos, habla de la realidad de la cosecha, o en otras palabras, habla de nuestra misión. 

Primero, dice que la cosecha es abundante. Bueno, si es abundante, ¿por qué no lo cosechamos? No estamos teniendo mucho éxito, ¿verdad? Veo muchas iglesias en crecimiento en el mundo occidental que básicamente están atrayendo a otros cristianos. Parece más como barajar una banco de cartas existente, ¿no? Si seguimos así, el Reino de Dios no crecerá realmente. Un pastor en Portugal, una vez me dijo: “¡el verdadero crecimiento de la iglesia está bajo el agua!” ¡Sí, estamos en camino de cumplir nuestro llamado cuando las personas se bautizan! ¡Eso es crecimiento real!

Obviamente, aquí hay un problema. Incluso Jesús lo calculó: “La mies es mucha, PERO…” lo interesante es que en su respuesta, Jesús no echa la culpa a la mies. Él no dice “PERO la gente no está interesada en Dios”. El problema está en otra parte: “… PERO los trabajadores son pocos”. ¡Ahí es donde está el problema! La razón por la cual no se cosecha una gran cantidad no está ahí, afuera. Está aquí, dentro,con nosotros, dentro de la iglesia. Entonces, ¿cuál es la solución para que haya más trabajadores? “Por tanto pide al Señor de la mies que envíe más obreros a su mies”. Esto es en lo que debemos centrarnos para cosechar la mies. La solución no es un nuevo método o estrategia, ni tener a las personas perfectas a bordo. Como líder de la iglesia, debes invertir todo lo que puedas en promover la oración en tu comunidad. Pero no oración por ninguna de las millones de razones por las que podemos orar. Centrémonos en lo que Jesús nos dijo específicamente que oramos: ¡Oren para que Dios llame a las personas y las envíe! Y mientras la gente hace esta oración, se abren para ser enviados por Dios. Serán parte de la respuesta a su propia oración, Dios nos enviará; no nos faltarán trabajadores. Si la cosecha está lista y es abundante, y tenemos todos estos trabajadores, definitivamente cosecharemos esta bendición para la gloria de Dios.

We have tried it in the past and it didn’t work!

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

Some years ago, my wife and I were guest speakers at an annual denomination pastoral gathering. After giving a seminar on the principles of the vision of compassion and multiplication through cells, we were answering questions from the public. One of the leaders of that denomination told us about their previous experience with cells more than a decade before. Then he said: “All of this you are teaching is common ground for us. No debate about it. We lived this vision in the past and we experienced the results. What I want to know is why did it die out?” While I was searching for some explanation to give him, just for fun I told my wife, Simone, that it was a good question for her to answer. Well, she took the microphone, gave some steps in the direction of the leader and said: “I am the one that has a question for you: if you agree with the principles, if you were experiencing the results, how did you let it die?” There was an awkward silence in the room. Nobody knew what to say. And the question is still ringing in my ears. 

How many churches have tried to transition to the cells only to find frustration? I have talked to countless pastors that simply give up. Then I remember the tough question: “How did you let it die?” Obviously, I do not always have the courage to verbalize it, but it always comes to my mind. So many promises of God were aborted, some killed at birth and many that actually grew were left to die by starvation. 

I am thankful to God, that our senior pastor (central.online) was not bluffing when he started the transition. Neither was he just following the world trend of cell church in the turn of the Century. He was pursuing a clear vision God had given him and he was determined to succeed. In a very wise and patient manner he pressed on day by day, month by month.  Many years later we had become a full cell church, multiplying salvation, baptisms, leaders and cells. Twenty years later we are still growing, still multiplying, still pursuing God’s calling for our church. Starting from 400 members, today there are more than 13.000 in cells. How many other churches could be living the same, if their leaders had not given up?

Maybe, as we were forced to stop our crazy rhythm these days, it could be a great time to evaluate our current situation and assess the opportunities God gave us throughout the years that we might have missed. Maybe it is time to confess our lack of faith. Or was it fear? Love of tradition or comfort? Did we get distracted? Did something else seduce us, taking us off track? What happened? Maybe it is time to return to the place where we got lost, confess and repent, receive his forgiveness and start anew. 

Now is the time of new beginnings. 

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Portuguese blog:

Nós já tentamos isso, mas não funcionou!

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a fazerem discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Alguns anos atrás, minha esposa e eu participamos como palestrantes em um encontro de pastores  de uma determinada denominação religiosa. Depois de ministrarmos um seminário sobre os princípios da visão de compaixão e multiplicação através das células, estávamos respondendo a perguntas formuladas pelos participantes. Um dos líderes daquela denominação nos contou sobre sua experiência anterior com células, mais de uma década antes daquele encontro. Depois ele declarou: “Tudo isso que vocês estão ensinando é do conhecimento de todos nós aqui. Não há nenhum debate sobre isso. Vivemos esta visão no passado e experimentamos os resultados. O que eu gostaria de saber é a razão de termos morrido nesta visão. Enquanto eu procurava por uma resposta, tentando quebrar a tensão do momento, eu disse à minha esposa que aquela era uma boa pergunta para ela responder. Bem, ela tomou o microfone das minhas mãos, caminhou em direção àquele líder e disse: “Sou eu quem tem uma pergunta para você. Se você concorda com os princípios, se você experimentou os resultados, por que você deixou a visão morrer?” Um silêncio muito desconfortável encheu aquele lugar. Ninguém sabia o que dizer. E aquela pergunta ainda está soando em meus ouvidos até hoje.

Quantas igrejas tentaram fazer a transição e encontraram apenas frustração? Eu já falei com inúmeros pastores que simplesmente desistiram. É aí que eu lembro daquela pergunta: “Por que você deixou a visão morrer?” É claro que nem sempre eu tenho coragem de verbalizar a pergunta, mas ela sempre vem à minha mente. Muitas promessas de Deus simplesmente foram abortadas, algumas morreram ao nascer e muitas outras chegaram a crescer e foram abandonadas para morrer por inanição.

Eu agradeço a Deus porque o nosso Pastor Presidente (central.online) não estava blefando quando ele iniciou a transição. Ele também não estava simplesmente seguindo o modismo da igreja em células da virada do século. Ele estava perseguindo uma visão muito clara que Deus havia concedido, e ele estava determinado a ser bem sucedido. Ele insistiu de uma maneira muito sábia e paciente, dia a dia, mês a mês. Muitos anos mais tarde, nós tínhamos nos tornado uma igreja completamente celular, multiplicando a salvação, batismos, líderes e células. Vinte anos depois, nós ainda estamos crescendo, ainda estamos nos multiplicando, ainda perseguimos o chamado que Deus entregou para nossa igreja. Começamos com 400 membros e hoje há mais de 13.000 nas células. Ah, quantas outras igrejas poderiam estar vivendo o mesmo que nós, se seus líderes não tivessem desistido?

Já que nestes últimos dias fomos forçados a parar nosso ritmo alucinante, é possível que seja um momento perfeito para observar nossa situação atual e avaliar as oportunidades que Deus nos entregou através dos anos e possivelmente perdemos. Talvez seja o momento de confessar nossa falta de fé. Ou terá sido medo? Amor à tradição ou conforto? Terá sido simples distração? Será que algo diferente nos seduziu e nos tirou do caminho? O que terá acontecido? Talvez este seja o momento de retornar para o local onde nos perdemos, confessar e nos arrependermos, recebendo perdão e começando novamente.

Agora é o tempo dos novos recomeços.

Spanish blog:

¡Lo hemos intentado en el pasado y no funcionó!

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiando a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, Cada Líder y la Iglesia (disponible en @ amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Hace algunos años, mi esposa y yo éramos oradores invitados en una reunión anual de pastores de denominación. Después de dar un seminario sobre los principios de la visión de la compasión y la multiplicación a través de las células, estábamos respondiendo las preguntas del público. Uno de los líderes de esa denominación nos contó sobre su experiencia previa con las células más de una década antes. Luego dijo: “Todo esto que estás enseñando es un terreno común para nosotros. No hay debate al respecto. Vivimos esta visión en el pasado y experimentamos los resultados. Lo que quiero saber es por qué se extinguió. Mientras buscaba alguna explicación para darle, solo por diversión le dije a mi esposa, Simone, que era una buena pregunta para ella. Bueno, ella tomó el micrófono, dio algunos pasos en la dirección del líder y dijo: “Yo soy la que tiene una pregunta para usted: si está de acuerdo con los principios, si estaba experimentando los resultados, ¿cómo lo dejó morir?” Hubo un silencio incómodo en la habitación. Nadie sabía que decir. Y la pregunta sigue sonando en mis oídos.

¿Cuántas iglesias han tratado de hacer la transición a las células solo para encontrar frustración? He hablado con innumerables pastores que simplemente se rinden. Entonces recuerdo la pregunta difícil: “¿Cómo lo dejaste morir?” Obviamente, no siempre tengo el coraje de verbalizarlo, pero siempre me viene a la mente. Se abortaron tantas promesas de Dios, algunas murieron al nacer y muchas de las que realmente crecieron fueron dejadas morir de hambre.

Estoy agradecido con Dios, que nuestro pastor principal (central.online) no estaba mintiendo cuando comenzó la transición. Tampoco estaba siguiendo la tendencia mundial de la iglesia celular en el cambio de siglo. Estaba persiguiendo una visión clara que Dios le había dado y estaba decidido a tener éxito. De una manera muy sabia y paciente, presionó día a día, mes a mes. Muchos años después nos habíamos convertido en una iglesia celular completa, multiplicando la salvación, los bautismos, los líderes y las células. Veinte años después, seguimos creciendo, multiplicándonos, persiguiendo el llamado de Dios para nuestra iglesia. Partiendo con 400 miembros, hoy hay más de 13,000 en células. ¿Cuántas otras iglesias podrían vivir lo mismo si sus líderes no se hubieran rendido?

Tal vez, como nos vimos obligados a detener nuestro ritmo loco en estos días, podría ser un buen momento para evaluar nuestra situación actual y evaluar las oportunidades que Dios nos dio a lo largo de los años que podríamos haber perdido. Quizás es hora de confesar nuestra falta de fe ¿O nuestro miedo? ¿Amor por la tradición o la comodidad? ¿Nos distrajimos? ¿Algo más nos sedujo y nos desvió? ¿Que pasó? Tal vez sea hora de regresar al lugar donde nos perdimos, confesar y arrepentirnos, recibir su perdón y comenzar de nuevo.

Ahora es el momento de nuevos comienzos.

Sumate a la Obra Misionera a Pueblos No Alcanzados

God is still opening new doors today!

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

When my wife, my daughter and I arrived in Europe three and a half years ago, we had no idea how our ministry would work. Our objective was to help churches with the cell strategy, but we only had a handful of contacts. Our church from Brazil was completely unknown in this continent and our very successful Central DNA program had not yet crossed Brazilian frontiers. While we were renting our apartment and furnishing it, I remember feeling completely helpless not knowing what to do. It was just before Christmas of 2016, when God spoke to me very clearly, remembering the verse of our calling: 

“I will go before you and make the rough places smooth; I will shatter the doors of bronze and cut through their iron bars. I will give you the treasures of darkness and hidden wealth of secret places, so that you may know that it is I, The Lord, the God of Israel, who calls you by your name.” (Isaiah 45:2,3)

What a promise! From that point on, I never had to worry again. He was in control. We surrendered our lives once again and rested in his promise. On the following day, a pastor in Spain invited me to a leadership retreat of his small church. Then a pastor from Portugal invited me to be the guest speaker at the annual conference of his denomination. A couple of days later, a pastor from Germany invited me to make a seven day tour through many cities in Germany speaking at conferences, pastors meetings, retreats… To make this story short, in the last 3 years we have done more than 90 trips, visited more than 80 cities in 18 countries and have spoken to almost 30k people. When he is the one that opens doors, nobody can close. 

With the pandemia, things came to a halt. But our God will neither slumber nor sleep. He kept on opening doors. During these days of crisis we have started here in Europe several discipleship groups with pastors, have given many online seminars, had uncountable zoom meetings and established many new contacts with pastors from different countries. Many churches have started their transition, training their members and opening cells. And our church in Brazil has never experienced such growth in one single month. Our God is amazing!

I do not know what is your current situation, but this I know: God is God. God is Almighty. God is sovereign. God is unstoppable. God is good. He is still in charge and he is listening to your prayers. So, pray boldly. Just tell what you need. If you need him to open new doors, just let him know – that is his specialty! It is exactly what he is doing most these days: opening new doors!

Definitely, God did not take a nap during the lockdown. No, he is a way maker, miracle worker, promise keeper, light in the darkness and why not, a door opener! Yes, my God, that is who you are.

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Portuguese blog:

Deus ainda abre novas portas hoje!

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a fazerem discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Quando chegamos à Europa, três anos e meio atrás, minha esposa, minha filha e eu não fazíamos ideia de como seria exatamente nosso ministério. Nosso objetivo era ajudar igrejas na implementação da estratégia celular, mas tínhamos apenas alguns contatos. A nossa igreja mãe no Brasil era completamente desconhecida neste continente e mesmo nosso bem-sucedido programa DNA Central não tinha ainda ultrapassado as fronteiras do nosso Brasil. Durante o processo de alugar e mobiliar nosso apartamento, eu lembro de sentir-me completamente desanimado por não saber exatamente o que fazer. Foi então que pouco antes do Natal de 2016 Deus me falou claramente, trazendo à minha memória o versículo do nosso chamado ministerial:

“Eu irei adiante de ti, endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro; dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome”. (Isaías 45:2-3)

Que promessa! Daquele ponto em diante, eu nunca mais me preocupei. Ele estava no controle. Nós submetemos nossas vidas mais uma vez e descansamos em Sua promessa. No dia seguinte, um pastor na Espanha me convidou para um retiro de sua pequena igreja. Depois, um pastor de Portugal me convidou para falar na conferência anual de sua denominação. Dois dias mais tarde, um pastor da Alemanha me convidou para uma viagem de sete dias, visitando diversas igrejas naquele país, ministrando em conferências, encontro de pastores, retiros… Para encurtar a estória, nos últimos 3 anos fizemos mais de 90 viagens, visitamos mais de 80 cidades em 18 países e falamos para quase 30 mil pessoas. Quando Ele é quem abre as portas, ninguém pode fechá-las.

Com a pandemia, as coisas simplesmente pararam. Mas o nosso Deus não “dormita nem dorme”. Ele continuou abrindo portas. Durante estes dias de crise, iniciamos diversos grupos de discipulados com pastores aqui na Europa, fizemos muitos seminários online, participamos de incontáveis encontros via Zoom e estabelecemos novos contatos com pastores de diferentes países. Muitas igrejas iniciaram sua transição, treinando membros e abrindo células. A nossa Igreja no Brasil nunca experimentou tanto crescimento em um mês. Nosso Deus é maravilhoso!

Não sei qual é a sua situação atualmente, mas eu sei disto: Deus é Deus. Deus é Todo Poderoso. Deus é Soberano. Ninguém pode parar o agir de Deus. Deus é Bom. Ele continua no controle e Ele tem ouvido as suas orações. Então, ore com coragem! Simplesmente diga o que você precisa. Se você precisa que Ele abra novas portas, diga isso a Ele – Esta é a especialidade do nosso Deus. É exatamente isso que Ele mais tem feito nesses dias: abrir novas portas!

Deus definitivamente não cochilou durante o período do lockdown. Não. Ele é quem abre caminhos, Ele opera milagres, Ele é fiel em suas promessas, Ele é luz na escuridão, e porque não… é quem abre portas! Sim, meu Deus, este é quem Tu és!

Spanish blog:

¡Dios todavía está abriendo nuevas puertas hoy!

Por Roberto Bottrel [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Cuando mi esposa, mi hija y yo llegamos a Europa hace tres años y medio, no teníamos idea de cómo funcionaría nuestro ministerio. Nuestro objetivo era ayudar a las iglesias con la estrategia celular, pero solo teníamos un puñado de contactos. Nuestra iglesia de Brasil era completamente desconocida en este continente y nuestro exitoso programa de ADN Central aún no había cruzado las fronteras brasileñas. Mientras alquilamos nuestro departamento y lo amueblamos, recuerdo que me sentí completamente indefenso sin saber qué hacer. Fue justo antes de la Navidad de 2016, cuando Dios me habló muy claramente, recordando el versículo de nuestro llamado:

“Iré delante de ti y suavizaré los lugares difíciles; Romperé las puertas de bronce y cortaré sus barras de hierro. Te daré los tesoros de la oscuridad y la riqueza oculta de los lugares secretos, para que sepas que soy Yo, el Señor, el Dios de Israel, quien te llama por tu nombre. (Isaías 45: 2,3)

¡Qué promesa! A partir de ese momento, nunca más tuve que preocuparme; El estaba en control. Rendimos nuestras vidas una vez más y descansamos en su promesa. Al día siguiente, un pastor en España me invitó a un retiro de liderazgo de su pequeña iglesia. Luego, un pastor de Portugal me invitó a ser el orador invitado en la conferencia anual de su denominación. Un par de días después, un pastor de Alemania me invitó a hacer un recorrido de siete días por muchas ciudades de su país, hablando en conferencias, reuniones de pastores, retiros … Para resumir esta historia, en los últimos 3 años hemos realizado más de 90 viajes. , visité más de 80 ciudades en 18 países y he hablado con casi 30 mil personas. Cuando Él abre las puertas, nadie las puede cerrar.

Con la pandemia, las cosas se detuvieron. Pero nuestro Dios no descansará ni dormirá, continuará abriendo puertas. Durante estos días de crisis, hemos comenzado aquí en Europa, varios grupos de discipulado con pastores, hemos dado muchos seminarios en línea, hemos tenido innumerables reuniones de acercamiento y establecimos muchos nuevos contactos con pastores de diferentes países. Muchas iglesias han comenzado su transición, capacitando a sus miembros y abriendo células. Y nuestra iglesia en Brasil nunca ha experimentado tal crecimiento en un solo mes. ¡Nuestro Dios es asombroso!

No sé cuál es su situación actual, pero esto sí lo sé: Dios es Dios. Dios es todopoderoso, Dios es soberano, Dios es imparable, Dios es bueno. Él todavía está en control y está escuchando sus oraciones. Entonces, ora con valentía, solo di lo que necesitas. Si necesitas que abra nuevas puertas, hazle saber que esa es tu petición específica. Es exactamente lo que está haciendo más en estos días: ¡abrir nuevas puertas!

Definitivamente, Dios no tomó una siesta durante el encierro. No, Él es un hacedor de caminos, hacedor de milagros, hacedor de promesas, ilumina la oscuridad y, por qué no, abre las puertas. Sí, Dios mío, así eres tú.

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The church has left the building

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available@amazon.com in English, Portuguese, Spanish and German)]

We have had many opportunities to experience new things during this crisis. We all had to adapt to the limitations of the quarantine, thus obliging us to question and change basically everything regarding to church life. I loved it. It has been a great time to shake many unquestionable and unchangeable “truths” that, as many found out the hard way, were only traditions, church culture or ordinary habits.

What really matters and will definitely change the church was one fact: the church had to leave the building. And finally we all had to actually live what we believed: the church is not a building. And I think most churches realised, in practical terms, that it is all about people. Many communities are more alive now in the quarantine than before. There has been more interaction, with members connecting to each other on a daily basis, living real and practical caring and serving as a loving community. But, unfortunately, this is not happening with all communities. There is a huge difference according the existing structures (or church model): 

1) The cell churches (outward focused) were quite ready for the crisis and had little difficulties to adapt since almost 100% of the members were in a cell group. Everybody was already under the radar and could be looked after and well taken care of by his own small community. And with the mission at hand, they continue to seize the opportunities to reach out to people and make more disciples. 

2) The churches that had a small groups structure (inward focused) were also better off, although their problem was that usually they did not get more than 50% onboard in those groups. So what to do with the other 50%?  For many it was frustrating to see that the failure of enrolling all members was now taking its toll. 

3) Now, when you think of churches that were based only on Sunday services and activities promoted by church ministries (youth, worship, couples, etc)… what a challenge they are facing. Where is everybody? How are people handling the crisis? Does anybody need help? How can a centralised structure handle this?And even when the pandemic is over, we might sill have to face long term gathering limitations. Life may never return to what once was normal. How are these churches going to handle this? 

Well, the other day I heard a senior pastor of a great church calling his members to engage in the new small group environment that was being developed and would be implemented in the following weeks. Therefore, I believe everybody will come to the same conclusion as they did: the church can no longer depend solely on large gatherings and centralised activities. That is definitely not how the early church rocked the world in their days. And, definitely, it will not be how we impact ours. Let’s welcome the small communities of believers with a clear mission of making disciples!

Buckle up. Changes ahead.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

A igreja deixou o prédio

Por Roberto Bottrel [servindo igrejas europeias, desafiando-as a serem fazedoras de discípulos através de células que multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplicação, o desafio do cristão, do líder e da Igreja (disponível na loja central.online em Português e @amazon.com em Inglês, Espanhol e Alemão]

Nós temos tido muitas oportunidades de experimentar coisas novas durante essa crise. Todos nós tivemos que nos adaptar as limitações dessa quarentena, assim nos obrigando a questionar e mudar basicamente tudo acerca da vida da igreja. Eu amei isso. Tem sido um bom tempo de sacudir algumas “verdades” inquestionáveis e imutáveis que, para muitos foram descobertas da maneira mais difícil, eram apenas tradições, cultura da igreja ou hábitos comuns.

O que realmente importa e definitivamente mudará a igreja era um fato: a igreja teve de deixar o prédio. E finalmente nós todos tivemos que realmente viver o que cremos: a igreja não é um prédio. E eu acho que a maioria das igrejas percebeu, em termos práticos, que é tudo sobre as pessoas. Muitas comunidades estão mais vivas agora na quarentena do que antes. Tem tido muito mais interação, com membros conectando uns com os outros diariamente, vivendo cuidado real e prático e servindo como uma comunidade amorosa. Mas, infelizmente, isso não está acontecendo com todas as comunidades. Existe uma grande diferença de acordo com as estruturas existentes (ou modelo de igreja):

1) As igrejas em células (focada para for a) estavam bem prontas para a crise e tiveram poucas dificuldades para adaptar desde que quase 100% de seus membros estavam em um grupo de célula. Todos já estavam sob um radar e poderiam ser protegidos e muito bem cuidados pelas suas comunidades. E com a missão em mãos, eles continuaram a pegar as oportunidades para alcançar as pessoas e fazer mais discípulos.

2) As igrejas uma estrutura de pequenos grupos (focada para dentro) também estavam melhores, embora seus problemas eram que geralmente elas não tinham mais do que 50% dentro desses grupos. Então o que fazer com os outros 50%? Para muitos foi frustrante ver que o fracasso de arrolar todos os membros agora se tornava um fardo.

3) Agora, quando você pensa nas igrejas que eram embasadas somente nos cultos de domingo e nas atividades promovidas pelos ministérios da igreja (jovens, adoração, casados, etc)… que desafio elas estão enfrentando. Onde estão todos? Como as pessoas estão lidando com a crise? Alguém precisa de ajuda? Como pode um estrutura centralizada lidar com isso? E mesmo quando a pandemia acabar, nós talvez tenhamos que encarar limitações de encontros por um longo tempo. Talvez a vida nunca volte para o que antes era normal. Como essas igrejas vão lidar com isso?

Bem, outro dia eu ouvi um pastor senior de uma grande igreja chamando seus membros para engajarem no novo ambiente de pequenos grupos que estava sendo desenvolvido e seria implantado nas semanas seguintes. Portanto, eu acredito que todo mundo chegará à mesma conclusão que eles chegaram: a igreja não pode mais depender exclusivamente das grandes reuniões e atividades centralizadas. Essa definitivamente não é como a igreja primitiva abalava o mundo em seu tempo. E, definitivamente, não será como nós impactaremos o nosso. Vamos abraçar as pequenas comunidades de crentes com a clara missão de fazer discípulos!

Apertem os cintos. Mudanças vem aí.

Spanish blog:

La iglesia ha salido del edificio

Por Roberto Bottrel, [sirviendo a las iglesias europeas, desafiándolas a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada Líder y la Iglesia (disponible en @amazon.com en inglés, portugués, español y alemán)]

Hemos tenido muchas oportunidades de experimentar cosas nuevas durante esta crisis. Todos tuvimos que adaptarnos a las limitaciones de la cuarentena, obligándonos a cuestionar y cambiar básicamente todo lo relacionado con la vida de la iglesia. Me encantó, ha sido un buen momento para sacudir muchas “verdades” incuestionables e inmutables que, como muchos descubrieron por las malas, eran solo tradiciones, cultura de la iglesia o hábitos ordinarios.

Lo que realmente importa y definitivamente cambiará la iglesia ha sido este hecho: la iglesia tuvo que abandonar el edificio. Y finalmente todos tuvimos que vivir lo que creíamos: la iglesia no es un edificio. Y creo que la mayoría de las iglesias se dieron cuenta, en términos prácticos, que se trata de las personas. Muchas comunidades están más vivas ahora en la cuarentena que antes. Ha habido más interacción, con miembros que se conectan entre sí a diario, viviendo un cuidado real y práctico y sirviendo como una comunidad amorosa. Pero, desafortunadamente, esto no está sucediendo con todas las comunidades. Hay una gran diferencia según las estructuras existentes (o modelo de iglesia):

1) Las iglesias celulares (enfocadas hacia afuera) estaban bastante listas para la crisis y tenían pocas dificultades para adaptarse, ya que casi el 100% de los miembros estaban en un grupo celular. Todos estaban ya fuera del radar y su pequeña comunidad podía atenderlos y cuidarlos bien. Y con la misión en mente, continúan aprovechando las oportunidades para llegar a las personas y hacer más discípulos.

2) Las iglesias que tenían una estructura de grupos celulares (enfocadas hacia adentro) también estaban mejor, aunque su problema era que generalmente no recibían más del 50% a bordo en esos grupos. Entonces, ¿qué hacer con el otro 50%? Para muchos fue frustrante ver que la falta de inscripción de todos los miembros y ahora estaba pasando factura.

3) Ahora, cuando piensas en iglesias que se basaban solo en los servicios y actividades dominicales promovidas por los ministerios de la iglesia (jóvenes, adoración, parejas, etc.) … qué desafío enfrentan. ¿Donde está todo el mundo? ¿Cómo manejan las personas la crisis? ¿Alguien necesita ayuda? ¿Cómo puede manejar esto una estructura centralizada? E incluso cuando la pandemia haya terminado, es posible que tengamos que enfrentar limitaciones de reunión a largo plazo. La vida nunca puede volver a lo que una vez fue normal. ¿Cómo van a manejar eso estas iglesias?

Bueno, el otro día escuché al pastor general de una gran iglesia llamando a sus miembros a participar en el nuevo entorno de grupos celulares, que se estaba desarrollando y que se implementaría en las siguientes semanas. Por lo tanto, creo que todos llegarán a la misma conclusión que ellos: la iglesia ya no puede depender únicamente de grandes reuniones y actividades centralizadas. Definitivamente no es así como la iglesia primitiva sacudió al mundo en sus días. Y, definitivamente, no será cómo impactaremos el nuestro. ¡Demos la bienvenida a las pequeñas comunidades de creyentes con una misión clara de hacer discípulos!

Asegura tu cinturón. Hay cambios por delante.

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