Great-Great-Grandchildren

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

While the saying is true, “God does not have grandchildren!”, not so with us. I found being a Father both exhausting and energizing. I find being a grandfather more on the energizing side. What a joy it is to see my children exceed my accomplishments. I find my children passing on to the next generation what they have learned from me and their mother. I also look with a bit of awe at the early accomplishments of my grandchildren, now 24,23,23,22,18 and 12, especially the 24 and 18-year-old, my granddaughter and grandson, respectively. What we have passed on to our sons, they have passed on to their children. My granddaughter is in ministry, and recently married a worship leader. Who knows, perhaps being a great-grandfather is not a too distant reality.

Discipleship through the cell is much like investing in children, and ultimately seeing your grandchildren and great-grandchildren. I have been involved in cell ministry since the early 80’s, and small groups before that. I have found the element of equipping, what we call discipleship, to be a vital and integral aspect of cell life.  What a joy to disciple spiritual children through cell. To see them grow and their lives change. To train some who then become cell leaders and cell coaches. To invest in others who become pastors, or marketplace leaders. It is at the same time exhausting and often sorrowful, yet energizing, encouraging, and motivating.

Who would have thought that young believers God called me to equip and disciple through cell life would themselves impact and pass on to others who would impact nations? How can our passion for Jesus not be stirred, as we personally equip cell members, cell leaders, and coaches, and see the fruit of our labors generationally?

Perhaps you are just beginning this journey. You are involved in cell discipleship, trying to be faithful in equipping another, trying to be faithful to your church’s equipping track, trying not to get discouraged week by week as your peer or disciple falls a bit short of your expectations. You wonder, “What’s the use? Will this ever make a difference?”

I often wondered that as a parent. “Will they ever ‘get it’?” I can look back after 49 years of marriage, 4 children and 6 grandchildren later, and say, “Yes. They finally did ‘get it’! It was worth the pain and struggle. I can look back at 50 years of ministry, at believers I discipled who have passed on what they learned to the following generations. It was worth the cost.

For the joy that is set before you, I encourage you to become and remain actively involved in equipping through the cell, in cell discipleship. The farther you travel, the more motivation you will have. Sure, there will always be those who fall away, with whom you feel like you wasted your time and investment. But, even then, you do not know the impact you have made on their lives. The final score is not yet in!

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Portuguese blog:

Pentanetos

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Enquanto o ditado é verdade, “Deus não tem netos!”, não é verdade sobre nós. Eu descobri que ser um Pai é tanto exaustivo como revigorador. Eu descobri que um avô é mais do lado revigorador. Que alegria é poder ver meus filhos irem além das minhas conquistas. Eu vejo meus filhos passando para a próxima geração o que eles têm aprendido de mim e de sua mãe. Eu vejo também com certa admiração as primeiras conquistas  dos meus netos, hoje com 24,23,23,22,18 e 12, especialmente a de 24 e do de 18 anos de idade, minha neto e meu neto, respectivamente. O que nós tínhamos passado para nossos filhos, eles passaram para seus filhos. Minha neta está no ministério e recentemente casou-se com um líder de louvor. Quem sabe, talvez me tornar um bisavô não seja uma realidade tão distante assim.

Discipulado através das células é muito parecido com investir em filhos, e em última instância ver seus netos e bisnetos. Eu tenho me envolvido no ministério em célula desde o início dos anos 80, e com grupos pequenos antes disso. Eu tenho visto que o elemento de treinamento, que chamamos de discipulado, é um aspecto vital e integral na vida da célula. Que alegria é discipular filhos espirituais através da célula. Vê-los crescer e mudarem suas vidas. Treinar alguns que se tornar líderes de célula e supervisores de célula. Investir em outros que se tornam pastores, ou líderes no mercado de trabalho. É ao mesmo tempo exaustivo e frequentemente doloroso, ainda assim, revigorante, encorajador e motivador.

Quem poderia pensar que jovens crentes que Deus chamou para treinar e discipular através da vida da célula impactariam e passariam adiante eles mesmos, na vida de outros que impactariam nações? Como pode nossa paixão por Jesus não ser impactada, enquanto nós pessoalmente treinamos membros da célula, líderes de células e supervisores, ao ver o fruto do nosso trabalho de maneira geracional?

Talvez você esteja apenas começando nessa jornada. Você está envolvido em discipulado da célula, tentando ser fiel no treinamento uns dos outros, tentando ser fiel ao trilho de treinamento da sua igreja, tentando não se tornar desencorajado, semana após semana quando seu companheiro ou discípulo não alcança o esperado de suas expectativas. Você se pergunta, “Qual o propósito? Será que fará alguma diferença?”

Eu frequentemente me perguntava isso enquanto pai. “Será que eles vão um dia ‘entender’?”  Eu posso olhar para trás depois de 49 anos de casamento, 4 filhos e 6 netos, e dizer, “Sim. Eles finalmente ‘entenderam’! Valeu a pena a dor e a luta. Eu posso olhar para trás nos 50 anos de ministério, e ver os crentes que eu discipulei que passaram adiante o que eles aprenderam aos das gerações seguintes. Valeu todo o esforço.

Pela alegria que está preparada para você, eu o encorajo a se tornar e permanecer envolvido ativamente no treinamento através da célula, no discipulado da célula. Quanto mais longe você for, mais motivação você terá. Claro, haverá sempre aqueles que abandonarão cujos quais você sentirá que perdeu tempo e investimento. Porém, mesmo assim, você não saberá o impacto que você teve nas vidas deles.

O placar final ainda não foi definido!

Spanish blog:

Bisnietos

Por el Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Si bien el dicho es cierto, “¡Dios no tiene nietos!”, No es así con nosotros. Descubrí que ser padre es a la vez agotador y energizante, pero también descubrí que ser abuelo tiene más energía. Qué alegría es ver a mis hijos superar mis logros. Veo a mis hijos transmitir a la siguiente generación lo que han aprendido de mí y de su madre. También miro con un poco de asombro los primeros logros de mis nietos, ahora de 24, 23, 23, 22, 18 y 12, especialmente los de 24 y 18 años, mi nieta y mi nieto, respectivamente. Lo que hemos transmitido a nuestros hijos, ellos lo han transmitido a sus hijos. Mi nieta está en el ministerio y recientemente se casó con un líder de adoración. Quién sabe, quizás ser bisabuelo no sea una realidad demasiado lejana.

El discipulado a través de la célula es muy parecido a invertir en los hijos y, en última instancia, poder ver a tus nietos y bisnietos. He estado involucrado en el ministerio celular desde principios de los 80, y con grupos pequeños antes de eso. He descubierto que el elemento de equipar, lo que llamamos discipulado, es un aspecto vital e integral de la vida celular. Qué gozo discipular a niños espirituales a través de la célula; verlos crecer y cambiar sus vidas. Formar a algunos que luego se conviertan en líderes celulares y supervisores celulares. Poder invertir en otros que luego se conviertan en pastores o líderes, es al mismo tiempo agotador y, a menudo, doloroso, pero energizante, alentador y motivador.

¿Quién hubiera pensado que los jóvenes creyentes que Dios me llamó a equipar y discipular a través de la vida celular impactarían y transmitirían a otros que impactarían a las naciones? ¿Cómo es posible que nuestra pasión por Jesús no se conmueva si equipamos personalmente a los miembros de la célula, los líderes de la célula y los supervisores y vemos el fruto de nuestro trabajo generacionalmente?

Quizás estés comenzando este viaje. Tu estás involucrado en el discipulado celular, tratando de ser fiel en equipar a otro, tratando de ser fiel al camino de equipamiento de tu iglesia, tratando de no desanimarte semana tras semana cuando tu compañero o discípulo se queda un poco por debajo de tus expectativas. Te preguntas, “¿De qué sirve? ¿Hará esto alguna vez una diferencia? “

A menudo me preguntaba eso como padre. “¿Lo lograrán en algún momento?” Puedo mirar hacia atrás después de 49 años de matrimonio, 4 hijos y 6 nietos más tarde, y decir: “Sí. ¡Finalmente lo lograron! Valió la pena el dolor y la lucha. Puedo mirar hacia atrás a 50 años de ministerio, a los creyentes que discipulé y que han transmitido lo que aprendieron a las generaciones siguientes. Valió la pena el costo.

Para el gozo que se les presenta, los animo a participar y permanecer activamente involucrados en equipar a través de la célula, en el discipulado celular. Cuanto más viajes, más motivación tendrás. Claro, siempre habrá quienes se aparten, con quienes sientas que perdiste tu tiempo e inversión. Pero, incluso entonces, no sabes el impacto que has tenido en sus vidas. ¡La puntuación final aún no ha llegado!

Preserving the Unity in the Bond of Peace

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

As the church, the cell is to be “diligent to preserve the unity of the Spirit in the bond of peace”.

We cannot preserve unity, if we are not personally vested in cell; not just the concept of cell, but actual participation in cell. I freely admit that this necessity of interdependence cuts at the heart of my desire for independence. I am, by nature, a loner, and not a team player. I would rather observe an activity from the outside, than involve myself as a participant. Yet, unity demands my active participation. MAXIMIZERS once challenged me with a definition of UNITY that forever changed my perspective.

To preserve Unity demands I Uplift my fellow cell members. Words of affirmation do not come naturally for me – critical thinking and flaw finding does. I must proactively think about uplifting, affirming, and encouraging another. How easy is it for you to Uplift your fellow cell members?

To preserve uNity means I recognize I Need the other members of my cell. I am a pretty self-sufficient individual. I naturally exude self-sufficiency. Yet, I need the other cell members in my life. What they contribute enhances my growth and maturity. That which every part supplies builds me up as part of the Body. Contrary to my natural thinking, I am not sufficient in and of myself! Are you? I think not. How can we demonstrate to our cell members that we really need them?

To preserve unIty we must become Intimate, catalyzing authenticity and transparency. Too many cell members are either superficial or closed. We fear taking the risk of sharing the intimate needs and pains and hurts of our heart. Why? Because the closer our intimacy with another, the more they can wound us. How deep and intimate is your sharing in cell?

To preserve uniTy we must learn to Trust. Trust and Intimacy are like a brother and sister – different, yet from the same family. Trust has been defined as confident belief in someone to do what is right, to deliver what is promised, to be the same every time, whatever the circumstance. My experience growing up taught me “trust no one”.  You ask, “Why in the world should I risk trusting this cell member? How can I be sure I will not be betrayed?” My sentiments exactly! Yet, is it possible we have a difficult time trusting, because we ourselves struggle with being trustworthy? What would cell life be like if each of us chose to trust, and even became worthy of others trusting us?

To preserve unitY we must learn to Yield. Never a truer statement than, “My way is the best way. Why should I yield to them?” How do I know? Because we typically cannot go longer than 30 minutes before we give someone our opinion, or tell others what to do. Offering advice kills cell sharing, as does promoting our opinions or ideas as best. “Be subject to one another.”

How personally involved are you in diligently preserving U.N.I.T.Y. in cell?

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Portuguese blog:

Como a igreja, a célula deve fazer “todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”.

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Nós não podemos preservar a unidade, se nós não estivermos pessoalmente vestindo a camisa da célula; não apenas o conceito da célula, mas participação real na célula. Eu admito livremente que essa necessidade de interdependência corta no cerne do meu desejo de independência. Eu sou, por natureza, um solitário, e não sou de jogar em equipe. Eu prefiro observar uma atividade de longe, do que me envolver como um participante. Ainda assim, unidade demanda minha participação ativa. Uma vez MAXIMIZERS desafiou-me com uma definição de UNIDADE que mudou minha perspectiva para sempre.

Preservar a unidade demanda que eu estimule meu fraterno membro da célula. Palavras de afirmação não vêm naturalmente para mim – pensamento crítico e encontrar falhas sim. Eu preciso pensar proativamente sobre estimular, afirmar e encorajar o outro. Quão facilmente você consegue estimular seu fraterno membro de célula?

Preservar a unidade significa que tenho que reconhecer a necessidade do outro membro da minha célula.  Eu sou um indivíduo bastante autossuficiente. Eu naturalmente destilo autossuficiência. Ainda assim, eu necessito dos outros membros da célula em minha vida. A contribuição deles melhoram meu crescimento e maturidade. Cujo cada parte supri crescimento em mim como parte do Corpo. Contrário ao meu pensamento natural, eu não sou suficiente em mim mesmo! E você? Eu acho que não. Como nós podemos demonstrar aos membros das nossas células que nós realmente precisamos deles?

Preservar a unidade nós temos que nos tornar íntimos, catalisando autenticidade e transparência. Muitos membros de célula são ou superficiais ou fechados. Nós tememos assumir riscos de compartilhar as necessidades, dores e machucados íntimos do nosso coração. Por que? Porque quanto mais íntimos uns dos outros, mais eles podem nos machucar. Quão profundo e íntimo é o seu compartilhamento na célula?

Para preservar a unidade nós precisamos aprender a confiar. Confiança e Intimidade são como irmão e irmã – diferentes, mas ainda assim a mesma família. Confiança tem sido definido como a crença confiante em alguém para fazer o que é certo, entregar o que foi prometido, ser o mesmo em todo o tempo, seja qual for a circunstância. Minha experiência de vida me ensinou a “confiar em ninguém”. Você pergunta, “Por que cargas d’água eu deveria me arriscar em confiar nos membros dessa célula? Como eu posso ter certeza que eu não serei traído?” Exatamente meus sentimentos! Ainda assim, é possível que nós tenhamos grande dificuldade em confiar, porque nós mesmos não somos dignos de confiança? Como seria a vida na célula se cada um de nós escolhesse confiar, e até mesmo nos tornamos dignos de outros confiarem em nós?

Para preservar a unidade nós precisamos aprender a consentir. Nunca foi tão verdadeiro, “Meu jeito é o melhor meio. Por que eu deveria consentir com outros?” Como eu sei? Porque nós tipicamente não podemos passar mais de 30 minutos sem dar nossa opinião a alguém, ou dizê-los o que fazer. Oferecer conselhos mata o compartilhar da célula, assim como promover nossas opiniões ou ideias como melhores. “Sujeitem-se uns aos outros.”

Quão pessoalmente você está envolvido em diligentemente preservar a UNIDADE na célula? 

Spanish blog:

Como iglesia, la célula debe ser “diligente para preservar la unidad del Espíritu en el vínculo de la paz”.

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

No podemos preservar la unidad, si no estamos personalmente investidos en la célula; no solo el concepto de célula, sino la participación real en la célula. Admito libremente que esta necesidad de interdependencia está en el corazón de mi deseo de independencia. Soy, por naturaleza, un solitario y no un jugador de equipo. Prefiero observar una actividad desde el exterior, que involucrarme como participante. Sin embargo, la unidad exige mi participación activa. Maximizadores una vez me desafió con una definición de UNIDAD que cambió para siempre mi perspectiva.

Para preservar la unidad, se me exige que Yo anime a mis compañeros de célula. Las palabras de afirmación no son algo natural para mí, el pensamiento crítico y la búsqueda de fallas sí. Debo pensar de manera proactiva en elevar, afirmar y alentar a los demás. ¿Qué tan fácil es para ti inspirar a tus hermanos en la célula?

Preservar la unidad significa que reconozco que necesito a los demás miembros de mi célula. Soy una persona bastante autosuficiente. De manera natural muestro utosuficiencia. Sin embargo, necesito a los otros miembros de la célula en mi vida. Lo que aportan mejora mi crecimiento y madurez. Aquello que me proporciona cada parte me edifica como parte del Cuerpo. Al contrario de mi pensamiento natural, ¡no soy suficiente por mí mismo! ¿Lo eres tú? Yo creo que no. ¿Cómo podemos demostrarles a nuestros miembros celulares que realmente los necesitamos?

Para preservar la unidad debemos volvernos íntimos, catalizando autenticidad y transparencia. Demasiados miembros de la célula son superficiales o cerrados. Tememos correr el riesgo de compartir las necesidades íntimas y los dolores y heridas de nuestro corazón. ¿Por qué? Porque cuanto más cercana es nuestra intimidad con otro, más nos pueden herir. ¿Qué tan profundo e íntimo es tu compartir en la célula?

Para preservar la unidad debemos aprender a confiar. La confianza y la intimidad son como un hermano y una hermana: diferentes, pero de la misma familia. La confianza se ha definido como la relación en que alguien hará lo correcto, que cumplirá lo prometido, que será el mismo en todo momento, sea cual sea la circunstancia. Mi experiencia al crecer me enseñó a “no confiar en nadie”. Tu te preguntas: “¿Por qué razón debería arriesgarme a confiar en este miembro de la célula? ¿Cómo puedo estar seguro de que no me traicionarán? ¡Exactamente esos eran mis sentimientos! Sin embargo, ¿es posible que tengamos dificultades para confiar, porque nosotros mismos luchamos por ser dignos de confianza? ¿Cómo sería la vida celular si cada uno de nosotros eligiera confiar e incluso se volviera digno de que otros confiaran en nosotros?

Para preservar la unidad debemos aprender a ceder. Una declaración muy trillada es “Mi camino es el mejor camino. ¿Por qué debería ceder ante ellos? ¿Cómo puedo saber?” Porque normalmente no podemos pasar más de 30 minutos antes de dar nuestra opinión a alguien o decirle a otros qué hacer. Ofrecer consejos mata el intercambio celular, al igual que promover nuestras opiniones o hacer parecer nuestras ideas como las mejores. “Estar sujetos los unos a los otros”.

¿Qué tan  involucrado personalmente estás en la preservación diligente de LA UNIDAD en la célula?

Never Let a Good Crisis Go to Waste

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Sir Winston Churchill is credited with first saying, “Never let a good crisis go to waste.” He said it in the mid-1940s as we were approaching the end of World War ll. This expression is now commonly applied to economic or diplomatic crises that can be exploited to advance political agendas. The US Government followed this maxim following 9/11, when it began to curtail political freedoms. Governments around the world are using it now with COVID-19 to further their ends.

The Church, however, seems never to capitalize on a good crisis. I am a product of the Jesus Movement of the 1960’s, and the move of the Holy Spirit among Jews. In the midst of the Viet Nam war and political upheaval, 1000s of us were birthed into the Kingdom. Yet, for whatever reason, the churches did not embrace us, and much of the harvest was never conserved. The two Sundays following 9/11 saw a record increase in church attendance. Churches did very little, and attendance and faith plummeted within the month. Both times, the Church let a good crisis go to waste. The same pattern appears true with the Rwandese genocide and the political upheaval in Kenya following the 2007 elections.

Crises today swirl around the church. We have a worldwide COVID-19 crisis. East Africa has recently been ravaged by billions of locusts, one swarm alone 37mi long by 25mi wide. Wave two is expected to be 20x larger, leaving devastation and famine. Will we let these crises go to waste also?

People are gripped with fear. Our God has said, “Do not fear, for I am with you”. People are panicked. Our God has said, “My peace I give to you.” People are devoid of hope. Our God is the “God of hope”. These are not platitudes to mouth to those who are desperate. God forbid! These are realities we are to model in our own day-to-day lives, manifesting His Life in the midst of crises, even in the midst of physical isolation. How? He alone can show us. But, if we do not shine His light now in the darkness around us, the darkness will only grow darker.

The ministering purpose of Christ is not for the cell, but the world. This is a time for the church to speak prophetically to those in the darkness around us. Yes, prophecy is given for consolation, and comfort, and encouragement. God knows we need these! But God also raises up those who can speak prophetically to nations, and call cities and nations to repentance, not because God has caused these crises, but because He reigns supreme above them. God calls upon His people to humble themselves, pray and seek His face. He can heal our lands.

In whatever crisis the Church finds herself, it is never about the crisis. It is about how we are to engage God in the midst of crisis. How will you engage Him in these crises? Never let a good crisis go to waste!

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Portuguese blog:

Nunca desperdice uma boa crise

Pelo Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

Sir Winston Churchill é creditado com o primeiro ditado: “Nunca disperdice uma boa crise”. Ele disse isso em meados da década de 1940, quando estávamos nos aproximando do final da Segunda Guerra Mundial. Essa expressão agora é comumente aplicada a crises econômicas ou diplomáticas que podem ser exploradas para promover agendas políticas. O governo dos EUA seguiu essa máxima após o 11 de setembro, quando começou a reduzir as liberdades políticas. Governos de todo o mundo estão usando agora com o COVID-19 para promover seus fins.

A Igreja, no entanto, parece nunca capitalizar uma boa crise. Eu sou um produto do movimento de Jesus da década de 1960, e o movimento do Espírito Santo entre os judeus. No meio da guerra do Vietnã e da revolta política, milhares de nós nasceram no Reino. Contudo, por qualquer motivo, as igrejas não nos abraçaram e grande parte da colheita nunca foi conservada. Os dois domingos seguintes ao 11 de setembro viram um aumento recorde na freqüência à igreja. As igrejas fizeram muito pouco, e a assistência e a fé despencaram dentro de um mês. Nas duas vezes, a Igreja desperdiçou uma boa crise. O mesmo padrão parece verdadeiro com o genocídio de Ruanda e a revolta política no Quênia após as eleições de 2007.

Hoje as crises cercam em torno da igreja. Temos uma crise mundial de COVID-19. A África Oriental foi recentemente devastada por bilhões de gafanhotos, um enxame sozinho a 37 milhões de comprimento por 25 milhões de largura. A onda dois deve ser 20 vezes maior, deixando devastação e fome. Vamos deixar que essas crises também sejam desperdiçadas?

As pessoas são dominadas pelo medo. Nosso Deus disse: “Não temas, porque eu estou contigo”. As pessoas estão em pânico. Nosso Deus disse: “Minha paz vos dou.” As pessoas são desprovidas de esperança. Nosso Deus é o “Deus da esperança”. Estes não são banalidades de boca para aqueles que estão desesperados. Deus não permita! Essas são realidades que devemos modelar em nossas próprias vidas cotidianas, manifestando Sua Vida no meio de crises, mesmo no meio do isolamento físico. Como? Ele sozinho pode nos mostrar. Mas, se não brilharmos Sua luz agora nas trevas que nos rodeiam, as trevas só se tornarão mais escuras.

O propósito ministerial de Cristo não é para a célula, mas para o mundo. Este é um momento para a igreja falar profeticamente àqueles nas trevas ao nosso redor. Sim, profecia é dada para consolo, conforto e encorajamento. Deus sabe que precisamos disso! Mas Deus também levanta aqueles que podem falar profeticamente às nações e chamar cidades e nações ao arrependimento, não porque Deus causou essas crises, mas porque Ele reina supremo acima delas. Deus apela ao Seu povo para se humilhar, orar e buscar o Seu rosto. Ele pode curar nossas terras.

Em qualquer crise que a Igreja se encontre, nunca se trata da crise. É sobre como devemos envolver Deus no meio da crise. Como você o envolverá nessas crises? Nunca deixe uma boa crise desperdiçar!

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Nunca dejes que una buena crisis se desperdicie

Por el Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

A Sir Winston Churchill se le atribuye haber dicho por primera vez: “Nunca dejes que se desperdicie una buena crisis”. Lo dijo a mediados de la década de 1940 cuando nos acercamos al final de la Segunda Guerra Mundial. Esta expresión ahora se aplica comúnmente a las crisis económicas o diplomáticas que pueden ser explotadas para avanzar en las agendas políticas. El gobierno de los Estados Unidos siguió esta máxima después del 11 de septiembre, cuando comenzó a reducir las libertades políticas. Los gobiernos de todo el mundo lo están utilizando ahora con COVID-19 para promover sus fines.

La Iglesia, sin embargo, parece nunca capitalizar una buena crisis. Soy producto del movimiento de Jesús de los años sesenta y del movimiento del Espíritu Santo entre los judíos. En medio de la guerra de Vietnam y la agitación política, miles de nosotros nacimos en el Reino. Sin embargo, por alguna razón, las iglesias no nos abrazaron, y gran parte de la cosecha nunca fue conservada. Los dos domingos posteriores al 11 de septiembre vieron un aumento récord en la asistencia a la iglesia. Las iglesias hicieron muy poco, y la asistencia y la fe se desplomaron en un mes. En ambas ocasiones, la Iglesia dejó pasar una buena crisis. El mismo patrón parece haber ocurrido con el genocidio ruandés y la agitación política en Kenia después de las elecciones de 2007.

Las crisis hoy arremolinan alrededor de la iglesia. Tenemos una crisis mundial de COVID-19. África oriental ha sido devastada recientemente por miles de millones de langostas, un enjambre solo de 37 millas de largo por 25 millas de ancho. Se espera que la ola dos sea 20 veces más grande, dejando devastación y hambruna. ¿Dejaremos que estas crisis se desperdicien también?

Las personas están atrapadas por el miedo. Nuestro Dios dice: “No temas, porque yo estoy contigo”; la gente está en pánico, nuestro Dios dice: “Mi paz te doy”; las personas carecen de esperanza, nuestro Dios es el “Dios de la esperanza”. Estos no son lugares comunes para aquellos que están desesperados. ¡Dios no lo quiera! Estas son realidades que debemos modelar en nuestra propia vida cotidiana, manifestando Su vida en medio de crisis, incluso en medio del aislamiento físico. ¿Cómo? Él solo nos puede mostrar. Pero, si no brillamos con Su luz ahora en la oscuridad que nos rodea, la oscuridad será más negra. 

El propósito ministrante de Cristo no es para la célula, sino para el mundo. Este es un momento para que la iglesia hable proféticamente a aquellos en la oscuridad que nos rodea. Sí, la profecía se da para ayudar, consolar y alentar. ¡Dios sabe que necesitamos de ellos! Pero Dios también levanta a aquellos que pueden hablar proféticamente a las naciones, y llamar a las ciudades y a las naciones al arrepentimiento, no porque Dios haya causado estas crisis, sino porque Él reina por encima de ellas. Dios llama a su pueblo a humillarse, orar y buscar su rostro. Él puede sanar nuestras tierras.

En cualquier crisis que se encuentre la Iglesia, nunca se trata de la crisis. Se trata de cómo debemos involucrar a Dios en medio de la crisis. ¿Cómo lo involucrarás en estas crisis? ¡Nunca dejes que una buena crisis se desperdicie!

God is not limited by space, time, technology, or COVID-19

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

In the 70’s I experimented with house churches. In the early 80’s I moved to Kinship Groups. In the late 80’s I transitioned to cells, and have been planting cells ever since. For decades I watched as cell pastors such as Ben Wong and Dion Robert prepared their churches for possible persecution. Systems were set up so cells could flourish in an underground environment. The cell would flourish, even if the corporate body was unable to function. The cell would be indestructible. When in Russia in the late 90’s, when the “Law of Religious Freedom” was passed and curtailed the work of evangelical and charismatic churches, it stipulated gatherings of 10 or less were not considered a church! Cells flourished. Through all of this, never once did I, nor anyone I spoke with, ever consider the possibility that cells would not be able to meet. COVID-19 changed all that.

Kenya is pretty much locked down. There is a national 7:00 pm to 5:00 am curfew, rigidly enforced. Schools, courts, government offices are closed. Travel between major cities is forbidden, and police checkpoints ensure that.

How do our cells meet in such a situation? Like others, we have begun using technology. We Zoom our cells. Sharing works well as we each can see the others. But, what about worship? External music input into a computer speaker, well, you know about how well that works! We are utilizing mp3 music. Zoom settings allow for music to be streamed internally. The worship music comes out clearly on the other end. We just have to mute our voices due to some delay because of bandwidth. But what about ministry? Can the Christ in me touch you, and the Christ in you touch me, when we are not physically present together? How can Christ be “in our midst” if “our midst” is spread across the city?

Ministry in the cell need not stop because we cannot be in the same physical location. Healing is not limited by spatial coordinates. The Centurian’s servant was healed at a distance. Faith was the key – not spatial proximity. The man lowered through the roof was healed as Jesus saw the faith of his friends. The 10 lepers were healed “as they went”, not because Jesus touched them. Jesus never laid hands on the paralytic, or the man with a withered arm. “Take up your bed and walk.” “Stretch forth your arm.” Obedience to the Word of the Lord was key. Are words of knowledge limited by spatial proximity? Words of wisdom? Prophecy? Gifts of healings? Any of the manifestations of the Holy Spirit? No!

Can the cell still encounter the Living Presence of Christ through worship, even using Zoom?

Can the cell still encounter the Edifying Power of Christ, though separated by distance?

Can the cell still experience the Ministering Purpose of Christ week by week?

The answers are a resounding YES!

Be encouraged, God is not limited by space, or time, or technology, or COVID-19!

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Portuguese blog:

Deus não é limitado por espaço, tempo, tecnologia ou COVID-19

Pelo Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

Nos anos 70, experimentei igrejas domésticas. No início dos anos 80, mudei para Grupos de Parentesco. No final dos anos 80, mudei para células e planto células desde então. Por décadas, observei pastores de células como Ben Wong e Dion Robert preparando suas igrejas para possíveis perseguições. Sistemas foram criados para que as células pudessem florescer em um ambiente subterrâneo. A célula floresceria, mesmo que o órgão corporativo não pudesse funcionar. A célula seria indestrutível. Quando na Rússia, no final dos anos 90, quando a “Lei da Liberdade Religiosa” foi aprovada e restringiu o trabalho de igrejas evangélicas e carismáticas, estipulou que reuniões de 10 ou menos pessoas não eram consideradas uma igreja! Células floresceram. Por tudo isso, nunca, nem alguém com quem falei, considere a possibilidade de as células não conseguirem se encontrar. COVID-19 mudou tudo isso.

O Quênia está praticamente fechado. Há um toque de recolher nacional das 19:00 às 05:00, rigorosamente aplicado. Escolas, tribunais, escritórios do governo estão fechados. É proibido viajar entre as principais cidades, e os postos de controle da polícia garantem isso.

Como nossas células se encontram em tal situação? Como outros, começamos a usar a tecnologia. Ampliamos nossas células. Compartilhar funciona bem, pois cada um de nós pode ver os outros. Mas e o culto? Entrada de música externa no alto-falante do computador, bem, você sabe como isso funciona! Estamos utilizando música mp3. As configurações de zoom permitem que a música seja transmitida internamente. A música de adoração sai claramente do outro lado. Nós apenas temos que silenciar nossas vozes devido a algum atraso por causa da largura de banda. Mas e o ministério? O Cristo em mim pode tocar você, e o Cristo em você tocar em mim, quando não estamos fisicamente presentes juntos? Como Cristo pode estar “no meio de nós” se “nosso meio” está espalhado pela cidade?

O ministério na célula não precisa parar porque não podemos estar no mesmo local físico. A cura não é limitada por coordenadas espaciais. O servo do centuriano foi curado à distância. A fé era a chave – não a proximidade espacial. O homem abaixado pelo teto foi curado quando Jesus viu a fé de seus amigos. Os 10 leprosos foram curados “como foram”, não porque Jesus os tocou. Jesus nunca pôs as mãos no paralítico, ou no homem com o braço murcho. “Pegue sua cama e caminhe.” “Estique seu braço.” A obediência à Palavra do Senhor era fundamental. As palavras de conhecimento são limitadas pela proximidade espacial? Palavras de sabedoria? Profecia? Presentes de curas? Alguma das manifestações do Espírito Santo? Não!

A célula ainda pode encontrar a Presença Viva de Cristo através da adoração, mesmo usando o Zoom?

A célula ainda pode encontrar o poder edificante de Cristo, embora separado pela distância?

A célula ainda pode experimentar o Propósito Ministerial de Cristo semana a semana?

As respostas são um retumbante SIM!

Seja encorajado, Deus não é limitado por espaço, tempo ou tecnologia, ou COVID-19!

Spanish blog:

Dios no está limitado por el espacio, el tiempo, la tecnología o el COVID-19

Por el Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

En los años 70 experimenté con iglesias en casas. A principios de los 80 me mudé a los Grupos familiares. A finales de los 80, hice la transición a las células y desde entonces he estado plantando células. Durante décadas vi como pastores celulares como Ben Wong y Dion Robert preparaban sus iglesias para una posible persecución. Se instalaron sistemas para que las células pudieran florecer en un ambiente subterráneo. La célula prosperaría, incluso si el organismo corporativo no pudiera funcionar. La célula sería indestructible. Cuando en Rusia a fines de los años 90, cuando se aprobó la “Ley de Libertad Religiosa” y restringió el trabajo de las iglesias evangélicas y carismáticas, ¡estipuló que reuniones de 10 o menos no se consideraban una iglesia! Las células florecieron. A pesar de todo esto, ni una sola vez, ni nadie con quien hablé, consideró la posibilidad de que las células no pudieran reunirse. COVID-19 cambió todo eso.

Kenia está prácticamente encerrada. Hay un toque de queda nacional de 7:00 p.m. a 5:00 a.m., estrictamente aplicado. Las escuelas, los tribunales, las oficinas gubernamentales están cerradas. Está prohibido viajar entre las principales ciudades, y los puntos de control policial se aseguran de ello.

¿Cómo se encuentran nuestras células en tal situación? Como otros, hemos comenzado a usar tecnología. Hacemos nuestras células por medio de Zoom. El compartir funciona bien, ya que cada uno puede ver a los demás. Pero, ¿qué pasa con la adoración? Entrada de música externa en un altavoz de la computadora, bueno, ya sabes lo bien que funciona. Estamos utilizando música mp3. La configuración del zoom permite que la música se transmita internamente. La música de adoración sale claramente del otro lado. Solo tenemos que silenciar nuestras voces debido a algún retraso debido al ancho de banda. ¿Pero qué hay del ministerio? ¿Puede el Cristo en mí tocarte, y el Cristo en ti me toca, cuando no estamos físicamente presentes juntos? ¿Cómo puede Cristo estar “en medio de nosotros” si “nuestro medio” se extiende por toda la ciudad?

El ministerio celular no necesita detenerse porque no podemos estar en la misma ubicación física. La sanidad no está limitada por coordenadas espaciales; el sirviente del centuriano fue sanado a distancia. La fe era la clave, no la proximidad espacial. El hombre bajado por el techo fue sanado cuando Jesús vio la fe de sus amigos. Los 10 leprosos fueron sanados “a medida que avanzaban”, no porque Jesús los tocara. Jesús nunca puso las manos sobre el paralítico, o el hombre con un brazo marchito. “Toma tu cama y camina”. “Extiende tu brazo”. La obediencia a la Palabra del Señor fue la clave. ¿Las palabras de conocimiento están limitadas por la proximidad espacial? ¿Palabras de sabiduría? ¿Profecía? ¿Dones de sanidades? ¿Alguna de las manifestaciones del Espíritu Santo? ¡No!

¿Puede la célula encontrar la Presencia Viviente de Cristo a través de la adoración, incluso usando Zoom?

¿Puede la célula aún encontrarse con el Poder Edificante de Cristo, aunque separada por la distancia?

¿Puede la célula experimentar el propósito ministrante de Cristo semana a semana?

¡Las respuestas son un rotundo SÍ!

¡Anímate, Dios no está limitado por el espacio, el tiempo, la tecnología o el COVID-19!

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Cell as a Dynamic Encounter – Mark 4:26-28

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

I have never forgotten Bill Beckham’s insistence that cell should always be a 3-fold encounter with Christ. In cell we are to encounter Christ’s Living Presence, Edifying Power, and Ministering Purpose. Cell is a dynamic encounter. In reality, cells are too often anything but dynamic. At best we encounter only one another. How can we help them to become dynamic encounters with Christ?

In the parable noted above, we have the farmer, the seed, and God. For life to spring forth, both the farmer and God have responsibilities. The farmer casts seed upon the ground. He has a part to play. The seed sprouts up and grows. How, the farmer does not know. Only God brings life and growth. He has a part to play. It grows “all by itself” – automatically. To the Hebraic mind nothing happens automatically. God stands behind the process. The farmer prepares the soil and casts the seed. God causes the seed to sprout and grow. Each does their part. Nothing the farmer does guarantees the harvest. But, if he does not do his part, he can be assured there will be no harvest.

Cell is like this. We want to encounter Christ. We have a part to play. He has a part to play. Even if we do our part, there is no guarantee God will show up. He is, after all, sovereign. His kingdom does not operate like a coke machine in which we deposit a dollar and out pops a coke, every time.

Our role is to prepare the cell soil. Having connected with each other during a welcome, we seek to connect with Him during our worship. We understand that as we meet, to each one is being given the manifestation of the Spirit for the common good. So, we create an atmosphere and opportunity for the Holy Spirit to speak and manifest Himself to each one through His manifestational giftings. We understand worship is dialogical, so we expect and allow Him to speak. We encounter His Living Presence.

As we share the state of our souls relative to the word preached Sunday, we move into personal application, not study or intellectual discussion. Needs surface. Having connected with Him through worship, we now allow Him to move through us in ministry to one another. We are His vessels. We become His eyes to see, His mouth to speak, and His hands to touch and heal. The Christ in me touches you; the Christ in you touches me. We encounter Christ’s Edifying Power as He moves supernaturally, doing only what He can do.

If what we have experienced is genuine, we must export it. As we look outward, we take His reality into the lives of those lost loved ones and friends we are praying for, and we encounter His Ministering Purpose.

As we do what only we can, and allow God to do what only He can, our cell becomes a supernatural encounter with Christ.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

A Célula Como um Encontro dinâmico – Marcos 4:26-28

Por Dr. Les Brickman

Nunca esqueci a insistência de Bill Beckham de que a célula deve sempre ser um encontro tríplice com Cristo. Na célula, devemos encontrar a presença viva de Cristo, Seu poder edificante e o propósito de ministrar. A célula é um encontro dinâmico. Contudo, na realidade, as células muitas vezes são tudo menos dinâmicas. Na melhor das hipóteses, encontramos apenas uns aos outros. Como podemos ajudá-las a se tornarem encontros dinâmicos com Cristo?

Na parábola mencionada acima, temos o semeador, a semente e Deus. Para a vida surgir, tanto o semeador quanto Deus têm responsabilidades. O semeador lança sementes no chão. Ele tem um papel a desempenhar. A semente brota e cresce. Como isso acontece, o semeador não sabe. Somente Deus traz vida e crescimento. Ele tem um papel a desempenhar. Ela cresce “sozinha” – automaticamente. Para a mente hebraica, nada acontece automaticamente. Deus está por trás do processo. O agricultor prepara o solo e lança as sementes. Deus faz com que a semente brote e cresça. Cada um faz sua parte. Nada que o semeador faz garante a colheita. Mas, se ele não fizer sua parte, pode ter certeza de que não haverá colheita.

A célula é assim. Queremos encontrar Cristo. Nós temos um papel a desempenhar. Ele tem um papel a desempenhar. Mesmo se fizermos nossa parte, não há garantia de que Deus aparecerá. Ele é, afinal, soberano. Seu Reino não funciona como uma máquina de refrigerantes na qual depositamos alguns reais e sempre saímos com uma lata na mão.

Nosso papel é preparar o solo celular. Após termos nos conectado durante o momento de boas-vindas, procuramos nos conectar com Ele durante nossa adoração. Entendemos que, ao nos encontrarmos, cada um está recebendo a manifestação do Espírito para o bem comum. Assim, criamos uma atmosfera e uma oportunidade para o Espírito Santo falar e se manifestar a cada um através de Suas dádivas manifestacionais. Nós entendemos que a adoração é dialógica, por isso esperamos e permitimos que Ele fale. Encontramos Sua Presença Viva.

Ao compartilharmos o estado de nossa alma em relação à palavra pregada no domingo, passamos à aplicação pessoal, não ao estudo ou à discussão intelectual. As necessidades vêm à tona. Tendo nos conectado com Ele através da adoração, agora permitimos que Ele se mova através de nós no ministério de uns para os outros. Nós somos os Seus vasos. Tornamo-nos Seus olhos para ver, Sua boca para falar e Suas mãos para tocar e curar. Cristo em mim te toca; Cristo em você me toca. Encontramos o poder edificante de Cristo quando Ele se move sobrenaturalmente, fazendo apenas o que Ele pode fazer.


Se o que experimentamos é genuíno, devemos levar isso para fora. Quando olhamos para o exterior, levamos Sua realidade para a vida daqueles que amamos e amigos perdidos pelos quais oramos, e encontramos o Seu Propósito Ministerial.

Ao fazermos o que somente nós podemos, e permitir que Deus faça o que só Ele pode, nossa célula se torna um encontro sobrenatural com Cristo.

Spanish blog:

La célula como un encuentro dinámico – Marcos 4: 26-28

Por el Dr. Les Brickman

Nunca he olvidado la insistencia de Bill Beckham de que la célula siempre debe ser un encuentro triple con Cristo. En la célula debemos encontrar la Presencia Viva de Cristo, el Poder Edificante y el Propósito de Ministrar. La célula es un encuentro dinámico. En realidad, las células a menudo son cualquier cosa menos dinámicas, en el mejor de los casos nos encontramos solo el uno al otro. ¿Cómo podemos ayudarlos a convertirse en encuentros dinámicos con Cristo?

En la parábola mencionada anteriormente, tenemos al agricultor, la semilla y Dios. Para que la vida brote, tanto el granjero como Dios tienen responsabilidades. El granjero arroja semillas al suelo, Él tiene un papel que desempeñar. La semilla brota y crece, cómo, el granjero no lo sabe. Solo Dios trae vida y crecimiento, Él tiene un papel que desempeñar; está crece “por sí misma”, automáticamente. Para la mente hebraica, nada sucede automáticamente, Dios está detrás del proceso. El agricultor prepara el suelo y arroja la semilla; Dios hace que la semilla brote y crezca. Cada uno hace su parte. Nada de lo que hace el agricultor garantiza la cosecha. Pero, si no hace su parte, puede estar seguro de que no habrá cosecha.

La célula es así. Queremos encontrarnos con Cristo, tenemos un papel que desempeñar, Él tiene un papel que desempeñar. Incluso si hacemos nuestra parte, no hay garantía de que Dios se presente. Él es, después de todo, soberano; Su reino no funciona como una máquina de coca cola, en la que depositamos un dólar y siempre sale una coca. 

Nuestro papel es preparar el suelo celular. Habiéndonos conectado unos con otros durante una bienvenida, buscamos conectarnos con Él durante nuestra adoración. Entendemos que a medida que nos encontramos, a cada uno se le está dando la manifestación del Espíritu para un bien común. Entonces, creamos una atmósfera y una oportunidad para que el Espíritu Santo hable y se manifieste a cada uno a través de Sus dones. Entendemos que la adoración es dialógica, por lo que esperamos y permitimos que hable. Nos encontramos con su presencia viva.

A medida que compartimos el estado de nuestras almas en relación con la palabra predicada el domingo, pasamos a la aplicación personal, no al estudio o la discusión intelectual. La necesidad sale a la superficie. Habiendo conectado con Él a través de la adoración, ahora le permitimos moverse a través de nosotros en el ministerio mutuo; somos sus vasos. Nos convertimos en sus ojos para ver, su boca para hablar y sus manos para tocar y sanar. El Cristo en mí te toca; El Cristo en ti me toca. Nos encontramos con el poder edificante de Cristo cuando se mueve sobrenaturalmente, haciendo solo lo que puede hacer.

Si lo que hemos experimentado es genuino, debemos exportarlo. A medida que miramos hacia afuera, tomamos Su realidad en la vida de aquellos seres queridos y amigos perdidos por los que oramos, y nos encontramos con Su Propósito de Ministrar.

Mientras hacemos lo que solamente podemos hacer y permitimos que Dios haga lo que solo Él puede hacer, nuestra célula se convierte en un encuentro sobrenatural con Cristo.