Goal-setting – Asking the Right Questions

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

When making decisions about goal-setting, two things have to happen. We have to take in information. Then we have to make conclusions based on that information.

Some of us are prone to primarily gather information in a very linear fashion, looking at details, focusing on the present. We examine in detail the trees in a forest but miss the forest. Others of us tend to create a big picture from a few facts, then focus on future possibilities. We look at the expansive forest, but often miss some trees, often important trees. As a result, the questions we ask are limited. We tend to limit our questions to or emphasize those either in columns I or II below.

                   I                                                                       II
What do we know? How do we know it?            What else could this mean?
What are the real costs?                         What else can we come up with?
Will it work?                                          What other interesting ideas are there?
Can you show me how it works?                        How is it all interconnected?
Does anything really need changing?      What’s a new way to do this?

When weighing information we have gathered, some of us are prone to make decisions based on our logical, objective analysis. Others of us take a more empathetic approach, giving more weight in our decision-making to such things as people consequences and both personal and group values. As a result, the questions we ask about the information is limited by our weighting of the information. Once again, we tend to limit our questions to or emphasize those either in column III or IV below.

                        III                                                                           IV
What are the pros and cons?                              What do we like and dislike?
What are the logical consequences?      What impact will this have on people?
But what about…?                                         How can we make everyone happy?
What’s wrong with this?                                    What’s beneficial in this?
Why aren’t we following through now?           What about the hurt people?

When making a decision, we naturally tend to spend our time on one set of questions above, move to a second set, and so on. In fact, try this experiment. Without looking at these questions ahead of time, think about a decision you need to make. Take an hour to ruminate about it.  What you will discover is that you typically will spend 30 minutes ruminating over one set of questions, 15 minutes over a second set, 10 minutes, and 5 minutes over the last two sets respectively. My typical order is II, III, IV, I. My wife’s is I, IV, III, II. Powerful compliment!

Suppose, when we dialogue with God regarding our understanding of His goals for us, instead of limiting the questions we ask, we were to ask Him all these questions? Suppose we also asked ourselves these questions? Suppose we dialogued with our team members to see how God might speak to them about the answers to these questions? How would our goal-setting process change? How would our goals improve?

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Portuguese blog:

Definição de metas – Fazendo as Perguntas Certas

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Ao tomar decisões sobre o estabelecimento de metas, duas coisas precisam acontecer. Nós temos que receber informações. Então, nós temos que tirar conclusões com base nessas informações.

Alguns de nós são propensos a coletar informações principalmente de uma forma muito linear, olhando para os detalhes, focando no presente. Examinamos em detalhes as árvores em uma floresta, mas perdemos a floresta. Outros tendem a criar um quadro geral a partir de alguns fatos e, em seguida, focar nas possibilidades futuras. Olhamos para a floresta extensa, mas muitas vezes deixamos de ver algumas árvores, geralmente árvores importantes. Como resultado, as perguntas que fazemos são limitadas. Temos a tendência de limitar nossas perguntas ou enfatizar aquelas na coluna I ou II abaixo.

I                                                                                                     II
O que nós sabemos? Como nós sabemos disso?  O que mais isso poderia significar?
Quais são os custos reais?                                                           O que mais nós podemos propor?
Será que vai dar certo?                                                 Que outras ideias interessantes existem?
Você pode me mostrar como funciona?                                       Como tudo está interligado?
Algo realmente precisa ser mudado?                             Qual é a nova maneira de fazer isso?

Ao pesar as informações que coletamos, alguns de nós temos a tendência de tomar decisões com base em nossa análise lógica e objetiva. Outros têm uma abordagem mais empática, dando mais peso em nossa tomada de decisão a coisas como consequências para as pessoas e valores pessoais e de grupo. Como resultado, as perguntas que fazemos sobre as informações são limitadas por nossa ponderação das informações. Mais uma vez, tendemos a limitar nossas perguntas ou enfatizar as da coluna III ou IV abaixo.

III                                                                                      IV
Quais são os prós e contras?                                        O que nós gostamos e não gostamos?
Quais são as consequências lógicas?                           Que impacto isso terá nas pessoas?
Mas e quanto …?                                                           Como nós podemos fazer todos felizes?
O que há de errado nisso?                                            O que é benéfico nisso?
Por que agora nós não estamos atravessando?    E quanto às pessoas que estarão feridas?

Ao tomar uma decisão, naturalmente nós tendemos a gastar nosso tempo em um conjunto de perguntas acima, passar para um segundo conjunto e assim por diante. Na verdade, tente este experimento. Sem olhar para essas questões com antecedência, pense em uma decisão que você precisa tomar. Reserve uma hora para ruminar sobre isso. O que você descobrirá é que normalmente passa 30 minutos ruminando sobre uma série de perguntas, 15 minutos sobre uma segunda série, 10 minutos e 5 minutos sobre as duas últimas séries, respectivamente. Minha típica ordem é II, III, IV, I. O de minha esposa é I, IV, III, II. Complemento poderoso!

Suponha que, quando nós dialogamos com Deus a respeito de nossa compreensão de Seus objetivos para nós, em vez de limitar as perguntas que fazemos, devêssemos fazer a Ele todas essas perguntas? Suponha que também nos façamos essas perguntas. Suponha que dialogássemos com os membros da nossa equipe para ver como Deus poderia falar com eles sobre as respostas a essas perguntas. Como nosso processo de definição de metas mudaria? Como nossos objetivos melhorariam?

Spanish blog:

Establecimiento de objetivos: hacer las preguntas correctas

Por el Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Al tomar decisiones sobre el establecimiento de metas, deben suceder dos cosas. Tenemos que recibir información. Entonces tenemos que sacar conclusiones basadas en esa información.

Algunos de nosotros somos propensos a recopilar información principalmente de una manera muy lineal, mirando los detalles, centrándonos en el presente. Examinamos en detalle los árboles en un bosque, pero no vemos el bosque. Otros tendemos a crear un panorama general a partir de unos pocos hechos y luego nos enfocamos en las posibilidades futuras. Observamos el bosque expansivo, pero a menudo pasamos por alto algunos árboles, a menudo árboles importantes. Como resultado, las preguntas que hacemos son limitadas. Tendemos a limitar nuestras preguntas o enfatizar aquellas en la columna I o II a continuación.

         I                                                           II
¿Qué sabemos? Como lo sabemos?                ¿Qué más podría significar esto?
¿Cuáles son los costos reales?                    ¿Qué más se nos ocurre?
¿Funcionará?                                             ¿Qué otras ideas interesantes hay?
¿Puedes mostrarme cómo funciona?                     ¿Cómo está todo interconectado?
¿Hay algo que realmente necesite cambiar?         ¿Cuál es una nueva forma de hacer esto?

Al sopesar la información que hemos recopilado, algunos de nosotros estamos propensos a tomar decisiones basadas en nuestro análisis lógico y objetivo. Otros adoptamos un enfoque más empático, dando más peso en nuestra toma de decisiones a cosas como las consecuencias de las personas y los valores tanto personales como grupales. Como resultado, las preguntas que hacemos sobre la información están limitadas por nuestra ponderación de la información. Una vez más, tendemos a limitar nuestras preguntas o enfatizar aquellas en la columna III o IV a continuación.

                        III                                                                                            IV
¿Cuáles son los pros y los contras?                                       ¿Qué nos gusta y qué no nos gusta?
¿Cuáles son las consecuencias lógicas?                ¿Qué impacto tendrá esto en las personas?
Pero que pasa…?                                                                   ¿Cómo podemos hacer felices a todos?
¿Qué pasa con esto?                                                                       ¿Qué hay de beneficioso en esto?
¿Por qué no estamos cumpliendo todo ahora?         ¿Qué pasa con las personas heridas?

Cuando tomamos una decisión, naturalmente tendemos a dedicar nuestro tiempo a una serie de preguntas anteriores, pasar a una segunda serie, y así sucesivamente. De hecho, prueba este experimento. Sin mirar estas preguntas con anticipación, piensa en una decisión que debas tomar. Tómate una hora para reflexionar sobre ello. Lo que descubrirás es que normalmente pasarás 30 minutos yendo en círculos sobre una serie de preguntas, 15 minutos sobre una segunda serie, 10 minutos y 5 minutos sobre las dos últimas series, respectivamente. Mi orden típico es II, III, IV, I. ​​El de mi esposa es I, IV, III, II. ¡Potente complemento!

Supongamos que, cuando dialogamos con Dios con respecto a nuestra comprensión de Sus metas para nosotros, en lugar de limitar las preguntas que hacemos, le hiciéramos todas estas preguntas. Supongamos que también nos hiciéramos estas preguntas. Supongamos que dialogamos con los miembros de nuestro equipo para ver cómo Dios podría hablarles sobre las respuestas a estas preguntas. ¿Cómo cambiaría nuestro proceso de establecimiento de metas? ¿Cómo mejorarían nuestras metas?

Peering into 2022 – Goal-setting and Bounded Reality

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

As we peer into 2022 (Yes – I did say 2022. It is not an error), what kind of goals would God have us establish for 2021 in order for us to reach where He desires us to be entering 2022? Think with me about the men of Issachar. To make wise plans and set wise goals, like them, we, too, must understand the times and the seasons in which we live. But how?

Immediately, we are faced with a major roadblock. It is known as “Bounded Rationality”. Bounded rationality simply means that people make quite reasonable decisions based on the information they have. Our problem, however, is that we don’t have perfect information. How many saw Covid-19 coming? How many saw lockdowns coming? How many envisioned the world’s economy tanking? Information coming to us is incomplete, delayed, so our responses are also delayed. We react. We under-react or over-react.

Decision-makers (goal-setters) can’t respond to information they don’t have, can’t respond accurately to information that is inaccurate, and can’t respond in a timely manner to information that is late.

Within the bounds of what a leader in one part of a cell system can see and know, their behavior is reasonable. Removing one leader and putting in another is not likely to make a difference. Blaming individuals rarely creates a more desirable outcome. But, how often we blame others for not achieving our goals.

Change comes from stepping outside the limited information that can be seen from any single place in our system and getting an overview. From this wider perspective, information flows, goals can be restructured, and bounded rational actions will add up to the results that everyone wants.

So, how do we step out to gain a larger perspective and overview? As I read the Scriptures, I am amazed at the multitude of questions asked of God!

  • Gen. 18:23 Then Abraham drew near and said, “Will you indeed sweep away the righteous with the wicked?”  (Direct)
  • 2 Sam. 7:18 Then King David went in and sat before the LORD and said, “Who am I, O Lord GOD, and what is my house, that you have brought me thus far? (Open)
  • Hab. 1:1-3; 4-11 (Ownership)
  • Ex 4:1 “What if they will not believe me, or listen to what I say? For they may say, ‘The Lord has not appeared to you’”. (Revealing)

Goals are our direction-setters, the definers of discrepancies that demand action, the indicators of compliance, failure, or success. If our goal is defined badly, if it doesn’t measure what it’s supposed to measure, it can’t possibly produce a desirable effect.

When setting goals, even if we are asking God questions, we too often ask the wrong questions. By not asking the right questions, we continually set the wrong goals. We set goals around what is easily measured, rather than around what is important.

Tomorrow – How to ask the right questions, make the right decisions, to set the right goals.

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Portuguese blog:

Esquadrinhando 2022 – Definição de metas e realidade limitada

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Enquanto nós examinamos 2022 (Sim – eu disse 2022. Não é um erro), que tipo de metas Deus deseja que estabeleçamos para 2021 a fim de alcançarmos onde Ele deseja que nós entremos em 2022? Pense comigo sobre os homens de Issacar. Para fazer planos e metas sábios como eles, nós também devemos entender os tempos e as estações em que vivemos. Mas como?

Imediatamente, nós nos deparamos com um grande obstáculo. É conhecido como “Racionalidade Limitada”. Racionalidade limitada significa simplesmente que as pessoas tomam decisões bastante razoáveis com base nas informações de que dispõem. Nosso problema, no entanto, é que não temos informações perfeitas. Quantos viram o Covid-19 chegando? Quantos vimos bloqueios chegando? Quantos imaginaram a economia mundial afundando? As informações que chegam até nós são incompletas, atrasadas, então nossas respostas também demoram. Nós reagimos. Nós reagimos de forma insuficiente ou exagerada.

Os tomadores de decisão (definidores de metas) não podem responder às informações que não possuem, não podem responder com precisão às informações que são imprecisas e não podem responder em tempo hábil a informações que estão atrasadas.

Dentro dos limites que um líder de uma parte do sistema celular pode ver e saber, seu comportamento é razoável. Remover um líder e colocar outro provavelmente não fará diferença. Culpar os indivíduos raramente cria um resultado mais desejável. Mas, quantas vezes nós culpamos os outros por não alcançarmos nossos objetivos.

A mudança vem saindo das informações limitadas que podem ser vistas em qualquer lugar do nosso sistema e obtendo uma visão geral. A partir dessa perspectiva mais ampla, fluxos de informações, objetivos podem ser reestruturados e ações racionais limitadas irão somar aos resultados que todos desejam.

Então, como saímos para obter uma perspectiva mais ampla e visão geral? Ao ler as Escrituras, eu fico surpreso com a multidão de perguntas feitas a Deus!

  • Gn 18:23 Então Abraão se aproximou e disse: “Você realmente varrerá o justo com o ímpio?” (Direto)
  • 2 Sm. 7:18 Então o Rei Davi entrou, sentou-se perante o Senhor e disse: “Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, que me trouxeste até agora? (Abrir)
  • Hc. 1:1-3; 4-11 (propriedade)
  • Êx 4:1 “E se eles não acreditarem em mim, ou ouvirem o que eu digo? Pois eles podem dizer: ‘O Senhor não te apareceu’”. (Revelando)


Os objetivos são os nossos definidores de direção, os definidores das discrepâncias que exigem ação, os indicadores de conformidade, fracasso ou sucesso. Se o nosso objetivo está mal definido, se não mede o que deveria medir, não pode produzir um efeito desejável.

Ao estabelecer metas, mesmo quando fazemos perguntas a Deus, muitas vezes fazemos as perguntas erradas. Por não fazer as perguntas certas, definimos continuamente as metas erradas. Definimos metas em torno do que é facilmente medido, em vez do que é importante.

Amanhã – Como fazer as perguntas certas, tomar as decisões certas e definir as metas certas.

Spanish blog:

Mirando hacia el 2022: establecimiento de objetivos y realidad conocida

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Mientras miramos al 2022 (Sí, dije 2022, no es un error), ¿qué tipo de metas quiere Dios que establezcamos para el 2021 a fin de que lleguemos a donde Él desea que entremos en el 2022? Piensa conmigo en los hombres de Isacar. Para hacer planes sabios y fijar metas sabias, como ellos, también nosotros debemos entender los tiempos y las estaciones en las que vivimos. ¿Pero cómo hacemos eso?

Inmediatamente, nos enfrentamos a un gran obstáculo. Se conoce como “Racionalidad limitada”. La racionalidad limitada simplemente significa que las personas toman decisiones bastante razonables basadas en la información que tienen. Nuestro problema, sin embargo, es que no tenemos la información perfecta. ¿Cuántos vieron venir el Covid-19? ¿Cuántos cuarentenas se vieron venir? ¿Cuántos imaginaban que la economía mundial se hundiría? La información que nos llega está incompleta, demorada, por lo que nuestras respuestas también se demoran y nosotros reaccionamos. Reaccionamos de forma insuficiente o exagerada.

Los responsables de la toma de decisiones (quienes establecen objetivos) no pueden responder a la información que no tienen, no pueden responder con precisión a la información que es inexacta y no pueden responder de manera oportuna a la información que llega tarde.

Dentro de los límites de lo que un líder en una parte de un sistema celular puede ver y saber, su comportamiento es razonable. No es probable que la eliminación de un líder y la colocación de otro marque la diferencia. Culpar a las personas rara vez crea un resultado más deseable. Pero, ¿con qué frecuencia culpamos a los demás por no lograr nuestras metas?

El cambio proviene de salir de la información limitada que se puede ver desde cualquier lugar de nuestro sistema y obtener una descripción general. Desde esta perspectiva más amplia, los flujos de información, los objetivos se pueden reestructurar y las acciones racionales limitadas se sumarán a los resultados que todos desean.

Entonces, ¿cómo salimos para obtener una perspectiva y una visión general más amplias? Mientras leo las Escrituras, ¡me asombra la multitud de preguntas que hacen de Dios!

  • Génesis 18:23 Entonces Abraham se acercó y dijo: “¿Verdaderamente barrerás al justo con el impío?” (Directa)
  • 2 Sam. 7:18 Entonces entró el rey David y se sentó delante del SEÑOR y dijo: Señor DIOS, ¿quién soy yo, y qué es mi casa para que me hayas traído hasta aquí? (Abierta)
  • Hab. 1: 1-3; 4-11 (propiedad)
  • Éxodo 4: 1 “¿Y si no me creen ni escuchan lo que digo? Porque pueden decir: ‘El Señor no se te ha aparecido’ ”. (Revelación)

Los objetivos son nuestras marcas de dirección, los que definen las discrepancias que exigen acción, los indicadores de cumplimiento, fracaso o éxito. Si nuestro objetivo está mal definido, si no mide lo que se supone que debe medir, no es posible que produzca un efecto deseable.

Al establecer metas, incluso si le hacemos preguntas a Dios, con demasiada frecuencia hacemos las preguntas equivocadas. Al no hacer las preguntas correctas, continuamente establecemos las metas equivocadas. Fijamos metas en torno a lo que se mide fácilmente, en lugar de lo que es importante.

Mañana: cómo hacer las preguntas correctas, tomar las decisiones correctas, establecer los objetivos correctos. 

Great-Great-Grandchildren

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

While the saying is true, “God does not have grandchildren!”, not so with us. I found being a Father both exhausting and energizing. I find being a grandfather more on the energizing side. What a joy it is to see my children exceed my accomplishments. I find my children passing on to the next generation what they have learned from me and their mother. I also look with a bit of awe at the early accomplishments of my grandchildren, now 24,23,23,22,18 and 12, especially the 24 and 18-year-old, my granddaughter and grandson, respectively. What we have passed on to our sons, they have passed on to their children. My granddaughter is in ministry, and recently married a worship leader. Who knows, perhaps being a great-grandfather is not a too distant reality.

Discipleship through the cell is much like investing in children, and ultimately seeing your grandchildren and great-grandchildren. I have been involved in cell ministry since the early 80’s, and small groups before that. I have found the element of equipping, what we call discipleship, to be a vital and integral aspect of cell life.  What a joy to disciple spiritual children through cell. To see them grow and their lives change. To train some who then become cell leaders and cell coaches. To invest in others who become pastors, or marketplace leaders. It is at the same time exhausting and often sorrowful, yet energizing, encouraging, and motivating.

Who would have thought that young believers God called me to equip and disciple through cell life would themselves impact and pass on to others who would impact nations? How can our passion for Jesus not be stirred, as we personally equip cell members, cell leaders, and coaches, and see the fruit of our labors generationally?

Perhaps you are just beginning this journey. You are involved in cell discipleship, trying to be faithful in equipping another, trying to be faithful to your church’s equipping track, trying not to get discouraged week by week as your peer or disciple falls a bit short of your expectations. You wonder, “What’s the use? Will this ever make a difference?”

I often wondered that as a parent. “Will they ever ‘get it’?” I can look back after 49 years of marriage, 4 children and 6 grandchildren later, and say, “Yes. They finally did ‘get it’! It was worth the pain and struggle. I can look back at 50 years of ministry, at believers I discipled who have passed on what they learned to the following generations. It was worth the cost.

For the joy that is set before you, I encourage you to become and remain actively involved in equipping through the cell, in cell discipleship. The farther you travel, the more motivation you will have. Sure, there will always be those who fall away, with whom you feel like you wasted your time and investment. But, even then, you do not know the impact you have made on their lives. The final score is not yet in!

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Portuguese blog:

Pentanetos

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Enquanto o ditado é verdade, “Deus não tem netos!”, não é verdade sobre nós. Eu descobri que ser um Pai é tanto exaustivo como revigorador. Eu descobri que um avô é mais do lado revigorador. Que alegria é poder ver meus filhos irem além das minhas conquistas. Eu vejo meus filhos passando para a próxima geração o que eles têm aprendido de mim e de sua mãe. Eu vejo também com certa admiração as primeiras conquistas  dos meus netos, hoje com 24,23,23,22,18 e 12, especialmente a de 24 e do de 18 anos de idade, minha neto e meu neto, respectivamente. O que nós tínhamos passado para nossos filhos, eles passaram para seus filhos. Minha neta está no ministério e recentemente casou-se com um líder de louvor. Quem sabe, talvez me tornar um bisavô não seja uma realidade tão distante assim.

Discipulado através das células é muito parecido com investir em filhos, e em última instância ver seus netos e bisnetos. Eu tenho me envolvido no ministério em célula desde o início dos anos 80, e com grupos pequenos antes disso. Eu tenho visto que o elemento de treinamento, que chamamos de discipulado, é um aspecto vital e integral na vida da célula. Que alegria é discipular filhos espirituais através da célula. Vê-los crescer e mudarem suas vidas. Treinar alguns que se tornar líderes de célula e supervisores de célula. Investir em outros que se tornam pastores, ou líderes no mercado de trabalho. É ao mesmo tempo exaustivo e frequentemente doloroso, ainda assim, revigorante, encorajador e motivador.

Quem poderia pensar que jovens crentes que Deus chamou para treinar e discipular através da vida da célula impactariam e passariam adiante eles mesmos, na vida de outros que impactariam nações? Como pode nossa paixão por Jesus não ser impactada, enquanto nós pessoalmente treinamos membros da célula, líderes de células e supervisores, ao ver o fruto do nosso trabalho de maneira geracional?

Talvez você esteja apenas começando nessa jornada. Você está envolvido em discipulado da célula, tentando ser fiel no treinamento uns dos outros, tentando ser fiel ao trilho de treinamento da sua igreja, tentando não se tornar desencorajado, semana após semana quando seu companheiro ou discípulo não alcança o esperado de suas expectativas. Você se pergunta, “Qual o propósito? Será que fará alguma diferença?”

Eu frequentemente me perguntava isso enquanto pai. “Será que eles vão um dia ‘entender’?”  Eu posso olhar para trás depois de 49 anos de casamento, 4 filhos e 6 netos, e dizer, “Sim. Eles finalmente ‘entenderam’! Valeu a pena a dor e a luta. Eu posso olhar para trás nos 50 anos de ministério, e ver os crentes que eu discipulei que passaram adiante o que eles aprenderam aos das gerações seguintes. Valeu todo o esforço.

Pela alegria que está preparada para você, eu o encorajo a se tornar e permanecer envolvido ativamente no treinamento através da célula, no discipulado da célula. Quanto mais longe você for, mais motivação você terá. Claro, haverá sempre aqueles que abandonarão cujos quais você sentirá que perdeu tempo e investimento. Porém, mesmo assim, você não saberá o impacto que você teve nas vidas deles.

O placar final ainda não foi definido!

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Bisnietos

Por el Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Si bien el dicho es cierto, “¡Dios no tiene nietos!”, No es así con nosotros. Descubrí que ser padre es a la vez agotador y energizante, pero también descubrí que ser abuelo tiene más energía. Qué alegría es ver a mis hijos superar mis logros. Veo a mis hijos transmitir a la siguiente generación lo que han aprendido de mí y de su madre. También miro con un poco de asombro los primeros logros de mis nietos, ahora de 24, 23, 23, 22, 18 y 12, especialmente los de 24 y 18 años, mi nieta y mi nieto, respectivamente. Lo que hemos transmitido a nuestros hijos, ellos lo han transmitido a sus hijos. Mi nieta está en el ministerio y recientemente se casó con un líder de adoración. Quién sabe, quizás ser bisabuelo no sea una realidad demasiado lejana.

El discipulado a través de la célula es muy parecido a invertir en los hijos y, en última instancia, poder ver a tus nietos y bisnietos. He estado involucrado en el ministerio celular desde principios de los 80, y con grupos pequeños antes de eso. He descubierto que el elemento de equipar, lo que llamamos discipulado, es un aspecto vital e integral de la vida celular. Qué gozo discipular a niños espirituales a través de la célula; verlos crecer y cambiar sus vidas. Formar a algunos que luego se conviertan en líderes celulares y supervisores celulares. Poder invertir en otros que luego se conviertan en pastores o líderes, es al mismo tiempo agotador y, a menudo, doloroso, pero energizante, alentador y motivador.

¿Quién hubiera pensado que los jóvenes creyentes que Dios me llamó a equipar y discipular a través de la vida celular impactarían y transmitirían a otros que impactarían a las naciones? ¿Cómo es posible que nuestra pasión por Jesús no se conmueva si equipamos personalmente a los miembros de la célula, los líderes de la célula y los supervisores y vemos el fruto de nuestro trabajo generacionalmente?

Quizás estés comenzando este viaje. Tu estás involucrado en el discipulado celular, tratando de ser fiel en equipar a otro, tratando de ser fiel al camino de equipamiento de tu iglesia, tratando de no desanimarte semana tras semana cuando tu compañero o discípulo se queda un poco por debajo de tus expectativas. Te preguntas, “¿De qué sirve? ¿Hará esto alguna vez una diferencia? “

A menudo me preguntaba eso como padre. “¿Lo lograrán en algún momento?” Puedo mirar hacia atrás después de 49 años de matrimonio, 4 hijos y 6 nietos más tarde, y decir: “Sí. ¡Finalmente lo lograron! Valió la pena el dolor y la lucha. Puedo mirar hacia atrás a 50 años de ministerio, a los creyentes que discipulé y que han transmitido lo que aprendieron a las generaciones siguientes. Valió la pena el costo.

Para el gozo que se les presenta, los animo a participar y permanecer activamente involucrados en equipar a través de la célula, en el discipulado celular. Cuanto más viajes, más motivación tendrás. Claro, siempre habrá quienes se aparten, con quienes sientas que perdiste tu tiempo e inversión. Pero, incluso entonces, no sabes el impacto que has tenido en sus vidas. ¡La puntuación final aún no ha llegado!

Preserving the Unity in the Bond of Peace

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

As the church, the cell is to be “diligent to preserve the unity of the Spirit in the bond of peace”.

We cannot preserve unity, if we are not personally vested in cell; not just the concept of cell, but actual participation in cell. I freely admit that this necessity of interdependence cuts at the heart of my desire for independence. I am, by nature, a loner, and not a team player. I would rather observe an activity from the outside, than involve myself as a participant. Yet, unity demands my active participation. MAXIMIZERS once challenged me with a definition of UNITY that forever changed my perspective.

To preserve Unity demands I Uplift my fellow cell members. Words of affirmation do not come naturally for me – critical thinking and flaw finding does. I must proactively think about uplifting, affirming, and encouraging another. How easy is it for you to Uplift your fellow cell members?

To preserve uNity means I recognize I Need the other members of my cell. I am a pretty self-sufficient individual. I naturally exude self-sufficiency. Yet, I need the other cell members in my life. What they contribute enhances my growth and maturity. That which every part supplies builds me up as part of the Body. Contrary to my natural thinking, I am not sufficient in and of myself! Are you? I think not. How can we demonstrate to our cell members that we really need them?

To preserve unIty we must become Intimate, catalyzing authenticity and transparency. Too many cell members are either superficial or closed. We fear taking the risk of sharing the intimate needs and pains and hurts of our heart. Why? Because the closer our intimacy with another, the more they can wound us. How deep and intimate is your sharing in cell?

To preserve uniTy we must learn to Trust. Trust and Intimacy are like a brother and sister – different, yet from the same family. Trust has been defined as confident belief in someone to do what is right, to deliver what is promised, to be the same every time, whatever the circumstance. My experience growing up taught me “trust no one”.  You ask, “Why in the world should I risk trusting this cell member? How can I be sure I will not be betrayed?” My sentiments exactly! Yet, is it possible we have a difficult time trusting, because we ourselves struggle with being trustworthy? What would cell life be like if each of us chose to trust, and even became worthy of others trusting us?

To preserve unitY we must learn to Yield. Never a truer statement than, “My way is the best way. Why should I yield to them?” How do I know? Because we typically cannot go longer than 30 minutes before we give someone our opinion, or tell others what to do. Offering advice kills cell sharing, as does promoting our opinions or ideas as best. “Be subject to one another.”

How personally involved are you in diligently preserving U.N.I.T.Y. in cell?

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Portuguese blog:

Como a igreja, a célula deve fazer “todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”.

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Nós não podemos preservar a unidade, se nós não estivermos pessoalmente vestindo a camisa da célula; não apenas o conceito da célula, mas participação real na célula. Eu admito livremente que essa necessidade de interdependência corta no cerne do meu desejo de independência. Eu sou, por natureza, um solitário, e não sou de jogar em equipe. Eu prefiro observar uma atividade de longe, do que me envolver como um participante. Ainda assim, unidade demanda minha participação ativa. Uma vez MAXIMIZERS desafiou-me com uma definição de UNIDADE que mudou minha perspectiva para sempre.

Preservar a unidade demanda que eu estimule meu fraterno membro da célula. Palavras de afirmação não vêm naturalmente para mim – pensamento crítico e encontrar falhas sim. Eu preciso pensar proativamente sobre estimular, afirmar e encorajar o outro. Quão facilmente você consegue estimular seu fraterno membro de célula?

Preservar a unidade significa que tenho que reconhecer a necessidade do outro membro da minha célula.  Eu sou um indivíduo bastante autossuficiente. Eu naturalmente destilo autossuficiência. Ainda assim, eu necessito dos outros membros da célula em minha vida. A contribuição deles melhoram meu crescimento e maturidade. Cujo cada parte supri crescimento em mim como parte do Corpo. Contrário ao meu pensamento natural, eu não sou suficiente em mim mesmo! E você? Eu acho que não. Como nós podemos demonstrar aos membros das nossas células que nós realmente precisamos deles?

Preservar a unidade nós temos que nos tornar íntimos, catalisando autenticidade e transparência. Muitos membros de célula são ou superficiais ou fechados. Nós tememos assumir riscos de compartilhar as necessidades, dores e machucados íntimos do nosso coração. Por que? Porque quanto mais íntimos uns dos outros, mais eles podem nos machucar. Quão profundo e íntimo é o seu compartilhamento na célula?

Para preservar a unidade nós precisamos aprender a confiar. Confiança e Intimidade são como irmão e irmã – diferentes, mas ainda assim a mesma família. Confiança tem sido definido como a crença confiante em alguém para fazer o que é certo, entregar o que foi prometido, ser o mesmo em todo o tempo, seja qual for a circunstância. Minha experiência de vida me ensinou a “confiar em ninguém”. Você pergunta, “Por que cargas d’água eu deveria me arriscar em confiar nos membros dessa célula? Como eu posso ter certeza que eu não serei traído?” Exatamente meus sentimentos! Ainda assim, é possível que nós tenhamos grande dificuldade em confiar, porque nós mesmos não somos dignos de confiança? Como seria a vida na célula se cada um de nós escolhesse confiar, e até mesmo nos tornamos dignos de outros confiarem em nós?

Para preservar a unidade nós precisamos aprender a consentir. Nunca foi tão verdadeiro, “Meu jeito é o melhor meio. Por que eu deveria consentir com outros?” Como eu sei? Porque nós tipicamente não podemos passar mais de 30 minutos sem dar nossa opinião a alguém, ou dizê-los o que fazer. Oferecer conselhos mata o compartilhar da célula, assim como promover nossas opiniões ou ideias como melhores. “Sujeitem-se uns aos outros.”

Quão pessoalmente você está envolvido em diligentemente preservar a UNIDADE na célula? 

Spanish blog:

Como iglesia, la célula debe ser “diligente para preservar la unidad del Espíritu en el vínculo de la paz”.

Por Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

No podemos preservar la unidad, si no estamos personalmente investidos en la célula; no solo el concepto de célula, sino la participación real en la célula. Admito libremente que esta necesidad de interdependencia está en el corazón de mi deseo de independencia. Soy, por naturaleza, un solitario y no un jugador de equipo. Prefiero observar una actividad desde el exterior, que involucrarme como participante. Sin embargo, la unidad exige mi participación activa. Maximizadores una vez me desafió con una definición de UNIDAD que cambió para siempre mi perspectiva.

Para preservar la unidad, se me exige que Yo anime a mis compañeros de célula. Las palabras de afirmación no son algo natural para mí, el pensamiento crítico y la búsqueda de fallas sí. Debo pensar de manera proactiva en elevar, afirmar y alentar a los demás. ¿Qué tan fácil es para ti inspirar a tus hermanos en la célula?

Preservar la unidad significa que reconozco que necesito a los demás miembros de mi célula. Soy una persona bastante autosuficiente. De manera natural muestro utosuficiencia. Sin embargo, necesito a los otros miembros de la célula en mi vida. Lo que aportan mejora mi crecimiento y madurez. Aquello que me proporciona cada parte me edifica como parte del Cuerpo. Al contrario de mi pensamiento natural, ¡no soy suficiente por mí mismo! ¿Lo eres tú? Yo creo que no. ¿Cómo podemos demostrarles a nuestros miembros celulares que realmente los necesitamos?

Para preservar la unidad debemos volvernos íntimos, catalizando autenticidad y transparencia. Demasiados miembros de la célula son superficiales o cerrados. Tememos correr el riesgo de compartir las necesidades íntimas y los dolores y heridas de nuestro corazón. ¿Por qué? Porque cuanto más cercana es nuestra intimidad con otro, más nos pueden herir. ¿Qué tan profundo e íntimo es tu compartir en la célula?

Para preservar la unidad debemos aprender a confiar. La confianza y la intimidad son como un hermano y una hermana: diferentes, pero de la misma familia. La confianza se ha definido como la relación en que alguien hará lo correcto, que cumplirá lo prometido, que será el mismo en todo momento, sea cual sea la circunstancia. Mi experiencia al crecer me enseñó a “no confiar en nadie”. Tu te preguntas: “¿Por qué razón debería arriesgarme a confiar en este miembro de la célula? ¿Cómo puedo estar seguro de que no me traicionarán? ¡Exactamente esos eran mis sentimientos! Sin embargo, ¿es posible que tengamos dificultades para confiar, porque nosotros mismos luchamos por ser dignos de confianza? ¿Cómo sería la vida celular si cada uno de nosotros eligiera confiar e incluso se volviera digno de que otros confiaran en nosotros?

Para preservar la unidad debemos aprender a ceder. Una declaración muy trillada es “Mi camino es el mejor camino. ¿Por qué debería ceder ante ellos? ¿Cómo puedo saber?” Porque normalmente no podemos pasar más de 30 minutos antes de dar nuestra opinión a alguien o decirle a otros qué hacer. Ofrecer consejos mata el intercambio celular, al igual que promover nuestras opiniones o hacer parecer nuestras ideas como las mejores. “Estar sujetos los unos a los otros”.

¿Qué tan  involucrado personalmente estás en la preservación diligente de LA UNIDAD en la célula?

Never Let a Good Crisis Go to Waste

By Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com

Sir Winston Churchill is credited with first saying, “Never let a good crisis go to waste.” He said it in the mid-1940s as we were approaching the end of World War ll. This expression is now commonly applied to economic or diplomatic crises that can be exploited to advance political agendas. The US Government followed this maxim following 9/11, when it began to curtail political freedoms. Governments around the world are using it now with COVID-19 to further their ends.

The Church, however, seems never to capitalize on a good crisis. I am a product of the Jesus Movement of the 1960’s, and the move of the Holy Spirit among Jews. In the midst of the Viet Nam war and political upheaval, 1000s of us were birthed into the Kingdom. Yet, for whatever reason, the churches did not embrace us, and much of the harvest was never conserved. The two Sundays following 9/11 saw a record increase in church attendance. Churches did very little, and attendance and faith plummeted within the month. Both times, the Church let a good crisis go to waste. The same pattern appears true with the Rwandese genocide and the political upheaval in Kenya following the 2007 elections.

Crises today swirl around the church. We have a worldwide COVID-19 crisis. East Africa has recently been ravaged by billions of locusts, one swarm alone 37mi long by 25mi wide. Wave two is expected to be 20x larger, leaving devastation and famine. Will we let these crises go to waste also?

People are gripped with fear. Our God has said, “Do not fear, for I am with you”. People are panicked. Our God has said, “My peace I give to you.” People are devoid of hope. Our God is the “God of hope”. These are not platitudes to mouth to those who are desperate. God forbid! These are realities we are to model in our own day-to-day lives, manifesting His Life in the midst of crises, even in the midst of physical isolation. How? He alone can show us. But, if we do not shine His light now in the darkness around us, the darkness will only grow darker.

The ministering purpose of Christ is not for the cell, but the world. This is a time for the church to speak prophetically to those in the darkness around us. Yes, prophecy is given for consolation, and comfort, and encouragement. God knows we need these! But God also raises up those who can speak prophetically to nations, and call cities and nations to repentance, not because God has caused these crises, but because He reigns supreme above them. God calls upon His people to humble themselves, pray and seek His face. He can heal our lands.

In whatever crisis the Church finds herself, it is never about the crisis. It is about how we are to engage God in the midst of crisis. How will you engage Him in these crises? Never let a good crisis go to waste!

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Nunca desperdice uma boa crise

Pelo Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

Sir Winston Churchill é creditado com o primeiro ditado: “Nunca disperdice uma boa crise”. Ele disse isso em meados da década de 1940, quando estávamos nos aproximando do final da Segunda Guerra Mundial. Essa expressão agora é comumente aplicada a crises econômicas ou diplomáticas que podem ser exploradas para promover agendas políticas. O governo dos EUA seguiu essa máxima após o 11 de setembro, quando começou a reduzir as liberdades políticas. Governos de todo o mundo estão usando agora com o COVID-19 para promover seus fins.

A Igreja, no entanto, parece nunca capitalizar uma boa crise. Eu sou um produto do movimento de Jesus da década de 1960, e o movimento do Espírito Santo entre os judeus. No meio da guerra do Vietnã e da revolta política, milhares de nós nasceram no Reino. Contudo, por qualquer motivo, as igrejas não nos abraçaram e grande parte da colheita nunca foi conservada. Os dois domingos seguintes ao 11 de setembro viram um aumento recorde na freqüência à igreja. As igrejas fizeram muito pouco, e a assistência e a fé despencaram dentro de um mês. Nas duas vezes, a Igreja desperdiçou uma boa crise. O mesmo padrão parece verdadeiro com o genocídio de Ruanda e a revolta política no Quênia após as eleições de 2007.

Hoje as crises cercam em torno da igreja. Temos uma crise mundial de COVID-19. A África Oriental foi recentemente devastada por bilhões de gafanhotos, um enxame sozinho a 37 milhões de comprimento por 25 milhões de largura. A onda dois deve ser 20 vezes maior, deixando devastação e fome. Vamos deixar que essas crises também sejam desperdiçadas?

As pessoas são dominadas pelo medo. Nosso Deus disse: “Não temas, porque eu estou contigo”. As pessoas estão em pânico. Nosso Deus disse: “Minha paz vos dou.” As pessoas são desprovidas de esperança. Nosso Deus é o “Deus da esperança”. Estes não são banalidades de boca para aqueles que estão desesperados. Deus não permita! Essas são realidades que devemos modelar em nossas próprias vidas cotidianas, manifestando Sua Vida no meio de crises, mesmo no meio do isolamento físico. Como? Ele sozinho pode nos mostrar. Mas, se não brilharmos Sua luz agora nas trevas que nos rodeiam, as trevas só se tornarão mais escuras.

O propósito ministerial de Cristo não é para a célula, mas para o mundo. Este é um momento para a igreja falar profeticamente àqueles nas trevas ao nosso redor. Sim, profecia é dada para consolo, conforto e encorajamento. Deus sabe que precisamos disso! Mas Deus também levanta aqueles que podem falar profeticamente às nações e chamar cidades e nações ao arrependimento, não porque Deus causou essas crises, mas porque Ele reina supremo acima delas. Deus apela ao Seu povo para se humilhar, orar e buscar o Seu rosto. Ele pode curar nossas terras.

Em qualquer crise que a Igreja se encontre, nunca se trata da crise. É sobre como devemos envolver Deus no meio da crise. Como você o envolverá nessas crises? Nunca deixe uma boa crise desperdiçar!

Spanish blog:

Nunca dejes que una buena crisis se desperdicie

Por el Dr. Les Brickman, www.strategiccell.com.

A Sir Winston Churchill se le atribuye haber dicho por primera vez: “Nunca dejes que se desperdicie una buena crisis”. Lo dijo a mediados de la década de 1940 cuando nos acercamos al final de la Segunda Guerra Mundial. Esta expresión ahora se aplica comúnmente a las crisis económicas o diplomáticas que pueden ser explotadas para avanzar en las agendas políticas. El gobierno de los Estados Unidos siguió esta máxima después del 11 de septiembre, cuando comenzó a reducir las libertades políticas. Los gobiernos de todo el mundo lo están utilizando ahora con COVID-19 para promover sus fines.

La Iglesia, sin embargo, parece nunca capitalizar una buena crisis. Soy producto del movimiento de Jesús de los años sesenta y del movimiento del Espíritu Santo entre los judíos. En medio de la guerra de Vietnam y la agitación política, miles de nosotros nacimos en el Reino. Sin embargo, por alguna razón, las iglesias no nos abrazaron, y gran parte de la cosecha nunca fue conservada. Los dos domingos posteriores al 11 de septiembre vieron un aumento récord en la asistencia a la iglesia. Las iglesias hicieron muy poco, y la asistencia y la fe se desplomaron en un mes. En ambas ocasiones, la Iglesia dejó pasar una buena crisis. El mismo patrón parece haber ocurrido con el genocidio ruandés y la agitación política en Kenia después de las elecciones de 2007.

Las crisis hoy arremolinan alrededor de la iglesia. Tenemos una crisis mundial de COVID-19. África oriental ha sido devastada recientemente por miles de millones de langostas, un enjambre solo de 37 millas de largo por 25 millas de ancho. Se espera que la ola dos sea 20 veces más grande, dejando devastación y hambruna. ¿Dejaremos que estas crisis se desperdicien también?

Las personas están atrapadas por el miedo. Nuestro Dios dice: “No temas, porque yo estoy contigo”; la gente está en pánico, nuestro Dios dice: “Mi paz te doy”; las personas carecen de esperanza, nuestro Dios es el “Dios de la esperanza”. Estos no son lugares comunes para aquellos que están desesperados. ¡Dios no lo quiera! Estas son realidades que debemos modelar en nuestra propia vida cotidiana, manifestando Su vida en medio de crisis, incluso en medio del aislamiento físico. ¿Cómo? Él solo nos puede mostrar. Pero, si no brillamos con Su luz ahora en la oscuridad que nos rodea, la oscuridad será más negra. 

El propósito ministrante de Cristo no es para la célula, sino para el mundo. Este es un momento para que la iglesia hable proféticamente a aquellos en la oscuridad que nos rodea. Sí, la profecía se da para ayudar, consolar y alentar. ¡Dios sabe que necesitamos de ellos! Pero Dios también levanta a aquellos que pueden hablar proféticamente a las naciones, y llamar a las ciudades y a las naciones al arrepentimiento, no porque Dios haya causado estas crisis, sino porque Él reina por encima de ellas. Dios llama a su pueblo a humillarse, orar y buscar su rostro. Él puede sanar nuestras tierras.

En cualquier crisis que se encuentre la Iglesia, nunca se trata de la crisis. Se trata de cómo debemos involucrar a Dios en medio de la crisis. ¿Cómo lo involucrarás en estas crisis? ¡Nunca dejes que una buena crisis se desperdicie!