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The most broken commandment?

By Steve Cordle, https://xr.church/

Even most unbelievers agree that the 10 Commandments are important to follow. And yet, there is one command that is routinely broken by most people, whether they be Christ-followers, atheists, pastors, students, or parents; that is, the command to observe the Sabbath.

One day off per week benefits our physical, emotional, and spiritual health.

However, taking a day off from work – even God’s work – might seem like luxury or laziness to us. It must have seemed that way to the Jews who had emerged out of slavery in Egypt. Slaves don’t get days off. Now that the Jews were free, God commanded them to act like it.

Observing a Sabbath is also an expression of trust. When we choose not to work, we are reminding ourselves that we are not the source of life. We are expressing confidence that the Lord will take care of whatever we are leaving undone out of obedience to him.

It is actually quite enjoyable to obey God’s command to take a Sabbath. And you are allowed to enjoy spending time with friends and family! It is a holy thing to have fun and to rest on the Sabbath. If we cannot, it is possible that we have an addiction to work and see ourselves only in terms of what we do. But God reminds us that we are beloved sons and daughters of his, and therefore we can rest.

Burnout is not a sign of devotion; it might be a sign of unbelief. Let us rest in the powerful provision of our Lord. 

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Portuguese blog:

O mandamento mais quebrado?

Por Steve Cordle, https://xr.church/

Mesmo a maioria dos incrédulos concorda que os 10 Mandamentos são importantes para serem seguidos. E, no entanto, há um mandamento que é rotineiramente quebrado pela maioria das pessoas, sejam eles seguidores de Cristo, ateus, pastores, estudantes ou pais; isto é, a ordem de observar o sábado.

Um dia de folga por semana beneficia nossa saúde física, emocional e espiritual.

No entanto, tirar um dia de folga do trabalho – até mesmo da obra de Deus – pode parecer luxo ou preguiça para nós. Deve ter sido assim para os judeus que saíram da escravidão no Egito. Os escravos não têm dias de folga. Agora que os judeus estavam livres, Deus ordenou que eles agissem com tais.

Observar o sábado também é uma expressão de confiança. Quando optamos por não trabalhar, estamos nos lembrando de que não somos a fonte da vida. Estamos expressando confiança de que o Senhor cuidará de tudo o que estamos deixando de fazer por obediência a ele.

Na verdade, é muito agradável obedecer ao mandamento de Deus de tirar um sábado. E você tem permissão para passar o tempo com amigos e familiares! É uma coisa sagrada se divertir e descansar no sábado. Se não pudermos, é possível que tenhamos um vício em trabalhar e nos vejamos apenas em termos do que fazemos. Mas Deus nos lembra que somos filhos e filhas amados dele e, portanto, podemos descansar.

Burnout não é sinal de devoção; pode ser um sinal de incredulidade. Vamos descansar na poderosa provisão de nosso Senhor.

Spanish blog:

¿El mandamiento más quebrantado?

Por Steve Cordle, https://xr.church/

Incluso la mayoría de los incrédulos están de acuerdo en que es importante seguir los 10 Mandamientos. Y, sin embargo, hay un mandamiento que la mayoría de las personas quebranta rutinariamente, ya sean seguidores de Cristo, ateos, pastores, estudiantes o padres; es decir, el mandato de observar el sábado.

Un día libre a la semana beneficia nuestra salud física, emocional y espiritual.

Sin embargo, tomarse un día libre del trabajo, incluso el trabajo de Dios, puede parecernos un lujo o una pereza. Debe haberles parecido así a los judíos que habían salido de la esclavitud en Egipto. Los esclavos no tienen días libres. Ahora que los judíos eran libres, Dios les ordenó que actuaran como tal.

Observar un sábado también es una expresión de confianza. Cuando elegimos no trabajar, nos recordamos a nosotros mismos que no somos la fuente de la vida. Estamos expresando confianza en que el Señor se encargará de todo lo que estemos dejando de hacer por obediencia a él.

De hecho, es bastante agradable obedecer el mandato de Dios de tomar un sábado. ¡Y se le permite disfrutar de pasar tiempo con amigos y familiares! Es una cosa santa divertirse y descansar en sábado. Si no podemos, es posible que tengamos una adicción al trabajo y nos veamos solo en términos de lo que hacemos. Pero Dios nos recuerda que somos sus amados hijos e hijas, y por lo tanto podemos descansar.

El agotamiento no es un signo de devoción; podría ser una señal de incredulidad. Descansemos en la poderosa provisión de nuestro Señor.

Stop Working

By Joel Comiskey

I like getting things done. I even have a best-selling book on my office bookshelf entitled Getting Things Done.

And yes, getting things done is important. Didn’t Jesus give us the great commission, which basically tells us to get it done? (Matthew 28:18-20)

Most of the JCG blogs, in fact, are about doing, whether we’re talking about evangelism, vision casting, multiplication, or just taking the next step in cell ministry. Yet, all those things require that a cell member, leader, coach, supervisor, or pastor does something. And this requires energy and exertion.

God, however, felt it was necessary to stop getting things done. He stopped his work of creation on the 7th day and chose to rest (Genesis 2:2). Throughout the Bible, God told his people to stop doing regular work (Leviticus 23:21).God even instituted week-long festivals for his people with an important caveat: do not do any regular work.  In the New Testament, Jesus clarifies that  the Sabbath Day was made for our benefit and not a  set of legalistic rules (Mark 2:27). 

Many pastors, members, supervisors, and leaders neglect their rest day to their own peril. I talked to one pastor in Texas who worked incessantly. He slept little, drank coffee all day, never took a day off or vacations, and ate very poorly. He reminded me of a train speeding down a track without a conductor. He was out-of-balance.

Balance means ceasing from thinking about multiplication, cell ministry, supervision, and things to do. It means stopping all regular work in order to rest, seek God, and renew your energy.  How many of us are willing to cease?

When I’m coaching pastors, one of the first things I ask them is whether they are taking a day off. If the answer is negative, I don’t stop there. I come back to the topic of rest on future occasions. My counsel is the same for church members, although clearing out the schedule can be more challenging.

Are you taking one day per week to rest and cease from labor? How about vacations? If not, why not? Do you think that God desires you to be a workhorse all the time? Don’t be one of those leaders who burns out from over-exhaustion.

For the month of June, we will write 15 blogs on the topic of rest. The last week of this month we will not post blogs. If you’d like to receive these blogs in your email inbox, click here. We’ll cover:

  • June 05-11: Scriptural basis for rest, along with the dangers of burn-out. We’ll talk about the Scriptural basis for taking a day off.
  • June 12-18: Finding time to take a day off. Most people are not fulltime in ministry. They have fulltime jobs, family, and so forth. How do cell leaders, cell members, and the rest of the church find time to take a day off in the midst of busy schedules?
  • June 19-26:  Resting in the pastorate. Those who are fulltime or parttime in the pastorate (or even those self-employed) can more easily schedule a  full day off. But many are not doing so? Let’s explore the importance of resting one day and what that looks like.   

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Portuguese blog:

Parar de Trabalhar

Por Joel Comiskey

Eu gosto de fazer as coisas. Eu até tenho um livro best-seller na minha estante do escritório intitulado Getting Things Done (Faça Acontecer – tradução livre).

E sim, fazer acontecer é importante. Jesus nos deu a grande comissão, que basicamente nos diz para fazê-la acontecer, não é? (Mateus 28:18-20)

A maioria dos blogs do JCG, na verdade, é sobre fazer, seja falando sobre evangelismo, projeção de visão, multiplicação ou apenas dando o próximo passo no ministério de células. No entanto, todas essas coisas exigem que um membro da célula, líder, coach, supervisor ou pastor faça algo. E isso requer energia e esforço.

Deus, no entanto, sentiu que era necessário parar de fazer acontecer. Ele parou sua obra de criação no 7º dia e escolheu descansar (Gênesis 2:2). Em toda a Bíblia, Deus disse ao seu povo que parasse de fazer o trabalho regular (Levítico 23:21). Deus até instituiu festivais de uma semana para seu povo com uma ressalva importante: não faça nenhum trabalho regular. No Novo Testamento, Jesus esclarece que o Dia do Senhor foi feito para nosso benefício e não um conjunto de regras legalistas (Marcos 2:27).

Muitos pastores, membros, supervisores e líderes negligenciam seu dia de descanso para seu próprio risco. Conversei com um pastor no Texas que trabalhava incessantemente. Ele dormia pouco, tomava café o dia todo, nunca tirava um dia de folga ou férias e comia muito mal. Ele me fez lembrar de um trem em alta velocidade por um trilho sem condutor. Ele estava desequilibrado.

Equilíbrio significa deixar de pensar em multiplicação, ministério celular, supervisão e coisas a fazer. Significa interromper todo o trabalho regular para descansar, buscar a Deus e renovar suas energias. Quantos de nós estão dispostos a parar?

Quando estou supervisionando pastores, uma das primeiras coisas que pergunto é se eles estão tirando um dia de folga. Se a resposta for negativa, não paro por aí. Volto ao tema do descanso em ocasiões futuras. Meu conselho é o mesmo para os membros da igreja, embora limpar a agenda possa ser mais desafiador.

Você está tirando um dia por semana para descansar e parar o trabalho? Que tal férias? Se não, por que não? Você acha que Deus deseja que você seja um burro de carga o tempo todo? Não seja um daqueles líderes que se esgotam por excesso de exaustão.

Para o mês de junho, escreveremos 15 blogs sobre o tema descanso. Na última semana deste mês não postaremos blogs. Se você deseja receber esses blogs em sua caixa de entrada de e-mail, clique aqui. Cobriremos:

  • 05-11 de junho: Base bíblica para descanso, juntamente com os perigos de esgotamento. Falaremos sobre a base bíblica para tirar um dia de folga.
  • 12 a 18 de junho: encontrar tempo para tirar um dia de folga. A maioria das pessoas não está em tempo integral no ministério. Eles têm empregos em tempo integral, família e assim por diante. Como os líderes de célula, membros de célula e o resto da igreja encontram tempo para tirar um dia de folga em meio a agendas lotadas?
  • 19 a 26 de junho: Descansando no pastorado. Aqueles que estão em tempo integral ou parcial no pastorado (ou mesmo os autônomos) podem agendar mais facilmente um dia inteiro de folga. Mas muitos não estão fazendo isso? Vamos explorar a importância de descansar um dia e com o quê isso se parece.

Spanish blog:

Deja de trabajar

Por Joel Comiskey

Me gusta hacer cosas. Incluso tengo en la estantería de mi despacho un libro récord en ventas titulado Getting Things Done (Finalizando todo)

Y sí, hacer las cosas es importante. ¿No nos dio Jesús la gran comisión, que básicamente nos dice que hagamos las cosas? (Mateo 28:18-20)

La mayoría de los blogs de JCG, de hecho, tratan sobre el hacer, ya sea que estemos hablando de evangelismo, de establecer una visión, de multiplicación, o simplemente de dar el siguiente paso en el ministerio celular. Sin embargo, todas esas cosas requieren que un miembro de la célula, líder, entrenador, supervisor o pastor haga algo. Y esto requiere energía y esfuerzo.

Dios, sin embargo, sintió que era necesario dejar de hacer cosas. Detuvo su trabajo de creación en el séptimo día y eligió descansar (Génesis 2:2). A lo largo de la Biblia, Dios dijo a su pueblo que dejara de hacer el trabajo habitual (Levítico 23:21).  Dios incluso instituyó festivales de una semana para su pueblo con una importante advertencia: no hacer ningún trabajo regular.  En el Nuevo Testamento, Jesús aclara que el día de reposo fue hecho para nuestro beneficio y no un conjunto de reglas legalistas (Marcos 2:27). 

Muchos pastores, miembros, supervisores y líderes descuidan el día de descanso por su cuenta y es un riesgo. Hablé con un pastor en Texas que trabajaba incesantemente. Dormía poco, bebía café todo el día, nunca se tomaba un día libre o vacaciones, y comía muy mal. Me recordaba a un tren que va a toda velocidad por una vía sin conductor. Estaba desequilibrado.

Equilibrio significa dejar de pensar en la multiplicación, el ministerio celular, la supervisión y las cosas que hay que hacer. Significa dejar todo el trabajo regular para descansar, buscar a Dios y renovar su energía.  ¿Cuántos de nosotros estamos dispuestos a dejar de hacerlo?

Cuando entreno a los pastores, una de las primeras cosas que les pregunto es si se van a tomar un día libre. Si la respuesta es negativa, no me detengo ahí. Vuelvo al tema del descanso en futuras ocasiones. Mi consejo es el mismo para los miembros de la iglesia, aunque despejar la agenda puede ser más difícil.

¿Te tomas un día a la semana para descansar y dejar de trabajar? ¿Y las vacaciones? Si no es así, ¿por qué no? ¿Crees que Dios desea que seas un caballo de batalla todo el tiempo? No seas uno de esos líderes que se queman por el agotamiento.

Durante el mes de junio, escribiremos 15 blogs sobre el tema del descanso. La última semana de este mes no publicaremos blogs. Si desea recibir estos blogs en su bandeja de entrada de correo electrónico, haga clic aquí. Cubriremos:

  • Junio 05-11: Bases bíblicas para el descanso, junto con los peligros del agotamiento. Hablaremos de la base bíblica para tomar un día de descanso.
  • Del 12 al 18 de junio: Cómo encontrar tiempo para tomar un día de descanso. La mayoría de las personas no están a tiempo completo en el ministerio. Tienen trabajos de tiempo completo, familia, etc. ¿Cómo encuentran los líderes celulares, los miembros de las células y el resto de la iglesia tiempo para tomarse un día libre en medio de sus apretadas agendas?

Del 19 al 26 de junio:  El descanso en el pastorado. Los que trabajan a tiempo completo o parcial en el pastorado (o incluso los que trabajan por cuenta propia) pueden programar más fácilmente un día completo de descanso. ¿Pero muchos no lo hacen? Exploremos la importancia de descansar un día y cómo es eso.

Who Cares for the Pastors?

By Mario Vega, www.elim.org.sv

The Elim church in El Salvador is numerous and requires a team of 82 full-time pastors to oversee and minister in the cell structure. When thinking about the care that should be given to our numerous zone pastors, we concluded that the best method was to follow the cell care structure. In other words, we follow the chain of care where the members are cared for by the leaders, the leaders by the coaches, and the supervisors by the zone pastors.

But who cares for the zone pastors? We raised up district pastors who were appointed to take care of the zone pastors. The needs of the pastors are varied, but the vision behind the district pastors was to respond to as many needs as possible.

Yet who will take care of the district pastors? This is my role as senior pastor. My role is to prioritize their needs, as well as their families. My role is to serve them as quickly and effectively as possible. It’s a pleasure to listen to them and support them in everything that is humanly possible.

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Portuguese blog:

Esta é uma tradução do google. A tradução normal será postada assim que for recebida

Quem cuida dos pastores?

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A igreja de Elim em El Salvador é numerosa e requer uma equipe de 82 pastores em tempo integral para supervisionar e ministrar na estrutura celular. Ao pensar no cuidado que deve ser dado aos nossos numerosos pastores de zona, concluímos que o melhor método era seguir a estrutura do cuidado celular. Em outras palavras, seguimos a cadeia de cuidado onde os membros são atendidos pelos líderes, os líderes pelos treinadores e os supervisores pelos pastores de zona.

Mas quem se importa com os pastores de zona? Criamos pastores distritais que foram designados para cuidar dos pastores de zona. As necessidades dos pastores são variadas, mas a visão por trás dos pastores distritais era responder ao maior número possível de necessidades.

No entanto, quem cuidará dos pastores distritais? Este é o meu papel como pastor sênior. Meu papel é priorizar suas necessidades, bem como suas famílias. Meu papel é atendê-los da forma mais rápida e eficaz possível. Na verdade, é um prazer ouvi-los e apoiá-los em tudo o que é humanamente possível.

Spanish blog:

Atención para los pastores celulares

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La iglesia Elim de El Salvador es numerosa y requiere de un equipo de 82 pastores para atender su estructura de trabajo celular. Al pensar en la atención que se debía dar a esa cantidad de pastores de zona, se concluyó que el mejor método era seguir la estructura de atención celular. Es decir, seguir la cadena de cuidado en donde los miembros son asesorados por los líderes, los líderes por los supervisores, los supervisores por los pastores de zona. De manera que se designaron pastores de distrito para cuidar de los pastores de zona. Las necesidades de los pastores son variadas, pero el propósito es que sus encargados respondan a todas las necesidades que sea posible.

En ese interés de procurar el bienestar de los pastores, en mi calidad de pastor principal, también otorgo prioridad a los pastores y a sus familias para atenderlos de la manera más pronta posible. Siempre resulta ser un gusto poder escucharlos y apoyarlos en todo lo que sea humanamente posible.

Accountability: Helping or Hurting?

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Sadly, the lack of real accountability is common even with pastors, and this trickles down through the church. The lone ranger leader, lacking accountability and checks and balances, can have disastrous consequences for himself, his family, and the church.

So many have tragically had bad experiences with unhealthy accountability and decided to give up on it completely, which is also not healthy. So I want us to look briefly at what accountability could look like.

What is accountability?

  • It is freely given, not forcefully taken.
  • It is clearly defined, not subjective and general.
  • It is consistent.
  • It is relational.
  • It is challenging.
  • It is encouraging.

Accountability is a broad topic that is relevant to family, church, and personal relationships.

Many people recount horror stories about their experiences with accountability, the people who held them accountable, and the resulting control and manipulation they felt trapped by. As a result, they have walked away from the concept altogether.

Even though people have been hurt by controlling, manipulative accountability, positive accountability is essential to help:

  • To bring support
  • Navigate the challenges
  • Be a sounding board
  • Allow an outside “eye” to see things that can be overlooked when immersed in a situation.

We said to our ministry accountability team, “If we don’t do as you suggest and fall into a pit, will you help get us out?” This question, we felt, provided a base of our going forward where we would not feel judged if we disregarded their advice. They are there for our ministry accountability–not to dictate or control everything  but to support us. In fact, they are our cheerleaders who also challenge us when needed.

What might you want from an accountability partner? Here are few principles:

  • Commitment
  • Wisdom
  • Long-term relationship
  • Experience
  • Willingness to confront and encourage
  • Asking hard and insightful questions.
  • Trustworthiness

Here are some areas that the leader must be willing to do:

  • Be vulnerable, open, and honest
  • Commitment to the relationship
  • Prioritizing accountability

When Pastors build this concept into the fabric of their ministry, others who look to the Pastor for accountability (and see him modeling what this relationship can look like) will be encouraged to embrace this and multiply it through others

Accountability is not threatening. Rather, it brings safety for all involved.

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Portuguese Blog:

Prestação de contas: Ajuda ou atrapalha?

Andrew Kirk, Diretor do “Generation 2 Generation” Website – www.G2gMandate.org, Mídias Sociais – @G2gMandate

(Nota do Tradutor: A palavra “accountability” é normalmente um jargão das áreas onde é utilizada e sua tradução para o português é objeto de opiniões controversas. Em tradução direta, a palavra “accountability” pode ser traduzida como prestação de contas, mas também há quem defenda os seguintes termos: controle, fiscalização, responsabilização, compromisso, proatividade e transparência. Neste trabalho, utilizaremos a expressão “prestação de contas”.)

Infelizmente, a falta de prestação de contas é algo muito comum também entre pastores, e isso se replica por toda a igreja. A liderança do tipo “lobo solitário”, que não presta contas, não tem limites de atuação bem definidos e não responde a outras pessoas, é algo que pode trazer consequências desastrosas para o próprio líder, para sua família e para a igreja como um todo.

Alguns líderes tiveram experiências verdadeiramente trágicas com a prestação de contas feita de uma maneira equivocada, e acabaram decidindo abandoná-la, o que também não está correto. Portando, eu gostaria que estudássemos um pouco sobre o que seria a real prestação de contas, ou responsabilização.

O que é então a prestação de contas? Quais são suas características?

  • É feita de forma voluntária e não tomada à força.
  • É claramente definida, não subjetiva e tampouco genérica.
  • É consistente.
  • É relacional.
  • É desafiadora.
  • É encorajadora.

A prestação de contas é um tema amplo, que é relevante para a família, a igreja e para os relacionamentos pessoais.

Muitas pessoas têm verdadeiras histórias de horror em suas experiências de prestação de contas, relacionadas às pessoas para quem prestaram contas e resultados de controle e manipulação que as fizeram sentir-se presas. Como resultado de tudo isso, tais pessoas se afastaram deste conceito de uma forma geral.

Apesar da realidade de que as pessoas podem ter sido feridas por uma prestação de contas controladora e manipuladora, quando feita de forma positiva, a prestação de contas é essencial para:

  • Promover suporte
  • Vencer desafios
  • Permitir que as dificuldades sejam percebidas
  • Trazer uma visão de fora da questão, permitindo o entendimento de coisas e situações que passam despercebidas às pessoas que estão intimamente envolvidas com uma determinada situação.


Certa vez, disse à equipe que é responsável pelo meu processo de prestação de contas: “Se eu não fizer como vocês estão sugerindo e acabar caindo em um buraco, vocês ainda assim me ajudarão a sair?” Minha pergunta tinha como objetivo me dar certeza de que eu poderia prosseguir sem me sentir julgado por não ter aceito seu conselho. Aquelas pessoas estão na equipe para que eu tenha a quem prestar contas, não para ditar meus passos e controlar tudo o que eu faço, mas para me apoiar. Na prática, eles torcem por mim e me desafiam sempre que eu preciso.

O que você gostaria de observar nas pessoas a quem você prestasse contas? Seguem alguns princípios:

  • Compromisso
  • Sabedoria
  • Relacionamento de longo prazo
  • Experiência
  • Disposição para confronter e encorajar
  • Coragem para fazer perguntas difíceis e importantes
  • Lealdade

O líder que se propõe a participar em um processo de prestação de contas deve estar disposto a:

  • Permanecer vulnerável, aberto e honesto
  • Comprometer-se a um relacionamento
  • Priorizar a prestação de contas


Quando os pastores inserem este conceito no tecido que compõe seus ministérios, outras pessoas que buscam sua ajuda na prestação de contas poderão observar seu modelo e o tipo de relacionamento que eles mesmo poderão formar. Estas pessoas serão encorajadas a abraçar esta ideia e multiplicá-la através de outras pessoas.

A prestação de contas não é uma ameaça. Ao invés disso, ela traz segurança a todos os envolvidos neste processo.

Spanish blog:

Rendición de cuentas: ¿ayudar o lastimar?

Por Andrew Kirk, director de Generación 2, sitio web: www.G2gMandate.org, redes sociales: @G2gMandate

Lamentablemente, la falta de responsabilidad real es común incluso entre los pastores, y esto se filtra a través de la iglesia. El líder que es un llanero solitario, que carece de responsabilidad y controles y equilibrios, puede tener consecuencias desastrosas para él, su familia y la iglesia.

Muchos han tenido trágicamente malas experiencias con la responsabilidad poco saludable y decidieron renunciar a ella por completo, lo que tampoco es saludable. Así que quiero que analicemos brevemente cómo podría ser la rendición de cuentas.

¿Qué es la rendición de cuentas?

  • Se da libremente, no se toma a la fuerza.
  • Es claramente definida, no subjetiva y general.
  • Es consistente
  • Es relacional
  • Es un reto
  • Es un ánimo

La rendición de cuentas es un tema amplio que es relevante para la familia, la iglesia y las relaciones personales.

Muchas personas cuentan historias de terror sobre sus experiencias con la rendición de cuentas, por las personas a las que daban cuentas, el
el control y la manipulación resultantes en los que se sintieron atrapados. Como resultado, se han alejado del concepto por completo.

Aunque las personas han sido lastimadas por la rendición de cuentas controladora y manipuladora, la rendición de cuentas positiva es esencial para ayudar a:

  • Traer apoyo
  • Navegar los desafíos
  • Ser una caja de resonancia
  • Permite que un “ojo” externo vea cosas que pueden pasarse por alto cuando se está inmerso en una situación.

Le dijimos a nuestro equipo de rendición de cuentas en el ministerio: “Si no hacemos lo que sugieren y caemos en un pozo, ¿nos ayudarán a salir?” Sentimos que esta pregunta proporcionaba una base para seguir adelante en la que no nos sentiríamos juzgados si desatendíamos sus consejos. Están allí para la responsabilidad de nuestro ministerio, no para dictar o controlar todo, sino para apoyarnos. De hecho, son nuestras porristas que también nos desafían cuando es necesario.

¿Qué podría desear de un socio responsable? Aquí hay algunos principios:

  • Compromiso
  • Sabiduría
  • Relación a largo plazo
  • Experiencia
  • Voluntad de confrontar y alentar
  • Hacer preguntas difíciles y perspicaces.
  • Integridad

Aquí hay algunas áreas que el líder debe estar dispuesto a hacer:

  • Sea vulnerable, abierto y honesto
  • Compromiso con la relación
  • Priorizar la rendición de cuentas


Cuando los pastores construyan este concepto en la estructura de su ministerio, otros que busquen responsabilidad en el pastor (y lo vean modelando cómo puede ser esta relación) se animarán a abrazar esto y multiplicarlo a través de otros.

La rendición de cuentas no es amenazante. Más bien, trae seguridad para todos los involucrados.

You Are That Man!

José R. Zavala V., Founding pastor of Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala; www.instagram.com/pastoreszavala

The office of the prophet, especially in the Old Testament, was characterized by conviction and energy in pointing out sin. The prophet dared to denounce the sin of nations, peoples, and kings.

A scene that personally catches my attention is the one in which the prophet Nathan confronted King David with his sin. He does it cautiously and precisely.

David, who was a man after God’s own heart, was stripped naked before Nathan’s prophetic words (2 Samuel 12:7ff). A leader as charismatic as David, who enjoyed the favor of the people for his personality and his achievements, could have turned a deaf ear to Nathan’s prophetic word. Rather, he was sensitive and repented of the sin he had committed.

I believe with all my heart that we all need to be like David and hear what God is saying today. Denominational Presidents, Pastors of large churches, and all Cell Leaders need to be as vulnerable as David and hear what God is saying to us. We’ve been hearing over and over on the news about the sad state of the church and how many prominent leaders have fallen into sin.

It would have been very easy for King David to ignore and even kill the prophet and his message. The Bible lets us know that the opposite happened: the relationship between the prophet and the king lasted for many years. It seems to me that sincerity, trust, and gratitude increased over time and the two became very close. Nathan is later mentioned along with Zadok the priest, Benaiah son of Jehoiada, Shimei, Rei, and all David’s great ones (1 Kings 1:8, KJV 1995).

Dear fellow servant:

• Have you ever been confronted by a man of God who pointed out a particular sin to you?

• Do you have in your close circle a prophet of God whom you trust?

• Are you ready to open your heart, make yourself vulnerable, and listen to a Nathan in your life?

May God fulfill this in your life!

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Portuguese blog:

Você é Esse Homem!

José R. Zavala V., pastor fundador de Guayaquil Norte – Equador,  www.facebook.com/pastoreszavalawww.instagram.com/pastoreszavala

O ofício do profeta, especialmente no Antigo Testamento, era caracterizado pela convicção e energia em apontar o pecado. O profeta ousava denunciar o pecado das nações, povos e reis.

Uma cena que pessoalmente me chama a atenção é aquela em que o profeta Natã confrontou o rei Davi com seu pecado. Ele faz isso com cautela e precisão.

Davi, que era um homem segundo o coração de Deus, foi despido diante das palavras proféticas de Natã (2 Samuel 12:7ss). Um líder tão carismático como Davi, que gozava do favor do povo por sua personalidade e suas realizações, poderia ter feito ouvidos moucos à palavra profética de Natã. Em vez disso, ele foi sensível e se arrependeu do pecado que havia cometido.

Acredito de todo o coração que todos nós precisamos ser como Davi e ouvir o que Deus está dizendo hoje. Presidentes denominacionais, pastores de grandes igrejas e todos os líderes de célula precisam ser tão vulneráveis quanto Davi e ouvir o que Deus está nos dizendo. Temos ouvido repetidamente as notícias sobre o triste estado da igreja e os muitos líderes proeminentes que caíram em pecado.

Teria sido muito fácil para o rei Davi ignorar e até mesmo matar o profeta e sua mensagem. A Bíblia nos deixa saber que aconteceu o contrário: a relação entre o profeta e o rei durou muitos anos. Parece-me que a sinceridade, a confiança e a gratidão aumentaram com o tempo e os dois ficaram muito próximos. Natã é mencionado mais tarde junto com Zadoque, o sacerdote, Benaia, filho de Joiada, Simei, Rei e todos os grandes de Davi (1 Reis 1:8).

Caro companheiro de serviço:

  • Você já foi confrontado por um homem de Deus que apontou um pecado em particular para você?
  • Você tem em seu círculo próximo um profeta de Deus em quem você confia?
  • Você está pronto para abrir seu coração, tornar-se vulnerável e ouvir um Natã em sua vida?

Que Deus cumpra isso em sua vida!

Spanish blog:

¡Tú Eres Ese Hombre!

José R. Zavala V., Pastor fundador de Guayaquil Norte – Equador,  www.facebook.com/pastoreszavalawww.instagram.com/pastoreszavala

El oficio del profeta ha estado caracterizado por la convicción y energía al señalar el pecado. En el Antiguo Testamento, el profeta se atreve a denunciar el pecado de naciones, pueblos y reyes.

Una escena que en lo personal, me llama mucho la atención es aquella en la que el profeta Nathan decide confrontar al rey David con su pecado. Lo hace con cautela y con precisión. El rey “conforme al corazón de Dios” queda desnudado por la acción del profeta. (2 Samuel 12:7ss)

Un líder tan carismático como David, que gozaba del favor del pueblo por su personalidad y sus logros alcanzados, pudo haberse hecho oidos sordos al señalamiento de Nathan. Sin embargo, aún cuando pudo mandar a callar esa voz profética para siempre, fue sensible y se arrepintió del pecado que habia cometido.

Creo con todo mi corazón, que todos necesitamos de un Profeta para nuestro propio bien. Presidentes denominacionales, Pastores de iglesias numerosas, Líderes de grupos celulares, todos somos tan vulnerables como David. Las tristes noticias de las que nos enteramos vez tras vez acerca de las caidas estrepitosas de grandes ministros cristianos deben convencernos de esta afirmación.

Habría sido muy fácil para el Rey ignorar y hasta liquidar al profeta y a su mensaje. La Biblia nos deja saber que sucedió todo lo contrario: la relación entre el profeta y el rey duró por muchos años. Me parece que la sinceridad, la confianza y la gratitud se incrementaron con el paso del tiempo y ambos llegaron a ser muy unidos. Más adelante se menciona a Nathan junto con el sacerdote Sadoc, Benaía hijo de Joiada, Simei, Rei y todos los grandes de David. (1 Reyes 1:8, RVR 1995)

Querido Consiervo:

  • ¿Has sido confrontado alguna vez por un hombre de Dios quien te señaló un pecado en particular?
  • ¿Tienes en tu círculo cercano a un profeta de Dios en quien tú confies?
  • ¿Estás listo para abrir tu corazón, hacerte vulnerable y escuchar a un Nathan en tu vida?

¡Que así sea!